Gazeta de Varginha - 23/08 a 25/08/2014

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Edio 9.056

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  • pgina 02

    PONTO DE VISTA

    Nmeros 11

    Mx: 28 / Mn: 11

    As murmuraes dos israelitas

    Primeiro ms de campanha temcerca de 300 denncias em MG

    EDIO 9.056R$ 1, 00 VARGINHA, 23 A 25 DE AGOSTO DE 2014

    DEUS FIEL

    local/pgina 03

    Segundo o TRE-MG, placas, cavaletes e cartazes lideram ranking de propaganda irregular

    local/pgina 03

    Em pouco mais deum ms de campanhaeleitoral, o TribunalRegional Eleitoral deMinas Gerais (TRE-MG) j recebeu 290 de-nncias de propagan-das irregulares, segun-do balano parcial at oincio da tarde destaquinta-feira (14). A m-dia de 7,2 registrospor dia, desde 6 de ju-lho.

    O nmero de irre-gularidades pode serainda maior, uma vez

    Praa do ET recebe evento de arte

    e economia solidria neste sbado

    que o relatrio conside-ra apenas as notifica-es formalizadas atra-vs do sistema de de-nncias online da Jus-tia Eleitoral.

    As denncias maiscomuns referem-se aouso ilegal de placas, ca-valetes, cartazes e cola-gens. Ainda no regu-lamentada, a propa-ganda na internet tam-bm j aparece entre asmais frequentes.

    gazetadevarginha@gmail.com

    www.jornalgazetadevarginha.com

    facebook.com/gazetavga

    local/pgina 04

    Teatro, msica, rodade capoeira e artesanato.Essas so algumas das atra-es da 3 Edio da Feirade Arte Solidria, queser realizada pelo Ecoe-trix Parquescola neste s-bado (23). O evento segue

    firme no propsito de fo-mentar uma economiamais humanizada. Para issoincentiva mensalmente aprtica da troca de objetose utenslios.

    local/pgina 05

    Segurados do INSSprecisam renovar senha nos

    bancos at o fim do ano

    PM realiza

    apreenses

    de drogas

    em diversos

    bairros de

    Varginha

    Professores do Grupo

    Unis aprendem novasmetodologias de ensino

    local/pgina 05

  • CNPJ: 21.535.075/0001-47

    A redao no seresponsabiliza por

    conceitos emitidos emartigos assinados, mesmo

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    Dirio de CirculaoRegional - Diretora

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    - Paulo Ribeiro da SilvaFernandes

    (Jornalista e superintenden-te de redao-

    M.T.TB.16.851) - Horriode funcionamento das08:00hs s 18:00hs

    ABRAJORI - AssociaoBrasileira de Jornais do

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    23 A 25 DE AGOSTO DE 201402 | GAZETA DE VARGINHAPONTO DE VISTA

    Airton Cicchetto

    Por mais que se pro-pagem os benefcios deuma gesto estruturadaou os riscos de no t-la,parece que nem todos osexecutivos do a devidaateno ao tema. Recen-temente, a revista Exame,publicou uma pesquisana qual 20% dos entre-vistados consideram quesua empresa no se pre-ocupa em investir na me-lhoria da gesto. O estu-do foi feito pela Funda-o Nacional da Qualida-de (FNQ) e entrevistouexecutivos de 212 empre-sas brasileiras.

    Difcil acreditar quenum ambiente de neg-cios to acirrado comonos dias atuais, ainda hajadescuido com a gesto.No segmento das PMEs,pequenas e mdias em-presas, a situao aindapior. Conforme publica-do no jornal

    O Estado de So Pau-lo de 13 de agosto, dadosde recente pesquisa doSebrae-SP mostram queo empreendedor brasi-leiro ainda comete errosbsicos. Diz a matria:nada menos do que 46%(quase metade) dos en-

    trevistados no sabiamquantos eram seus clien-tes potenciais ou seus h-bitos de consumo. Aindapior: 39% deles desco-nheciam qual era o capi-tal de giro necessriopara manter o negcio ematividade e outros 38%no tinham sequer pes-quisado sobre seus con-correntes. Estes nme-ros ajudam a explicar emgrande parte as dificul-dades financeiras pelasquais passa o empresari-ado no pas e o baixo ndi-ce de sobrevivncia dasempresas brasileiras.Uma em cada quatro cer-ram as portas antes dosprimeiros dois anos deatividades.

    No mundo modernotudo precisa ser gerenci-ado: a vida pessoal, a car-reira profissional, o tem-po, a agenda, enfim, tudodeve ser controlado e,quando algo escapa aonosso controle ou no seapresenta como deveria, provavelmente porqueno o estamos gerenci-ando adequadamente.Desde cedo as crianas dehoje aprendem a ter res-ponsabilidade sobre seuscompromissos, isto ,aprendem a gerenciar sua

    agenda. Com mais razo, se

    espera que um gestor deempresas busque umcontnuo aperfeioamen-to de suas competnciasgerenciais, com vistas aomelhor desempenho desuas funes profissio-nais e aprimoramento docomplexo de gerencia-mento de sua empresa. Omesmo esperado de umprofissional liberal que,alm de competncia econhecimentos no seuramo especfico de atua-o, tem tambm que de-senvolver capacidade degerenciar sua atividade-empresa. Nestes casos, acompetncia na gestoajuda a explicar porqueprofissionais, mdicos,dentistas, advogados, ar-quitetos, entre outros,muitas vezes, formadosna mesma escola, nomesmo ano, mesma tur-ma, apresentam diferen-tes graus de sucesso emsuas carreiras profissio-nais.

