gazeta de varginha - 15/05/2013

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Edio 8.741

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  • VARGINHA , 15 DE MAIO DE 2013R$ 1,00

    Pgina 2

    PONTOPONTOPONTOPONTOPONTO DEDEDEDEDE VISTVISTVISTVISTVISTAAAAA

    Atos 27Paulo enviado para a Itlia

    Mx: 28C / Mn: 13C

    gazetadevarginha@gmail.com

    www.jornalgazetadevarginha.com

    facebook.com/gazetavga

    twitter.com/gazetavarginha

    LOCAL/PGINA 06

    Ritmo deinscrio

    para oEnem

    supera oregistrado

    em 2012

    Prefeitura e PM assinam convniopara a fiscalizao do trnsito

    EDIO - 8.741

    Fiscalizao ser iniciada aps acertos administrativos e publicao no dirio oficial do municpio

    Vende-se

    Casa no Bairro Cidade NovaPreo da Ocasio

    Tel. 3221-4845

    A Prefeitura de Vargi-nha e a Polcia Militar for-malizaram oficialmente naltima sexta-feira (10) o con-vnio para a fiscalizao dotrnsito de Varginha. A as-sinatura do convnio peloprefeito Antnio Silva e pelocomandante do 24 Bata-lho de Polcia Militar deMinas Gerais, Edilson Va-lrio, aconteceu na sala dereunies da prefeitura.

    A parceria prev a fis-calizao do trnsito nas

    vias pblicas do municpioe a aplicao de penalida-des, nos termos dos artigosdo Cdigo de Trnsito Bra-sileiro. O convnio foi umaforma encontrada pela ad-ministrao municipal parasuprir a impossibilidade daGuarda Municipal de Vargi-nha de fiscalizar o trnsitolocal, por fora de liminar ju-dicial proferida pelo Tribunalde Justia de Minas Gerais.

    LOCAL/PGINA 05

    Colgio Marista de Varginharealiza abertura do JIM 2013

    LOCALPGINA 04

    LOCAL/PGINA 09

    Caps vai promoverSimpsio de SadeMental nesta sexta

    ESPORTE/PGINA 16

  • GAZETA DE VARGINHA, 15/05/2013

    PONTO DE VISTA02 PONTO DE VISTA02

    ATOS 27

    Palavras de VidaPalavras de VidaPalavras de VidaPalavras de VidaPalavras de Vida

    CNPJ: 21.535.075/0001-47

    A redao no se responsabilizapor conceitos emitidos em artigos

    assinados, mesmo sobpseudnimos, que so de inteira

    responsabilidade de seus autores.

    Dirio de CirculaoRegional - Diretora

    Administrativa:Ana Maria Silva Piva -Jornalista Responsvel:

    Lanamara Silva -MTB -8304 JP - Editor:Rodrigo S. Fernandes

    Sindjori - MG 312/99 -Administrao/Reviso:Lanamara Silva - Paulo

    Ribeiro da Silva Fernan-des

    (Jornalista e superinten-dente de redao-

    TB.16.851) - Horrio defuncionamento das08:00hs s 18:00hs

    ABRAJORI - AssociaoBrasileira de Jornais do

    InteriorSINDJORI - Sind. Prop. de

    Jornais e Revistas doInterior

    ADJORI - Associao dosJornais do Interior

    ADI - Associao dosJornais do interior de

    Minas Gerais

    ENDEREO:Redao e Departa-mento de Publicidade

    Av. dos Imigrantes,445 - Santa Maria -

    CEP 37022-560 -VARGINHA/MG

    E-mail: gazetade-varginha @gmail.com ga-z e t a c o m e r c i a l 2@ y a h o o . c o m . b rEndereo eletrnico:www.gazetavarginha.com.br

    Telefones (35)3221-4668(35)3221-4845

    A Fora do Amor nos Negcios!Quem teme amar teme a vida e quem

    teme a vida meio morto.Esta uma frase

    que eu sempre falopara os meus amigosque eu repito aqui:Quem teme amarteme a vida e quemteme a vida meiomorto.

