gazeta de varginha - 06/04 a 08/04/2013

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Edição 8.715

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  • Anac determina a suspenso dosvoos do aeroporto de Varginha

    VARGINHA , 06 A 08 DE ABRIL DE 2013R$ 1,00 EDIO - 8.715

    Vende-se

    Casa no Bairro Cidade NovaPreo da Ocasio

    Tel. 3221-4845

    Pgina 2

    PONTO DE VISTAPONTO DE VISTAPONTO DE VISTAPONTO DE VISTAPONTO DE VISTA

    Atos 01Prlogo

    Mx: 26C / Mn: 17C

    Os voos regulares ecomerciais do aeroportode Varginha sero sus-pensos, mais uma vez, apartir da prxima segun-da-feira (8). Segundo aassessoria de imprensada Azul Linhas Areas,responsvel pelos voos,a deciso, comunicada empresa nesta quinta-feira (4) partiu de umadeterminao da Agn-cia Nacional de Aviao

    Viagens sero paralisadas a partir desta segunda (8); deciso da Anac saiu na quinta (4)Civil (Anac). O motivo,segundo a empresa a-rea, deve-se ao fato dano adequao do Ser-vio de Combate a In-cndio (Sescinc) por par-te da administrao ae-roporturia. Por estemesmo motivo, os voospara Resende (RJ),anunciados pela Azul,no haviam sido libera-dos.

    LOCAL/PGINA 05

    gazetadevarginha@gmail.com

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    twitter.com/gazetavarginha

    Voos dirios haviam sido retomados h apenas uma semana

    Tarefa dura: Boa enfrenta o Galono Independncia neste domingo

    LOCAL/PGINA 03

    O Boa Esporte tem umdesafio nada fcil neste do-mingo (7). A equipe de Var-ginha enfrenta o Atltico-MG,na Arena Independncia, s16h. A partida, vlida pelanona rodada do Campeona-to Mineiro, ter transmissoda Globo Minas para todo oEstado.

    Os dois times vivem si-tuaes inversas na compe-tio. Enquanto o Galo ovice-lder, com 21 pontos, ej est classificado para assemifinais, o Boa ocupa anona posio, com 8 pon-tos, e ainda luta contra o re-baixamento.

    ESPORTE/PGINA 16

    Jogo ter transmisso da Globo Minas, s 16h

    Ladresde fios decobre sopresos emVarginha

    Construo do Centro deConvenes tema de reunio

    entre Prefeitura e Codemig

    Priso aconteceu nanoite de quinta-feira (4),em uma empresa, lo-calizada na Av. CelinaFerreira Ottoni.

    Secretriosmunicipais e o

    deputado estadualDilzon Melo reivin-

    dicaram obrapara Varginha

    LOCAL/PGINA 05

  • CNPJ: 21.535.075/0001-47

    A redao no se responsabilizapor conceitos emitidos em artigos

    assinados, mesmo sobpseudnimos, que so de inteira

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    Ribeiro da Silva Fernan-des

    (Jornalista e superinten-dente de redao-

    TB.16.851) - Horrio defuncionamento das08:00hs s 18:00hs

    ABRAJORI - AssociaoBrasileira de Jornais do

    InteriorSINDJORI - Sind. Prop. de

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    Minas Gerais

    ENDEREO:Redao e Departa-mento de Publicidade

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    GAZETA DE VARGINHA, 06 A 08/04/2013

    PONTO DE VISTA02 PONTO DE VISTA02

    ATOS 01

    Palavras de VidaPalavras de VidaPalavras de VidaPalavras de VidaPalavras de Vida

    PrlogoPrlogoPrlogoPrlogoPrlogoPerspectivas da indstria do plstico para 2013Apesar do avano de apenas 0,9% do PIB e da queda de participao da indstria de transformao

    de 14,6% para 13,3% em 2012, a produo do setor de plsticos voltar a crescer este ano

    Em 2013, a in-dstria brasileira detransformao do pls-tico espera aumentoem sua produo fsi-ca de 1%. O fatura-mento dever ser 6,6%maior, o que significa-r um incremento realde 1,4%. Tambm de-vemos expandir em3% o nosso nmero depostos de trabalho emanter o mesmo pata-mar de investimentosobservados em 2012,algo em torno de R$ 2bilhes. Apesar dessasperspectivas positivas,ainda so muitas asadversidades que pre-cisam ser vencidas,em especial no resga-te da competitividadedo setor. Tais desafiosso evidentes no rela-trio Desempenho2012 / Expectativaspara 2013. Elaboradopela Associao Brasi-leira da Indstria doPlstico (Abiplast),apresenta dados im-portantes para queanalisemos gargalos eplanejemos as melho-res estratgias parasolucion-los.

    O primeiro pontoque salta aos olhos o quanto o custo-Bra-sil nos faz perder com-petitividade. Em 2012,exportamos US$ 1,29bilho, 15% a menosdo que em 2011, quan-do vendemos US$1,51 bilho ao exterior.Ao mesmo tempo, nos-sas importaes deplsticos transforma-dos tiveram um au-mento de 4%, indo dosUS$ 3,39 bilhes, em2011, para US$ 3,51bilhes. Ou seja, o Bra-sil vendeu muito me-nos e comprou muitomais. Em toneladas,importamos 697 em2012, 6% a mais doque as 660 do ano an-terior. E fornecemos15% menos ao merca-do internacional: 228,5em 2012, contra os267,8 de 2011. Diantedesse cenrio, foi ine-vitvel que a balanacomercial de transfor-mados plsticos termi-nasse deficitria. Emreais, estamos com 4,6bilhes negativos, 21%a mais dos 3,03 bi-

    lhes de 2011.Quanto produ-

    o, a de laminadosplsticos foi a queapresentou o pior de-sempenho dentre ossegmentos da inds-tria de transformadosplsticos: houve 7% dequeda em relao aoano passado. A produ-o de embalagens eartefatos diversosplsticos no acumula-do do ano permane-cem nos mesmos n-veis do registrado em2011, apresentando,r e s p e c t i v a m e n t e ,0,16% e 0,36% de va-riao.

