gazeta de varginha - 03/05/2013

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Edio 8.733

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  • VARGINHA , 03 DE MAIO DE 2013R$ 1,00

    Vende-se

    Casa no Bairro Cidade NovaPreo da Ocasio

    Tel. 3221-4845

    Pgina 2

    PONTOPONTOPONTOPONTOPONTO DEDEDEDEDE VISTVISTVISTVISTVISTAAAAA

    Atos 19Paulo em feso

    Mx: 26C / Mn: 12C

    O governo de Minas,por meio da Secretaria deEstado de Desenvolvimen-to Regional (Sedru), em par-ceria com a Associao deMunicpios do Baixo Sapu-ca (Ambasp), realiza, hoje,sexta-feira (3), s 10h, emVarginha, no auditrio do

    Hotel Carajs (Avenida RuiBarbosa, 348 - Centro) reu-nio com 26 prefeitos paraapresentar o projeto quevisa acabar com os lixesexistentes nos municpiosda regio.

    gazetadevarginha@gmail.com

    www.jornalgazetadevarginha.com

    facebook.com/gazetavga

    twitter.com/gazetavarginha

    LOCAL/PGINA 05

    LOCAL/PGINA 04

    PGINA 09

    Alunosde Direito

    do Unisdebatem

    sobre aPEC 37

    Fim dos lixes do Sul de Minasser discutido hoje em Varginha

    EDIO - 8.733

    Governo de MG vai apresentar a 26 prefeitos da regio o projeto que visa acabar com os lixes

    Prefeitura suspendetransporte gratuito paraestudantes do Cefet

    LOCAL/PGINA 07

    Senador Clsio Andradedefende instalao

    de Ceasa em Varginha

    Twitter agiliza a comunicaoentre bombeiros e populao

    REGIONAL/PGINA 08

    A construo foireivindicada em ofcioao colega de partido eministro da Agricultura,Antonio Andrade, ex-presidente do PMDBde Minas Gerais.

    LOCAL/PGINA 07

  • GAZETA DE VARGINHA, 03/05/2013

    PONTO DE VISTA02 PONTO DE VISTA02

    ATOS 19

    Palavras de VidaPalavras de VidaPalavras de VidaPalavras de VidaPalavras de Vida

    CNPJ: 21.535.075/0001-47

    A redao no se responsabilizapor conceitos emitidos em artigos

    assinados, mesmo sobpseudnimos, que so de inteira

    responsabilidade de seus autores.

    Dirio de CirculaoRegional - Diretora

    Administrativa:Ana Maria Silva Piva -Jornalista Responsvel:

    Lanamara Silva -MTB -8304 JP - Editor:Rodrigo S. Fernandes

    Sindjori - MG 312/99 -Administrao/Reviso:Lanamara Silva - Paulo

    Ribeiro da Silva Fernan-des

    (Jornalista e superinten-dente de redao-

    TB.16.851) - Horrio defuncionamento das08:00hs s 18:00hs

    ABRAJORI - AssociaoBrasileira de Jornais do

    InteriorSINDJORI - Sind. Prop. de

    Jornais e Revistas doInterior

    ADJORI - Associao dosJornais do Interior

    ADI - Associao dosJornais do interior de

    Minas Gerais

    ENDEREO:Redao e Departa-mento de Publicidade

    Av. dos Imigrantes,445 - Santa Maria -

    CEP 37022-560 -VARGINHA/MG

    E-mail: gazetade-varginha @gmail.com ga-z e t a c o m e r c i a l 2@ y a h o o . c o m . b rEndereo eletrnico:www.gazetavarginha.com.br

    Telefones (35)3221-4668(35)3221-4845

    Paulo em fesoPaulo em fesoPaulo em fesoPaulo em fesoPaulo em feso1-E sucedeu que,

    enquanto Apolo estavaem Corinto, Paulo, tendopassado por todas as re-gies superiores, chegoua feso; e achando ali al-guns discpulos,

    2-Disse-lhes: Rece-bestes vs j o EspritoSanto quando crestes? Eeles disseram-lhe: Nsnem ainda ouvimos quehaja Esprito Santo.

