gazeta de varginha - 25/09/2013

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Edio 8.834

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  • VARGINHA , 25 DE SETEMBRO DE 2013R$ 1,00

    Pgina 2

    PONTOPONTOPONTOPONTOPONTO DEDEDEDEDE VISTVISTVISTVISTVISTAAAAA

    Hebreus 05

    Mx: 23C / Mn: 14C

    EDIO - 8.834

    Cristo, superior ao sacerdcioda antiga aliana

    LOCAL/PGINA 05

    Concorra a ingressos

    Recorte este cupom e concorra ao sorteiode 6 ingressos para o espetculo

    O cupom dever ser entregue na sede do Jornal Gazeta deVarginha, que fica na Avenida dos Imigrantes, 445, Santa Maria

    Nome:.................................................Telefone:..............................................

    05/10 - 16h e 18h - Theatro CapitlioPontos de venda: Gallery Lanches e Tindolel

    Bancrios de Varginha e regioiniciam adeso greve nacional

    Estado anunciareajuste de 7,62%para a educao

    Pelo menos 500 ban-crios esto parados noSul de Minas devido greve nacional da cate-goria, segundo as regio-nais sindicais. Entre asprincipais reivindicaesdos trabalhadores, estoos reajustes salariais. EmVarginha, segundo o pre-sidente do Sindicato dosBancrios, Fbio Masso-te Chaves, as agnciasda Caixa Econmica Fe-deral e do Banco do Bra-

    REGIONAL/PGINA 08

    Segundo o Sindicato dos Bancrios, cerca de 500 funcionrios j esto parados no Sul de MG

    FomentaMinas

    sil pararam as atividades.Alm disso, os funcion-rios do Bradesco fizeramuma paralisao nestasegunda-feira (23).

    Em Poos de Caldas,h adeso total do Ban-co do Brasil e da CaixaEconmica Federal. Osfuncionrios de bancosprivados devem participarparcialmente da paralisa-o na cidade.

    Semana do Idoso sermarcada por diversas

    atividades a partir de hojeLOCAL/PGINA 03

    PGINA 09

    Inscriespara a rodadade negcios

    terminam hojeRodada ser no dia3 de outubro, das 9h

    s 18h, no CentroAdministrativo do Sul,

    em Varginha

    LOCAL/PGINA 04

    gazetadevarginha@gmail.com

    www.jornalgazetadevarginha.com

    facebook.com/gazetavga

    twitter.com/gazetavarginha

  • GAZETA DE VARGINHA, 25/09/2013

    PONTO DE VISTA02 PONTO DE VISTA02

    HEBREUS 5

    Palavras de VidaPalavras de VidaPalavras de VidaPalavras de VidaPalavras de Vida

    CNPJ: 21.535.075/0001-47

    A redao no se responsabilizapor conceitos emitidos em artigos

    assinados, mesmo sobpseudnimos, que so de inteira

    responsabilidade de seus autores.

    Dirio de CirculaoRegional - Diretora

    Administrativa:Ana Maria Silva Piva -Jornalista Responsvel:

    Lanamara Silva -MTB -8304 JP - Editor:Rodrigo S. Fernandes

    Sindjori - MG 312/99 -Administrao/Reviso:Lanamara Silva - Paulo

    Ribeiro da Silva Fernan-des

    (Jornalista e superinten-dente de redao-

    TB.16.851) - Horrio defuncionamento das08:00hs s 18:00hs

    ABRAJORI - AssociaoBrasileira de Jornais do

    InteriorSINDJORI - Sind. Prop. de

    Jornais e Revistas doInterior

    ADJORI - Associao dosJornais do Interior

    ADI - Associao dosJornais do interior de

    Minas Gerais

    ENDEREO:Redao e Departa-mento de Publicidade

    Telefones (35)3221-4668(35)3221-4845

    Av. dos Imigrantes,445 - Santa Maria -

    CEP 37022-560 -VARGINHA/MG

    E-mail: gazetade-varginha @gmail.com

    gazetacomercial2@ y a h o o . c o m . b rEndereo eletrnico:www.gazetavarginha.com.br

