gazeta de varginha - 19/06 a 23/06/2014

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Edição 9.011

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  • pgina 02

    PONTO DE VISTA

    Levtico 13

    Mx: 21 / Mn: 12

    As leias acerca da lepra

    Alerta: denncia de loteamentosirregulares levada Cmara

    EDIO 9.011R$ 1, 00 VARGINHA, 19 A 23 DE JUNHO DE 2014

    DEUS FIEL

    local/pgina 05

    Situao de alguns loteamentos de Varginha preocupa vereador, que pede providncias do Executivo

    local/pgina 05

    O sonho de ter a casaprpria comea com a com-pra do lote. Contrato assi-nado, hora do pagamentoda parcela inicial, feito nagrande maioria dos casoscom dinheiro economizadodurante anos. Projeto pron-to s esperar a autorizaoda prefeitura para comeara obra. E o pedido nega-do. Motivo: o loteamentoest irregular. Isso estacontecendo em Varginha.

    Preocupado com essasituao o vereador CarlosCosta (PTB) aprovou re-querimento na Cmara

    PMDB de Varginha pode ter candidato

    Assembleia Legislativa de MG

    Municipal de Varginhapara saber da Prefeitura deVarginha a situao dos lo-teamentos da cidade.

    Segundo Carlos Costa,muncipes o esto procu-rando para relatar que com-praram lotes e no conse-guem construir. Isto por-que no conseguiram o Al-var de Construo, neces-srio para comear a obra.As denncias so relativasaos loteamentos Minas Ge-rais e San Marino, dentreoutros.

    local/pgina 04

    gazetadevarginha@gmail.com

    www.jornalgazetadevarginha.com

    facebook.com/gazetavga

    Ausente nas ltimasdisputas eleitorais, oPMDB de Varginhapode lanar este anocandidato a uma vaga naAssembleia Legislativado Estado de Minas Ge-rais. O Diretrio Muni-cipal do partido se reu-

    niu nesta semana e vri-os nomes esto sendoanalisados. Outros as-suntos discutidos foramas eleies e a atrao demembros para disputasfuturas.

    local/pgina 03

    Sorteio das casas dobairro Cruzeiro do Sulser nesta segunda

    local/pgina 04

    Doaes no

    Hemocentro

    de Varginha

    caem coma Copa do

    Mundo

    Campanha de vacinaocontra HPV ganha apoio de

    agncias dos Correioslocal/pgina 06

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    - Paulo Ribeiro da SilvaFernandes

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    ABRAJORI - AssociaoBrasileira de Jornais do

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    19 A 23 DE JUNHO DE 201402 | GAZETA DE VARGINHAPONTO DE VISTA

    1 - FALOU mais oSENHOR a Moiss e aAro, dizendo:

    2 - Quando um ho-mem tiver na pele dasua carne, inchao, oupstula, ou mancha lus-trosa, na pele de suacarne como praga da le-pra, ento ser levado aAro, o sacerdote, ou aum de seus filhos, os sa-cerdotes.

    3 - E o sacerdoteexaminar a praga napele da carne; se o plona praga se tornoubranco, e a praga pare-cer mais profunda doque a pele da sua carne, praga de lepra; o sa-cerdote o examinar, eo declarar por imun-do.

    4 - Mas, se a man-cha na pele de sua car-ne for branca, e no pa-recer mais profunda doque a pele, e o plo nose tornou branco, entoo sacerdote encerrar oque tem a praga porsete dias;

    5 - E ao stimo dia osacerdote o examinar;e eis que, se a praga, aoseu parecer parou, e napele no se estendeu,ento o sacerdote o en-cerrar por outros setedias;

    6 - E o sacerdote aostimo dia o examinaroutra vez; e eis que, se apraga se recolheu, e napele no se estendeu, en-to o sacerdote o decla-rar por limpo; umapstula; e lavar as suasvestes, e ser limpo.

    7 - Mas, se a pstulana pele se estende gran-demente, depois que foimostrado ao sacerdotepara a sua purificao, ou-tra vez ser mostrado aosacerdote,

    8 - E o sacerdote oexaminar, e eis que, se apstula na pele se tem es-tendido, o sacerdote odeclarar por imundo; lepra.

    9 - Quando no ho-mem houver praga de le-pra, ser levado ao sacer-dote,

    10 - E o sacerdote oexaminar, e eis que, seh inchao branca napele, a qual tornou o ploem branco, e houver car-ne viva na inchao,

    11 - Lepra invetera-da na pele da sua carne;portanto, o sacerdote odeclarar por imundo;no o encerrar, porqueimundo .

    12 - E, se a lepra seespalhar de todo na pele,e a lepra cobrir toda a

    pele do que tem a praga,desde a sua cabea at aosseus ps, quanto podemver os olhos do sacerdo-te,

    13 - Ento o sacerdo-te examinar, e eis que,se a lepra tem cobertotoda a sua carne, entodeclarar o que tem apraga por limpo; todo setornou branco; limpoest.

    14 - Mas no dia emque aparecer nela carneviva ser imundo.

    15 - Vendo, pois, o sa-cerdote a carne viva, de-clar-lo- por imundo; acarne imunda; lepra.

