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  • DORONCOLGICA

    II CONSENSO NACIONAL DE

  • 2II Consenso de Dor Oncolgica

    Ttulo: II Consenso Nacional de Dor OncolgicaCopyright2011 - Moreira Jr. Editora Ltda.

    Consenso Nacional de Dor Oncolgica (2. : 2010 : So Paulo, SP)

    II Consenso Nacional de Dor Oncolgica. --1. ed. -- So Paulo : EPM - Editora de Projetos

    Vrios autores.Vrios colaboradoresBibliografiaISBN 978-85-87958-07-5

    1. Cncer - Dor I. Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED).II. Associao Brasileira de Cuidados Paliativos (ASBCP).III. Sociedade Brasileira de Oncologia Clnica (SBOC). IV. Ttulo

    CDD 616.994047211-06011 NLM-QZ 200

    ndices para catlogo sistemtico:

    1. Cncer : Dor : Medicina 616.99404722. Dor Oncolgica 616.99404722. Dor Oncolgica QZ-200

    Editado por:Moreira Jr. Editora Ltda.

    Rua Henrique Martins, 493 - CEP 04504-000 - So Paulo - SPTel.: (11) 3884-9911 - Fax: (11) 3884-9993

    E-mail: editora@moreirajr.com.br - Web site: moreirajr.com.br

    Capa, diagramao e produo grfica:Victor Francisco Marclio

    Impresso:EGB - Editora Grfica Bernardi Ltda.

    Dados Internacionais de Catalogao na Publicao (CIP)(Cmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

    Proibida a reproduo total ou parcial desta obra, por qualquermeio ou sistema, sem prvio consentimento dos autores, ficandoos infratores sujeitos s penas previstas em lei.

  • 32011

    E D I T O R ES:

    Fabiola Peixoto MinsonJoo Batista Santos Garcia

    Jos Oswaldo de Oliveira JniorJos Tadeu Tesseroli de Siqueira

    Levi Higino Jales Jniore colaboradores

    DORONCOLGICA

    I I CONSENSO NACIONAL DE

    1a edio

    So Paulo

  • 4II Consenso de Dor Oncolgica

  • 5Prefcio

    Vivemos em um pas cuja estimativa de novos casos de cncer por ano alcanameio milho de pessoas, deixando-nos estarrecidos com uma realidade to con-tundente. Mais inquietante ainda saber que 40% dos pacientes em tratamentoativo e quase a totalidade daqueles com doena avanada sofrero com dor.

    Imaginamos que diante de um quadro assim to dramtico, o tratamento da doroncolgica seja sempre uma prioridade nos servios de atendimento ao cncerem nosso pas. Entretanto, a realidade do Brasil e de vrios pases ao redor domundo de subtratamento. Inmeros fatores geram esta constatao, que vari-am desde a prpria condio fsica e psquica dos pacientes at a formao epreparo das equipes de sade, a dispensao de analgsicos e polticas instituci-onais e pblicas dirigidas para o problema.

    A Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor acompanha de perto esta esfera dosofrimento humano e busca, entre outras iniciativas, educar os profissionais envolvi-dos com o cncer. Assim justificamos a criao deste consenso, que uma renovaoe atualizao de outra edio lanada anteriormente por esta Sociedade.

    Agregamos profissionais de excelncia que militam na rea de dor, cncer e tam-bm de cuidados paliativos que, gratuitamente, cederam seu inestimvel tempo,dedicaram-se e esforaram-se para contribuir no estabelecimento de recomen-daes consensuais que podem nortear a prtica diria de todos aqueles quetratam dor oncolgica no Brasil. Foram abordados dados epidemiolgicos, me-canismos, avaliao, tratamento farmacolgico, outras intervenes, como ci-rrgicas, fsicas e psicolgicas, situaes difceis, cuidados paliativos e aspectosregulatrios de opiides.