    Cristo, superior ao sacerdcio da antiga alianaCristo, superior ao sacerdcio da antiga alianaCristo, superior ao sacerdcio da antiga alianaCristo, superior ao sacerdcio da antiga alianaCristo, superior ao sacerdcio da antiga aliana

    1 - PORQUEtodo o sumo sacerdo-te, tomado dentre oshomens, constitudoa favor dos homensnas coisas concer-nentes a Deus, paraque oferea dons esacrifcios pelos pe-cados;

    2 - E possa com-padecer-se ternamen-te dos ignorantes eerrados; pois tambmele mesmo est rode-

    ado de fraqueza.3 - E por esta cau-

    sa deve ele, tanto pelopovo, como tambmpor si mesmo, fazeroferta pelos pecados.

    4 - E ningumtoma para si esta hon-ra, seno o que cha-mado por Deus, comoAro.

    5 - Assim tam-bm Cristo no se glo-rificou a si mesmo,para se fazer sumo

    sacerdote, mas aque-le que lhe disse: Tu smeu Filho, Hoje te ge-rei.

    6 - Como tambmdiz, noutro lugar: Tu ssacerdote eternamen-te, Segundo a ordemde Melquisedeque.

    7 - O qual, nosdias da sua carne, ofe-recendo, com grandeclamor e lgrimas, ora-es e splicas ao queo podia livrar da morte,

    foi ouvido quanto aoque temia.

    8 - Ainda que eraFilho, aprendeu a obe-dincia, por aquilo quepadeceu.

    9 - E, sendo eleconsumado, veio a sera causa da eterna sal-vao para todos osque lhe obedecem;

    10 - Chamadopor Deus sumo sacer-dote, segundo a ordemde Melquisedeque.

    11 - Do qual mui-to temos que dizer, dedifcil interpretao;porquanto vos fizestesnegligentes para ouvir.

    12 - Porque, de-vendo j ser mestrespelo tempo, ainda ne-cessitais de que se vostorne a ensinar quaissejam os primeiros ru-dimentos das palavrasde Deus; e vos haveisfeito tais que necessi-tais de leite, e no de

    slido mantimento.13 - Porque

    qualquer que ainda sealimenta de leite noest experimentadona palavra da justia,porque menino.

    14 - Mas o man-timento slido paraos perfeitos, os quais,em razo do costu-me, tm os sentidosexercitados para dis-cernir tanto o bemcomo o mal.

    O Velho e Rabugento IPTUAntes de iniciar

    este trabalho devo pe-dir escusas ao mestreLuiz Ricardo Gomes Ara-nha, Advogado Tributa-rista e membro do Insti-tuto dos Advogados deMinas Gerais no seumagnfico escrito intitu-lado, IPTUTributo Velhoe Injusto.

    Devo parodi-lo eno sinto vergonha, justificvel.

    Como foi o inciodeste famigerado im-posto? Em 1879 a rai-nha D. Maria I ,que tinhao apelido de A Louca,no sei, talvez estejaenganado. O DecretoImperial mandou tributarem 10% imveis habita-dos das cidades litor-neas. Historicamente,perdeu-se no tempo.Sempre foi um tributo dacompetncia municipal.

    A Cmara dos Ve-readores de Belo Hori-zonte em 2009 travouprojeto de Lei do Execu-tivo que aumentaria oIPTU.

    Agora o Prefeitode Varginha remete aCmara dos Vereadoresprojeto de Lei, simples-mente para aumentar aarrecadao do impos-to denominado IPTU.

    um tributo de di-fcil manejo. Principal-mente no aspecto extra-fiscal. Qual o valor dabase de clculo? Qual

    o fato gerador? Qual a alquota? Tudo istodeve ser tranqilo e s-rio para no cometer ainjustia social.

