gazeta de varginha - 06/09 a 08/09/2014

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Edição 9.066

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  • pgina 02

    PONTO DE VISTA

    Nmeros 16

    Mx: 24 / Mn: 08

    Os rebeldes castigados

    Fhomuv presta contas e diz tersolucionado dvidas do HBP

    EDIO 9.066R$ 1, 00 VARGINHA, 06 A 08 DE SETEMBRO DE 2014

    DEUS FIEL

    local/pgina 05

    Segundo a diretoria, outra melhoria foi a reduo do tempo de espera no Centro de Oncologia

    A atual diretoria daFundao Hospitalar doMunicpio de Varginha Fhomuv assumiu como compromisso de sane-ar as pendncias do Hos-pital Bom Pastor. A dvi-da estimada era em 2013,da ordem de R$ 9,5 mi-lhes que, segundo re-cente prestao de con-tas, esto equacionadas.

    Num primeiro diag-nstico, divulgado im-prensa, s no Centro Ci-rrgico, mesas cirrgi-cas (3 delas) enferruja-

    Governo autoriza novos cursos de

    medicina em MG e frustra Varginha

    das. Tesouras no eramafiadas h 3 anos. As fa-cas precisando de rea-juste, os aparelhos de arcondicionado (7 em 9)no funcionavam, con-sequncia da dvida exis-tente com os fornecedo-res de manuteno pre-ventiva e corretiva. Omdico no tem condi-es mnimas de traba-lho decente. Falta dematerial em caixas cirr-gicas.

    gazetadevarginha@gmail.com

    www.jornalgazetadevarginha.com

    facebook.com/gazetavgaPerspectivas para a

    prxima safra de cafso discutidas em BH

    regional/pg. 09

    local/pgina 03

    PlanoVero

    Os jovens mineiros te-ro mais oportunidades dese formarem mdicos.Nesta quinta-feira (4), ogoverno federal autorizoua criao de 39 novos cur-sos de Medicina, quatrodeles em municpios de

    Minas Contagem, Passos,Poos de Caldas e Sete La-goas. So cidades com 70mil habitantes ou mais eno tm curso superiorpara graduao de mdicos.

    local/pgina 04

    Unis realiza Jornadade Fisioterapia na

    manh deste sbadolocal/pgina 04

    Perdas podemser reembolsa-das; prazo estterminando.

    Corra!

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    - Paulo Ribeiro da SilvaFernandes

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    VARGINHA/MGE-mail: gazetade

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    06 A 08 DE SETEMBRO DE 201402 | GAZETA DE VARGINHAPONTO DE VISTA

    Marcos Morita

    O que Freddy Krue-ger, Jason e Chucky, fa-mosos personagens defilmes de terror, tm emcomum com o dia a diaque muitos colaboradoresvivem hoje nas corpora-es? Exageros a parte, ofato que o mar no estpara peixe em escritriose fbricas brasileiras,passada a ressaca da Copa.Frias coletivas fora dehora, planos de reestru-turao, demisses invo-luntrias, corte de despe-sas, cancelamento de be-nefcios e o eterno medode quando vir o temidofaco.

    Neste cenrio cinza difcil manter o moral e amotivao da equipe, oque poder influenciar oscontatos com o pblicoexterno, comprometen-do a qualidade da entregae do atendimento. Em ummomento em que a perdade um cliente para a con-corrncia pode ser cruci-al, trago seis dicas paraamenizar a situao.

    1 - Seja o mais trans-parente, dentro do poss-vel e do permitido. Com-partilhe os resultados eprincipais indicadores daempresa: vendas, despe-sas, lucratividade, nveisde estoque, participao

    de mercado, funil deoportunidades. ing-nuo imaginar que os n-veis hierrquicos maisbaixos no compreendamjarges de negcio. Todomundo sabe que quandofalta gua na represa preciso racionar e econo-mizar, at que voltem aschuvas. Utilize exemplos,grficos e histrias paraexplicar e envolv-los,colocando todos no mes-mo barco.

    2 - Uma vez visitandoum cliente deparei-mecom uma cena surreal.Em sua sala de treina-mento, a qual me mostra-va com orgulho, s haviacarteiras para canhotos.Quando indagado, disseque havia aproveitadouma oferta tentadora,mesmo que a maioria fos-se destro. Moral da hist-ria: cuidado para no exa-gerar na dose, cortandoitens que podem afetarainda mais o moral da tro-pa. Economia no sin-nimo de avareza, mesqui-nharia e sovinice. Pare epense se tomaria a mes-ma atitude em sua casa,com seus familiares.

    3 - Como j dizia Ma-quiavel: quando praticaro mal, faz-lo de uma vezs. Um exemplo interes-sante: a Caterpillar, emPiracicaba, foi eleita a

    melhor empresa para setrabalhar, no ano seguin-te em que executou omaior plano de demissesde sua histria. No obs-tante a dor intensa pelaperda dos colegas, a tro-pa que restou no tinha aincerteza de ser o prxi-mo, o que criaria um cli-ma de desconfiana emedo eternos. Vrios de-mitidos retornaram em-presa aps a crise, corro-borando a histria de res-peito e transparncia.

