gazeta de varginha - 06/05/2014

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Edição 8.979

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  • PGINA 02

    PONTO DE VISTA

    xodo 30

    Mx: 26 / Mn: 11

    O altar do incenso

    Reunio discute hoje implantaoda coleta seletiva em Varginha

    EDIO 8.979R$ 1, 00 VARGINHA, 06 DE MAIO DE 2014

    DEUS FIEL

    Pr-candidato do PSDB ao governo deMG participa de encontro em Varginha

    LOCAL/PGINA 05

    Encontro deve reunir instituies de diversos setores na Cidade Universitria do Grupo Unis

    LOCAL/PGINA 03

    LOCAL/PGINA 03

    A Prefeitura de Var-ginha, atravs da Se-cretaria Municipal deMeio Ambiente, pro-move nesta tera-feira,6 de maio, na CidadeUniversitria do Unis,na rodovia que ligaVarginha a Eli Men-des, a primeira reuniopara criao do grupoque vai coordenar a co-leta seletiva do lixo emVarginha.

    Foram convidadosrepresentantes de vri-as instituies para co-nhecer o projeto.

    De acordo com oSecretrio Municipalde Meio Ambiente deVarginha, JoadylsonBarra Ferreira, a pre-feitura vai criar um f-rum, que vai se reunirperiodicamente, paradefinir todos os deta-lhes da coleta seletivado lixo. A prioridade dogoverno municipal incluir todos os catado-res de material recicl-vel, que j atuam nomunicpio.

    Motoristamorre ao cairde barranco

    s margens

    do Rio Verde

    Boletim de ocorrnciade acidentes poder ser

    feito pela internet em MG

    Homem de 53 anos morre

    aps ser esfaqueado peloenteado no bairro Sion

    LOCAL/PGINA 06

    O pr-candidato aoGoverno de Minas, Pi-menta da Veiga (PSDB),esteve em Varginha nes-ta segunda-feira (5)para um encontro comprefeitos e vereadoresda regio.

    O objetivo foi apre-

    sentar suas metas ge-rais caso seja eleito. Areunio aconteceu noClube de Varginha pelamanh. Diversas auto-ridades prestigiaram oevento em Varginha.

    LOCAL/PGINA 04

    gazetadevarginha@gmail.com

    www.jornalgazetadevarginha.com

    facebook.com/gazetavga

  • 1 - E FARS um al-tar para queimar o in-censo; de madeira deaccia o fars.

    2 - O seu compri-mento ser de um c-vado, e a sua largurade um cvado; serquadrado, e dois cva-dos a sua altura; delemesmo sero as suaspontas.

    3 - E com ouro puroo forrars, o seu teto,e as suas paredes aoredor, e as suas pon-tas; e lhe fars uma co-roa de ouro ao redor.

    4 - Tambm lhe fa-rs duas argolas deouro debaixo da sua

    coroa; nos dois cantos asfars, de ambos os lados;e sero para lugares dosvarais, com que ser le-vado.

    5 - E os varais fars demadeira de accia, e osforrars com ouro.

    6 - E o pors diante dovu que est diante daarca do testemunho, di-ante do propiciatrio, queest sobre o testemunho,onde me ajuntarei conti-go.

    7 - E Aro sobre elequeimar o incenso dasespeciarias; cada manh,quando puser em ordemas lmpadas, o queima-r.

    8 - E, acendendo Aroas lmpadas tarde, oqueimar; este ser in-censo contnuo perante oSENHOR pelas vossasgeraes.

    9 - No oferecereis so-bre ele incenso estranho,nem holocausto, nemoferta; nem tampoucoderramareis sobre ele li-baes.

    10 - E uma vez no anoAro far expiao sobreas suas pontas com o san-gue do sacrifcio das ex-piaes; uma vez no anofar expiao sobre elepelas vossas geraes;santssimo ao SE-NHOR.

    CNPJ: 21.535.075/0001-47

    A redao no se responsa-biliza por conceitos emitidosem artigos assinados, mesmo

    sobpseudnimos, que so de

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    Palavras de Vida

    06 DE MAIO DE 201402 | GAZETA DE VARGINHAPONTO DE VISTA

    O altar do incensoxodo 30

    11 - Falou mais o SE-NHOR a Moiss dizendo:

    12 - Quando fizeres acontagem dos filhos deIsrael, conforme a suasoma, cada um deles darao SENHOR o resgate dasua alma, quando os con-tares; para que no hajaentre eles praga alguma,quando os contares.

    13 - Todo aquele quepassar pelo arrolamentodar isto: a metade deum siclo, segundo o siclodo santurio (este siclo de vinte geras); a meta-de de um siclo a ofertaao SENHOR.

    14 - Qualquer quepassar pelo arrolamento,

    de vinte anos para cima,dar a oferta alada aoSENHOR.

    15 - O rico no darmais, e o pobre no darmenos da metade do si-clo, quando derem a ofer-ta alada ao SENHOR,para fazer expiao porvossas almas.

    16 - E tomars o di-nheiro das expiaes dosfilhos de Israel, e o darsao servio da tenda dacongregao; e ser paramemria aos filhos de Is-rael diante do SENHOR,para fazer expiao porvossas almas.