    Nas palavras sa-gradas do ApstoloPaulo aprendemos:Agora, pois, permane-cem a f, a esperanae o amor, estes trs;porm o maior destes o amor.

    H cem anosatrs o maior problemanos negcios era o rou-bo. Hoje a mentira.Por isso as pessoasvalorizam a confianamais do que em qual-quer poca, e esta sexiste se tiver esse sen-timento mgico que oamor.

    Com o amorpode-se construir umavida poderosa. Marcasadmiradas foram cons-trudas porque as pes-soas confiaram, gosta-ram, amaram... Sevoc no constri umamarca, corre o risco devirar mercadoria bara-ta e isto, em outras pa-lavras, significa correr orisco de tornar-se umapessoa descartvel.

    A maioria daspessoas tem mais deum carto de crdito,mas na hora de usar,80% fazem suas com-pras com aquele quefica na parte de cima dacarteira, o preferido, oconfivel, aquele que agente gosta.

    O amor no traba-lho lhe garante aten-o. As outras pessoass conseguem tempo.A diferena entre tertempo e a ateno dealgum a mesma queexiste entre ovos e pre-sunto.

    Quem recebe oamor no trabalho tendea retribuir de outras for-mas, como, por exem-plo, recomendando li-vros e contatos e dan-do toques sobre novas

    tecnologias. Isso fazvoc se sentir bem comvoc mesmo e expan-de sua rede de relacio-namentos, afinal, medida que voc usasua rede, ela se am-plia...

    Quando algumgosta do seu trabalhomostra que est vivo. Oamor no trabalho aponte entre os vivos eos mortos das 8 damanh a pelo menos s8 da noite.

    Pessoas comessa postura atraemoutras como uma lm-pada atrai as maripo-sas. Ningum sabeexatamente por que,mas a resposta sim-ples: A fora do amor!

    O amor faz vocdiferenciar consumido-res de clientes. Consu-midores so estatsti-cas eclientes sopessoas.A vida comoum bumerangue, do jei-to que voc joga, voltapara voc. Muitas pes-soas sabem o que esterrado, mas no sabemcomo fazer as coisascertas. As pessoas sa-bem 90% do que fazer,mas infelizmente nofazem.

    preciso mudan-a de postura e atitudepara buscar esse mun-do novo. Mude suamarca: Use o amor emvez do dio! Isso far adiferena na sua vida e

    na de muitas outraspessoas. Pense nisso.

    Por Gilclr Regina

    Paulo enviado para a ItliaPaulo enviado para a ItliaPaulo enviado para a ItliaPaulo enviado para a ItliaPaulo enviado para a Itlia1-E, como se de-

    terminou que havamosde navegar para a Itlia,entregaram Paulo, e al-guns outros presos, a umcenturio por nome Jlio,da coorte augusta.

    2-E, embarcandons em um navio adra-mitino, partimos nave-gando pelos lugares dacosta da sia, estandoconosco Aristarco, ma-cednio, de tessalnica.

    3-E chegamos nodia seguinte a Sidom, eJlio, tratando Paulo hu-manamente, lhe permitiuir ver os amigos, paraque cuidassem dele.

    4-E, partindo dali,fomos navegando abaixode Chipre, porque osventos eram contrrios.

    5-E, tendo atraves-sado o mar, ao longo daCilcia e Panflia, chega-mos a Mirra, na Lcia.

    6-E, achando ali ocenturio um navio deAlexandria, que navega-va para a Itlia, nos fezembarcar nele.

    7-E, como por mui-tos dias navegssemosvagarosamente, haven-do chegado apenas de-fronte de Cnido, no nospermitindo o vento irmais adiante, navega-mos abaixo de Creta,junto de Salmone.

    8-E, costeando-adificilmente, chegamos aum lugar chamado BonsPortos, perto do qual es-tava a cidade de Lasia.

