gazeta de varginha - 26/06/2014

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Edição 9.014

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  • pgina 02

    PONTO DE VISTA

    Levtico 14

    Mx: 26 / Mn: 10

    A lei acerca do leprosodepois de sarado

    BDMG anuncia investimentos deR$ 100 mi em Varginha e regio

    EDIO 9.014R$ 1, 00 VARGINHA, 26 DE JUNHO DE 2014

    DEUS FIEL

    local/pgina 03

    Foi assinado contrato de emprstimo de US$ 150 milhes com o BID para apoio aos municpios

    local/pgina 04

    Como parte da estra-tgia de ser cada vez maisparceiro dos municpiosmineiros, o Banco de De-senvolvimento de MinasGerais (BDMG) viabilizou,no ltimo ano, quase R$600 milhes em investi-mentos para as cidades. Altima etapa da contrata-o dos recursos para osmunicpios acaba de serconcluda. Por meio deuma parceria entre oBDMG e o Estado, 218municpios foram benefi-ciados e 297 novos inves-timentos foram feitos. Sno Sul de MG foram con-

    Varginha vai sediar audincia daALMG sobre trabalho escravo

    tratados mais de R$ 94milhes.

    Em abril de 2013, oBDMG disponibilizou R$700 milhes para apoiar in-vestimentos em infraestru-tura, saneamento, edifica-es pblicas, compra demquinas, alm de moder-nizao administrativa noEstado. Os limites de finan-ciamento por tomador sode at R$ 3 milhes, dis-ponveis em quatro linhas:BDMG Cidades, BDMG Ur-baniza, BDMG Maq eBDMG Saneamento.

    gazetadevarginha@gmail.com

    www.jornalgazetadevarginha.com

    facebook.com/gazetavga

    local/pgina 05

    Polcia registra duastentativas de furto a

    casas em Varginha

    local/pgina 06

    Assinaturade contratos

    das casasdo Cruzeirodo Sul sernesta sexta

    Aps diversas dennci-as de trabalho escravo noSul de Minas, a Comissodo Trabalho, da Previdn-cia e da Ao Social da As-sembleia Legislativa de Mi-nas Gerais (ALMG) aprovouna ltima semana, requeri-mento dos deputados Pom-

    plio Canavez e Rogrio Cor-reia, no qual solicitam a re-alizao de audincia pbli-ca no municpio de Vargi-nha para discutir a situaodos trabalhadores ruraisassaliariados na regio.

    Espera por atendimentoem hospital de Pouso Alegrepode chegar a at 7 horas

    regional/pgina 08

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    26 DE JUNHO DE 201402 | GAZETA DE VARGINHAPONTO DE VISTA

    15 - Tambm o sacer-dote tomar do logue deazeite, e o derramar napalma da sua prpriamo esquerda.

    16 - Ento o sacerdo-te molhar o seu dedodireito no azeite que estna sua mo esquerda, edaquele azeite com o seudedo espargir sete ve-zes perante o SENHOR;

    17 - E o restante doazeite, que est na suamo, o sacerdote porsobre a ponta da orelhadireita daquele que temde purificar-se, e sobreo dedo polegar da suamo direita, e sobre odedo polegar do seu pdireito, em cima do san-gue da expiao da cul-pa;

    18 - E o restante doazeite que est na mo dosacerdote, o por sobrea cabea daquele quetem de purificar-se; as-

    sim o sacerdote far expia-o por ele perante o SE-NHOR.

    19 - Tambm o sacerdo-te far a expiao do peca-do, e far expiao poraquele que tem de purifi-car-se da sua imundcia; edepois degolar o holo-causto;

    20 - E o sacerdote ofe-recer o holocausto e aoferta de alimentos sobre oaltar; assim o sacerdote farexpiao por ele, e ser lim-po.

    21 - Porm se for pobre,e em sua mo no houverrecursos para tanto, toma-r um cordeiro para expia-o da culpa em oferta demovimento, para fazer ex-piao por ele, e a dzimade flor de farinha, amassa-da com azeite, para ofertade alimentos, e um loguede aze

    22 - E duas rolas, ou doispombinhos, conforme as

    suas posses, dos quais umser para expiao do pe-cado, e o outro para holo-causto.

    23 - E ao oitavo dia dasua purificao os trar aosacerdote, porta da tendada congregao, perante oSENHOR.

    24 - E o sacerdote toma-r o cordeiro da expiao daculpa, e o logue de azeite, eos oferecer por ofertamovida perante o SE-NHOR.

    25 - Ento degolar ocordeiro da expiao daculpa, e o sacerdote toma-r do sangue da expiao daculpa, e o por sobre a pontada orelha direita daqueleque tem de purificar-se, esobre o dedo polegar da suamo direita, e sobre o dedopolegar do seu p dire

    26 - Tambm o sacer-dote derramar do azeite napalma da sua prpria moesquerda.

    Palavras de Vida

    A lei acerca do leproso depois de saradoLevtico 14Parte II27 - Depois o sacerdote

    com o seu dedo direito es-pargir do azeite que estna sua mo esquerda, setevezes perante o SENHOR.

