gazeta de varginha - 18/04/2013

Download Gazeta de Varginha - 18/04/2013

Post on 30-Mar-2016

216 views

Category:

Documents

1 download

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Edição 8.723

TRANSCRIPT

  • Previso de entrega do shoppingde Varginha adiada para 2015

    VARGINHA , 18 DE ABRIL DE 2013R$ 1,00 EDIO - 8.723

    Vende-se

    Casa no Bairro Cidade NovaPreo da Ocasio

    Tel. 3221-4845

    Pgina 2

    PONTOPONTOPONTOPONTOPONTO DEDEDEDEDE VISTVISTVISTVISTVISTAAAAA

    Atos 09A converso de Saulo

    Mx: 26C / Mn: 10C

    A inaugurao esta-va prevista inicialmentepara maro de 2014. Noentanto, as obras, quedeveriam ter comeadoem setembro do ano pas-sado, esto atrasadas eainda no foi estabeleci-da uma data para o in-

    cio da construo. O di-retor da empresa respon-svel afirma que o esho-pping ser mesmo smargens da BR-491. Es-tamos firmes na decisode construir prximo aoaeroporto, confirmou.

    gazetadevarginha@gmail.com

    www.gazetavarginha.com.br

    facebook.com/gazetavga

    twitter.com/gazetavarginha

    LOCAL/PGINA 03

    LOCAL/PGINA 05

    Via Caf Garden o novopatrocinador master do Boa

    Com nova parceria,presidente daequipe fala emreforos para aSrie B do Campe-onato Brasileiro.

    ESPORTE/PGINA 16

    Secretrios municipaislevam reivindicaes Cidade Administrativa

    Audincias comrepresentantes doEstado se deram

    por iniciativa dodeputado estadual

    Dilzon Melo.

    LOCAL/PGINA 05

    Apesar do atraso no incio nas obras, local do shopping no vai mudar, afirma gerente da empresa responsvel

    Aps 7 meses, recomeamobras de reforma do

    Zoolgico de Varginha

    LOCAL/PGINA 06

    O secretrio de Esportee Juventude de MG, Eros

    Biondini, vai ministrarpalestra com o tema Ge-

    rao Sade como legadodos eventos esportivos.

    Secretriode Estado

    de Esportefaz palestra

    hoje no Unis

  • CNPJ: 21.535.075/0001-47

    A redao no se responsabilizapor conceitos emitidos em artigos

    assinados, mesmo sobpseudnimos, que so de inteira

    responsabilidade de seus autores.

    Dirio de CirculaoRegional - Diretora

    Administrativa:Ana Maria Silva Piva -Jornalista Responsvel:

    Lanamara Silva -MTB -8304 JP - Editor:Rodrigo S. Fernandes

    Sindjori - MG 312/99 -Administrao/Reviso:Lanamara Silva - Paulo

    Ribeiro da Silva Fernan-des

    (Jornalista e superinten-dente de redao-

    TB.16.851) - Horrio defuncionamento das08:00hs s 18:00hs

    ABRAJORI - AssociaoBrasileira de Jornais do

    InteriorSINDJORI - Sind. Prop. de

    Jornais e Revistas doInterior

    ADJORI - Associao dosJornais do Interior

    ADI - Associao dosJornais do interior de

    Minas Gerais

    ENDEREO:Redao e Departa-mento de Publicidade

    Av. dos Imigrantes,445 - Santa Maria -

    CEP 37022-560 -VARGINHA/MG

    E-mail: gazetade-varginha @gmail.com ga-z e t a c o m e r c i a l 2@ y a h o o . c o m . b rEndereo eletrnico:www.gazetavarginha.com.br

    Telefones (35)3221-4668(35)3221-4845

    GAZETA DE VARGINHA, 18/04/2013

    PONTO DE VISTA02 PONTO DE VISTA02

    ATOS 09

    Palavras de VidaPalavras de VidaPalavras de VidaPalavras de VidaPalavras de Vida

    A converso de SauloA converso de SauloA converso de SauloA converso de SauloA converso de Saulo1-E Saulo, respi-

    rando ainda ameaas emortes contra os discpu-los do Senhor, dirigiu-seao sumo sacerdote.

