Gazeta de Varginha - 07/06 a 09/06/2014

Download Gazeta de Varginha - 07/06 a 09/06/2014

Post on 22-Mar-2016

227 views

Category:

Documents

10 download

DESCRIPTION

Edio 9.003

TRANSCRIPT

<ul><li><p>pgina 02</p><p>PONTO DE VISTA</p><p>Levtico 06</p><p>Mx: 26 / Mn: 12</p><p>O sacrifcio pelos pecados voluntrios</p><p>Estiagem em Varginha e regio a pior em 50 anos, afirma Procaf</p><p>EDIO 9.003R$ 1, 00 VARGINHA, 07 A 09 DE JUNHO DE 2014</p><p>DEUS FIEL</p><p>local/pgina 03</p><p>Segundo pesquisador, choveu apenas 30% do mnimo necessrio para as lavouras cafeeiras</p><p>local/pgina 06</p><p>Entra ano, sai ano,a reclamao a mes-ma. Ou chove muito,ou nada. desta vez oscafeicultores do Sul deMinas tm todos os mo-tivos para intensificar aslamrias: de acordocom a Fundao Proca-f, esta a pior estiagemnos ltimos 50 anos. Noperodo, nunca choveu(ou deixou de chover)tanto no Sul de Minas.Para se ter ideia, choveuapenas 30% do mnimonecessrio.</p><p>O dficit hdrico de 50%. Quer dizerque h menos da meta-de do que deveria terno sol para enfrentar operodo de seca, quecomea agora. O pior que, pelo histrico dechuvas, praticamenteinexistente a cultura deirrigao na regio.Com a seca, o Brasil de-ver produzir 32,23 mi-lhes de sacas de arbi-ca em 2014.</p><p>Cmara de</p><p>Varginha e</p><p>Cohab-MG</p><p>realizam</p><p>Mutiro da</p><p>Escritura</p><p>Sbado ser de eventos pelo Diado Meio Ambiente em Varginha</p><p>local/pgina 05 local/pgina 04</p><p>A Secretaria de MeioAmbiente preparou umdia inteiro de atividadesem comemorao aoDia do Meio Ambiente.Ser no neste sbado, 7de junho, das 7h30 s16h no Parque Centen-</p><p>rio, com atividades delazer, cultura e sadepara toda a famlia. Ha-ver ainda campanha derecolhimento de leo decozinha usado.</p><p>Comrcio comea a abrir</p><p> em horrio especial para</p><p>o Dia dos Namorados</p><p>local/pgina 04</p><p>Inspetor-chefe do Creaem Varginha participa deciclo de debates em BH</p><p>gazetadevarginha@gmail.com</p><p>www.jornalgazetadevarginha.com</p><p>facebook.com/gazetavga</p></li><li><p>1 - FALOU mais oSENHOR a Moiss,dizendo:</p><p>2 - Quando algu-ma pessoa pecar, etransgredir contra oSENHOR, e negar aoseu prximo o que lhedeu em guarda, ou oque deixou na suamo, ou o roubo, ou oque reteve violenta-mente ao seu prximo,</p><p>3 - Ou que achouo perdido, e o negarcom falso juramento,ou fizer alguma outracoisa de todas em queo homem costuma pe-car;</p><p>4 - Ser pois que,como pecou e tornou-se culpado, restituiro que roubou, ou oque reteve violenta-mente, ou o depsitoque lhe foi dado emguarda, ou o perdidoque achou,</p><p>5 - Ou tudo aquilosobre que jurou falsa-mente; e o restituirno seu todo, e ainda</p><p>sobre isso acrescentar oquinto; quele de quem o dar no dia de sua ex-piao.</p><p>6 - E a sua expiaotrar ao SENHOR: umcarneiro sem defeito dorebanho, conforme tuaestimao, para expiaoda culpa trar ao sacer-dote;</p><p>7 - E o sacerdote farexpiao por ela diantedo SENHOR, e ser per-doada de qualquer dascoisas que fez, tornando-se culpada.</p><p>8 - Falou mais o SE-NHOR a Moiss, dizen-do:</p><p>9 - D ordem a Aroe a seus filhos, dizendo:Esta a lei do holocaus-to; o holocausto serqueimado sobre o altartoda a noite at pela ma-nh, e o fogo do altar ar-der nele.