    17 - E falou o SE-NHOR a Moiss, dizen-

    do:18 - Fars tambm

    uma pia de cobre coma sua base de cobre,para lavar; e a porsentre a tenda da con-gregao e o altar; enela deitars gua.

    19 - E Aro e seus fi-lhos nela lavaro assuas mos e os seusps.

    20 - Quando entra-rem na tenda da con-gregao, lavar-se-ocom gua, para queno morram, ou quan-do se chegarem ao al-tar para ministrar, paraacender a oferta quei-mada ao SENHOR.

    Gesto profissional de uma empresa familiarOrlando Oda

    Montar uma empre-sa o grande sonho demuitas pessoas. As mo-tivaes iniciais geral-mente so financeiras:ter uma fonte de rendasem depender da assina-tura na carteira de tra-balho, no ter que scumprir ordens dos ou-tros, no trabalhar paraenriquecer os donos, etc.Logo o empreendedor sedepara com uma durarealidade. muito maisdifcil do que se imagi-nava!

    O primeiro cliente,mais do que alegria, re-vela a importncia des-sa conquista para pagaras contas da empresa eseu pr-labore. Cai a pri-meira ficha: se quisersobreviver, se quiser teruma empresa, necessita-r de funcionrios, cli-entes e fornecedores.Mesmo tendo 100% dascotas, nada serve semestas pessoas.

    Esta mudana inte-rior algo que ocorre nomago do fundador daempresa. Se no ocorreresta mudana ser im-possvel garantir a so-brevivncia e longevida-de. Provavelmente a coi-sa mais importante emais difcil para o em-preendedor comparti-

    lhar este sentimento comos outros, inclusive seusscios. No so todos osscios que tem esta per-cepo e mudana.

    Um dos pontos fra-cos apontados na empre-sa familiar a falta deprofissionalizao e acentralizao de poder.Mas, s possvel pen-sar nestas coisas se pen-sarmos em etapas. Naprimeira fase a necessi-dade garantir a sobre-vivncia.

    Em um primeiro mo-mento a empresa o quechamo de lanamento dofoguete. Para fugir dafora da gravidade pre-ciso muita fora. O em-preendedor o executordas tarefas operacionais.Fazer tudo, trabalharduro at altas horas danoite a rotina diria.Nessa hora querer de-mais falar em profissio-nalizao e descentrali-zao de poder.

    No a profissiona-lizao que vai fazer aempresa decolar, valemuito mais o corao doque qualquer tcnica degesto. O importantenesta fase no o graude profissionalizao daempresa. em que n-vel os assuntos so tra-tados profissionalmente,ou seja, o interesse daempresa deve vir em pri-

    meiro lugar. precisosaber separar a pessoafsica da jurdica.

    So trs os aspectosa serem consideradosquando se fala na pro-fissionalizao. Um tratar os assuntos co-merciais de forma profis-sional, ou seja, sem sen-timentalismo. Outro contratar profissionaisespecializados. O ltimo a gesto profissional deverdade, ou seja, entre-gar a direo na mo deprofissionais do merca-do.

    Tratar tudo profissi-onalmente deve ser o pri-meiro aprendizado doempreendedor iniciante.A relao familiar co-mandada por laos afe-tivos, de proteger a fa-mlia, ajud-la, etc. Tra-tar profissionalmente aempresa significa naprtica uma coisa s: aempresa no pode serusada como instrumen-to para manter, protegerou ajudar a famlia.

    A empresa no composta unicamente deelementos internos: sci-os e funcionrios. Ela composta tambm de ele-mentos externos sem aqual a empresa no so-brevive. So os seus cli-entes, fornecedores eparceiros comerciais. As-sim, a empresa deve sa-

    tisfazer a todos estes ele-mentos, no especifica-mente a vontade dodono da empresa.

    O KonosukeMatshshita, fundadorda Panasonic dizia quea empresa da socieda-de, da comunidade quepertence. Se a sociedadeperceber que nela noexiste vontade de servirao pblico, certamenteela acabar falindo. Aempresa no para ser-vir exclusivamente aodono da empresa, por-tanto, no deve ser uti-lizada para beneficiar osseus familiares.

    Os parentes tam-bm fazem parte da so-ciedade, portanto podemter a oportunidade, des-de que seja merecida.Desta forma, ser neces-srio estabelecer algu-mas regras para manterharmoniosas as relaesfamiliares. H a neces-sidade de englobar osmembros atuantes e noatuantes na empresa.De alguma forma, todosesto interligados em-presa.

    As regras so paraseparar claramente a fa-mlia da empresa. Sepa-rar dinheiro: conta ban-cria pessoal e empresa-rial. Admisso de paren-tes. Estabelecer a remu-nerao (pr-labore)

    mensal dos scios. Utili-zao de bens da empre-sa, especificamente so-bre o uso de veculos. Vi-agens a negcio sopara negcios e no paralevar a famlia para pas-sear.

    So pequenas aesque precisam estar bemclaras. at compreen-svel usar o veculo oulevar a famlia na via-gem de negcio. Mas seconsiderar que a empre-sa deve servir a todos(internos e externos)

    est totalmente errado.Estas pequenas regrasaplicadas desde