    3-Perguntou-lhes,ento: Em que sois bati-zados ento? E eles dis-seram: No batismo deJoo.

    4-Mas Paulo disse:Certamente Joo batizoucom o batismo do arre-pendimento, dizendo aopovo que cresse no queaps ele havia de vir, isto, em Jesus Cristo.

    5-E os que ouviramforam batizados em nomedo Senhor Jesus.

    6-E, impondo-lhesPaulo as mos, veio so-bre eles o Esprito Santo;e falavam lnguas, e pro-fetizavam.

    7-E estes eram, aotodo, uns doze homens.

    8-E, entrando na si-nagoga, falou ousada-mente por espao de trsmeses, disputando e per-suadindo-os acerca doreino de Deus.

    9-Mas, como al-guns deles se endureces-sem e no obedecessem,falando mal do Caminhoperante a multido, reti-rou-se deles, e separouos discpulos, disputandotodos os dias na escola deum certo Tirano.

    10-E durou isto porespao de dois anos; detal maneira que todos osque habitavam na siaouviram a palavra do Se-nhor Jesus, assim judeuscomo gregos.

    11-E Deus pelasmos de Paulo fazia ma-ravilhas extraordinrias.

    12-De sorte que atos lenos e aventais selevavam do seu corpo aosenfermos, e as enfermi-dades fugiam deles, e osespritos malignos saam.

    13-E alguns dosexorcistas judeus ambu-lantes tentavam invocar onome do Senhor Jesussobre os que tinham es-pritos malignos, dizendo:Esconjuro-vos por Jesusa quem Paulo prega.

    14-E os que faziamisto eram sete filhos deCeva, judeu, principal dossacerdotes.

    15-Respondendo,porm, o esprito maligno,disse: Conheo a Jesus,e bem sei quem Paulo;

    mas vs quem sois?16-E, saltando neles

    o homem que tinha o es-prito maligno, e assenho-reando-se de todos, pdemais do que eles; de talmaneira que, nus e feri-dos, fugiram daquelacasa.

    17-E foi isto notrioa todos os que habitavamem feso, tanto judeuscomo gregos; e caiu temorsobre todos eles, e o nomedo Senhor Jesus era en-grandecido.

    18-E muitos dos quetinham crido vinham, con-fessando e publicando osseus feitos.

    19-Tambm muitosdos que seguiam artesmgicas trouxeram osseus livros, e os queima-ram na presena de todose, feita a conta do seu pre-o, acharam que montavaa cinqenta mil peas deprata.

    20-Assim a palavrado Senhor crescia podero-samente e prevalecia.

    21-E, cumpridas es-tas coisas, Paulo props,em esprito, ir a Jerusalm,passando pela Macedniae pela Acaia, dizendo: De-pois que houver estado ali,importa-me ver tambmRoma.

    22-E, enviando Macednia dois daquelesque o serviam, Timteo eErasto, ficou ele por algumtempo na sia.

    23-E, naquele mes-mo tempo, houve um nopequeno alvoroo acercado Caminho.

    24-Porque um certoourives da prata, por nomeDemtrio, que fazia deprata nichos de Diana,dava no pouco lucro aosartfices,

    25-Aos quais, ha-vendo-os ajuntado com osoficiais de obras seme-lhantes, disse: Senhores,vs bem sabeis que desteofcio temos a nossa pros-peridade;

    26-E bem vedes eouvis que no s em fe-so, mas at quase em todaa sia, este Paulo temconvencido e afastadouma grande multido, di-zendo que no so deusesos que se fazem com asmos.

    27-E no somenteh o perigo de que a nos-sa profisso caia em des-crdito, mas tambm deque o prprio templo dagrande deusa Diana sejaestimado em nada, vindoa ser destruda a majesta-de daquela que toda a siae o mundo veneram.