</p><p> 10 - E o sacerdotevestir a sua veste de li-nho, e vestir as calas delinho, sobre a sua carne,e levantar a cinza, quan-</p><p>do o fogo houver consu-mido o holocausto sobreo altar, e a por junto aoaltar.</p><p>11 - Depois despir assuas vestes, e vestir ou-tras vestes; e levar a cin-za fora do arraial para umlugar limpo.</p><p>12 - O fogo que estsobre o altar arder nele,no se apagar; mas o sa-cerdote acender lenhanele cada manh, e sobreele por em ordem o ho-locausto e sobre ele quei-mar a gordura das ofer-tas pacficas.</p><p>13 - O fogo ardercontinuamente sobre oaltar; no se apagar.</p><p>14 - E esta a lei daoferta de alimentos: osfilhos de Aro a oferece-ro perante o SENHORdiante do altar.</p><p>15 - E dela tomar umpunhado da flor de fari-nha, da oferta e do seuazeite, e todo o incensoque estiver sobre a ofer-ta de alimentos; ento oacender sobre o altar,</p><p>CNPJ: 21.535.075/0001-47</p><p>A redao no seresponsabiliza por</p><p>conceitos emitidos emartigos assinados, mesmo</p><p>sobpseudnimos, que so deinteira responsabilidade</p><p>de seus autores.</p><p>Dirio de CirculaoRegional - Diretora</p><p>Administrativa:Ana Maria Silva Piva -Jornalista Responsvel:</p><p>Lanamara Silva -MTB -8304 JP - Editor:</p><p>Rodrigo S. Fernandes Sindjori- MG 312/99 - Administra-o/Reviso: Lanamara Silva</p><p>- Paulo Ribeiro da SilvaFernandes</p><p>(Jornalista e superintenden-te de redao-</p><p>M.T.TB.16.851) - Horriode funcionamento das08:00hs s 18:00hs</p><p>ABRAJORI - AssociaoBrasileira de Jornais do</p><p>InteriorSINDJORI - Sind. Prop.de Jornais e Revistas do</p><p>InteriorADJORI - Associaodos Jornais do InteriorADI - Associao dosJornais do interior de</p><p>Minas Gerais</p><p>ENDEREO:Redao e Departamentode Publicidade Av. dosImigrantes, 445 - SantaMaria - CEP 37022-560 -</p><p>Telefones(35)3221-4668(35)3221-4845</p><p>VARGINHA/MGE-mail: gazetade</p><p>varginha@gmail.comgazetacomercial2@yahoo.</p><p>com.brEndereo eletrnico:www.gazetavarginha.com.br</p><p>Palavras de Vida</p><p> 07 A 09 DE JUNHO DE 201402 | GAZETA DE VARGINHAPONTO DE VISTA</p><p>O sacrifcio pelos pecados voluntriosLevtico 06</p><p>cheiro suave isso, porser memorial ao SE-NHOR.</p><p> 16 - E o restante delacomero Aro e seus fi-lhos; zimo se comer nolugar santo, no ptio datenda da congregao ocomero.</p><p>17 - Levedado no secozer; sua poro quelhes dei das minhas ofer-tas queimadas; coisa san-tssima , como a expia-o do pecado e como aexpiao da culpa.</p><p>18 - Todo o homementre os filhos de Arocomer dela; estatutoperptuo ser para asvossas geraes das ofer-tas queimadas do SE-NHOR; todo o que as to-car ser santo.</p><p>19 - Falou mais o SE-NHOR a Moiss, dizen-do:</p><p> 20 - Esta a ofertade Aro e de seus filhos,a qual oferecero ao SE-NHOR no dia em que elefor ungido; a dcimaparte de um efa de flor de</p><p>Airton Cicchetto</p><p>Menos poltica e maisgesto. Neste momento, o que de melhor se pode-ria fazer pelo bem do Bra-sil. A rdio Jovem Pan fi-naliza nesta quarta-feira,dia 04, num grandiosoevento em So Paulo, suabela campanha intituladaO que fazer por um Brasilmelhor que, ao longo demeses, diariamente, trou-xe ao ar empresrios e per-sonalidades brasileiras,que opinaram sobre cami-nhos para melhorar nossopas.