    O Mestre e Profes-sor IVES GANDRA DASILVA MARTINS, costu-ma dizer aos seus alu-nos em sala de aula,que tem trs tipos de tri-butos: os bons, os injus-tos e os imbecis. Osbons so aqueles cujopeso no sentido pelasociedade e que bene-ficia o Estado produtorde servios.

    Os injustos ser-vem apenas aos gover-nos e no sociedade,como ocorre com gran-de parte da carga tribu-tria. E, por fim, os im-becis, que no benefici-am nem a sociedadenem o governo. Abrin-do uma vrgula nos di-zeres do mestre, colo-co o IPTU no item tercei-ro.

    O Sistema Tribut-rio deve apresentar umasimplicidade jurdica,uma insero no esfor-o de desenvolvimentocomo instrumento deorientao e uma altarentabilidade fiscal eno somente exercer opapel de arrecadadorde recursos para o se-tor pblico.

    No basta gritarcontra a carga tributria.Falta um debate sobre

    o oramento e sobre aadministrao pblica.Rolf Kuntz (jornalista).

    tempo de mudar,porque necessriomudar. Relao fisco econtribuinte deve mu-dar.

    Os detentores dopoder, ao contrrio doque pensam e agem naRepublica, no soseus donos, mas man-datrios do povo. Osirisde Azevedo Lopes Fi-lho, Professor de Direi-to Tributrio da Univer-sidade de Braslia.

    Os impostos na vi-so de Roberto Cam-pos. A reforma tributria hoje uma demandafundamental para nosaproximarmos da RI-QUEZA ATINGVEL epara combatermos a PO-POBREZA CORRI-GVEL . Para isso, hcomo elemento nortea-dor o pensamento deRoberto Campos. Mar-cos Cintra Cavalcanti deAlbuquerque, doutorem Economia pela Har-vard e professor titularda FGV.

    Todos devem su-portar e pagar a cargatributria justa dos im-postos bem definidosem Lei. Os objetivos es-senciais do Estado po-dem ser realizados coma discrio e o respeitoque a Lei impe aos go-vernados e, especial-

    mente , aos governan-tes. Walter Ceneviva ,articulista.

    O ponto central doplanejamento tributrio a economia lcita deimpostos. Tal economiapode ser alcanada deduas formas: evitando-se a ocorrncia do fatogerador ou, ento, adi-ando-o para um mo-mento futuro . JosCamilo Santos, Tributa-rista do Departamentode Impostos da ToucheRoss & Cia , SP.

    Devo, NONEGO.... Mas no pa-garei os impostos , sepossvel ! Afinal , o queo governo me d em tro-ca ?! Ningum gosta depagar tributos; seno,ele no seria impostos.Fernando Nogueira daCosta, Professor da Uni-camp e coordenador darea de economia daFapesp.

    Chega de hipocri-sia. Falemos de ques-tes maiores. Falemosde revoluo. Uma re-voluo possvel, poisexpressa a vontade depovos livres, seus pro-tagonistas , invertendoa ordem existente. Ed-gardo Nestor de Vin-cenzi , argentino, e, pro-fessor de Cincias daEducao.

    IPTU. As tentati-vas , srias ou no, deconferir-lhe elementos

    de justia social exigemprocedimentos compli-cados e complexosonde a viso subjetivado agente do poder in-terfere negativamente.

    O que devemos,ento, buscar para en-gradecer este imposto?

    A PROGRESSIVI-DADE entende, quemtem hum paga sobrehum e nico e se temmais pagar em ordemde FAIXAS e de ES-CADAS para o segun-do, para o terceiro e as-sim por diante .

    Finalmente tere-mos as ALQUOTAS e consequentemente

    os REDUTORES .Esperamos que

    pelo discernimento doSenhor Prefeito, pelasua cultura Jurdica epelo seu tirocnio de ho-mem pblico retire o pro-jeto e solidifica um cdi-go robusto e perfeito , aisim, ficar nos anais.

    A todo homem livre manifestar os seussentimentos e a sua opi-nio sobre qualquer ob-jeto . Frei Caneca emseu livro intitulado En-saios Polticos