    28-E, ouvindo-o, en-

    cheram-se de ira, e cla-maram, dizendo: Grande a Diana dos efsios.

    29-E encheu-se deconfuso toda a cidade e,unnimes, correram aoteatro, arrebatando aGaio e a Aristarco, mace-dnios, companheiros dePaulo na viagem.

    30-E, querendoPaulo apresentar-se aopovo, no lho permitiramos discpulos.

    31-E tambm al-guns dos principais dasia, que eram seus ami-gos, lhe rogaram que nose apresentasse no tea-tro.

    32-Uns, pois, cla-mavam de uma maneira,outros de outra, porque oajuntamento era confuso;e os mais deles no sa-biam por que causa se ti-nham ajuntado.

    33-Ento tiraramAlexandre dentre a mul-tido, impelindo-o os ju-deus para diante; e Ale-xandre, acenando com amo, queria dar razodisto ao povo.

    34-Mas quando co-nheceram que era judeu,todos unanimemente le-vantaram a voz, claman-do por espao de quaseduas horas: Grande aDiana dos efsios.

    35-Ento o escri-vo da cidade, tendo apa-ziguado a multido, dis-se: Homens efsios, qual o homem que no sabeque a cidade dos efsios a guardadora do tem-plo da grande deusa Dia-na, e da imagem quedesceu de Jpiter?

    36-Ora, no po-dendo isto ser contradita-do, convm que vos apla-queis e nada faais teme-rariamente;

    37-Porque esteshomens que aqui trou-xestes nem so sacrle-gos nem blasfemam davossa deusa.

    38-Mas, se Dem-trio e os artfices que es-to com ele tm algumacoisa contra algum, haudincias e h procn-sules; que se acusemuns aos outros;

    39-E, se algumaoutra coisa demandais,averiguar-se- em legti-ma assemblia.

    40-Na verdade atcorremos perigo de que,por hoje, sejamos acusa-dos de sedio, no ha-vendo causa alguma comque possamos justificareste concurso.

    41-E, tendo ditoisto, despediu a assem-blia.

    O fim da privacidade naera da informao

    Os brasileiros,como outros cidadosdo mundo, esto mui-to preocupados comsua privacidade no quediz respeito invasode dados pessoais efe-tuados por inmerasempresas. Isso acon-tece de vrios modos,como por exemplo, norecebimento de men-sagens SMS com pro-pagandas, aplicativosde localizao, filma-gens em locais pbli-cos e privados, bemcomo pela coleta deinformaes pessoaispor softwares da inter-net que pesquisamseus hbitos.

    E tudo isso ocor-re sem sua autoriza-o. Porm, at agorafalamos do que lici-to. No nos esquea-mos de que tudo queest na internet p-blico e pode ser inter-ceptado por hackers,no estando livre de in-vaso nem mesmo do-cumentos secretos dogoverno.

    Empresas lderesna internet, como Fa-cebook, Twitter e Goo-gle, renem informa-es pessoais, bemcomo hbitos e prefe-rncias num volumenunca antes concen-trado na mo de pou-cos, capaz de fazer in-veja at agncias deespionagem internaci-onais. As informaesnas redes sociais sotantas e com tal rique-za de detalhes que ser-vem de apoio a inves-tigaes policiais, sen-do teis inclusive napriso de criminososforagidos.

    O fato que noexistem polticas sobreo acesso, gesto e di-vulgao de informa-es com vistas pro-teo dos assinantesde qualquer que seja oservio de informao.Hoje h apenas o con-trato de adeso que ocliente assina ao con-cordar em usar o ser-

    vio, conforme as re-gras e conveninciasda empresa no que dizrespeito s redes soci-ais.

    No entanto, detodas as tecnologias,nada mais invasivoque as cmeras de fil-magem. Gostemos ouno, o mundo se tor-nou um Big Brother acu aberto.

    Elas esto emtoda parte, instaladass milhares nas gran-des cidades. So im-portantes ferramentasestratgicas no polici-amento ostensivo, nafiscalizao de trnsi-to e na segur