Gazeta de Varginha - 15/01/2014

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Edio 8.907

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<ul><li><p>PGINA 2</p><p>PONTOPONTOPONTOPONTOPONTO DEDEDEDEDE VISTVISTVISTVISTVISTAAAAA</p><p>Gnesis 22</p><p>Mx: 32 / Mn: 19</p><p>Deus prova Abrao</p><p>Lei que altera atendimento emunidades de sade sancionada</p><p>A Lei 21.134, de2014, que altera procedi-mentos de unidades p-blicas de sade no aten-dimento aos pacientes, foisancionada e publicadano Dirio Oficial de Mi-nas Gerais no ltimo s-bado (11). Aprovada emdezembro na AssembleiaLegislativa de Minas Ge-rais (ALMG), a lei trami-tou como Projeto de Lei(PL) 3.621/ 12, de auto-ria do deputado DoutorWilson Batista (PSD).</p><p>O texto acrescenta o</p><p>Acidentesde motona mesmarua deixamferidos emVarginha</p><p>LOCAL/PGINA 05</p><p>EDIO 8.907R$ 1, 00 VARGINHA, 15 DE JANEIRO DE 2014</p><p>DEUS FIEL</p><p>Em 10 dias, duas novas lixeiras sodestrudas no centro de Varginha</p><p>Postos de Varginhacontam com gasolina</p><p>menos poluente</p><p>Instaladas no inciodo ano na regio centralda cidade pela Secreta-ria de Meio Ambiente eDepartamento de Lim-peza Urbana as novaslixeira, j esto sendoalvo de vandalismo, oque demonstra o desres-</p><p>peito para com o dinhei-ro pblico e para com alimpeza da cidade. Nasemana passada, uma li-xeira instalada no cala-do da Wenceslau Brazsofreu estragos.</p><p>LOCAL/PGINA 03</p><p>LEIA MAIS EMLOCAL/PGINA 05</p><p>artigo 2-A Lei 16.279,de 2006, que dispe sobreos direitos dos usuriosdos servios pblicos desade no Estado. Nessesentido, cria um protoco-lo de segurana dos pro-cedimentos mdicos noshospitais pblicos. A leiobriga o preenchimentode questionrio a ser ela-borado pelo hospital, emque constem, no mnimo,o nome completo do paci-ente.</p><p>LOCAL/PGINA 03</p><p>Formulrios tero informaes sobre o paciente; hospitais de Varginha aderem ao projeto</p><p>PGINA 09</p><p>Acidentes ocorreram naAvenida Celina Ottoni</p><p>gazetadevarginha@gmail.com</p><p>www.jornalgazetadevarginha.com</p><p>facebook.com/gazetavga</p><p>twitter.com/gazetavarginha</p></li><li><p>CNPJ: 21.535.075/0001-47</p><p>A redao no se responsabiliza</p><p>por conceitos emitidos em artigos</p><p>assinados, mesmo sob</p><p>pseudnimos, que so de inteira</p><p>responsabilidade de seus autores.</p><p>Dirio de CirculaoRegional - Diretora</p><p>Administrativa:Ana Maria Silva Piva -Jornalista Responsvel:</p><p>Lanamara Silva -MTB -8304 JP - Editor:Rodrigo S. Fernandes</p><p>Sindjori - MG 312/99 -Administrao/Reviso:Lanamara Silva - Paulo</p><p>Ribeiro da Silva Fernan-des</p><p>(Jornalista e superinten-dente de redao-</p><p>TB.16.851) - Horrio defuncionamento das08:00hs s 18:00hs</p><p>ABRAJORI - AssociaoBrasileira de Jornais do</p><p>InteriorSINDJORI - Sind. Prop. de</p><p>Jornais e Revistas doInterior</p><p>ADJORI - Associao dosJornais do Interior</p><p>ADI - Associao dosJornais do interior de</p><p>Minas Gerais</p><p>ENDEREO:Redao e Departa-mento de Publicidade</p><p>Av. dos Imigrantes, 445</p><p>Telefones</p><p>(35)3221-4668</p><p>(35)3221-4845</p><p>- Santa Maria - CEP37022-560 -</p><p>VARGINHA/MGE-mail: gazetade</p><p>varginha@gmail.comgazetacomercial2@yahoo.