Gazeta de Varginha - 14/01/2014

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Edio 8.906

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  • PGINA 2

    PONTOPONTOPONTOPONTOPONTO DEDEDEDEDE VISTVISTVISTVISTVISTAAAAA

    Gnesis 21

    Mx: 32 / Mn: 18

    O nascimento de Isaque

    IPVA comea a vencer amanhA tabela e os pra-

    zos de pagamento doImposto sobre a Pro-priedade de VeculosAutomotores (IPVA)de Minas Gerais, refe-rente ao ano de 2014,foram divulgados noincio deste ms. Deacordo com a Secreta-ria de Estado da Fa-zenda, os vencimentosvo de 15 de janeiro a28 de maro do prxi-mo ano. As datas vari-am de acordo com o fi-nal da placa do vecu-lo. Para veculos complacas de final 1, a pri-meira parcela do im-

    Trabalhadormorre

    soterradodurantetroca demanilhas

    LOCAL/PGINA 05

    EDIO 8.906R$ 1, 00 VARGINHA, 14 DE JANEIRO DE 2014

    DEUS FIEL

    Aposentados que ganham acima domnimo tero reajuste de 5,56%

    Casal de professoresfica ferido em acidenteno centro de Varginha

    Aposentados e pensi-onistas do INSS que re-cebem benefcios comvalor acima de um sal-rio mnimo, de R$ 724,tero seus benefcios re-ajustados em 5,56% em2014, segundo portariados ministrios da Fazen-da e da Previdncia So-

    cial publicada no DirioOficial da Unio destasegunda-feira (13).

    O valor refere-se variao do ndice Naci-onal de Preos ao Consu-midor (INPC) do anopassado.

    LOCAL/PGINA 03

    LEIA MAIS EMREGIONAL/PG. 08

    posto vence em 15 dejaneiro.

    Ainda segundo aentidade, um descon-to de 3% ser cedidopara pagamentos emcota nica, a partirdesta tera-feira (3). Adeduo segue at ofinal de janeiro, con-forme variao da nu-merao das placas.H possibilidade tam-bm de parcelamentoem trs vezes, comvencimentos nos me-ses de janeiro, feverei-ro e maro.

    LOCAL/PGINA 05

    Aciv divulga resultado deconcurso fotogrfico

    LOCAL/PGINA 04

    Pagamento em cota nica tem desconto de 3%; datas variam de acordo com o final da placa

    O rapaz de 28 anos erafuncionrio da Copasa emorreu enquanto traba-lhava na rede de esgoto.

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    Palavras de Vida

    14 DE JANEIRO DE 201402 | GAZETA DE VARGINHA

    PONTO DE VISTA

    O nascimento de Isaque

    1 - E O SENHORvisitou a Sara, como ti-nha dito; e fez o SE-NHOR a Sara como ti-nha prometido.

    2 - E concebeu Sara,e deu a Abrao um filhona sua velhice, ao tempodeterminado, que Deuslhe tinha falado.

    3 - E Abrao ps nofilho que lhe nascera,que Sara lhe dera, onome de Isaque.

    4 - E Abrao circun-cidou o seu filho Isaque,quando era da idade deoito dias, como Deus lhetinha ordenado.

    5 - E era Abrao daidade de cem anos, quan-do lhe nasceu Isaque seufilho.

    6 - E disse Sara:Deus me tem feito riso;todo aquele que o ouvirse rir comigo.

    7 - Disse mais: Quemdiria a Abrao que Sara

    daria de mamar a filhos?Pois lhe dei um filho nasua velhice.

    8 - E cresceu o meni-no, e foi desmamado; en-to Abrao fez um gran-de banquete no dia emque Isaque foi desmama-do.

    9 - E viu Sara que ofilho de Agar, a egpcia, oqual tinha dado a Abrao,zombava.

    10 - E disse a Abrao:Ponha fora esta serva e oseu filho; porque o filhodesta serva no herdarcom Isaque, meu filho.

    11 - E pareceu estapalavra muito m aosolhos de Abrao, por cau-sa de seu filho.

    12 - Porm Deus dis-se a Abrao: No te pare-a mal aos teus olhos acer-ca do moo e acerca datua serva; em tudo o queSara te diz, ouve a suavoz; porque em Isaque

    ser chamada a tua des-cendncia.

    13 - Mas tambm dofilho desta serva fareiuma nao, porquanto tua descendncia.

    14 - Ento se levan-tou Abrao pela manh demadrugada, e tomou poe um odre de gua e osdeu a Agar, pondo-os so-bre o seu ombro; tambmlhe deu o menino e des-pediu-a; e ela partiu, an-dando errante no desertode Berseba.

    15 - E consumida agua do odre, lanou omenino debaixo de umadas rvores.

    16 - E foi assentar-seem frente, afastando-se distncia de um tiro dearco; porque dizia: Que euno veja morrer o meni-no. E assentou-se emfrente, e levantou a suavoz, e chorou.

