gazeta de varginha - 22/05/2015

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Edio 9.237

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  • Mx: 24 / Mn: 14

    Assaltos crescem mais de 40%

    EDIO 9.237R$ 1, 00 VARGINHA, 22 DE MAIO DE 2015

    Segundo a PM, 44% das prises por crimes violentos em Varginha este ano envolvem menores

    gazetadevarginha@gmail.comwww.jornalgazetadevarginha.com facebook.com/gazetavga

    pgina 02

    PONTO DE VISTA

    DEUS FIEL

    Samuel enviado a Jess

    Receita Federal

    alerta sobre

    contrabando

    de cigarros

    em Varginha

    A ocorrncia de rou-bos em Varginha tem au-mentado nos primeiroscinco meses do ano, assimcomo em Minas Geraiscomo um todo. Os dadosdivulgados pela Secretariade Estado de Defesa Soci-al apontam ainda um au-mento de homicdios demaro para abril.

    Em Varginha, em abrilforam registrados 18 rou-bos, contra 14 em maro.Um levantamento feitopela Polcia Militar apontaum aumento desse tipo decrime, de janeiro a maio,de 40,98% em se compa-rando ao mesmo perodode 2014. Neste caso so-mando-se ainda os roubostentados. Esses nmerosso maiores que os regis-trados no estado, 12,91%.Presdio de Varginha funciona

    com o triplo da capacidade

    49ANOS

    Revelando Verdades

    local/pgina 04

    Samuel 16local/pgina 03

    Mais dois assaltos euma tentativa soregistrados em 24h

    TEMPO

    local/pgina 05

    Um levantamento daSecretaria de Estado deDefesa Social aponta queh superlotao em pelomenos seis presdios doSul de Minas. Em Vargi-nha, o nmero de presos trs vezes maior do que acapacidade. Em PousoAlegre, a Defensoria P-blica chegou a pedir a in-terdio parcial do local

    por falta de vagas e gua. Asecretaria afirma que me-didas emergenciais j es-to sendo tomadas pararesolver o problema. Osjovens fazem parte de umapopulao carcerria queno para de crescer e quetambm no encontra es-pao para a ressocializao.

    regional/pgina 06

    PF cumpremandadojudicial daLava Jatona regio

    Especial // Segurana

    pgina 09

    local/pgina 05

  • 22 DE MAIO DE 201502 | GAZETA DE VARGINHAPONTO DE VISTA

    Gazeta de Varginha LtdaCNPJ: 21.535.075/0001-47

    Telefones(35) 3221-4668

    (35) 3221-4845 (fax)

    Dirio de circulao regionalHorrio de funcionamento:

    8h s 18h

    Diretora administrativa:Ana Maria Silva Piva

    Jornalista responsvel:Lanamara Silva (MTB: 8304 JP)

    Editor:Rodrigo S. Fernandes(Sindjori-MG: 312/99)

    Administrao / reviso:Lanamara Silva

    Jornalista e superintendentede redao:

    Paulo Ribeiro da SilvaFernandes (MTB: 16.851)

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    ABRAJORI AssociaoBrasileira de Jornais do

    InteriorSINDJORI Sind. Prop. De

    Jornais e Revistas doInterior

    ADJORI Associao dosJornais do Interior de

    Minas GeraisADI Associao dosJornais do Interior de

    Minas Gerais

    A redao no se responsa-biliza por conceitos emitidosem artigos assinados, mes-mo sob pseudnimos, queso de inteira responsabili-dade de seus autores.

    1- Ento disse o SE-NHOR a Samuel: Atquando ters d deSaul, havendo-o eurejeitado, para queno reine sobre Isra-el? Enche um chifrede azeite, e vem, envi-ar-te-ei a Jess o bele-mita; porque dentreos seus filhos me te-nho provido de umrei.

    2- Porm disse Sa-muel: Como irei eu?pois, ouvindo-o Saul,me matar. Ento dis-se o Senhor: Tomauma bezerra das vacasem tuas mos, e dize:Vim para sacrificar aoSenhor.

    3- E convidars aJess ao sacrifcio; eeu te farei saber o quehs de fazer, e ungir-me-s a quem eu tedisser.

    4- Fez, pois, Samuel

    o que dissera o Senhor,e veio a Belm; ento osancios da cidade sa-ram ao encontro, tre-mendo, e disseram: Depaz a tua vinda?

    5- E disse ele: depaz, vim sacrificar aoSenhor; santificai-vos,e vinde comigo ao sa-crifcio. E santificou elea Jess e a seus filhos, eos convidou ao sacrif-cio.

    6- E sucedeu que,entrando eles, viu a Eli-abe, e disse: Certamen-te est perante o Se-nhor o seu ungido.

    7- Porm o Senhordisse a Samuel: Noatentes para a sua apa-rncia, nem para agrandeza da sua estatu-ra, porque o tenho re-jeitado; porque o Se-nhor no v como v ohomem, pois o homemv o que est diante dos

    Palavras de Vida

    Samuel enviado a JessSamuel 16

    olhos, porm o Senhorolha para o corao.

    8- Ento chamou Jes-s a Abinadabe, e o fezpassar diante de Sa-muel, o qual disse:Nem a este tem escolhi-do o Senhor.

    9- Ento Jess fezpassar a Sama; pormdisse: Tampouco a estetem escolhido o Se-nhor.

    10- Assim fez passarJess a seus sete filhosdiante de Samuel; po-rm Samuel disse a Jes-s: O Senhor no temescolhido a estes.

    11- Disse mais Samuela Jess: Acabaram-se osmoos? E disse: Aindafalta o menor, que estapascentando as ove-lhas. Disse, pois, Sa-muel a Jess: Mandacham-lo, porquantono nos assentaremosat que ele venha aqui.