</p><p>com.brEndereo eletrnico:</p><p>www.gazetavarginha.com.br</p><p>Palavras de Vida</p><p>15 DE JANEIRO DE 201402 | GAZETA DE VARGINHA</p><p>PONTO DE VISTA</p><p>Deus prova Abrao1 - E ACONTE-</p><p>CEU depois destascoisas, que provouDeus a Abrao, e dis-se-lhe: Abrao! E eledisse: Eis-me aqui.</p><p> 2 - E disse:Toma agora o teu fi-lho, o teu nico filho,Isaque, a quem amas,e vai-te terra deMori, e oferece-o aliem holocausto sobreuma das montanhas,que eu te direi.</p><p> 3 - Ento se le-vantou Abrao pelamanh de madruga-da, e albardou o seujumento, e tomouconsigo dois de seusmoos e Isaque seufilho; e cortou lenhapara o holocausto, elevantou-se, e foi aolugar que Deus lhedissera.</p><p>4 - Ao terceiro dialevantou Abrao osseus olhos, e viu o lu-gar de longe.</p><p>5 - E disse Abraoa seus moos: Ficai-vos aqui com o jumen-to, e eu e o moo ire-mos at ali; e haven-do adorado, tornare-mos a vs.</p><p>6 - E tomouAbrao a lenha do ho-locausto, e p-la sobreIsaque seu filho; e eletomou o fogo e o cute-lo na sua mo, e foramambos juntos.</p><p>7 - Ento falouIsaque a Abrao seupai, e disse: Meu pai!E ele disse: Eis-meaqui, meu filho! E eledisse: Eis aqui o fogoe a lenha, mas ondeest o cordeiro para oholocausto?</p><p>8 - E disseAbrao: Deus proverpara si o cordeiropara o holocausto,meu filho. Assim ca-minharam ambos jun-tos.</p><p> 9 - E chegaramao lugar que Deus lhedissera, e edificouAbrao ali um altar eps em ordem a lenha,e amarrou a Isaqueseu filho, e deitou-osobre o altar em cimada lenha.</p><p>10 - E estendeuAbrao a sua mo, etomou o cutelo paraimolar o seu filho;</p><p> 11 - Mas o anjo doSENHOR lhe bradoudesde os cus, e disse:Abrao, Abrao! E eledisse: Eis-me aqui.</p><p>12 - Ento disse:No estendas a tua</p><p>A Caixa Econmica Fe-deral, o segundo maiorbanco pblico do pas ecujo presidente atual, JooCarlos Hereda foi indicadoem maro de 2011 pelo PTda presidente Dilma pro-vocou um verdadeiro con-fisco a 525 mil contas nopas de acordo com mat-ria publicada na edio de15 de janeiro da revista Is-to.</p><p>Segundo a matria, numrelatrio realizado por au-ditores da Controladoria-Geral da Unio a Caixa te-ria confiscado cerca maisde R$ 700 milhes de pou-panas que tem seus va-lores variando entre R$100 e R$ 5 mil para cadaconta. Este valor foi com-putado como lucro dobanco em 2012 represen-tando 12% do total dos di-videndos da instituio.Parte destes lucros foi di-retamente para os bolsosde acionistas atravs dopagamento de bnus.</p><p>O confisco teria sidorealizado de maneira abso-lutamente ilegal e reveliados clientes do banco. A ile-galidade se d devido aofato onde foram encerra-das popanas sem movi-mentao no prazo de um</p><p>Gnesis 22mo sobre o moo, eno lhe faas nada;porquanto agora seique temes a Deus, eno me negaste o teufilho, o teu nico filho.</p><p>13 - Ento levan-tou Abrao os seusolhos e olhou; e eis umcarneiro detrs dele,travado pelos seuschifres, num mato; efoi Abrao, e tomou ocarneiro, e ofereceu-oem holocausto, em lu-gar de seu filho.</p><p>14 - E chamouAbrao o nome daque-le lugar: O SENHORPROVER; donde sediz at ao dia de hoje:No monte do SE-NHOR se prover.