gazeta de varginha - 25/05 a 27/05/2013

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Edição 8.749

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  • VARGINHA , 25 A 27 DE MAIO DE 2013R$ 1,00

    Pgina 2

    PONTOPONTOPONTOPONTOPONTO DEDEDEDEDE VISTVISTVISTVISTVISTAAAAA

    Romanos 07

    A analogia do casamento

    Mx: 21C / Mn: 14C

    gazetadevarginha@gmail.com

    www.jornalgazetadevarginha.com

    facebook.com/gazetavga

    twitter.com/gazetavarginha

    LOCAL/PGINA 03

    Varginhaser parceirada Unifal naimplantaodo Curso de

    Medicina

    Primeiro Seminrio do Sul de Minassobre Lei Seca realizado em Varginha

    EDIO - 8.749

    O Presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodovirios de Varginha Jos PaulinoNeto (Juco), em seu discurso reforou a frase Se beber no dirija, e se dirigir no beba

    Vende-se

    Casa no Bairro Cidade NovaPreo da Ocasio

    Tel. 3221-4845

    Mais de 100 pessoasdo setor de transporte en-tre empresrios, represen-tantes de sindicatos e mo-toristas participaram do 1Seminrio realizado ontem(24) em Varginha no SEST/SENAT. O evento foi pro-movido pelo Sindicato dosTrabalhadores em Trans-portes Rodovirios. Duran-te o seminrio foi aborda-

    do o tema, Lei n 12.619de 30/04/12, que dispesobre o exerccio da Pro-fisso de Motorista e Lei n11.705 de 19/06/08 LeiSeca O seminrio tem oobjetivo de conscientizar osmotoristas e diminuir osacidentes de trnsito cau-sados sobre o uso de lco-ol e falar tambm sobre ajornada de trabalho.

    LOCAL/PGINA 06

    LOCAL/PGINA 05

    A terceira edio do Semel/Unis acontece hoje na quadra

    da pedreira no Barcelona

    LOCAL/PGINA 09

    Aconteceu nasexta-feira (17), s 20h,a apresentao do pro-jeto poltico pedaggicodo Curso de Medicina

    Aumento em notificaesde casos de denguepreocupa municpios

    Em Varginha foram notificados 1.262 casos dedengue registrados de janeiro at o ms de maio.Como aumento de casos notificados, em alguns municpi-os a Superintendncia Regional de Sade (SRS), jtrata o caso como um surto da doena.

  • GAZETA DE VARGINHA, 25 A 27/05/2013

    PONTO DE VISTA02 PONTO DE VISTA02

    Romanos 7

    Palavras de VidaPalavras de VidaPalavras de VidaPalavras de VidaPalavras de Vida

    CNPJ: 21.535.075/0001-47

    A redao no se responsabilizapor conceitos emitidos em artigos

    assinados, mesmo sobpseudnimos, que so de inteira

    responsabilidade de seus autores.

    Dirio de CirculaoRegional - Diretora

    Administrativa:Ana Maria Silva Piva -Jornalista Responsvel:

    Lanamara Silva -MTB -8304 JP - Editor:Rodrigo S. Fernandes

    Sindjori - MG 312/99 -Administrao/Reviso:Lanamara Silva - Paulo

    Ribeiro da Silva Fernan-des

    (Jornalista e superinten-dente de redao-

    TB.16.851) - Horrio defuncionamento das08:00hs s 18:00hs

    ABRAJORI - AssociaoBrasileira de Jornais do

    InteriorSINDJORI - Sind. Prop. de

    Jornais e Revistas doInterior

    ADJORI - Associao dosJornais do Interior

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    Minas Gerais

    ENDEREO:Redao e Departa-mento de Publicidade

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    CEP 37022-560 -VARGINHA/MG

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    Telefones (35)3221-4668(35)3221-4845

    A analogia doA analogia doA analogia doA analogia doA analogia docasamentocasamentocasamentocasamentocasamento

    1-No sabeis vs, irmos (pois que falo aosque sabem a lei), que a lei tem domnio sobre o ho-mem por todo o tempo que vive?

    2-Porque a mulher que est sujeita ao mari-do, enquanto ele viver, est-lhe ligada pela lei; mas,morto o marido, est livre da lei do marido.

    3-De sorte que, vivendo o marido, ser cha-mada adltera se for de outro marido; mas, morto omarido, livre est da lei, e assim no ser adltera,se for de outro marido.

    4-Assim, meus irmos, tambm vs estaismortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que se-jais de outro, daquele que ressuscitou dentre osmortos, a fim de que demos fruto para Deus.

    5-Porque, quando estvamos na carne, aspaixes dos pecados, que so pela lei, operavamem nossos membros para darem fruto para a mor-te.

    6-Mas agora temos sido libertados da lei, ten-do morrido para aquilo em que estvamos retidos;para que sirvamos em novidade de esprito, e nona velhice da letra.

    7-Que diremos pois? a lei pecado? De modonenhum. Mas eu no conheci o pecado seno pelalei; porque eu no conheceria a concupiscncia, sea lei no dissesse: No cobiars.

    8-Mas o pecado, tomando ocasio pelo man-damento, operou em mim toda a concupiscncia;porquanto sem a lei estava morto o pecado.

    9-E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vin-do o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri.

    10-E o mandamento que era para vida, acheieu que me era para morte.

    11-Porque o pecado, tomando ocasio pelomandamento, me enganou, e por ele me matou.

    12-E assim a lei santa, e o mandamentosanto, justo e bom.

