se produz mais leite - ?· de chapéu de palha e roupi-nha bem puída, o caipira uri- ... senhor...

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  • SETEMBRO / 2007 N 319 ANO XXVIII COOPERATIVA DE LATICNIOS DE SO JOS DOS CAMPOS

    EXAMES DE CCS E CBT ATESTAM A QUALIDADE

    COMRAO,SE PRODUZ

    MAISLEITE

    A fbrica de raesda Cooper garante ocombustvel necessriopara o produtor respondercom mais leite recuperaodo mercado nacional

  • 2 COOPERANDO SETEMBRO / 2007

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    mensagem DIA-A-DIANOTCIAS DE INTERESSE DO PRODUTORNOTCIAS DE INTERESSE DO PRODUTOR

    DIRETOR-PRESIDENTEBenedito Vieira PereiraDIRETOR COMERCIALIvo Bonassi JniorDIRETOR DE PRODUOCustdio Mendes Mota

    DIRETORES VOGAISRodrigo Afonso RossiJorge de Paula Ribeiro

    SEDE/SO JOS DOS CAMPOSRua Paraibuna, 295 Centro Fone (0xx12) 2139-2244 Fax (0xx12)3941-1829 CEP 12245-020 So Jos dos Campos/SP

    www.cooper.com.br

    Cooperativa de Laticnios de So Jos dos Campos

    Publicao da Cooperativa de Laticnios de So Jos dos Campos Circulao dirigida a associa-dos, produtores rurais do Vale do Paraba e Sul de Minas Gerais e representantes da pecuria leiteira. PRODU-O EDITORIAL Textual Comunicao Integrada Rua Padre Rodolfo, 353 Vila Ema CEP 12243-080 So Jos dos Campos/SP Telefax (0xx12) 3941-8420 atendimento@textualcomunic.com.br Texto:Wagner Matheus. Fotografia: Joo Teodoro. Produo Grfica: Carlos Eduardo Toledo. Editora responsvel:Gisela Alves Natal (MTb 13.416/SP) SUPERVISO/COOPERATIVA Alcides Barbosa de Freitas / Joo Josde Souza / Vera Regina Soares FOTOLITOS E IMPRESSO Jac Grfica e Editora PUBLICIDADE (0xx12)3941-8420 / 2139-2225 Capa: Foto Joo Teodoro / Textualn Registrada no cartrio de registro de ttulos e documentos sob o nmero 171519

    cooperando

    QUEM QUISERQUE CONTE OUTRA

    Urinando no que seuDe chapu de palha e roupi-nha bem puda, o caipira uri-na na cerca da maior fazendada regio. No meio do ato, elecomenta, suspirando: Ahhhh... Nada como urinnaquilo que da gente!De repente aparece o dono dafazenda, do lado de dentro dacerca, e grita: E desde quando essa fazen-da tua? Fazenda? Eu t falando da minha botina, s!

    PesquisaUm pesquisador vai casa doseu Nerso Francisco. Nerso Francisco vive aqui? pergunta o pesquisador. No. responde seu Nerso. Bem, nesse caso, qual o seunome? Nerso Francisco. Mas, o senhor no acaba deme dizer que Nerso Francis-co no vive aqui? , uai, mas oc chama issode vida?

    Caminho mais curtoEm uma cidade do interior, orapaz da cidade encontra umsenhor de uns 50 anos e lhepergunta: Vzinho, qual o caminhomais curto pra chegar no hos-pital da cidade? Uai! O caminho mais curto me cham de vzinho traviz!

    momento que estamos vivendo obriga o produtor deleite a refletir e saber dosar seu entusiasmo em rela-o ao mercado de laticnios brasileiro, de maneira

    que todo o investimento que venha a realizar vise aumentosde produo cuidadosamente calculados. Em resumo, preci-so manter os ps no cho.

    A histria nos mostra que, ao longo do tempo, a atividadeleiteira sempre viveu de altos e baixos. No podemos nosesquecer de que todas as circunstncias que levaram a obter-mos melhores preos para o leite nos ltimos meses foramdevidas a fatores externos, dos quais j tratamos neste espao.

    Essas circunstncias, somadas ao longo perodo de desest-mulo produo de leite no pas, e tambm aos reflexos daentressafra, alteraram significativamente os preos do produtoao produtor. Esta situao, embora seja motivo de comemo-rao por parte de todos ns, poder passar por mudanas.

    De qualquer modo, este momento importante para queo produtor associado, mais do que nunca, se una em tornode sua cooperativa. Ao fortalecer sua entidade o produtorestar, ao mesmo tempo, fortalecendo a si prprio. Somentea unio dos associados pode construir uma entidade forte,capaz de remunerar a produo da melhor maneira possvel.

    Uma cooperativa s ser forte quando tiver a grande maio-ria de seus associados consciente de que sua fidelidade vitalpara o futuro da entidade. E o que queremos dizer com unio?, basicamente, a defesa de todas as estratgias de negcioscriadas pela entidade para ganhar fora e competitividade nomercado. estar pronto a participar ativamente da vida daentidade, defendendo-a como sendo sua, como de fato ela o. Em resumo, o bom cooperado um cooperado cem porcento, aquele que veste a camisa do seu time e o defen-de contra todos os adversrios. Uma entidade que conte comassociados que pensem e ajam desse modo, ser muito forte,quase imbatvel.

    O

    Benedito Vieira PereiraDIRETOR-PRESIDENTE

    CAUTELAE UNIO

    ANUNCIEDE GRAA

    Voc que cooperado,pode fazer seu anncioclassificado na revista

    Cooperando sem pagarnada por isto.

    Para anunciar, entreem contato com Vera

    (Atendimentoao Cooperado)

    pelo fone 2139-2202.