    2-E pediu-lhe car-tas para Damasco, paraas sinagogas, a fim deque, se encontrasse al-guns daquela seita, querhomens quer mulheres,os conduzisse presos aJerusalm.

    3-E, indo no cami-nho, aconteceu que, che-gando perto de Damas-co, subitamente o cercouum resplendor de luz docu.

    4-E, caindo em ter-ra, ouviu uma voz que lhedizia: Saulo, Saulo, porque me persegues?

    5-E ele disse:Quem s, Senhor? E dis-se o Senhor: Eu sou Je-sus, a quem tu perse-gues. Duro para ti re-calcitrar contra os agui-lhes.

    6-E ele, tremendoe atnito, disse: Senhor,que queres que eu faa?E disse-lhe o Senhor:Levanta-te, e entra na ci-dade, e l te ser dito oque te convm fazer.

    7-E os homens,que iam com ele, para-ram espantados, ouvindoa voz, mas no vendoningum.

    8-E Saulo levan-tou-se da terra, e, abrin-do os olhos, no via a nin-gum. E, guiando-o pelamo, o conduziram aDamasco.

    9-E esteve trsdias sem ver, e no co-meu nem bebeu.

    10-E havia em Da-masco um certo discpu-lo chamado Ananias; edisse-lhe o Senhor emviso: Ananias! E ele res-pondeu: Eis-me aqui,Senhor.

    11-E disse-lhe oSenhor: Levanta-te, e vai rua chamada Direita, epergunta em casa de Ju-das por um homem deTarso chamado Saulo;pois eis que ele estorando;

    12-E numa visoele viu que entrava umhomem chamado Anani-as, e punha sobre ele amo, para que tornassea ver.

    13-E respondeuAnanias: Senhor, a mui-tos ouvi acerca deste ho-mem, quantos males temfeito aos teus santos emJerusalm;

    14-E aqui tem po-der dos principais dos sa-cerdotes para prender atodos os que invocam oteu nome.

    15-Disse-lhe, po-rm, o Senhor: Vai, porqueeste para mim um vasoescolhido, para levar omeu nome diante dos gen-tios, e dos reis e dos filhosde Israel.

    16-E eu lhe mostra-rei quanto deve padecerpelo meu nome.

    17-E Ananias foi, eentrou na casa e, impon-do-lhe as mos, disse: Ir-mo Saulo, o Senhor Je-sus, que te apareceu nocaminho por onde vinhas,me enviou, para que tor-nes a ver e sejas cheio doEsprito Santo.

    18-E logo lhe caramdos olhos como que umasescamas, e recuperou avista; e, levantando-se, foibatizado.

    19-E, tendo comido,ficou confortado. E esteveSaulo alguns dias com osdiscpulos que estavamem Damasco.

    20-E logo nas sina-gogas pregava a Cristo,que este o Filho de Deus.

    21-E todos os que oouviam estavam atnitos,e diziam: No este o queem Jerusalm perseguiaos que invocavam estenome, e para isso veioaqui, para os levar presosaos principais dos sacer-dotes?

    22-Saulo, porm, seesforava muito mais, econfundia os judeus quehabitavam em Damasco,provando que aquele erao Cristo.

    23-E, tendo passa-do muitos dias, os judeustomaram conselho entre sipara o matar.

    24-Mas as suas ci-ladas vieram ao conheci-mento de Saulo; e comoeles guardavam as portas,tanto de dia como de noi-te, para poderem tirar-lhea vida,

    25-Tomando-o denoite os discpulos o des-ceram, dentro de um ces-to, pelo muro.

    26-E, quando Saulochegou a Jerusalm, pro-curava ajuntar-se aos dis-cpulos, mas todos o temi-am, no crendo que fossediscpulo.

    27-Ento Barnab,tomando-o consigo, o trou-xe aos apstolos, e lhescontou como no caminhoele vira ao Senhor e lhefalara, e como em Damas-co falara ousadamente nonome de Jesus.