</p><p>Muitos comentrios,excelentes sugestes, s-bias recomendaes, bri-lhantes ideias, tudo foiapresentado na programa-o da rdio e acompanha-do por seus ouvintes numaespcie de sonho possvelde um pas melhor. Umgrande brainstorm foi ao ar,com a participao de per-sonalidades de diferentesformaes e vises, e atin-giu rinces de nossa terra</p><p>dada a extensa e difusa pe-netrao da emissora.</p><p>Agora, o evento emSo Paulo encerra a cam-panha e, claro, ficam asperguntas de todos que aacompanharam: O queser feito? Como sermospragmticos? Como trans-formar os sonhos em pro-jetos e os projetos em rea-lizaes? Minha opinio que, para isso, s h umcaminho: gesto! Somen-te com gesto competen-te pode ser possvel viabi-lizar este sonho de um pasmelhor. Este, arrisco a di-zer, deve ser tambm opensamento dos lderesempresariais entrevista-dos.</p><p>Assim, sugiro iniciarcompondo uma Matriz dePlanejamento Estratgico MPE. Isto mesmo, estamatriz usada pelas boasempresas quando se dese-ja materializar as ideias, outorn-las realidade. E fun-ciona de uma forma muitosimples. Vejamos, todossabemos o que define o</p><p>grau de desenvolvimentode um pas e todos tambmsabemos quais so as ex-pectativas e desejos dopovo brasileiro: mais edu-cao, sade, segurana,proteo ao meio ambien-te, controle da inflao ecrescimento econmico,os principais.</p><p>A MPE bem conduzi-da avaliaria quanto ou emque grau as tais ideiasapresentadas na campanhaseriam capazes de influen-ciar positivamente a con-quista destes desejos. Poresta anlise seria perfeita-mente possvel estabele-cer uma ordem de priori-dade para implementaodas ideias selecionadas. E,para estas, seria definidoum plano de aes, comdatas e responsveis porsua implementao. Se-quencialmente, a cadaproposta implementada opas estaria mais prximode satisfazer as expectati-vas dos brasileiros. Comovemos, seriam dois passosgerenciais: a MPE e depois</p><p>os planos de aes. Parececomplexo, mas no . muito simples. pura ges-to.</p><p>Em 2009, a entidadeThe Alliance for AmericanManufacturing editou,com autoria do jornalistaRichard McCormack e ou-tros dez professores e pes-quisadores, o livro Manu-facturing a Better Futurefor America. A iniciativa foium esforo coordenadopara denunciar os gravesefeitos da desindustrializa-o do pas e catalisar asforas da sociedade ameri-cana em defesa dos interes-ses da nao. E, como sa-bemos, pragmatismo nofalta aos americanos. Coin-cidncia ou no, hoje osEstados Unidos, j estodeixando a crise para trs evivendo dias melhores.</p><p>Assim como l, oxalaqui, a campanha da JovemPan possa ajudar a condu-zir o Brasil a melhorestempos. Sim, possvel,desde que, doravante, fa-amos mais gesto e me-</p><p>farinha pela oferta de ali-mentos contnua; a me-tade dela pela manh, e aoutra metade tarde.</p><p>21 - Numa caoula sefar com azeite; cozida atrars; e os pedaos cozi-dos da oferta oferecersem cheiro suave ao SE-NHOR.</p><p>22 - Tambm o sacer-dote, que de entre seusfilhos for ungido em seulugar, far o mesmo; porestatuto perptuo serela toda queimada ao SE-NHOR.</p><p>23 - Assim toda a ofer-ta do sacerdote ser to-talmente queimada; nose comer.