gazeta de varginha - 25/04/2014

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Edição 8.974

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  • PGINA 02

    PONTO DE VISTA

    xodo 27

    Mx: 23 / Mn: 15

    O altar do holocausto

    Com atraso, Varginha inicia nestesbado vacinao contra a gripe

    EDIO 8.974R$ 1, 00 VARGINHA, 25 DE ABRIL DE 2014

    DEUS FIEL

    Estrutura do Memorial do ET nofoi comprometida, diz engenheiro

    LOCAL/PGINA 05

    Meta imunizar cerca de 30 mil pessoas, entre todos os grupos includos na campanha

    LOCAL/PGINA 04

    O engenheiro Leo

    Miranda no concorda

    com afirmaes de que a

    estrutura do Memorial do

    ET esteja comprometida.

    A obra teve incio em maio

    de 2010 e foi paralisada

    um ano depois, portanto,

    h dois anos e oito meses

    sem continuidade.

    Leo, que especialis-

    ta em estrutura metlica,

    engenharia de processos

    mecnicos, engenheiro de

    segurana do trabalho e

    meio ambiente.

    LOCAL/PGINA 03

    Aps morte de jovem,Trs Coraes confirma

    mais 22 casos de dengue

    Taxista deVarginha preso porsuspeita de

    violentar trssobrinhas

    A Campanha Nacio-

    nal de Vacinao j co-

    meou em todo pas, po-

    rm em Varginha a imu-

    nizao s comea nesta

    sbado (26), dia de mo-

    bilizao nacional. O

    data oficial de incio, se-

    gundo o Ministrio da

    Sade, foi tera-feira

    (22).

    A meta em Varginha

    vacinar 7.071 crianas

    na faixa etria de seis

    meses a 4 anos 11 meses

    e 29 dias, 2.340 trabalha-

    dores de sade, 1249 ges-

    tantes, 205 mulheres no

    perodo de at 45 dias

    aps o parto (Purpera),

    que devero apresentar

    qualquer documento du-

    rante o perodo de vaci-

    nao (certido de nasci-

    mento do Beb, carto da

    gestante, documento do

    hospital onde ocorreu o

    parto, entre outros),

    13.460 pessoas com 60

    anos ou mais de idade e

    5.740 pessoas de grupos

    portadores de doenas

    crnicas, no transmiss-

    veis e outras condies cl-

    nicas especiais, totalizan-

    do 30.064 pessoas.

    REGIONAL/PGINA 07

    PGINA 09

    gazetadevarginha@gmail.com

    www.jornalgazetadevarginha.com

    facebook.com/gazetavga

  • 1 - FARS tambmo altar de madeira deaccia; cinco cvadosser o comprimento,e cinco cvados a lar-gura (ser quadradoo altar), e trs cva-dos a sua altura.

    2 - E fars as suaspontas nos seus qua-tro cantos; as suaspontas sero do mes-mo, e o cobrirs de co-bre.

    3 - Far-lhe-s tam-bm os seus recipien-tes, para recolher asua cinza, e as suasps, e as suas bacias,e os seus garfos e osseus braseiros; todosos seus utenslios fa-rs de cobre.

    4 - Far-lhe-s tam-

    bm um crivo de cobreem forma de rede, e fa-rs a esta rede quatroargolas de metal nosseus quatro cantos.

    5 - E as pors dentroda borda do altar parabaixo, de maneira quea rede chegue at aomeio do altar.

    6 - Fars tambm va-rais para o altar, varaisde madeira de accia, eos cobrirs de cobre.

    7 - E os varais seropostos nas argolas, demaneira que os varaisestejam de ambos os la-dos do altar, quando forlevado.

    8 - Oco e de tbuas ofars; como se te mos-trou no monte, assim ofaro.

    9 - Fars tambm optio do tabernculo, aolado meridional que dpara o sul; o ptio tercortinas de linho finotorcido; o comprimentode cada lado ser decem cvados.

    10 - Tambm as suasvinte colunas e as suasvinte bases sero de co-bre; os colchetes das co-lunas e as suas faixassero de prata.

    11 - Assim tambmpara o lado norte as cor-tinas, no comprimento,sero de cem cvados; eas suas vinte colunas eas suas vinte bases se-ro de cobre; os colche-tes das colunas e assuas faixas sero deprata,

    CNPJ: 21.535.075/0001-47

    A redao no se responsa-biliza por conceitos emitidosem artigos assinados, mesmo

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    Palavras de Vida

    25 DE ABRIL DE 201402 | GAZETA DE VARGINHAPONTO DE VISTA

    O altar do holocaustoxodo 2712 - E na largura do

    ptio para o lado do oci-dente haver cortinasde cinqenta cvados;as suas colunas dez, eas suas bases dez.

    13 - Semelhantemen-te a largura do ptio dolado oriental para o le-vante ser de cinqen-ta cvados.

    14 - De maneira quehaja quinze cvados decortinas de um lado;suas colunas trs, e assuas bases trs.

    15 - E quinze cvadosdas cortinas do outrolado; as suas colunastrs, e as suas basestrs.