    4 - Os mais novos tal-vez no se lembrem dodesenho animado Lippy& Hardy, de Hanna Bar-bera. Em suma, havia umleo chamado Lippy, oqual vivia elaborando pla-nos mirabolantes para sedarem bem, e uma hienapessimista cujo nome eraHardy, a qual nunca acre-ditava que teriam suces-so, proferindo sua cle-bre frase: Oh cus! Ohvida! Oh Azar!. Moral dahistria: seja mais Lippye menos Hardy, evitandocomentrios sobre a situ-ao da empresa em todasas apresentaes, reuni-es e conversas informaisno cafezinho. X Hardy!

    5 - Apesar da piegui-ce dos livros tipo Bom-bril: 1.001 viagens, livros,vinhos e filmes para seconhecer, ler, beber e as-

    sistir antes de morrer, lium exemplar denomina-do 1.001 maneiras de pre-miar seus colaboradoresdo americano Bob Nel-son. Em pocas de promo-es congeladas e bnusmagros ou inexistentes,utilizar-se da criatividadepara incentivar sua equi-pe gastando pouco ounada pode ter um pode-roso efeito. Um bilhete,um bombom, um jantarcom a famlia ou um sim-ples telefonema de agra-decimento. Tente e veros resultados.

    6 - Mais uma histria.Lembro quando estava noexrcito que uma das ati-vidades que mais mefrustravam era retirarmanualmente, ervas dani-nhas que cresciam entreos paraleleppedos. Eracarinhosamente apelida-da de ferrinho, devido aferramenta de trabalhoutilizada. A diverso co-meava em geral no finaldo dia, quando o trabalhodirio havia terminado.Moral da histria: no in-vente atividades sem va-lor agregado para preen-cher o tempo ocioso. Vocpoder frustrar e matar omoral e a iniciativa deseus colaboradores.

    Enfim, apesar das di-cas e conselhos a princ-pios simples e bvios, j

    Seis dicas para melhorar uma crise com opblico interno de uma empresa

    17 - E tomai cada um oseu incensrio, e nelesponde incenso; e trazeicada um o seu incensrioperante o SENHOR, du-zentos e cinqenta in-censrios; tambm tu eAro, cada um o seu in-censrio.

    18 - Tomaram, pois,cada um o seu incens-rio, e neles puseram fogo,e neles deitaram incen-so, e se puseram perantea porta da tenda da con-gregao com Moiss eAro.

    19 - E Cor fez ajuntarcontra eles todo o povo porta da tenda da congre-gao; ento a glria doSENHOR apareceu a

    toda a congregao.20 - E falou o SENHOR

    a Moiss e a Aro, dizen-do:

    21 - Apartai-vos do meiodesta congregao, e osconsumirei num momen-to.

    22 - Mas eles se pros-traram sobre os seus ros-tos, e disseram: Deus,Deus dos espritos de todaa carne, pecar um s ho-mem, e indignar-te-s tucontra toda esta congrega-o?

    23 - E falou o SENHORa Moiss, dizendo:

    24 - Fala a toda esta con-gregao, dizendo: Subido derredor da habitaode Cor, Dat e Abiro.

    25 - Ento Moiss levan-tou-se, e foi a Dat e a Abi-ro; e aps ele seguiram osancios de Israel.

    26 - E falou congrega-o, dizendo: Desviai-vos,peo-vos, das tendas des-tes homens mpios, e notoqueis nada do que seupara que porventura nopereais em todos os seuspecados.

    27 - Subiram, pois, doderredor da habitao deCor, Dat e Abiro. EDat e Abiro saram, e sepuseram porta das suastendas, juntamente com assuas mulheres, e seus fi-lhos, e suas crianas.

    28 - Ento disse Moiss:Nisto conhecereis que o

    Palavras de Vida

    Os rebeldes castigadosNmeros 16Parte IISENHOR me enviou a fa-zer todos estes feitos, quede meu corao no pro-cedem.

    29 - Se estes morreremcomo morrem todos os ho-mens, e se forem visitadoscomo so visitados todos oshomens, ento o SE-NHOR no me enviou.

    30 - Mas, se o SENHORcriar alguma coisa nova, ea terra abrir a sua boca e ostragar com tudo o que seu, e vivos descerem aoabismo, ento conhecereisque estes homens irrita-ram ao SENHOR.

    31 - E aconteceu que,acabando ele de falar todasestas palavras, a terra queestava debaixo deles se

    fendeu.32 - E a terra abriu a sua

    boca, e os tragou com assuas casas, como tambma todos os homens que per-tenciam a Cor, e a todosos seus bens.

    33 - E eles e tudo o queera seu desceram vivos aoabismo, e a terra os cobriu,e pereceram do meio dacongregao.

    34 - E todo o Israel, queestava ao redor deles, fu-giu ao clamor deles; por-que diziam: Para que nonos trague a terra tambma ns.

    35 - Ento saiu fogo doSENHOR, e consumiu osduzentos e cinqenta ho-mens que ofereciam o in-

    censo.36 - E falou o SE-

    NHOR a Moiss, dizen-do:

    37 - Dize a Eleazar, fi-lho de Aro, o sacerdote,que tome os incensriosdo meio do incndio, eespalhe o fogo longe,porque santos so;

    38 - Quanto aos incen-srios daqueles que pe-caram contra as suas al-mas, deles se faam fo-lhas estendidas para co-bertura do altar; por-quanto os trouxeram pe-r