    Agradecemos a Sociedade Brasileira de Oncologia Clnica e Associao Brasilei-ra de Cuidados Paliativos, que concordaram em conduzir este trabalho conosco,nos enviando representantes extremamente capazes e engajados. E no podera-mos deixar de agradecer ao Laboratrio Cristlia que, de forma tica inques-tionvel, nos deu seu apoio incondicional para que tivssemos os recursos fi-nanceiros necessrios realizao deste ousado projeto.

    Joo Batista Santos Garcia

    Presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) 2011-2012.Professor Adjunto Doutor das disciplinas de anestesiologia, dor e cuidados paliativos da Univer-sidade Federal do Maranho (UFMA).Responsvel pelo Ambulatrio de Dor do Hospital Universitrio da UFMA (HUUFMA) e peloServio de Terapia Anti-lgica do Instituto Maranhense de Oncologia Aldenora Belo (IMOAB).

  • 6II Consenso de Dor Oncolgica

    Autores

    Editores:

    Fabiola Peixoto MinsonGraduada em Medicina pela Universidade EstadualPaulista Jlio de Mesquita Filho (1997). Residncia M-dica em Anestesiologia (1998-2000) e Terapia Antlgicae Cuidados Paliativos (2000-2001) pela UniversidadeEstadual Paulista Jlio de Mesquita Filho. rea de Atua-o em Dor pela AMB (Associao Mdica Brasileira).Possui especializao em Acupuntura pela Universida-de Federal de So Paulo, UNIFESP (2001-2003). Coor-denadora da Equipe de Tratamento de Dor do HospitalIsraelita Albert Einstein, So Paulo, SP. Tesoureira daSBED.

    Joo Batista Santos GarciaPresidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor(SBED) 2011-2012. Professor Adjunto Doutor das dis-ciplinas de anestesiologia, dor e cuidados paliativos daUniversidade Federal do Maranho (UFMA). Respon-svel pelo Ambulatrio de Dor do Hospital Universit-rio da UFMA (HUUFMA) e pelo Servio de TerapiaAnti-lgica do Instituto Maranhense de OncologiaAldenora Belo (IMOAB).

    Jos Oswaldo de Oliveira JniorTitular e Diretor do Departamento de Terapia Antlgica,Cirurgia Funcional e Cuidados Paliativos da Escola deCancerologia Celestinos Bourroul da Fundao Ant-nio Prudente de So Paulo. Responsvel pela Central daDor e Estereotaxia do Hospital Antnio Cndido Ca-margo da Fundao Antnio Prudente. Diretor Admi-nistrativo da (SBED) 2011-2012.

    Jos Tadeu Tesseroli de SiqueiraCirurgio dentista. Doutor em Cincias pela Universi-dade de So Paulo -USP. Coordenador do Curso de Re-sidncia com aprimoramento em Odontologia Hospita-lar, rea de Dor Orofacial, do Hospital das Clnicas daFaculdade de Medicina da Universidade de So Paulo.Vice-Presidente da SBED.

    Levi Higino Jales JniorDoutor em Medicina pela UFRN. Mdico do HospitalUniversitrio Onofre Lopes - HUOL/UFRN. Fundadorda Sociedade Norte Rio-Grandense para o Estudo daDor (SONRED) Diretor do Centro Clnico da Dor deNatal - RN. Professor da Universidade Potiguar - UNP.Coordenador do I e II Curso de Ps-graduao em di-agnstico e tratamento da dor do RN/ DEPECOM-LIGA (Hospital Do Cncer - RN). Diretor cientfico daAssociao Mdica do Rio Grande do Norte (2005 a2008 e 2009-2011). Diretor Cientfico da SBED (2009-2010).

    Colaboradores:

    Adrianna LoducaDoutora em Psicologia Clnica pela Pontifcia Universi-dade Catlica de So Paulo (PUC-SP). Docente do Cur-so de Psicologia da Faculdade de Cincias Humanas eda Sade PUC-SP. Psicloga pesquisadora do centro deDor do HC-FMUSP. Psicloga do Centro de Funcionali-dade e Dor (CFDor), So Paulo.