    13-Logo tornou-se-me o bom em morte? Demodo nenhum; mas o pecado, para que se mos-trasse pecado, operou em mim a morte pelo bem; afim de que pelo mandamento o pecado se fizesseexcessivamente maligno.

    14-Porque bem sabemos que a lei espiritu-al; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado.

    15-Porque o que fao no o aprovo; pois oque quero isso no fao, mas o que aborreo issofao.

    16-E, se fao o que no quero, consinto coma lei, que boa.

    17-De maneira que agora j no sou eu quefao isto, mas o pecado que habita em mim.

    18-Porque eu sei que em mim, isto , na mi-nha carne, no habita bem algum; e com efeito oquerer est em mim, mas no consigo realizar obem.

    19-Porque no fao o bem que quero, mas omal que no quero esse fao.

    20-Ora, se eu fao o que no quero, j o nofao eu, mas o pecado que habita em mim.

    21-Acho ento esta lei em mim, que, quandoquero fazer o bem, o mal est comigo.

    22-Porque, segundo o homem interior, tenhoprazer na lei de Deus;

    23-Mas vejo nos meus membros outra lei, quebatalha contra a lei do meu entendimento, e me pren-de debaixo da lei do pecado que est nos meusmembros.

    24-Miservel homem que eu sou! quem melivrar do corpo desta morte?

    25-Dou graas a Deus por Jesus Cristo nossoSenhor. Assim que eu mesmo com o entendimentosirvo lei de Deus, mas com a carne lei do peca-do.

    A IMPORTNCIA DOS CLIENTES PARA O SEU NEGCIOTodos ns, como

    consumidores, percebe-mos como o mundo estse transformando muitorapidamente. As rela-es entre empresas eclientes tm mudado acada dia e hoje, indepen-dentemente do porte ousegmento, uma empre-sa deve conhecer pro-fundamente seu pblicoconsumidor.

    Entretanto, co-mum nos depararmoscom negcios que noconhecem seus clientese esto acostumados aoferecer tudo para todos,sem interagir ou criarvnculos.

    Quem nunca en-trou em uma loja e saiucom a sensao de queo vendedor estava ape-nas com a vontade deempurrar qualquer pro-duto? Esse fato s refor-a a importncia dasmarcas em nossas vi-das.

    A marca tem comoagregado todo o knowhow da empresa, o aten-dimento e elemento sub-jetivo que faz a diferen-a na hora da compra eda venda. Por vezes, aspessoas adquirem umdeterminado produto jus-

    tamente por causa damarca. com essa mar-ca que o cliente tem osentimento de ser nicoe especial.

    Neste mundo glo-balizado, onde vriasmarcas j no existemmais, o que os empres-rios, principalmente ospequenos e mdios, de-vem fazer para que suasmarcas entrem e perma-neam na galeria daque-las que vencem o jogodo mercado, numa dis-puta to acirrada e com-petitiva? importante,em primeiro lugar, sabergerenciar a marca de for-ma eficaz e efetiva. Porisso, o primeiro passo conhecer e manter o seupblico consumidor, jque ele o responsvelpor grande parte do fa-turamento empresarial. importante agrad-loconstantemente, ofere-cer novidades que se en-quadram nas suas ne-cessidades. Isso faz adiferena no mundo dosnegcios. O segredo conquistar o cliente, diaaps dia, sem satur-lo.

    Um cliente insatis-feito pode agregar valo-res negativos marca devrias formas. Hoje,

    alm da Fundao deProteo e Defesa doConsumidor Procon,h diversas mdias soci-ais, como o Facebook, Twitter, e sites especiali-zados em reclamaes.

    O Reclame Aqui,por exemplo, um deles:com mais de quatro mi-lhes de pessoas cadas-tradas e uma mdia de7 mil reclamaes deconsumidores por dia, oque antes era um canalinformal de queixas setornou uma eficaz ponteentre empresas e consu-midores. Inclusive, im-portante ressaltar queessas mdias vm cau-sando mais danos smarcas do que o Pro-con!

    Os empresriosno podem ignorar, deforma alguma, o poderdos consumidores nasredes sociais. O acesso informao est cadavez mais fcil. Ou seja:tudo que diz respeito auma determinada marcano mais segredo paraningum. Nesse contex-to, podemos perceber onvel de relacionamentoque os clientes tm coma marca a todo o tempo.Para os detentores des-

    se eficiente instrumentode comunicao, im-portante se posicionar,encontrar um caminhoainda no explorado eatuar de forma criativasobre o mercado.

    imprescindvellembrar que as pessoas,ao consumirem uma de-terminada marca, sabemque esto levando umconjunto de valores portrs dela. Uma marcatem o poder de transmi-tir confiana, criativida-de, responsabilidade etica. Ela muito maisque um logotipo. Qual-quer pessoa que desejater um negcio bem su-cedido, precisa, antes demais nada, se preocuparcom a marca.

    Dra. Maria IsabelMontaes

    Boa Esperana se preparapara mais um JET SKI

    O campeonatobrasileiro de Jet Ski2013 ser realizadonovamente em BoaEsperana no perodode 30 e 31 de maio e le 2 de junho em plenovero e destacar ascores do Jet Ski emum cenrio nico.

    C o n s i d e r a d opela BJSA - BrasilianJet Sport Association,entidade de represen-tatividade do esporteno Brasil como umevento de repercus-so internacional. Oimponente e coloridoCirco do Jet Ski pro-mete agitar a cidade

    de Boa Esperana. Soquatro dias de envolvi-mento e