    12- Ento mandoucham-lo e f-lo entrar(e era ruivo e formosode semblante e de boapresena); e disse o Se-nhor: Levanta-te, eunge-o, porque estemesmo.

    13- Ento Samuel to-mou o chifre do azeite,e ungiu-o no meio deseus irmos; e desdeaquele dia em diante oEsprito do Senhor seapoderou de Davi; en-to Samuel se levantou,e voltou a Ram.

    14- E o Esprito doSenhor se retirou deSaul, e atormentava-oum esprito mau daparte do Senhor.

    15- Ento os criadosde Saul lhe disseram:Eis que agora o espri-to mau da parte deDeus te atormenta;

    16- Diga, pois, nossosenhor a seus servos,

    que esto na tua pre-sena, que busquemum homem que saibatocar harpa, e ser que,quando o esprito mauda parte de Deus viersobre ti, ento ele toca-r com a sua mo, e teachars melhor.

    17- Ento disse Saulaos seus servos: Buscai-me, pois, um homemque toque bem, e tra-zei-mo.

    18- Ento respondeuum dos moos, e disse:Eis que tenho visto aum filho de Jess, o be-lemita, que sabe tocar e valente e vigoroso, ehomem de guerra, eprudente em palavras,e de gentil presena; oSenhor com ele.

    19- E Saul envioumensageiros a Jess,dizendo: Envia-meDavi, teu filho, o queest com as ovelhas.

    Empresas rurais familiares: conflitos e solues

    20- Ento tomouJess um jumentocarregado de po, eum odre de vinho, eum cabrito, e enviou-os a Saul pela mo deDavi, seu filho.

    21- Assim Davi veioa Saul, e esteve pe-rante ele, e o amoumuito, e foi seu pa-jem de armas.

    22- Ento Saulmandou dizer a Jes-s: Deixa estar a Daviperante mim, poisachou graa em meusolhos.

    23- E sucedia que,quando o espritomau da parte deDeus vinha sobreSaul, Davi tomava aharpa, e a tocava coma sua mo; ento Saulsentia alvio, e seachava melhor, e oesprito mau se reti-rava dele.

    Cilotr Iribarrem

    O que mais difcil:administrar uma empre-sa rural com xito oumanter a harmonia emuma famlia? Difcil sa-ber. Mas h algo aindamais complicado: irmosadministrando uma em-presa familiar. So senti-mentos e discrdias mis-turados com balancetes enegociaes. poucoprovvel que dessa rela-o no surjam embates,pois envolve reas pro-blemticas. De um lado,h uma relao com a car-ga emocional de uma vidainteira; do outro, uma ro-tina pautada pela razo,por nmeros e resulta-dos.

    O primeiro aspecto ase levar em conta que,de uma forma ou de ou-tra, contratempos surgi-ro. O mbito empresa-rial no agronegcio muito dinmico. Hmuito em jogo: relaocom clientes, atendi-mento de demandas,

    controle de produo, lo-gstica, gesto de pesso-as e, principalmente, di-nheiro. Com tantas res-ponsabilidades, naturalque scios (e mesmo de-mais funcionrios) seconfrontem. Contudo,nesse ambiente imperaum respeito mtuo aoqual nos submetemos emnome da boa convivncia.

    Agora, imaginemosas tenses profissionaisno meio familiar, em umaatmosfera em que aquelerespeito orientado pelasregras do mercado d lu-gar informalidade dequem se conhece desdepequeno. Pois os irmos-scios esto justamentenesse contexto, permea-do de conflitos racionais,naturais (em funo dasatribuies empresari-ais), com o agravante deelementos emocionais.Em primeiro lugar, fundamental ter clarezasobre a origem dessa so-ciedade. So scios por-que tm afinidades oupor uma questo suces-

    sria? No primeiro caso,temos uma escolha; nosegundo, uma contin-gncia. E a que podeestar a origem de seusproblemas.

    Os objetivos dos s-cios devem ser compar-tilhados em uma empre-sa normal, quanto maisem uma familiar. Porisso, o primeiro passopara a resoluo de di-vergncias nessa espciede negcio definir umaviso comum sobre o tipode empreendimento, aforma de gesto e os ob-jetivos gerais. Com isso,os demais inconvenien-tes so minimizados.Mas se a sociedade foiestabelecida somenteem funo de sucesso,com incompatibilidadeentre as partes, algumasaes acabam tornando-se absolutamente indis-pensveis.

    Na segunda geraode direo familiar, o as-pecto emocional costu-ma prevalecer sobre ojurdico, diferente do

    que ocorre na terceiragerao. Dessa forma,irmos so mais irmosque scios e primos somais scios que primos.Portanto, indispens-vel que as ferramentasde governana corpora-tiva sejam estabelecidaslevando-se em conside-rao as particularidadesdessa associao. pre-ciso estabelecer clara-mente as funes e res-ponsabilidades de cadaum. Esse expedienteleva resoluo de umaquesto central: quemexerce a liderana do ne-gcio e de que forma ofaz.

    Com isso esclareci-do, pode-se partir pro-fissionalizao da admi-nistrao dos negciosno campo, no sentido deorientar as anlises e de-cises objetividade,minimizando os impul-sos. Assim, com regrasclaras, respeito ao orga-nograma e comunicaofranca mas respeitosa,caminha-se rumo ao

    controle emocional e evoluo racional.

    * Cilotr Borges Iri-

    barrem, consultor emGovernana e SucessoFamiliar em EmpresasRurais.

  • LOCALGAZETA DE VARGINHA | 0322 DE MAIO DE 2015

    Presdio de Varginha funcionacom o triplo da capacidadeLevantamento do Estado aponta que h superlotao em pelo menos seis presdios da