    Beatriz do Cu NunesAnestesiologista e Mdica da rea de Controle da Dor/INCA - Instituto Nacional de Cncer.

    Cludio Fernandes CorraMdico Neurocirurgio. Mestre em Cincias (Neuroci-rurgia) pela Universidade Federal de So Paulo. Doutorem Cincias (Neurocirurgia) pela Universidade Federalde So Paulo. Membro Titular da Sociedade Brasileirade Neurocirurgia. Membro Titular da Sociedade Brasi-leira Neurocirurgia Funcional de Estereotaxia. MembroTitular da Academia Brasileira de Neurocirurgia. Mem-bro da Sociedade de Neurocirurgia do Estado de SoPaulo (SONESP). Membro do Comit de Tcnicas Inter-vencionistas para o Estudo da Dor da Sociedade Brasi-leira para o Estudo da Dor (SBED). Certificao em Dor Algiologia Mdica pela Sociedade Brasileira para Es-

  • 7tudo da Dor (SBED). Presidente do Instituto SIMBIDOR.Coordenador do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcio-nal do Hospital Nove de Julho (SP).

    Daniel Ciampi de AndradeMdico Doutor em cincias pela USP, Coordenador doCentro de Dor do Departamento de Neurologia da Uni-versidade de So Paulo, mdico assistente do Instituto doCncer do Estado de So Paulo Otvio Frias de Oliveira.

    Durval Campos KraycheteGraduado em Medicina pela Universidade Federal daBahia (UFBA). Mestrado em Cirurgia Vascular e Anes-tesiologia pela Universidade Federal de So Paulo eDoutorado em Medicina e Sade pela UFBA. Atualmen-te Professor Adjunto da UFBA. Coordenador do Am-bulatrio de Dor da UFBA e do Hospital Aristides Maltez.Diretor Cientfico da SBED 2011-2012.

    Elaine Priscilla Guilherme MendozaFisioterapeuta formada pela Universidade de SantoAmaro (UNISA) Especializao em Fisioterapia Muscu-loesqueltica pela Santa Casa de Misericrdia de SoPaulo. Especializao em Fisioterapia Oncolgica pelaFACIS Fisioterapeuta do Instituto Paulista de Cance-rologia (IPC) Fisioterapeuta do Hospital do ServidorPblico Estadual (IAMSPE).

    Elisngela Pinto Marinho de AlmeidaMdica Fisiatra do Instituto do Cncer do Estado deSo Paulo (ICESP). Mdica Fisiatra do Centro de Pro-moo de Sade / Check-up do Hospital Srio Libans.Residncia Mdica em Medicina Fsica Reabilitaopelo Instituto de Medicina Fsica e Reabilitao doHospital das Clnicas da Faculdade de Medicina daUniversidade de So Paulo (HC-FMUSP). Graduaoem Medicina pela Universidade Federal do Rio Gran-de do Norte (UFRN).

    Eloisa Bonetti EspadaDoutora em Medicina pela FMUSP. Certificado reaAtuao em Dor - SBA. Mdica Assistente da Equipe deControle de Dor da Disciplina de Anestesiologia do HC-FMUSP. Mdica Assistente do Servio de Anestesiologiado Hospital Universitrio - HU-USP.

    Enaldo Melo de LimaGraduado em Medicina pela Universidade Federal deMinas Gerais em 1992. Especializao em Oncologia Cl-nica na Santa Casa de Misericrdia de Belo Horizonteem 1995. Membro da SBOC, SBC, SLACOM, ASCO eESMO. Presidente da Sociedade Brasileira de OncologiaClnica 2005-2007 e 2009-2011. Coordenador do Centrode Oncologia do Hospital Mater Dei de Belo Horizonte.

    Gualter Lisboa RamalhoMdico Anestesiologista. Certificado de atuao na reade Dor. Professor da Disciplina de Anestesiologia daUFBP. Especialista em Acupuntura pela Sociedade Me-dica Brasileira de Acupuntura (SMBA).

    Guilherme Antnio