storytelling ou brand story?

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Post on 29-Nov-2014

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Há um bom tempo estamos falando do poder de contar histórias e como isso poder mudar as empresas, maneira de se vender. Aqui, eu reuni algumas boas e envolventes histórias que as marcas contam aos seus públicos...tornando-as únicas nas nossas mentes! Trabalho que leva em comparação o texto Art of Immersion da Wired Magazine. Enjoy it!

TRANSCRIPT

  • 1. Boa tarde.
  • 2. Hoje vamos falar da importnciadas histrias e formatos na vida das marcas e das pessoas.Para embasar esse trabalho, antes vamos analisar um pouco o texto The Art of Immersion e depoisseguiremos com alguns cases que foram inovadores na nossa rea
  • 3. TEXTO CRTICOVoc sabia que a diviso das marcas prprias cresceu 21% em 2010 e j representam 7% do mercado? Para ns,no papel de consumidor uma tima oportunidade porque mais dinheiro sobrando no bolso. Para ns, nopapel de publicitrio mais um grande desafio a ser encarado com muito trabalho por vir. Parte da cultura emmuitos pases, essa iniciativa com certeza vai mexer com o mercado brasileiro. E junto desse texto, em queabordaremos mais sobre seu contedo, h duas palavras muito importantes ligadas a essas estatsticas:Relevncia e Abordagem.Na minha trajetria tive a oportunidade de assistir muitos trabalhos fracos e poucas iniciativas vitoriosas. O queeu cito como fraco so marcas que podem fazer mais ou ir alm, mas quem est por trs dela parece termedo de ousar. Com isso, a empresa lana um produto e se no vendeu porque as pessoas no estopreparadas. Jogam o erro para o pblico., como se eles fossem tolos. J os trabalhos que destacam-se comsuas marcas no cotidiano das pessoas, eles procuram sempre apresentar algo novo e arriscar dizer o que elaspensam....ou adaptar-se aos valores atuais.O ponto que quero chegar bem simples. Em qualquer trabalho, antes de tudo eu olho a marca e o que o seuproduto pode trazer de benefcios para a vida das pessoas. Comunicao ou formato vem como consequncia.As empresas devem ser diferentes no DNA para destacar-se como marca. No trecho We can see the outlinesof a new art form, but its grammar is as tenuous and elusive as the grammar of cinema a century agorefora que muitas empresas fazem algumas aes mais inovadores e j consideram-se ousadas. Nodevemos subestimar o prximo. As pessoas esto mais inteligentes, informadas e crticas. Isso exigiu marcasmais responsveis. e engajadas com a atualidade. No vai ser a Internet, midia social ou a TV que vai mudar asua marca se voc no ter uma boa histria para contar com uma abordagem surpreendente. Viveremos otempo da histria e relevncia, caso contrrio as marcas viraro commodities.http://www.wired.com/epicenter/2011/03/why-do-we-tell-stories/all/1
  • 4. COMO PODEMOS TRAZER ISSO PARA A PRTICA?
  • 5. TRECHO 1: CASE 1patterns in the visual forms of nature a face, a figure, a flower and in sound, sotoo it detects patterns in information.Stories are recognizable patterns, and in thosepatterns we find meaning. We use stories to make sense of our world and toshare that understanding with others. They are the signal within the noise.PARA FUGIR DO PADRO, UMA MARCATEM QUE EMOCIONAR PARA QUE ASPESSOAS ABRACEM UMA CAUSAATRAVS DESSA EXPERINCIA NICA.
  • 6. TRECHO 1: CASE 1 POSSVEL VENDER ESPERANAEM UMA LOJA E LEVAR UMAGARANTIA TANGVEL EM TROCA?
  • 7. TRECHO 1: CASE 1Definio da Store: Neste Natal venha conheceruma loja diferente de todas as outras. Este ano aLoja da Cruz Vermelha Portuguesa vendehistrias de Esperana.Aqui, os livros tm as suas pginas em branco.Mas porqu pginas em branco? Porque quantomais pessoas comprarem os livros, maiores soas hipteses das histrias de esperana quevemos nas capas, se tornarem realidade. Ou seja,cada doao escreve uma pgina de uma dashistrias de Esperana que vemos aqui. Esta uma loja em que voc sai de mos vazias, mascom a imaginao cheia de esperana.
