gazeta de varginha - 13/05/2015

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Edição 9.230

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  • Mx: 23 / Mn: 11

    Crise no setor automobilsticoj chega a Varginha e regio

    EDIO 9.230R$ 1, 00 VARGINHA, 13 DE MAIO DE 2015

    Em Pouso Alegre e Varginha, empresas de autopeas demitiram mais de 300 funcionrios

    gazetadevarginha@gmail.comwww.jornalgazetadevarginha.com facebook.com/gazetavga

    pgina 02

    PONTO DE VISTA

    DEUS FIEL

    Saul vence os amonitas

    Semforocomea aoperar naPraa SoCharbel

    A crise no setor au-tomobilstico comea aafetar o Sul de Minas.Em Pouso Alegre e Var-ginha, empresas de au-topeas j demitirammais de 300 funcion-rios e anunciam friascoletivas. O sindicatodo setor na regio afir-ma que ainda h expec-tativa de mais demis-ses em Ouro Fino.Para a Associao Naci-onal dos Fabricantes deVeculos Automotores(Anfavea), a crise no se-tor j considerada apior dos ltimos seisanos no Brasil.Com cerimnia emocionante, Escola do

    Legislativo de Varginha inaugurada

    49ANOS

    Revelando Verdades

    local/pgina 05

    Samuel 11local/pgina 03

    Mutiro da Denguevai ao bairro BoaVista nesta quarta

    TEMPO

    local/pgina 05

    A emoo marcou asolenidade de inaugura-o da Escola do Legisla-tivo Professor Dr. MrioBemfica, da Cmara Mu-nicipal de Varginha. Oevento, ocorrido na noiteda ltima sexta-feira, 8de maio, reuniu autorida-des e familiares do patro-no da escola no plenriodo Legislativo.

    Entre as autoridadesque compuseram a mesa,estavam o presidente daCmara Municipal deVarginha, vereador R-mulo Azevedo Ribeiro, ovice-presidente, verea-dor Pastor Fausto S.Frana e a deputada esta-dual, Geisa Teixeira.

    local/pgina 04

    local/pgina 03

    Professora

    do Grupo

    Unis lana

    livro emVarginha

    pgina 09

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    em artigos assinados, mes-mo sob pseudnimos, que

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    13 DE MAIO DE 2015 02 | GAZETA DE VARGINHAPONTO DE VISTA

    Llio Braga Calhau

    No geral, o brasileirose importa muito pouco

    pelo macro, pelo que estacontecendo no Brasil

    como um todo, quandotratamos de economia.

    Tendo emprego, diversoe os produtos no subindo

    muito no supermercado,ele tende a no se impor-

    tar tanto com o que estacontecendo no pas como

    um todo.Diga-se de passagem,

    no geral, se importa me-nos ainda com o exterior.

    Se est ocorrendo umacrise econmica em ou-

    tros pases ou no, no um assunto que preocupa

    muita gente. O foco dobrasileiro o seu proble-

    ma local.Tantas crises econ-

    micas vieram e se foram.Esta, que estamos viven-

    do agora, no ser dife-rente. Em algum momen-

    to, l na frente, a econo-mia vai reagir e as coisas se

    ajeitaro para a maioria.Mas, enquanto isso,

    no chega: estamos pre-parados? Uma crise eco-

    nmica pode durar algu-mas semanas, meses ou at

    anos. No podemos subes-timar o tamanho do pro-

    blema, sob pena de preju-dicarmos a ns mesmos,

    como tambm nossas fa-mlias.

    Em 2010, li um artigoque um economista dizia

    que estvamos vivendouma dcada perdida,

    aps a crise econmica de2008. Na poca, eu achei

    que era terrvel isso e quese tratava de outra previ-

    so pessimista, que nodeveria ser levada to a s-

    rio. Agora, sete anos de-pois, penso que vacilei.

    Deveria ter tido mais hu-mildade de reconhecer

    que, em economia, as coi-sas acontecem de uma

    hora para a outra e podemdemorar muito mais tem-

    po para se resolver do queimaginamos.

    Para muita gente, a re-ao do governo para os

    problemas atuais pssi-ma. Mas, ao mesmo tem-

    po, gente com credibili-dade reconhece que esta-

    mos retomando o caminhocerto. Tudo muito demo-

    rado e s com o tempo sa-beremos. H uma luz no

    fim do tnel, mas no sa-bemos por quanto tempo

    teremos que trilhar na in-segurana at chegar re-

    cuperao plena da econo-mia.

    Certo que estamosnuma fase muito difcil,

    pois as pessoas no Brasilesto tambm muito endi-

    vidadas e o que vem fren-te (aumento do desem-

    prego, arrocho salarial, in-flao alta, crdito escas-

    so, etc) no tranquliza-dor. Ou seja, a hora do bra-

    sileiro reagir agora. E, lo-gicamente, se preparar da

    melhor maneira para osprximos meses (ou anos).