</p><p>15 - Ento o anjodo SENHOR bradou aAbrao pela segundavez desde os cus,</p><p>16 - E disse: Pormim mesmo jurei, dizo SENHOR: Porquan-to fizeste esta ao, eno me negaste o teufilho, o teu nico filho,</p><p>17 - Que deveraste abenoarei, e gran-dissimamente multi-plicarei a tua descen-dncia como as estre-las dos cus, e como aareia que est napraia do mar; e a tuadescendncia possui-r a porta dos seusinimigos;</p><p>18 - E em tua des-cendncia sero ben-ditas todas as naesda terra; porquantoobedeceste minhavoz.</p><p>19 - EntoAbrao tornou aosseus moos, e levanta-ram-se, e foram jun-</p><p>a trs anos, contrariandoexpressamente a legislaoem que diz que o prazopara prescrio de 25anos para a devoluo dossaldos de contas encerra-das, sendo que aps esteperodo, o montante des-tas contas deva ser repas-sado diretamente para oTesouro. Caso no haja re-clamao por outros cincoanos, a sim as quantiasexistentes podero ser in-corporadas como patrim-nio da Unio e jamais aopatrimnio de uma institui-o financeira ou sua con-tabilidade anual. Assimsendo, a Caixa EconmicaFederal, controlada por fi-guras prximas ao PT deDilma teriam usurpado opatrimnio de mais demeio milho de brasileiros.</p><p>O confisco pe em ris-co toda a credibilidade noapenas da Caixa, mas tam-bm de todo o sistemabancrio nacional e princi-palmente da economiabrasileira que j conta comseus prprios problemascomo baixo crescimento euma fuga de capitais quedeve acontecer nos prxi-mos anos para os pasesdesenvolvidos devido re-cuperao de suas econo-</p><p>mias, a diminuio da ofer-ta de empregos entre ou-tros graves problemascomo a falta de infraestru-tura, baixa qualidade daeducao e da sade emquase todo o pas entreoutras.</p><p>Em sua defesa, a institui-o dirigida por uma indi-cao do PT, alega que parao encerramento das con-tas amparou-se em reso-luo do Conselho Mone-trio Nacional (2025/1993)e numa circular do BancoCentral (3006/2000) almdo prprio manual norma-tivo da prpria Caixa. Obanco teria dito que ascontas encerradas tinhamfalhas cadastrais e, por isso,deviam ser fechadas. Noentanto as normas citadaspelo banco Federal no seaplicam no caso de encer-ramento de poupanas eto pouco a apropriaodos valores pelo banco, queassim estaria infringindo alegislao, isso segundotcnicos do CGU e analis-tas do Banco Central. Parapromover o encerramen-to destas mais de 500 milcontas a instituio banc-ria em questo precisariacomunicar caso a caso paraa Polcia Federal e apenas</p><p>depois de confirmados in-dcios de fraude tais con-tas poderiam ser encerra-das. Alm disso, de acordoa norma do Banco Centralmencionada acima, o ban-co teria de conseguir au-torizao do correntistapara o encerramento daconta. O que aconteceu foique a Caixa no pediu au-torizao para seus corren-tistas alm de no consul-tar para saber se havia in-dcios de fraude ou no nascontas em questo.