  • 8. TRECHO 1: CASE 1A Cruz Vermelha Portuguesa e Espanhola criaram uma dasmais envolventes histrias defendendo uma marca e uma causa.Atualmente, as pessoas fazem doaes de dinheiro e muitas vezesficam intrigadas sobre o destino dos valoresno recebem nada emtroca e acabam por ter um baixo envolvimento com a instituio.Junto da Leo Burnett Lisboa, a Cruz Vermelha ocupa h 2 anos as lojassem uso nos shoppings de Lisboa ou Madrid no perodo do Natal com oobjetivo de vender um novo produto as pessoas: VENDER ESPERANA.Na primeira edio, o pblico adquiria postais com a histria dedeterminada pessoa e como essa compra poderia ajud-la. Nasegunda edio, o pblico tinha a opo de comprar acessrios e livroscom pginas em branco...para que uma nova histria de mudana eesperana para ser escrita. Essa iniciativa que envolveu diferentesmeios de comunicao permitiu aos doadores conhecerem mais deperto as aes da marca e levar consigo uma lembrana.Spot TV: http://www.youtube.com/watch?v=iGWPxz1Ok0wLoja online, site oficial: http://www.cruzvermelhastore.com/Video case: http://www.youtube.com/watch?v=JMdKip1ejEc
  • 9. TRECHO 1: CASE 2COMO ENVOLVER E TRAZER OPBLICO PARA A DCADA DE 60EM UMA AO DE 10 DIAS?
  • 10. A Stella Artois Black conduziu uma TRECHO 1: CASE 2ao em Londres que durou 10 dias eenvolveu 10 pubs. Bastava os inglesesirem aos lugares participantes, compraruma Stella Artois Black e ganhar entoum ticket. Nos dias selecionados, otelefone comea a tocar e o barmaninicia a convocao das pessoas, quetrocaro o ticket por uma experinciamuito bacana.Os clientes so convidados a entrar emum Citron DS, clssico dos anos 60, elevados a conhecer algumas dasprincipais ruas da noite londrina, sendopersonagem central de uma encenaoartstica, da qual voc o elementochave. Uma ao muito criativa, quedefinitivamente pe consumidor emarca em uma histria juntos.Video campanha http://www.youtube.com/watch?v=y2idGQ4y3oo
  • 11. TRECHO 1: CASE 3COMO UMA MARCA PODEDESTACAR-SE EM UM PBLICOCOM MAIS DE 30 ANOS DE IDADE?
  • 12. TRECHO 1: CASE 3
  • 13. TRECHO 1: CASE 3Para manter viva a marca Gatorade entre o pblico com mais de 30 anos,que muitas vezes deixa o esporte de lado, a marca resolveu reeditar algunsjogos clssicos do esporte universitrio ou de high school. Ou seja, depois deuma dcada, deu a oportunidade de revanche a estas equipes. E, para isso,teve que colocar os ex-atletas em forma.O primeiro movimento deste projeto, batizado de Replay, foi no futebolamericano (que levou GP de PR e Promo em Cannes). Depois aconteceuReplay 2, tendo o hckey como tema. E agora, este ano, rola o Replay 3,reeditando um jogo de basquete entre dois times de Chicago que estorecebendo suporte tcnico dos astros da NBA Dwyane Wade e DwightHoward.Aps o incio do projeto, as vendas tiveram um incremento de 63%.
  • 14. TRECHO 2Every new medium has given rise to a new form of narrative. () And it isimmersive - meaning that you can use it to drill down as deeply as youlike about anything you want to know about.O MEIO A MENSAGEM OU AMENSAGEM UM MEIO?
  • 15. TRECHO 2: CASE 1AJUDAR AS CRIANAS DE SOPAULO COM APENAS UM CLICK,DOWNLOAD. A INTERNET E AMSICA AJUDANDO A MELHORARAS VIDAS.
  • 16. TRECHO 2: CASE 1A Casa do Zezinho uma ONG localizada em So Paulo que atendeatualmente cerca de 1200 jovens de 6 a 21 anos que estudam de escolaspblicas localizadas nas suas proximidades.Aproveitando o natal, a Almap BBDO e a Ponto Mobi se uniram parapresentear os jovens com os to sonhados instrumentos musicais. Aparceria rendeu o projeto Os Ringtnicos. Sem usar nenhum instrumentomusical, os garotos foram convidados a soltarem a voz na gravao devrios ringtones, as famosas musiquinhas de celular. Depois de gravar eeditar cada um, todos foram disponibilizados para download em umhotsite criado para a ao.A sacada est exatamente a. Cada toquinho custa 4 reais, e essevalor integralmente revertido para a compra dos intrumentosmusicais para a sala de msica da Casa do Zezinho. A venda deringtones est sendo um sucesso e os instrumentos j foramconquistados. Ao trend topic durante a semana vigente..
  • 17. TRECHO 2: CASE 2QUANDO AS PESSOAS ESTO NOCENTRO DO NEGC