</p><p>24 - Falou mais o SE-NHOR a Moiss, dizen-do:</p><p>25 - Fala a Aro e aseus filhos, dizendo: Esta a lei da expiao do pe-cado; no lugar onde sedegola o holocausto sedegolar a expiao dopecado perante o SE-NHOR; coisa santssima.</p><p>26 - O sacerdoteque a oferecer pelopecado a comer; nolugar santo se come-r, no ptio da tendada congregao.</p><p>27 - Tudo o quetocar a carne da ofertaser santo; se o seusangue for espargidosobre as vestes de al-gum, lavars em lu-gar santo aquilo sobreo que caiu.</p><p>28 - E o vaso debarro em que for co-zida ser quebrado;porm, se for cozidanum vaso de cobre,esfregar-se- e lavar-se- na gua.</p><p>29 - Todo o ho-mem entre os sacer-dotes a comer; coisasantssima .</p><p>30 - Porm, no secomer nenhumaoferta pelo pecado,cujo sangue se traz tenda da congregao,para expiar no santu-rio; no fogo serqueimada.</p><p>O que fazer por um Brasil melhor? Doravante a gesto!nos poltica. Desta tese,suponho, devem convirtambm a Jovem Pan eseus entrevistados.Airton Cicchetto con-sultor, palestrante empre-</p><p>sarial, engenheiro, mestreem administrao e ideali-zador do modelo SCG Simples Complexo Geren-cial-Simplificando a Ges-to.</p></li><li><p>GAZETA DE VARGINHA | 0307 A 09 DE JUNHO DE 2014LOCAL</p><p>Estiagem em Varginha e regio a pior em 50 anos, afirma ProcafSegundo pesquisador, choveu apenas 30% do mnimo necessrio para as lavouras cafeeiras</p><p>Entra ano, sai ano, areclamao a mesma.Ou chove muito, ounada. desta vez os cafei-cultores do Sul de Mi-nas tm todos os moti-vos para intensificar aslamrias: de acordocom a Fundao Proca-f, esta a pior estiagemnos ltimos 50 anos. Noperodo, nunca choveu(ou deixou de chover)tanto no Sul de Minas.Para se ter ideia, choveuapenas 30% do mnimonecessrio.</p><p>O dficit hdrico de 50%. Quer dizer queh menos da metade doque deveria ter no solpara enfrentar o pero-do de seca, que comeaagora. O pior que, pelohistrico de chuvas, praticamente inexisten-te a cultura de irrigaona regio.</p><p>Quem comeou acolher, precisa de mui-to caf para encher umasaca, conta o engenhei-ro agrnomo e pesqui-sador do Procaf AndrLuiz Alvarenga Garcia.</p><p>A falta de gua causa am granao, com mui-tos defeitos no gro. Ea planta entra na secasem reserva hdrica, re-duzindo o potencialprodutivo.</p><p>Como no choveu, ocafeicultor no aduboua planta, sob pena desec-la. Muitos ps ama-relaram, podendo des-folhar. O engenheirodiz que o ideal aguar-dar as chuvas para cor-rigir os tratos. Provavel-mente em agosto, se-tembro e outubro. Oque falta para melhorara situao? 150 mm dechuva. Para se ter ideia,</p><p>a ltima chuva forte sig-nificou menos de 10mm de gua.</p><p>Seca deveinfluenciar preo</p><p>Os efeitos da secaprolongada no Brasil e o consequente aumen-to do preo do caf chegaram aos consumi-dores europeus. A Tchi-bo, lder do mercado decaf torrado em pasescomo Alemanha, us-tria e Polnia, colocoupanfletos em supermer-cados e pontos de ven-da para informar que ovalor do tipo arbica doproduto aumentou nes-te ms devido quedana produo brasileira.</p><p>Desde o incio doano, a produo de cafno Brasil maior pro-dutor e exportadormundial e que abastececerca de 40% do mer-cado internacional decaf arbica vem sen-do prejudicada por con-ta da falta de chuvas e</p><p>das altas temperaturas.O valor da saca de 60quilos, que custava cer-ca de 300 reais em ja-neiro, saltou para 480reais. O aumento mdiono perodo foi de 66%no mercado internacio-nal.