gazeta de varginha - 23/05/2013

Download Gazeta de Varginha - 23/05/2013

Post on 07-Mar-2016

214 views

Category:

Documents

1 download

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Edio 8.747

TRANSCRIPT

  • VARGINHA , 23 DE MAIO DE 2013R$ 1,00

    Pgina 2

    PONTOPONTOPONTOPONTOPONTO DEDEDEDEDE VISTVISTVISTVISTVISTAAAAA

    Romanos 05A justificao pela f e paz com Deus

    Mx: 25C / Mn: 15C

    gazetadevarginha@gmail.com

    www.jornalgazetadevarginha.com

    facebook.com/gazetavga

    LOCAL/PGINA 06

    Varginha registra queda de 50%no nmero de crimes violentos

    EDIO - 8.747

    Dados so da Secretaria de Estado de Defesa Social e se referem os quatro primeiros meses do ano

    Vende-se

    Casa no Bairro Cidade NovaPreo da Ocasio

    Tel. 3221-4845

    A cidade de Varginharegistrou uma queda de50% no nmero de cri-mes violentos no primei-ro quadrimestre de2013, segundo as lti-mas estatsticas divulga-das pela Secretaria deEstado de Defesa Soci-al (Seds). LOCAL/PGINA 03

    Dia Nacional do Caf comemorado nesta sexta

    LOCAL/PGINA 05Professores do Maristaso homenageados

    com Trofu Paulo Freire

    O municpio foi o ni-co entre os trs maioresda regio a registrar di-minuio nos crimes vi-olentos. Pouso Alegre ePoos de Caldas tiveramum signifiticativo aumen-to nestes dados.

    LOCAL/PGINA 06

    Rapaz de22 anos preso

    por furtarsalo de

    belezaOcorrncia foi na

    madrugada de ontem(22), no bairro So

    Geraldo, em Varginha.

    Sindicato dos Trabalhadoresem Transportes Rodovirios de

    Varginha realiza seminrio

    LOCALPGINA 05

  • GAZETA DE VARGINHA, 23/05/2013

    PONTO DE VISTA02 PONTO DE VISTA02

    Romanos 5

    Palavras de VidaPalavras de VidaPalavras de VidaPalavras de VidaPalavras de Vida

    CNPJ: 21.535.075/0001-47

    A redao no se responsabilizapor conceitos emitidos em artigos

    assinados, mesmo sobpseudnimos, que so de inteira

    responsabilidade de seus autores.

    Dirio de CirculaoRegional - Diretora

    Administrativa:Ana Maria Silva Piva -Jornalista Responsvel:

    Lanamara Silva -MTB -8304 JP - Editor:Rodrigo S. Fernandes

    Sindjori - MG 312/99 -Administrao/Reviso:Lanamara Silva - Paulo

    Ribeiro da Silva Fernan-des

    (Jornalista e superinten-dente de redao-

    TB.16.851) - Horrio defuncionamento das08:00hs s 18:00hs

    ABRAJORI - AssociaoBrasileira de Jornais do

    InteriorSINDJORI - Sind. Prop. de

    Jornais e Revistas doInterior

    ADJORI - Associao dosJornais do Interior

    ADI - Associao dosJornais do interior de

    Minas Gerais

    ENDEREO:Redao e Departa-mento de Publicidade

    Av. dos Imigrantes,445 - Santa Maria -

    CEP 37022-560 -VARGINHA/MG

    E-mail: gazetade-varginha @gmail.com ga-z e t a c o m e r c i a l 2@ y a h o o . c o m . b rEndereo eletrnico:www.gazetavarginha.com.br

    Telefones (35)3221-4668(35)3221-4845

    A justificao pela fA justificao pela fA justificao pela fA justificao pela fA justificao pela fe paz com Deuse paz com Deuse paz com Deuse paz com Deuse paz com Deus

    1-Tendo sido, pois, justificados pela f, te-mos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cris-to;

    2-Pelo qual tambm temos entrada pela fa esta graa, na qual estamos firmes, e nos glo-riamos na esperana da glria de Deus.

    3-E no somente isto, mas tambm nos glo-riamos nas tribulaes; sabendo que a tribula-o produz a pacincia,

    4-E a pacincia a experincia, e a experi-ncia a esperana.

    5-E a esperana no traz confuso, por-quanto o amor de Deus est derramado em nos-sos coraes pelo Esprito Santo que nos foidado.

    6-Porque Cristo, estando ns ainda fracos,morreu a seu tempo pelos mpios.

    7-Porque apenas algum morrer por umjusto; pois poder ser que pelo bom algum ousemorrer.

    8-Mas Deus prova o seu amor para conos-co, em que Cristo morreu por ns, sendo ns ain-da pecadores.

    9-Logo muito mais agora, tendo sido justifi-cados pelo seu sangue, seremos por ele salvosda ira.

    10-Porque se ns, sendo inimigos, fomosreconciliados com Deus pela morte de seu Filho,muito mais, tendo sido j reconciliados, seremossalvos pela sua vida.

    11-E no somente isto, mas tambm nosgloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cris-to, pelo qual agora alcanamos a reconciliao.

    12-Portanto, como por um homem entrou opecado no mundo, e pelo pecado a morte, assimtambm a morte passou a todos os homens porisso que todos pecaram.

    13-Porque at lei estava o pecado no mun-do, mas o pecado no imputado, no havendolei.

    14-No entanto, a morte reinou desde Adoat Moiss, at sobre aqueles que no tinhampecado semelhana da transgresso de Ado,o qual a figura daquele que havia de vir.

    15-Mas no assim o dom gratuito como aofensa. Porque, se pela ofensa de um morrerammuitos, muito mais a graa de Deus, e o dompela graa, que de um s homem, Jesus Cris-to, abundou sobre muitos.