    A despeito dosnmeros relativos produo e ao comr-cio exterior, geramosempregos: dos 351,3mil postos de trabalhoexistentes na indstriado plstico em 2011,passamos para 354,5,isto , cerca de 3.200trabalhadores ingres-saram no setor duran-te o ano que chega aofim, um pouco abaixodo ano anterior. O fatode nossa contribuiopara a criao de pos-tos de trabalho ter sidomenor do que em 2011 indicativo de perdade competitividade.

    O problema pri-mordial diz respeitoaos histricos proble-mas do custo-Brasil.Providncias no senti-do de desonerar a fo-lha de pagamento fo-ram importantes emnosso setor, emborainsuficientes. H, tam-bm, o problema docmbio, pois ficamos amaior parte do anocom o real apreciado.Vale ressaltar, ainda,que as medidas capa-zes de proporcionaruma efetiva queda nopreo da energia eltri-ca so positivas, masseus efeitos seriamainda mais potenciali-zados se viessemacompanhados de ou-tras providncias quepermitissem reduzir oscustos da produo.

    Enquanto o seg-mento plstico brasilei-ro debatia-se com osobstculos de longadata, ocorria um au-mento significativo do

    assdio de fornecedo-res internacionais. Es-tes, mediante o retrai-mento das economiaseuropeia e norte-ame-ricana, precisaramdesbravar novos ni-chos e foram agressi-vos nessa abordagem,negociando com bas-tante liberalidade a fimde garantir espao emoutros mercados.Como se fosse pouco,a indstria do plsticoenfrentou grave au-mento cerca de 20% do preo das resi-nas termoplsticas,seu principal insumo.Enfim, no houve tr-gua para quem atua nosetor.

    Entretanto, tam-bm h nmeros quemerecem ser comemo-rados. Apesar das ad-versidades, o fatura-mento total da indstriade transformados pls-ticos foi de R$ 52,5 bi-lhes, aproximada-mente 4,5% mais doque em 2011 (R$ 50,26bilhes).

    Para 2013, as ex-pectativas so boas.Primeiramente, porqueo setor no acreditaque o crescimento p-fio do PIB de 2012 re-petir-se- no ano novo.As estimativas so deuma expanso mdiade 4%, com ligeiraqueda da inflao (estadever manter-se emtorno dos 5%).

    Com base nes-sas estimativas macro-econmicos, projeta-mos um aumento de1% na demanda porautomveis, de 4% naconstruo civil comobras de infraestruturae o Programa MinhaCasa Minha Vida ede 5% na produo dealimentos. Cabe obser-var que a melhoria devida de parte da popu-lao, que hoje sai dascamadas pobres parafazer parte da classemdia, afeta positiva-mente a demanda porembalagens plsticas.Tudo isso dever refle-tir-se positivamente nosetor do plstico.

    A indstria brasi-leira forte e guerrei-ra, mas no pode pres-cindir da ateno das

    autoridades no sentidode se delinearem pol-ticas pblicas que afortaleam. Isso nosignifica, em absoluto,dar proteo a um seg-mento em detrimentode outros. O governo,na boa inteno deproteger a manufaturanacional, aumentou aalquota de importaode algumas resinastermoplsticas. Isso fa-voreceu o produtor in-terno e afetou negati-vamente todos os de-mais elos da cadeia.

    O mais grave que prejudicou o con-sumidor final, pois sobre ele que acabamrecaindo os aumentosde custos.

    * Por Jos RicardoRoriz Coelho

    1-Fiz o primeiro tra-tado, Tefilo, acerca detudo que Jesus come-ou, no s a fazer, masa ensinar,

    2- At ao dia emque foi recebido em cima,depois de ter dado man-damentos, pelo EspritoSanto, aos apstolos queescolhera;

    3-Aos quais tam-bm, depois de ter pade-cido, se apresentou vivo,com muitas e infalveisprovas, sendo visto poreles por espao de qua-renta dias, e falando dascoisas concernentes aoreino de Deus.

    4-E, estando comeles, determinou-lhesque no se ausentassemde Jerusalm, mas queesperassem a promessado Pai, que (disse ele) demim ouvistes.

    5- Porque, na ver-dade, Joo batizou comgua, mas vs sereis ba-tizados com o EspritoSanto, no muito depoisdestes dias.

    6- Aqueles, pois,que se haviam reunidoperguntaram-lhe, dizen-do: Senhor, restaurarstu neste tempo o reino aIsrael?

    7- E disse-lhes:No vos pertence saberos tempos ou as esta-es que o Pai estabele-ceu pelo seu prprio po-der.

    8- Mas recebereisa virtude do Esprito San-to, que h de vir sobrevs; e ser-me-eis teste-munhas, tanto em Jeru-salm como em toda aJudia e Samaria, e ataos confins da terra.

    9- E, quando diziaisto, vendo-o eles, foi ele-vado s alturas, e umanuvem o recebeu, ocul-tando-o a seus olhos.