    Todos sabemos quegerenciar uma organiza-o, seja ela pequena,mdia, de grande porte,pblica ou privada, no tarefa simples. Gerenci-ar d trabalho, entretan-

    to, o ambiente dos neg-cios vem ficando cada diamais competitivo, exi-gente e desafiador. Ge-renciamento tornou-seuma atribuio comple-xa, por tratar de questesmuito abrangentes, comproblemas e demandasde toda ordem, que ocor-rem simultaneamente eexigem do gestor res-postas adequadas e ime-diatas s mais diversassolicitaes.

    A importncia dagesto e essas pressesdo ambiente fomenta-ram, no mundo todo, umaverdadeira indstria domanagement editorial.Nos ltimos vinte anos,se pesquisou e publicoumais sobre gerenciamen-to do que nos 2 mil anosprecedentes, no mundocristo. Como resultado,h hoje uma infinidade demodelos, conceitos, tc-nicas, parmetros e fer-ramentas de gesto dis-posio dos gerentes eadministradores.

    Como se v, o mun-do tem pesquisado e in-vestido maciamente emgerenciamento, pois cadavez mais as empresas eprofissionais precisamaprimorar seus mtodos

    Por que tantas empresas ainda no investem em gesto?

    1 - E ACONTE-CEU que, queixou-seo povo falando o queera mal aos ouvidosdo SENHOR; e ou-vindo o SENHOR asua ira se acendeu; eo fogo do SENHORardeu entre eles e con-sumiu os que estavamna ltima parte do ar-raial.

    2 - Ento o povoclamou a Moiss, eMoiss orou ao SE-NHOR, e o fogo seapagou.

    3 - Pelo que cha-mou aquele lugar Ta-ber, porquanto ofogo do SENHOR seacendera entre eles.

    4 - E o vulgo, queestava no meio deles,veio a ter grande de-sejo; pelo que os filhosde Israel tornaram achorar, e disseram:

    Quem nos dar carne acomer?

    5 - Lembramo-nosdos peixes que no Egi-to comamos de graa;e dos pepinos, e dosmeles, e dos porros, edas cebolas, e dos alhos.

    6 - Mas agora a nos-sa alma se seca; coisanenhuma h seno esteman diante dos nossosolhos.

    7 - E era o mancomo semente de coen-tro, e a sua cor como acor de bdlio.

    8 - Espalhava-se opovo e o colhia, e emmoinhos o moa, ounum gral o pisava, e empanelas o cozia, e delefazia bolos; e o seu sa-bor era como o sabor deazeite fresco.

    9 - E, quando o or-valho descia de noitesobre o arraial, o man

    descia sobre ele.10 - Ento Moiss

    ouviu chorar o povopelas suas famlias, cadaqual porta da sua ten-da; e a ira do SENHORgrandemente se acen-deu, e pareceu mal aosolhos de Moiss.

    11 - E disse Moissao SENHOR: Por quefizeste mal a teu servo,e por que no achei gra-a aos teus olhos, vistoque puseste sobre mimo cargo de todo estepovo?

    12 - Concebi eu por-ventura todo este povo?Dei-o eu luz? para queme dissesses: leva-o aoteu colo, como a amaleva a criana quemama, terra que juras-te a seus pais?

    13 - De onde teriaeu carne para dar a todoeste povo? Porquanto

    Palavras de Vida

    As murmuraes dos israelitasNmeros 11Parte Icontra mim choram, di-zendo: D-nos carne acomer;

    14 - Eu s no pos-so levar a todo estepovo, porque muito pe-sado para mim.

    15 - E se assim fazescomigo, mata-me,peo-te, se tenho acha-do graa aos teus olhos,e no me deixes ver omeu mal.

    16 - E disse o SE-NHOR a Moiss: Ajun-ta-me setenta homensdos ancios de Israel,que sabes serem anciosdo povo e seus oficiais;e os trars perante a ten-da da congregao, e aliestejam contigo.

    17 - Ento eu des-cerei e ali falarei conti-go, e tirarei do espritoque est sobre ti, e o po-rei sobre eles; e contigolevaro a carga do povo,

    para que tu no a levessozinho.

    18 - E dirs ao povo:Santificai-vos para ama-nh, e comereis carne;porquanto chorastesaos ouvidos do SE-NHOR, dizendo:Quem nos dar carne acomer? Pois amos bemno Egito; por isso o SE-NHOR vos dar carne,e comereis;

    19 - No comereisum dia, nem dois dias,nem cinco dias, nemdez dias, nem vinte dias;

    20 - Mas um msinteiro, at vos sair pe-las narinas, at que vosenfastieis dela; por-quanto rejeitastes aoSENHOR, que est nomeio de vs, e choras-tes diante dele, dizendo:Por que samos do Egi-to?

    21 - E disse Moiss:

    Seiscentos mil ho-mens de p estepovo, no meio do qualestou; e tu tens dito:Dar-lhes-ei carne, ecomero um ms in-teiro.

    22 - Degolar-se-opara eles ovelhas e va-cas que lhes bastem?Ou ajuntar-se-o paraeles todos os peixes domar, que lhes bastem?

    23 - Porm, o SE-NHOR disse a Moi-ss: Teria sido encur-tada a mo do SE-NHOR? Agora versse a minha palavra seh de cumprir ou no.

    24 - E saiu Moi-ss, e falou as palavrasdo