    ANUNCIEDE GRAA

    A Climatempo, maior empresaprivada de meteorologia da Amri-ca Latina, se associou brasileiraAtmos e passou a usar, com exclu-sividade, o radar meteorolgico lo-calizado no municpio de Mogi dasCruzes, a 40 km de So Paulo.Com alcance de 400 quilmetros,a ferramenta utilizada principal-mente para o acompanhamento deformao de nuvens e desloca-mento de tempestades.

    Com a nova parceria, a Clima-tempo comea a oferecer para opblico de interesse um novo pro-duto: o monitoramento 24 horas decondies de tempo extremo(www.climatempo.com.br/radar). Apartir de agora, chuvas fortes, ra-ios, granizo e rajadas de vento po-dero ser monitorados pelo siste-ma, que mede em tempo real ascondies meteorolgicas de todaa poro leste e sul de So Paulo,sul do Rio de Janeiro, parte do sulde Minas Gerais e do Paran, in-cluindo o litoral paranaense.

    Empresa monitorao tempo na regio

  • SETEMBRO / 2007 COOPERANDO 3

    A Cooper recebeu duas visitasde escolares durante o ms deagosto. No dia 28, cerca de 60 alu-nos da Emei Idelena Treflio deCarvalho , de So Jos dos Cam-pos, vieram conhecer como sofeitos os produtos Cooper. No dia31, foi a vez da visita dos alunosda Escola Madre Tereza , do bair-ro Jaguari, zona rural de So Josdos Campos, que trouxe 40 crian-as na faixa dos 9 aos 12 anos.

    Segundo a professora Lcia deFtima Campos Paiva Costa, res-ponsvel pela visita das crianasda Emei Idelena Treflio, o motivoda visita do grupo de alunos de 6anos de idade, que cursam o In-fantil IV, que as turmas esto tra-balhando no Projeto So Jos dosCampos e a Cooper integra o pro-jeto como uma de suas empresasmais tradicionais.

    As crianas tiram muito provei-to da visita que fazem Cooper,pois, alm de aprender durante opasseio, levam folhetos sobre o lei-te para casa e acabam at modifi-cando hbitos familiares, conta aprofessora. Ela acrescenta que falacom conhecimento de causa, poiseste o quarto ano consecutivoque organiza visitas Cooper.

    DUAS ESCOLAS VISITAM A COOPERVISITAS

    Cerca de 60 alunos visitaram a CooperProfessora Lcia: quatro anosde visitas Cooperativa

    As crianas recebem informaes sobre o leite pasteurizado

    Grupo de alunos da Escola Madre Tereza

    O ltimo levantamento daproduo nacional de gros 2006/07 realizado pela CompanhiaNacional de Abastecimento(Conab) aponta que o Brasil vaicolher a maior safra de suahistria: 131,4 milhes detoneladas. O resultado supera em6,7% a maior produo,alcanada em 2002/03, de 123,2milhes de toneladas. tambm7,3% maior que o da safra 2005/06, de 122,5 milhes detoneladas. As culturas de milho esoja so as responsveis pelobom desempenho.

    A maior safrada histria

    Desde o dia 31 de agostotornou-se obrigatrio, em todoo pas, o uso da nova Guia deTrnsito Animal (GTA) paramovimentao de animais vi-vos, ovos frteis e outros ma-teriais de multiplicao. Omodelo antigo, cuja vignciafora prorrogada at 31/8, per-de a validade. As novas gui-as, que j vinham sendo usa-das em alguns estados, soimpressas em fundo de segu-rana que no permite cpiae com inscries em tinta in-visvel, reagente luz ultravi-oleta.

    Nova GTA jest valendo

    FOTOS JOO TEODORO / TEXTUAL

  • 4 COOPERANDO SETEMBRO / 2007

    cooper

    Fbrica de Raes Cooper com-pletou dez anos de funcionamentono ltimo ms de maro. No fal-

    tou nem um presente de aniversrio, queest chegando na forma de um aumento his-trico na produo, especialmente das ra-es para bovinos.

    O pico de produo alcanado nos lti-mos meses pode ser explicado pela recu-perao da pecuria leiteira, que estimulouo aumento dos volumes de produo e, emconseqncia, uma melhor alimentao parao gado. Alm disso, o perodo de seca tam-bm contribuiu para o aumento do consumode rao, usada como forma de suprir a fal-ta do pasto para o rebanho.

    MERCADO CATIVODesde que chegou ao mercado a Rao

    Cooper est cumprindo um papel impor-tante, atuando como balizador dos preosde todos os demais concorrentes que atu-am na regio. Se a fbrica da Cooper noexistisse, certamente os preos dos produ-tos concorrentes seriam muito mais altos,garante Francisco Tadeu Sene, responsvelpelo controle de custos da unidade. Tra-balhamos com margens de lucro mnimas,seja para o cooperado, seja para os demaisclientes.

    As raes da Cooper para bovinos soadquiridas por boa parte dos associados,embora a expectativa da diretoria seja quea totalidade dos cooperados s consuma oproduto da fbrica da Cooperativa. O encar-regado da fbrica Alexandre Corra de Mo-raes observa o ranking da revista Coope-rando que traz os maiores produtores deleite B e faz um rpido balano: Cerca de

    vinte entre os trinta produtores do rankingso clientes e compram diretamente da f-brica. Outros ainda podem comprar nasede, o que d uma boa porcentagem declientes entre os cooperados, estima.

    Para ampliar esse mercado de clientesfiis, a Cooper trabalha com trs das me-lhores fabricantes de ncleo (o compostobsico da rao) do pas Master, Socil Evi-alis e Tortuga. Os tcnicos dessas empresastrabalham em parceria com a Cooper sem-

    MAIS LEITE, MAIS RAOFbrica de raesda Cooper atinge