    17 - E ouviu Deus a

    Olavo Machado

    Jnior

    O ano de 2014ser bom ou ruim ?Embora todos bus-quem resposta a estapergunta, a questo outra e importanteque estejamos aten-tos. Na verdade, 2014ser o ano que fomos- a sociedade brasilei-ra - capazes de cons-truir. certo que ain-da vivemos um mo-mento difcil da criseeconmica e financei-ra mundial, com efei-tos graves sobre a eco-nomia brasileira emineira, mas no de-vemos nos subordinara fatalismo negativoque nada constri.Com aes respons-veis e correntes pos-svel mudar essa rea-lidade.

    No plano global,os nmeros mostramque a economia mun-dial no fecha 2013to mal : embora ocrescimento seja me-

    Gnesis 21

    voz do menino, e bradouo anjo de Deus a Agar des-de os cus, e disse-lhe: Quetens, Agar? No temas,porque Deus ouviu a vozdo menino desde o lugaronde est.

    18 - Ergue-te, levan-ta o menino e pega-lhepela mo, porque dele fa-rei uma grande nao.

    19 - E abriu-lhe Deusos olhos, e viu um poo degua; e foi encher o odrede gua, e deu de beberao menino.

    20 - E era Deus com omenino, que cresceu; ehabitou no deserto, e foiflecheiro.

    21 - E habitou no de-serto de Par; e sua metomou-lhe mulher da ter-ra do Egito.

    22 - E aconteceu na-quele mesmo tempo queAbimeleque, com Ficol,prncipe do seu exrcito,falou com Abrao, dizen-

    do: Deus contigo em tudoo que fazes;

    23 - Agora, pois, jura-me aqui por Deus, queno mentirs a mim, nema meu filho, nem a meuneto; segundo a benefi-cncia que te fiz, me fa-rs a mim, e terra ondeperegrinaste.

    24 - E disse Abrao:Eu jurarei.

    25 - Abrao, porm,repreendeu a Abimelequepor causa de um poo degua, que os servos deAbimeleque haviam to-mado fora.

    26 - Ento disse Abi-meleque: Eu no sei quemfez isto; e tambm tu nomo fizeste saber, nem euo ouvi seno hoje.

    27 - E tomou Abraoovelhas e vacas, e deu-asa Abimeleque; e fizeramambos uma aliana.

    28 - Ps Abrao, po-rm, parte sete cordei-

    ras do rebanho.29 - E Abimeleque

    disse a Abrao: Para queesto aqui estas sete cor-deiras, que puseste parte?

    30 - E disse: Toma-rs estas sete cordeirasde minha mo, para quesejam em testemunhoque eu cavei este poo.

    31 - Por isso se cha-mou aquele lugar Ber-seba, porquanto ambosjuraram ali.

    32 - Assim fizeramaliana em Berseba. De-pois se levantou Abime-leque e Ficol, prncipe doseu exrcito, e tornaram-se para a terra dos filis-teus.

    33 - E plantou umbosque em Berseba, e in-vocou l o nome do SE-NHOR, Deus eterno.

    34 - E peregrinouAbrao na terra dos fi-listeus muitos dias.

    nor que o registradoem 2012, vislumbra-se um cenrio de re-cuperao para o pr-ximo ano puxado pelaChina, Estados Uni-dos e at a Europa,com crescimento esti-mado de 3,6% em2012 e 2,9% em 2013.So todas, economiasque fizeram seu deverde casa, trabalharampara assegurar oequilbrio de suas fi-nanas pblicas, esti-mularam o consumo,priorizaram os inves-timentos e trabalha-ram pela melhoriadas relaes de confi-ana no ambiente denegcios e entre os di-versos segmentos dasociedade e os seusrespectivos governos.Sem falar da seguran-a jurdica que se en-contra nos EstadosUnidos e Europa.

    No Brasil, pode-mos e devemos seguireste mesmo caminho.Para isso no curtoprazo, precisamos

    agir para termos umaeconomia com infla-o controlada, commenores taxas de ju-ros e spreads bancri-os civilizados, cmbioestvel e maior equi-lbrio fiscal. No setorde obras de infra-es-trutura de apoio aosetor produtivo, fun-damental e urgente oavano do Programade Investimento emLogstica (PIL), queinclui concesses deobras estratgicas emtodo o Pas, inclusiveem Minas Gerais, es-tado que considera-do um dos mais estra-tgicos entroncamen-tos logsticos do pas.

    Atuando comessa disposio, cer-tamente seremos ca-pazes de construir umambiente de negciosque contribua paraacelerar o crescimen-to da economia e amelhoria dos nveisde competitividadeda indstria nacional.Na viso do empresa-

    riado, imperativo origor na gesto do or-amento pblico, pri-orizando os investi-mentos. No campo dapoltica econmica, crucial atuar para re-alizar as reformas es-truturais para elimi-nar deficincias quetanto impactam nega-tivamente a competi-tividade da economianacional, sobretudoda indstria-tribut-ria, previdncia e re-laes trabalhistas.Faz-las fundamen-tal para reduzir o cha-mado Custo Brasil eassegurar condiesde isonomia s em-presas nacionais naconcorrncia nosgrandes mercadosmundiais e tambmno mercado interno,que est sendo invadi-do pelos produtos im-portados de alta in-tensidade tecnolgicae elevado valor agre-gado.

    Enfim, pelomundo afora os pases

    desenvolvidos e osemergentes estobuscando e encon-trando portas de sa-da para a crise e o bai-xo crescimento, mos-