</p><p>O relatrio do CGU tam-bm diz que o setor jurdi-co da Caixa teria alertadopara os riscos imagem dobanco alm de possveisprocessos civis por enri-quecimento ilcito e mes-mo criminal por apropria-o indbita, alm de re-comendar uma consulta aoBC antes de que o encer-ramento das contas emquesto acontecesse. Oparecer dos auditoresaponta para a ilegalidadeda operao. A regula-mentao no prev a pos-sibilidade de encerramen-to de contas que no te-nham sido movimentadas.No possvel se apropri-ar de um patrimnio queno de sua propriedade</p><p>diz o documento.A Caixa respondeu que</p><p>os correntistas que se sen-tirem prejudicados seroressarcidos. At novembrode 2013 6,4 mil dos maisde 525 mil clientes lesadosj procuraram a Caixa, queos est ressarcindo nummontante de R$ 20,6 mi-</p><p>Confisco realizado pelo governo Dilma ameaaestabilidade da economia e da democracia brasileira</p><p>lhes, ou apenas 2,5% dototal de R$ 712 surrupia-dos. A Caixa ainda respon-deu que nenhum clienteou ex-cliente foi lesado.</p><p>Assim funciona o segun-do maior banco pblico doBrasil comandado por apa-drinhados do PT da presi-dente Dilma.</p><p>tos para Berseba; eAbrao habitou emBerseba.</p><p>20 - E sucedeudepois destas coisas,que anunciaram aAbrao, dizendo: Eisque tambm Milcadeu filhos a Naorteu irmo.</p><p>21 - Uz o seu pri-mognito, e Buz seuirmo, e Quemuel,pai de Ar, 22 - EQusede, e Hazo, ePildas, e Jidlafe, eBetuel.</p><p>23 - E Betuel ge-rou Rebeca. Estesoito deu luz Milcaa Naor, irmo deAbrao.</p><p>24 - E a sua con-cubina, cujo nomeera Reum, ela lhedeu tambm a Teb,Ga, Tas e Maaca.</p></li><li><p>GAZETA DE VARGINHA | 0315 DE JANEIRO DE 2014LOCAL</p><p>Lei que altera atendimento emunidades de sade sancionadaFormulrios tero informaes sobre o paciente; hospitais de Varginha j esto inclusos</p><p>A Lei 21.134, de2014, que altera proce-dimentos de unidadespblicas de sade noatendimento aos paci-entes, foi sancionada epublicada no DirioOficial de Minas Geraisno ltimo sbado (11).Aprovada em dezembrona Assembleia Legisla-tiva de Minas Gerais(ALMG), a lei tramitoucomo Projeto de Lei(PL) 3.621/ 12, de au-toria do deputado Dou-tor Wilson Batista(PSD).</p><p>O texto acrescenta oartigo 2-A Lei 16.279,de 2006, que dispe so-</p><p>bre os direitos dos usu-rios dos servios pbli-cos de sade no Estado.Nesse sentido, cria umprotocolo de seguranados procedimentos m-dicos nos hospitais p-blicos. A lei obriga o pre-enchimento de questio-nrio a ser elaboradopelo hospital, em queconstem, no mnimo, onome completo do paci-ente e a identificaocorreta da parte do cor-po que ser submetidaa cirurgia. Tambm ga-rante ao paciente a in-formao sobre o nomee a funo de cada umdos integrantes da equi-</p><p>pe mdica que realiza-r o procedimento.</p><p>Determina aindaque, se o paciente noestiver consciente, asinformaes do questio-nrio sero prestadaspor acompanhante de-vidamente identificado,que receber a informa-o tambm prevista noprojeto. Se o pacienteno estiver consciente eno estiver acompanha-do, as informaes seroatestadas por integran-te da equipe respons-vel pelo procedimentocirrgico, com base emseu pronturio, em do-cumento assinado.</p><p>ReceiturioTambm foi sancio-</p><p>nada e publicada na mes-ma edio do Dirio Ofi-cial de Minas Gerais aLei 21.137, de 2014, que</p><p>obriga a insero de ori-entaes sobre melhoriada qualidade de vida noverso dos receituriosmdicos utilizados pelarede pblica de sade. A</p><p>lei tramitou como PL701/ 11, do deputado Ar-len Santiago (PTB).