    16-E no foi assim o dom como a ofensa,por um s que pecou. Porque o juzo veio de umas ofensa, na verdade, para condenao, mas odom gratuito veio de muitas ofensas para justifi-cao.

    17-Porque, se pela ofensa de um s, a mor-te reinou por esse, muito mais os que recebem aabundncia da graa, e do dom da justia, reina-ro em vida por um s, Jesus Cristo.

    18-Pois assim como por uma s ofensa veioo juzo sobre todos os homens para condena-o, assim tambm por um s ato de justia veioa graa sobre todos os homens para justificaode vida.

    19-Porque, como pela desobedincia de ums homem, muitos foram feitos pecadores, as-sim pela obedincia de um muitos sero feitosjustos.

    20-Veio, porm, a lei para que a ofensaabundasse; mas, onde o pecado abundou, supe-rabundou a graa;

    21-Para que, assim como o pecado reinouna morte, tambm a graa reinasse pela justiapara a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Se-nhor.

    Agenda da sustentabilidade: o dilema das empresaspara reduzir e neutralizar as emisses de carbono

    A agenda da sus-tentabilidade ampla eseu cumprimento, desa-fiador. Temos deman-das mltiplas por recur-sos naturais variados e,a um s tempo, amea-as importantes aosecossistemas que ostornam disponveis. uma equao que ain-da no fecha se consi-derarmos uma perspec-tiva temporal mais alon-gada - que caracteriza odesenvolvimento sus-tentvel.

    As indstrias e osetor produtivo so res-ponsveis pela transfor-mao desses recursosem bens e servios, emprodutos e com moditi-es sumamente impor-tantes para o atendi-mento das diversas de-mandas das pessoas, oque garante o funciona-mento das sociedades.

    De fato, as emis-ses de gases de efeitoestufa (GEE) se refe-rem a processos quevisam a atender essasnecessidades.

    E isso exige, paracomear, mais energia,mais gua e mais ali-mentos. As empresasque nos oferecem bens,servios e commodities tm responsabilidadespelo uso responsveldos recursos que supor-tam seus processos e,afinal, viabilizam seusnegcios. nesse sen-tido que polticas corpo-rativas de sustentabili-dade comeam a mar-car o cenrio empresa-rial.

    A mensuraodas emisses de GEEj rotina em muitasempresas que resolve-ram ser pr-ativas naimplementao daagenda da sustentabili-dade. Algumas delasrealmente a utilizamcomo ferramenta degesto interna para me-lhorar processos e pro-dutos, reduzindo a in-tensidade carbnica elogrando eficincia ope-racional e financeira.Mas evidente que as

    mudanas embutemcustos marginais quepodem ser importantesou mesmo impeditivos.

    Ademais, a dispo-sio de reduzir a inten-sidade carbnica podemostrar-se economica-mente invivel diantedas opes tecnolgi-cas disponveis ou doscondicionantes de mer-cado. E pode implicarperda de competitivida-de da empresa no setorem que atua se as de-mais no se sentirem,ou forem, igualmentecompelidas a promov-las. Entretanto, a gestodas emisses podecombinar a reduopossvel de parte dasemisses com a neutra-lizao de seu comple-mento, justamenteaquele que embute oscustos marginais de re-duo mais elevados.Existem tecnologias eferramentas para isso., portanto, uma ques-to de deciso.

    Frequentementese compensam emis-ses com o plantio dervores, haja vista a ca-pacidade das plantasem crescimento de es-tocar carbono. umaao vlida, sobretudose aliada a projetos dereflorestamento e derecuperao da vegeta-o ciliar em reas demanancial. Todavia,alm de ser metodolo-gicamente complexogarantir que determina-da quantidade de carbo-no ser absorvida (ousequestrada) em umadada rea florestal, aao se sujeita a riscospermanentes de que ocarbono sequestradosimplesmente retorne atmosfera, por exem-plo, pela ao de pra-gas e em virtude de in-cndios florestais crimi-nosos ou devidos a in-tempries climticas.

    A neutralizaopela via da alocao decrditos de carbono,gerados em projetosenergticos verificadose certificados custo-

    efetiva e definitiva natica da neutralizao.Essa ao realmente seconstitui em soluo namedida em que as re-dues j ocorreram eno podem mais ser re-vertidas, sendo umacontribuio real e men-survel ao combate smudanas climticasglobais.

    Compreende-se,todavia, que o tipo desoluo a ser adotadopela empresa tambmuma funo de quo madura est sobre aagenda da sustentabili-dade em relao ao seumodelo de negcio. Ouseja: em como os resul-tados ambientais donegcio se articulamcom a sua poltica desustentabilidade.

    A verdade queas circunstncias atuaisnos convidam a buscarmaior racionalidade noaproveitamento dos ser-vios prestados pelosecossistemas. Nessequadro, o setor privado o agente da mudanade patamar na relaode utilizao dos recur-sos naturais. De seu tur-no, a gesto de emis-ses de GEE, median-te a reduo e a neutra-lizao, um item tan-gvel e vivel dessaagenda - e que se ope-ra na empresa.

    Por Silneiton Favero

  • GAZETA DE VARGINHA, 23/05/2013

    LOCAL 03

    Dados so da Secretaria de Estado de Defesa Social e se referem os quatro primeiros meses do ano

    Varginha tem diminuio de 50%no nmero de crimes violentosA cidade de Varginha

    registrou uma queda de50% no nmero de crimesviolentos no primeiro qua-drimestre de 2013, segun-do as ltimas estatsticasdivulgadas pela Secretariade Estado de Defesa So-cial (Seds). O municpiofoi o