    No hora de pegarnovos emprstimos, gas-

    tar acima do que se ganhaou agir de forma perdul-

    ria com o dinheiro. mui-to importante ter uma re-

    serva financeira e ser fle-xvel quanto aos hbitos de

    consumo nesses momen-tos. Muita gente, que era

    rica por longos anos, nosoube se preparar para isso

    e hoje no tem mais nada.Famlias dizimaram em

    pouco mais de uma dca-da patrimnios acumula-

    dos por geraes. Muitasno deram ateno aos

    momentos econmicos decrise e, quando foram rea-

    1 - ENTO su-biu Nas, amonita, e

    sitiou a Jabes-Gilea-de; e disseram todos

    os homens de Jabesa Nas: Faze aliana

    conosco, e te servi-remos.

    2 - Porm Nas,amonita, lhes disse:

    Com esta condiofarei aliana convos-

    co: que a todos vosarranque o olho di-

    reito, e assim ponhaesta afronta sobre

    todo o Israel.3 - Ento os an-

    cios de Jabes lhedisseram: Deixa-nos

    por sete dias, para

    que enviemos mensa-geiros por todos os ter-

    mos de Israel, e, nohavendo ningum que

    nos livre, ento viremosa ti.

    4 - E, vindo osmensageiros a Gibe de

    Saul, falaram estas pa-lavras aos ouvidos do

    povo. Ento todo opovo levantou a sua

    voz, e chorou.5 - E eis que Saul

    vinha do campo, atrsdos bois; e disse Saul:

    Que tem o povo, quechora? E contaram-lhe

    as palavras dos homensde Jabes.

    6 - Ento o Espri-

    Palavras de Vida

    Saul vence os amonitas SAMUEL 11

    to de Deus se apoderoude Saul, ouvindo estas

    palavras; e acendeu-seem grande maneira a

    sua ira.7 - E tomou uma

    junta de bois, e cortou-os em pedaos, e os en-

    viou a todos os termosde Israel pelas mos

    dos mensageiros, di-zendo: Qualquer que

    no seguir a Saul e aSamuel, assim se far

    aos seus bois. Entocaiu o temor do SE-

    NHOR sobre o povo, esaram como um s ho-

    mem.8 - E contou-os em

    Bezeque; e houve dos

    filhos de Israel trezen-tos mil, e dos homens

    de Jud trinta mil.9 - Ento disseram

    aos mensageiros que vi-eram: Assim direis aos

    homens de Jabes-Gile-ade: Amanh, em

    aquecendo o sol, vosvir livramento. Vindo,

    pois, os mensageiros, eanunciando-o aos ho-

    mens de Jabes, se ale-graram.

    10 - E os homensde Jabes disseram aos

    amonitas: Amanh sai-remos a vs; ento nos

    fareis conforme a tudoo que parecer bem aos

    vossos olhos.

    11 - E sucedeu queao outro dia Saul ps o

    povo em trs compa-nhias, e vieram ao meio

    do arraial pela viglia damanh, e feriram aos

    amonitas at que o diaaqueceu; e sucedeu que

    os restantes se espalha-ram, de modo que no

    ficaram dois deles jun-tos.

    12 - Ento disse opovo a Samuel: Quem

    aquele que dizia queSaul no reinaria sobre

    ns? Dai-nos aqueleshomens, e os matare-

    mos.13 - Porm Saul

    disse: Hoje no morre-

    r nenhum, poishoje tem feito o SE-

    NHOR um livra-mento em Israel.

    14 - E disse Sa-muel ao povo: Vin-

    de, vamos ns a Gil-gal, e renovemos ali

    o reino.15 - E todo o

    povo partiu paraGilgal, onde procla-

    maram a Saul porrei perante o SE-

    NHOR, e oferece-ram ali ofertas pac-

    ficas perante o SE-NHOR; e Saul se

    alegrou muito alicom todos os ho-

    mens de Israel.

    gir, j era tarde.H um ditado popular

    que diz: construir prdio fcil; mudar comporta-

    mento muito mais dif-cil. Ento, reunir desde j

    a famlia e explicar a situa-o que o pas passa e pe-

    dir mais comedimento nasdespesas, mais do que

    salutar nesse momento: uma questo de sobrevi-

    vncia e garantia de umfuturo melhor para a enti-

    dade familiar. No adian-tar o lder da famlia pou-

    par e o resto gastar mais doque se arrecada. impor-

    tante que todos ns este-jamos juntos, contribuin-

    do para a vitria financeirada famlia.

    No sabemos comosero os prximos tempos

    econmicos, mas deve-mos nos preparar para

    eles; sem parania, mascom responsabilidade. Se

    a crise piorar, estamospreparados. Se a situao

    econmica melhorar, jestaremos prontos para

    colher melhor os frutosdesse novo tempo que, es-

    pero sinceramente, nodemore a surgir para ns,

    brasileiros. E, no se es-quea da advertncia que

    Administrar bem as finanas pode ajudarem tempos de crise econmica?

    nossos avs j nos ensina-vam: dinheiro no aceita

    desaforo.

    *Llio Braga Calhau Promotor de Justia de

    defesa do consumidor doMinistrio Pblico de Mi-

    nas Gerais. Graduado emPsicologia pela UNIVA-

    LE, Mestre em