</p><p>De acordo com o tex-to, os receiturios mdi-cos utilizados na redepblica de sade deve-ro conter orientaessobre hbitos saudveisque visem melhoria daqualidade de vida dousurio do Sistema ni-co de Sade (SUS). Oprojeto estabelece, ain-da, que deve ser preser-vado, no verso do recei-turio, espao destinado insero de registros eoutras exigncias previs-tas na legislao sanit-ria.</p><p>Lei tambm garante ao paciente a informao sobre o nomee a funo de cada um dos integrantes da equipe mdica</p><p>Em 10 dias, duas novas lixeiras so destrudas por vndalosInstaladas no incio</p><p>do ano na regio centralda cidade pela Secreta-ria de Meio Ambiente eDepartamento de Lim-peza Urbana as novaslixeira, j esto sendoalvo de vandalismo, oque demonstra o desres-peito para com o dinhei-ro pblico e para com alimpeza da cidade. NaSemana passada umalixeira instalada no cal-ado da WenceslauBraz sofreu estragos,cujas causas esto sen-do levantadas pelo setorcompetente, com ajudadas cmeras instaladasno local. Essas semanaoutra, instalada no cal-</p><p>adinho, ao lado doCine Rio Branco foiqueimada.</p><p>Os rgos compe-tentes pela instalaodas lixeiras lamentamos fatos, e pedem a com-preenso dos muncipesno sentido de resguar-</p><p>darem o patrimnio,lembrando que nova li-citao para a aquisiode mais unidades deest em andamento, eque todas as praas eruas sero beneficiadascom lixeiras, para garan-tir a limpeza da cidade.</p></li><li><p>04 | GAZETA DE VARGINHA 15 DE JANEIRO DE 2014LOCAL</p><p>Cemig orienta consumidores sobreeconomia de energia neste vero</p><p>No vero, comumo valor da fatura deenergia eltrica aumen-tar, especialmente emfuno do uso de apare-lhos como o ar-condicio-nado e ventiladores.Contudo solues sim-ples podem ajudar a mi-nimizar os gastos e dimi-nuir a conta.</p><p>De acordo com o en-genheiro Leonardo Ri-vetti, da CompanhiaEnergtica de MinasGerais Cemig, o con-sumo de energia depen-de basicamente de duasvariveis: a potncia dosequipamentos e o tempode uso de cada um de-les.</p><p>O chuveiro, geral-mente, o equipamentoque mais consome ener-</p><p>gia, devido sua potn-cia, que muito alta. Novero, possvel econo-mizar energia com esseequipamento, mudandoo seletor de temperatu-ra da posio invernopara a posio vero, oque reduz a potncia em30% e proporciona umareduo no consumo aofinal do ms de at 10%,explica o engenheiro.</p><p>De acordo com Leo-nardo Rivetti, a geladei-ra, geralmente, o se-gundo equipamento quemais consome energiaem uma residncia, emvirtude do abre e fechaao longo do dia. Uma ge-ladeira em bom estadode uso funciona 12 ho-ras por dia, ou seja, 360horas por ms.</p><p>Esses dois equipa-mentos chuveiro e ge-ladeira so respons-veis por mais de 60% doconsumo mensal, o chu-veiro pela potncia e ageladeira pelo tempo deuso.</p><p>No entanto, no ve-ro, aparelhos como ven-tiladores e ar-condicio-nado so muito usados.O engenheiro da Cemigexplica que o ar-condici-onado tem uma potnciaelevada. Ele funciona deforma similar geladei-ra, s que retirando o arquente do ambiente. Porisso, ele recomenda queo consumidor fique aten-to ao tempo de utilizaodesse aparelho. Segun-do Rivetti, o ar-condicio-nado pode ser respons-</p><p>vel por uma elevao deat 30% na fatura deenergia. O ideal , aexemplo da geladeira,comprar o equipamentocom o selo Procel ou coma etiqueta com a l...</p></li></ul>