    28 - E o sacerdote pordo azeite que est na suamo na ponta da orelha di-reita daquele que tem depurificar-se, e no dedo po-legar da sua mo direita, eno dedo polegar do seu pdireito; no lugar do sangueda expiao da culpa.

    29 - E o que sobejar doazeite que est na mo dosacerdote por sobre a ca-bea daquele que tem depurificar-se, para fazer ex-piao por ele perante o SE-NHOR.

    30 - Depois ofereceruma das rolas ou um dospombinhos, conforme suasposses,

    31 - Sim, conforme assuas posses, ser um paraexpiao do pecado e o ou-tro para holocausto com a

    oferta de alimentos; e as-sim o sacerdote far expia-o por aquele que tem depurificar-se perante o SE-NHOR.

    32 - Esta a lei daqueleem quem estiver a praga dalepra, cujas posses no lhepermitirem o devido parapurificao.

    33 - Falou mais o SE-NHOR a Moiss e a Aro,dizendo:

    34 - Quando tiverdesentrado na terra de Canaque vos hei de dar por pos-sesso, e eu enviar a pragada lepra em alguma casa daterra da vossa possesso,

    35 - Ento aquele, dequem for a casa, vir e in-formar ao sacerdote, di-zendo: Parece-me que hcomo que praga em minhacasa.

    36 - E o sacerdote orde-nar que desocupem a casa,antes que entre para exa-minar a praga, para que

    tudo o que est na casano seja contaminado; edepois entrar o sacer-dote, para examinar acasa;

    37 - E, vendo a praga,e eis que se ela estivernas paredes da casa emcovinhas verdes ou ver-melhas, e pareceremmais fundas do que a pa-rede,

    38 - Ento o sacerdo-te sair da casa para forada porta, e fech-la-por sete dias.

    39 - Depois, ao sti-mo dia o sacerdote vol-tar, e examinar; e sevir que a praga nas pare-des da casa se tem esten-dido,

    40 - Ento o sacerdo-te ordenar que arran-quem as pedras, em queestiver a praga, e que aslancem fora da cidade,num lugar imundo;

    O que faz voc autoconfiante e bem sucedido? Orlando Oda

    Ningum questiona aimportncia da autocon-fiana como fora propul-sora para implementaruma carreira bem sucedi-da. A sua atitude o quedetermina a altitude navida profissional. Porm,de nada adianta apenas sa-ber que preciso ter au-toconfiana. A questo oque fazer? Como fazer?Onde adquirir a autocon-fiana? Ser que vendi-da na farmcia ou super-mercado? Algum tem areceita?

    A primeira providn-cia saber que a autocon-fiana est dentro de simesmo. Se est dentro desi significa que voc jtem a autoconfiana. Noh necessidade de buscar,criar a autoconfiana. Aquesto passa a ser comoextrair e no o que fazer.S que, de nada servirsaber que possui a auto-confiana, se ela no forreconhecida e utilizada.

    De nada adianta vocter R$10 mil esquecidono bolso de um palet, quefica guardado no fundo doarmrio e nunca usado.Para utilizar qualquer coi-sa voc precisa reconhe-cer a sua existncia. No

    basta conhecer, precisoreconhecer. Reconhecer validar, aceitar, ter acerteza. Se tiver a certezaque possui voc consegueusar.

    Se a autoconfianaest dentro de voc e noconsegue sair, porqueest sendo bloqueada. Namaioria dos casos devi-do a lembranas de algumfracasso, vergonhaque passou. Pode ser quealguma experincia desa-gradvel na infncia estgravada no fundo do sub-consciente e est impe-dindo que a autoconfian-a aflore.

    Os fatos e aconteci-mentos da nossa vida soresultados de causas. Seno fosse assim o destinoda pessoa j estaria pre-determinado ou seria obrado acaso. Em ambas hip-teses, de nada adiantariase esforar. Assim o fun-damental mudar a causapara mudar o resultado.

    A causa est na men-te. A manifestao da au-toconfiana tambm umresultado. Portanto, paramanifestar a autoconfian-a preciso mudar a cau-sa que est na mente dapessoa. Por isso, o melhorcaminho para desobstruiralgo que est bloqueando

    a manifestao da auto-confiana a autossuges-to por meio de palavras.

    Entre a deciso de fa-zer alguma coisa, at aconcretizao do fatoexiste um intervalo detempo, onde as pessoasagem ou no agem. O erroest em pensar que tal re-sultado no aconteceuporque no agiu ou agiude forma errada.

    Exemplificando:quando a pessoa ouve umapalestra ou l algum arti-go sobre autoconfiana,tipo dicas para ter auto-confiana, a pessoa pen-sa: preciso tomar uma ati-tude. Porm, depois dealgum tempo, v que nodeu resultado. A atribuio insucesso falta deao ou erro de execu-o.

    A causa do insucessono est na ao ou fal-ta de ao ou no erro naexecuo. Existe algo quecomanda o ser humano dedentro. A causa est nopensamento, na palavraque costuma utilizar. Noh como pensar, sem usaruma palavra. Exemplo:tente pensar na Gabrie-la sem falar l