    9-E, passado mui-to tempo, e sendo j pe-rigosa a navegao,pois, tambm o jejum jtinha passado, Paulo osadmoestava,

    10-Dizendo-lhes:Senhores, vejo que a na-vegao h de ser inc-moda, e com muito dano,no s para o navio ecarga, mas tambm paraas nossas vidas.

    11-Mas o centuriocria mais no piloto e nomestre, do que no quedizia Paulo.

    12-E, como aqueleporto no era cmodopara invernar, os maisdeles foram de parecerque se partisse dali paraver se podiam chegar aFenice, que um portode Creta que olha para olado do vento da frica edo Coro, e invernar ali.

    13-E, soprando osul brandamente, lhespareceu terem j o quedesejavam e, fazendo-sede vela, foram de muitoperto costeando Creta.

    14-Mas no muitodepois deu nela um pde vento, chamado Euro-aquilo.

    15-E, sendo o na-vio arrebatado, e no po-dendo navegar contra o

    vento, dando de mo atudo, nos deixamos ir toa.

    16-E, correndoabaixo de uma pequenailha chamada Clauda,apenas pudemos ganharo batel.

    17-E, levado estepara cima, usaram de to-dos os meios, cingindo onavio; e, temendo darem costa na Sirte, amaina-das as velas, assim fo-ram toa.

    18-E, andando nsagitados por uma vee-mente tempestade, nodia seguinte aliviaram onavio.

    19-E ao terceiro dians mesmos, com asnossas prprias mos,lanamos ao mar a arma-o do navio.

    20-E, no apare-cendo, havia j muitosdias, nem sol nem estre-las, e caindo sobre nsuma no pequena tem-pestade, fugiu-nos toda aesperana de nos salvar-mos.

    21-E, havendo jmuito que no se comia,ento Paulo, pondo-seem p no meio deles, dis-se: Fora, na verdade, ra-zovel, senhores, ter-me ouvido a mim e nopartir de Creta, e assimevitariam este incmodoe esta perda.

    22-Mas agora vosadmoesto a que tenhaisbom nimo, porque nose perder a vida de ne-nhum de vs, mas so-mente o navio.

    23-Porque estamesma noite o anjo deDeus, de quem eu sou, ea quem sirvo, esteve co-migo,

    24-Dizendo: Paulo,no temas; importa quesejas apresentado a C-sar, e eis que Deus te deutodos quantos navegamcontigo.

    25-Portanto, se-nhores, tende bom ni-mo; porque creio emDeus, que h de aconte-cer assim como a mimme foi dito.

    26-E, contudo, ne-cessrio irmos dar numailha.

    27-E, quando che-gou a dcima quarta noi-te, sendo impelidos deum e outro lado no marAdritico, l pela meia-noite suspeitaram os ma-rinheiros que estavamprximos de alguma ter-ra.

    28-E, lanando oprumo, acharam vintebraas; e, passando umpouco mais adiante, tor-nando a lanar o prumo,acharam quinze braas.

    29-E, temendo irdar em alguns rochedos,lanaram da popa quatroncoras, desejando queviesse o dia.

    30-Procurando,porm, os marinheirosfugir do navio, e tendoj deitado o batel aomar, como que queren-do lanar as ncoraspela proa,

    31-Disse Paulo aocenturio e aos solda-dos: Se estes no fica-rem no navio, no pode-reis salvar-vos.

    32-Ento os sol-dados cortaram os ca-bos do batel, e o deixa-ram cair.

    33-E, entretantoque o dia vinha, Pauloexortava a todos a quecomessem alguma coi-sa, dizendo: j hoje odcimo quarto dia queesperais, e permane-ceis sem comer, no ha-vendo provado nada.

    34-Portanto, exor-to-vos a que comais al-guma coisa, pois paraa vossa sade; porquenem um cabelo cair dacabea de qualquer devs.

    35-E, havendodito isto, tomando o po,deu graas a Deus napresena de todos; e,partindo-o, comeou acomer.

    36-E, tendo j to-dos bom nimo, puse-ram-se tambm a co-mer.

    37-E ramos aotodo, no navio, duzentase