    28-E andava comeles em Jerusalm, en-trando e saindo,

    29-E falava ousada-mente no nome do SenhorJesus. Falava e disputavatambm contra os gregos,

    mas eles procuravammat-lo.

    30-Sabendo-o, po-rm, os irmos, o acom-panharam at Cesaria,e o enviaram a Tarso.

    31-Assim, pois, asigrejas em toda a Judia,e Galilia e Samaria ti-nham paz, e eram edifi-cadas; e se multiplica-vam, andando no temordo Senhor e consolaodo Esprito Santo.

    32-E aconteceuque, passando Pedro portoda a parte, veio tambmaos santos que habita-vam em Lida.

    33-E achou ali cer-to homem, chamadoEnias, jazendo numacama havia oito anos, oqual era paraltico.

    34-E disse-lhe Pe-dro: Enias, Jesus Cristote d sade; levanta-te efaze a tua cama. E logose levantou.

    35-E viram-no to-dos os que habitavam emLida e Sarona, os quaisse converteram ao Se-nhor.

    36-E havia emJope uma discpula cha-mada Tabita, que tradu-zido se diz Dorcas. Estaestava cheia de boasobras e esmolas que fa-zia.

    37-E aconteceunaqueles dias que, enfer-mando ela, morreu; e,tendo-a lavado, a depo-sitaram num quarto alto.

    38-E, como Lidaera perto de Jope, ouvin-do os discpulos que Pe-dro estava ali, lhe manda-ram dois homens, rogan-do-lhe que no se demo-rasse em vir ter com eles.

    39-E, levantando-se Pedro, foi com eles;e quando chegou o leva-ram ao quarto alto, e to-das as vivas o rodea-ram, chorando e mos-trando as tnicas e rou-pas que Dorcas fizeraquando estava comelas.

    40-Mas Pedro, fa-zendo sair a todos, ps-se de joelhos e orou: e,voltando-se para o cor-po, disse: Tabita, levan-ta-te. E ela abriu osolhos, e, vendo a Pedro,assentou-se.

    41-E ele, dando-lhe a mo, a levantou e,chamando os santos eas vivas, apresentou-lha viva.

    42-E foi isto not-rio por toda a Jope, emuitos creram no Se-nhor.

    43-E ficou muitosdias em Jope, com umcerto Simo curtidor.

    A cultura do medoO medo uma

    reao que surge apartir do contato comalgum estmulo fsicoou mental que geraum alerta no organis-mo. Este processo dis-para uma resposta fi-siolgica que liberahormnios do estres-se, como adrenalina ecortisol, preparando oindivduo para lutar oufugir.

    Antes dessa rea-o temos a ansieda-de, onde o individuoteme e sofre por ante-cipao. Na verdadecrescemos familiariza-dos com o medo e,desde pequenos, nos-sos pais nos incutemalgum tipo de medo,como o medo do escu-ro, das pessoas des-conhecidas, do ho-mem do saco, do bi-cho papo, das bru-xas, dos fantasmas eassim por diante.

    Quando cresce-mos, continuamos soba cultura do medo:medo da morte, medode se perder numa ruavazia, medo do peca-do, medo da inflao,medo de tudo.

    A cultura domedo a melhor for-ma de manipular aspessoas e muito utili-zada para controle dasmassas. J Maquiavelaconselhava o Prnci-pe a instigar o medonos seus sditos, por-que este era mais po-tente e duradouro queo amor. Governar pelomedo! Esta era a suaorientao, sempreseguida fielmente pe-los tiranos e opresso-res.

    A prpria educa-o se deu historica-mente atravs de cas-tigos e do medo. Naverdade a maior partedo mundo educadapelo medo, para omedo e com medo.Uma criana commedo torna-se obedi-ente e incapaz de im-por sua vontade e des-ta forma o medo torna-se uma limitao do

    seu potencial. Na vidaadulta a cultura domedo continua e te-mos medo de guerras,de terroristas, de ban-didos, de pessoas malencaradas, de sair nasruas.

    Tambm temosmedo das autorida-des, da policia, damorte,