</p><p>O calor excessivoem janeiro provocou amaior seca em dcadase afetou importantes re-gies que produzemcaf do tipo arbica,como o sul de MinasGerais e o nordeste deSo Paulo. A situaoprovocar o primeirodficit de produo (decerca de dois milhes desacas no perodo 2014/2015) no mercado mun-dial de caf em cincoanos, de acordo com aOrganizao Mundialdo Caf (OIC).</p><p>Alm da seca, outromotivo foi o aumento doconsumo mundial nosegundo semestre de2013. Em dezembro, osgrandes compradorescomearam um movi-mento de compras in-tenso, tambm porqueos preos da saca decaf estavam muito bai-xos, diz Nathan Her-szkowicz, diretor execu-tivo da Associao Bra-sileira da Indstria deCaf (Abic). Simultane-amente, o inverno noHemisfrio Norte ativouo consumo e as comprasde caf.</p><p>No Brasil, o consu-midor comeou a sentira mudana de preo emabril. De acordo comHerszkowicz, a inds-tria ainda no repassoutodo o aumento de cus-</p><p>to, de cerca de 35%, aoconsumidor. O quilo doproduto passar, emmdia, de 13 para 18 re-ais. O repasse est sen-do feito de forma gra-dual, diz.</p><p>Queda na produoCom a seca, o Brasil</p><p>dever produzir 32,23milhes de sacas de ar-bica em 2014, uma re-duo de 15,81% em re-lao ao ano anterior.De acordo com dadosde maio da CompanhiaNacional de Abasteci-mento (Conab), a pro-duo de caf conilon que no teve suas regi-es produtoras atingi-das pela seca em 2014 estimada em 12,33 mi-lhes de sacas, um cres-cimento de 13,49% emcomparao com 2013.</p></li><li><p>Comrcio comea a funcionar em horrioespecial para o Dia dos Namorados</p><p>04 | GAZETA DE VARGINHA 07 A 09 DE JUNHO DE 2014LOCAL</p><p>Para atender a popu-lao no Dia dos Namo-rados, o comrcio de Var-ginha vai funcionar nes-te sbado, dia 07 de ju-nho, at s 18h e nos dias09, 10 e 11 (segunda, ter-a e quarta) at s 20h.</p><p>Comrcio durantea Copa do Mundo</p><p>Em virtude da nomanifestao das autori-dades pblicas sobre adecretao de feriado nosdias de jogo do Brasil ounos dias de jogos dacopa, as empresas repre-sentadas pelo Sindvarpodero definir as medi-das a serem adotadas emrelao ao horrio de fun-cionamento dos estabe-lecimentos nos dias dejogos da Seleo Brasilei-ra, bem como, nos de-</p><p>mais jogos da Copa doMundo.</p><p> Podem ocorrer asseguintes situaes:</p><p>- Trabalho normal,sem qualquer paralisa-o;</p><p>- A permanncia dosempregados nas depen-dncias da empresa, fi-cando por conta do em-pregador ou dos prpri-os empregados, autori-zados para tanto, a ins-talao de aparelhos quepermitam a estes o acom-panhamento da compe-tio no horrio do jogo,ou</p><p>- A permisso paraque o empregado deixeas instalaes do estabe-lecimento antes do hor-rio normal de sada, ouinicie suas atividadesmais tarde, ou mesmo se</p><p>ausente durante todo odia, conforme os horri-os dos jogos, podendo aempresa valer-se do sis-tema de banco de horasprevisto na ConvenoColetiva de Trabalho,pelo qual as horas extrasefetivamente realizadaspelos empregados, limi-tadas a (02) duas horasdirias, podero ser com-pensadas, no prazo fixa-</p><p>do em conveno ouacord...</p></li></ul>