    16 - E porta do p-tio haver uma cortinade vinte cvados, de

    Jos Ricardo RorizCoelho

    Os dois anos segui-dos de baixo desempe-nho do PIB, os sintomasde presso inflacionria,a reduo do ritmo de cri-ao de empregos e ospssimos resultados dabalana comercial, den-tre outros indicadores,constituem um sinal dealerta quanto necessi-dade de se fazer profun-da avaliao do Brasil.Depois de um fluxo po-sitivo de crescimento, deum processo de inclusosocioeconmica mundi-almente reconhecido edo enfrentamento comsucesso da grande criseinternacional desenca-deada em 2008, che-gada a hora de iniciar-mos um novo ciclo de ex-panso, e precisamosdefinir uma estratgiapara que isto acontea.

    No podemos conti-nuar condenados a nocrescer. Sem investimen-tos, impossvel melho-rar a infraestrutura eaumentar a oferta deprodutos e servios queincorporem inovao etecnologia. Com o gover-no gastando mal e mui-to, no temos como bai-xar os juros, e no maispossvel tolerar a pssi-ma qualidade dos servi-os pblicos e a precari-edade da educao, sa-de e segurana. Se noincentivarmos os jovens

    e os que podem traba-lhar, mas se acomoda-ram com programas so-ciais, no teremos recur-sos humanos capacita-dos, to necessrios parasuportar nosso cresci-mento.

    Todos esses desafiostambm so dificultadospela enorme burocracia,que inferniza a vida daspessoas e das empresase aumenta o custo detudo o que fazemos, eli-minando boa parte dosganhos de renda da l-tima dcada. Inflaono se combate s comaumento de juros, masprincipalmente com efi-cincia e produtividadee seus reflexos produti-vos no equilbrio entreoferta e demanda, comprodutos inovadores e debaixo custo.

    preocupante ob-servar a inexistncia deum plano para mudar apresente conjuntura.Parecem faltar objetivose ambio ao Pas. Aon-de estamos indo? Quaisso as nossas mtricaspara que a sociedadepossa medir os avanose cobrar os resultados?Qual o futuro de na-o que projetamos paradespertar o nimo dosjovens empreendedorese dos empresrios quequerem investir?

    Nada mais oportunopara responder a essasquestes do que um anoeleitoral como este 2014,

    quando elegeremos de-putados estaduais e fe-derais, senadores, go-vernadores e o presiden-te da Repblica. Todosos ocupantes de cargoseletivos tm imensa res-ponsabilidade perante aNao. O equilbrio fis-cal, por exemplo, fatorcondicionante execu-o de uma poltica con-sistente de queda dosjuros sem risco de infla-o depende de todas asinstncias governamen-tais. O mesmo se aplica racionalizao dos tri-butos e aos investimen-tos em infraestrutura(h muitas obras impor-tantes, como metr e es-tradas, de competnciaestadual).

    No tocante aos depu-tados federais e senado-res, direta a sua res-ponsabilidade quanto sreformas estruturais,que seguem estagnadash quase trs dcadas. necessrio que reafir-mem a autonomia e sig-nificado do Poder Legis-lativo, contribuindopara que o Pas tenhaum arcabouo legal maiscompatvel com os pa-dres de competitividadecontemporneos. AoExecutivo Federal cabereduzir gastos suprflu-os, ampliar os investi-mentos pblicos, fazerdecolar de modo amploprogramas como as par-cerias pblico-privadas,realizar uma poltica

    monetria (juros e cm-bio) adequada a estimu-lar a economia, bemcomo agir em sinergiacom o Parlamento emfavor da modernizaodas leis. Alm disso, nopodemos mais adiar amelhora de qualidadedos servios pblicos!

    Misso prioritria resgatar a capacidadeconcorrencial da inds-tria. Estudo do Departa-mento de Competitivida-de e Tecnologia da Fiespaponta que, dentre asnaes mais relevantesem termos de renda,produo e nmero dehabitantes, todas as queconseguiram alcanar odesenvolvimento apre-sentaram, no mnimo,20% de participao damanufatura no PIB.Aqui, esse ndice era deapenas 13% em 2012.No entanto, o CustoBrasil (composto porcarga tributria, buro-cracia, capital de giro,energia/matria-prima einfraestrutura/logstica),somado a uma polticamonetria dissociada darealidade global, conti-nua sendo um obstcu-lo reindustrializao.Fabricar aqui no m-nimo 34,2% mais caro doque nos pases com osquais concorremos.

    imprescindvelque todos esses temas es-tejam presentes no deba-te eleitoral de 2014. In-dependentemente de

    Eleies precisam redespertar a ambio de desenvolvimentoquem vena as eleies Presidncia da Rep-blica, governos estadu-ais e assembleias legis-lativas, Senado e Cma-ra dos Deputados, cru-cial que os eleitos, semferir sua identidade par-tidria e seus compro-missos polticos republi-canos, pensem de modoprioritrio no Pas, inse-rindo o poder pbliconum processo coeso vol-tado soluo dos pro-blemas nacionais e ex-panso mais consistentedo