    16 - Ou, tornando acarne viva, e mudando-seem branca, ento vir aosacerdote,

    17 - E este o exami-nar, e eis que, se a pragase tornou branca, ento osacerdote declarar lim-po o que tem a praga; lim-po est.

    18 - Se tambm acarne, em cuja pele hou-ver alguma lcera, sarar,

    19 - E, em lugar dapstula, vier inchaobranca ou mancha lus-trosa, tirando a verme-lho, mostrar-se- entoao sacerdote.

    20 - E o sacerdoteexaminar, e eis que, se

    Palavras de Vida

    As leias acerca da lepraLevtico 13Parte Iela parece mais funda doque a pele, e o seu plo setornou branco, o sacer-dote o declarar porimundo; praga da lepraque brotou da pstula.

    21 - E o sacerdote,vendo-a, e eis que se nelano houver plo branco,nem estiver mais fundado que a pele, mas enco-lhida, ento o sacerdoteo encerrar por sete dias.

    22 - Se ela grande-mente se estender napele, o sacerdote o decla-rar por imundo; praga .

    23 - Mas se a manchaparar no seu lugar, no seestendendo, inflamaoda pstula ; o sacerdo-te, pois, o declarar porlimpo.

    24 - Ou, quando napele da carne houverqueimadura de fogo, e noque sarado da queima-dura houver mancha lus-trosa, tirando a vermelhoou branco,

    25 - E o sacerdotevendo-a, e eis que se oplo na mancha se tornoubranco e ela parece maisfunda do que a pele, le-pra , que floresceu pelaqueimadura; portanto osacerdote o declarar porimundo; praga de lepra.

    26 - Mas, se o sacer-dote, vendo-a, e eis que,

    se na mancha no apare-cer plo branco, nem es-tiver mais funda do que apele, mas recolhida, o sa-cerdote o encerrar porsete dias.

    27 - Depois o sacer-dote o examinar ao sti-mo dia; se grandementese houver estendido napele, o sacerdote o decla-rar por imundo; pragade lepra.

    28 - Mas se a manchaparar no seu lugar, e napele no se estender, masse recolher, inchao daqueimadura ; portanto osacerdote o declarar porlimpo, porque inflamao da queimadura.

    29 - E, quando ho-mem ou mulher tiverchaga na cabea ou nabarba,

    30 - E o sacerdote,examinando a chaga, e eisque, se ela parece maisfunda do que a pele, eplo amarelo fino h nela,o sacerdote o declararpor imundo; tinha, le-pra da cabea ou da bar-ba.

    31 - Mas, se o sacer-dote, havendo examinadoa praga da tinha, e eis que,se ela no parece maisfunda do que a pele, e senela no houver plo pre-to, ento o sacerdote en-

    cerrar o que tem a pra-ga da tinha por setedias.

    32 - E o sacerdoteexaminar a praga aostimo dia; e eis que, sea tinha no se tiver es-tendido, e nela no hou-ver plo amarelo, nema tinha parecer maisfunda do que a pele,

    33 - Ento se rapa-r; mas no rapar a ti-nha; e o sacerdote se-gunda vez encerrar oque tem a tinha por setedias.

    34 - Depois o sacer-dote examinar a tinhaao stimo dia; e eis que,se a tinha no se houverestendido na pele, e elano parecer mais fundado que a pele, o sacer-dote o declarar porlimpo, e lavar as suasvestes, e ser limpo.

    35 - Mas, se a tinha,depois da sua purifica-o, se houver estendi-do grandemente napele,

    36 - Ento o sacer-dote o examinar, e eisque, se a tinha se temestendido na pele, o sa-cerdote no buscarplo amarelo; imundoest.

    Continua na prxi-ma edio.

    Segmentao de cliente: por que preciso conhec-lo melhor?Marcelo Murin

    Segmentao umconceito j difundido halgum tempo, e que con-siste na separao emgrupos com caractersti-cas similares. Quando fa-lamos de segmentao declientes, trata-se de gru-pos de shopper (consu-midor) que tenham simi-laridade quanto ao seuperfil bem como com-portamento de demanda,sem deixarmos de lado asnecessidades de valorque causam seu interes-se. Por isso, para seg-mentar seus clientes imperativo conhec-los!

    A informao e o co-nhecimento so a basepara se atingir excelnciade resultados nos dias dehoje. Sendo assim, paraauxiliar na realizao desua segmentao de cli-entes, gostaria de exporas principais variveis

    neste processo: Geogrfica - identifi-

    car a regio, cidade, bair-ro em que seu cliente re-side, caractersticas deconsumo, zona rural ouurbana e outras informa-es que sejam pertinen-tes ao negcio;

    Demogrfica - sabersobre idade, sexo, tama-nho e renda da famlia,grau de instruo, ocupa-o, nacionalidade, entreoutros;

    Psicogrfica - nestecaso so questes de es-tilo de vida, cultura, va-lores, personalidade, ouseja, impactos sociais; Comportamental - rela-cionado ao comporta-mento de consumo pro-priamente dito, e pode-mos pensar em interes-se, prontido para com-pra, utilizao versus fi-delidade ao produto ouponto de venda.

    Mas para que serve

    segmentar seus clien-tes? O objetivo d