nefropatia diabética

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Nefropatia Diabética. Anderson Lopes Caio Veiga Raquel Lins. Introdução. Complicação crônica do diabete melito Espessamento da membrana basal e aumento do volume mesangial relativo. Epidemiologia. Acomete cerca de 35% dos pacientes com DM tipo 1. - PowerPoint PPT Presentation

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  • Anderson LopesCaio VeigaRaquel Lins

  • Complicao crnica do diabete melito

    Espessamento da membrana basal e aumento do volume mesangial relativo

  • Acomete cerca de 35% dos pacientes com DM tipo 1.Nos pacientes com DM tipo 2, sua prevalncia varia de 10 a 40%.Principal causa de insuficincia renal crnica no ocidente.A principal causa de ingresso em programas de dilise em pases desenvolvidos.

  • Definido pela excreo urinria de albumina

    Fase de nefropatia incipiente - microalbuminuria

    Fase de nefropatia clnica proteinria ou macroalbuminria.

    Fase de insuficincia renal terminal - azotemia

  • Fase de nefropatia incipienteEUA 20-200 g/min, definidos como microalbuminria.A funo renal medida pela taxa de filtrao glomerular (TFG) usualmente se mantm estvel nos pacientes microalbuminricosOs nveis pressricos esto aumentadosPresena de alteraes histopatolgicas renais, como espessamento da membrana basal glomerular e aumento do volume do mesngio.Progresso da EUA est associado a fatores como o mau controle glicmico, os nveis tensionais elevados, dislipidemia e o hbito de fumar

  • Fase de nefropatia clnica definida por uma EUA 200 g/min ou proteinria de 24 horas 500 mgReduo da Funo RenalDM tipo 1 - reduo nos valores de TFG da ordem de 1 ml/min/msDM tipo 2 - 0,5 ml/min/ms

  • Fase de insuficincia renal terminalPerda da Funo renalAzotemia Sinais e Sintomas uremicosTratamento transplante ou dialiase

  • Genticos + no genticos NDNo - genticos- mau controle glicmico e pressrico, hipercolesterolemia- tabagismo, fatores alimentares e fatores hemodinmicos (hiperfiltrao) [?]

  • NO GENTICOSHIPERGLICEMIA (gnese)Glicao no-enzimtica alteraes nos componentes da matriz ocluso glomerular

    Alterao na via dos poliis: () GLICOSE () SORBITOLEstresse hiperosmtico dano celular

  • NO GENTICOSHAS (fator de risco e progresso)() Presso arterial inicial () EUA (ndios pimas)Tratamento da HAS preveno das complicaes microvasculares

  • GENTICOSND proporo de pacientes com DMAnlise da predisposio NDEstudos epidemiolgicosHiperglicemia indivduos susceptveis ND (15 a 20 anos incio do DM)FamliasIrmos: risco de um irmo diabtico, desenvolver ND na presena ou no de ND no paciente em estudo (caso ndice)

  • Caso ndice com ND 3X risco de ND-irmo.DM1 e DM2

  • GENTICOS

    Anlise da predisposio NDGenoma wide scan (rastreamento do genoma)Regies cromossmicas relacionadas com a ND genes de efeitos moderados ou maiores

    2 estudos publicadosndios pimas Arizona (EUA) DM2Brao longo do cromossomo 7

    DM1 brao longo do cromossomo 3

    Isolamento de genes sem sucesso

  • Incidncia de diabetes entre os ndios Pima: interao gene-ambienteFatores de risco e patognese

  • GENTICOSPredisposio para HAS ND nveis pressricos nos pais de pacientes DM1 com NDHistria familiar de cardiopatia isqumica presso arterial e EUA DM1 normoalbuminricos microalbuminria atividade do sistema de contratransporte ertitrocitrio de sdio-ltio (geneticamente determinado associado HAS essencial)

  • OUTROS FATORESAlimentares Pacientes DM1 consumo protico 20% nveis de albuminria ingesto de protena de peixe risco de ND DM1TFG (diabtico 30% a mais)DM1 25% de hiperfiltraoDM2 20 a 40% de hiperfiltraoHIPERFILTRAO dano direto parede capilar/de macromolculas-mesngio GLOMERULOESCLEROSE (fechamento capilar glomerular) Observao de diabticos com rim nico

  • OUTROS FATORES nveis de albuminria normoalbuminriaProspectivo(10 anos) risco 29 x maior, pacientes DM2, com EUA acima de 10g/min.Albuminria abaixo de 20g/min valor preditivo de doena renal futuraTratamento intensivo de fatores associados (mau controle glicmico, pressrico e lipdico)

  • Marcia Murussi, Ndia Murussi,Nicole Campagnolo, Sandra Pinho Silveiro

    Arq Bras Endrocrinol Metab 2008;52/3

    Recebido em 25/07/2007Aceito em 17/12/2007

  • Aumento da prevalncia DM em propores epidmicas.

    ND uma complicao crnica microvascular.

    Principal causa de IRT.

    Associao entre ND aumento da taxa de mortalidade (DCV).

  • Analisar as recomendaes atuais para o diagnstico precoce da ND, reconsiderando os valores dos pontos de corte da EUA e da TGF.

    Avaliao das perspectivas futuras de medidas substitutas desses parmetros, incluindo a medida da EUA no-imunorreativa e a medida de cistatina C na avaliao da funo renal.

  • Comentar observaes de que a anlise do proteoma pode vir a identificar um perfil de risco para doena renal.

  • Seleo das referncias realizada a partir de pesquisa no PubMed.

    Palavras chaves: ND, EUA, TGF, micro e macroalbuminrias, cistatina C, proteoma.

    Perodo Janeiro 1982 a Julho de 2007

  • ND dividida em estgios evolutivos de acordo com a EUA.

    Vrios fatores pode interferir na medida da EUA (mau controle glicmico, ITU, exerccio fsico intenso, HAS no controlada etc).

  • Pacientes com DM1: 5 anos aps o diagnstico antes quando persistentemente descompensados adolescncia

    Pacientes com DM2: logo aps o diagnstico

  • A medida da EUA realizada em amostra casual de urina e sua elevao deve ser confirmada em pelo menos 2 de 3 coletas, dentro de 3 a 6 meses de intervalo.

    Embora da classificao dos estgios da ND ser feita com base na albuminria. Evidncias apontam a necessidade de reviso desses conceitos.

  • Nefropatia incipiente: microalbuminria

    Albumina em amostra casual de urina (mg/l)17 a 174

    Albumuminria em amostra albumina/creatinina (mg/g)30 a 299

  • Autores consideram a fase de micro albuminria no um estgio da doena renal, mas um fator de risco para nefropatia clnica (macroalbuminria) e DCV.

  • Microalbuminria:20 microgramas/min ou 30mg/24h

    Risco aumentado para progresso da ND:> 30mg/24h>30 microgramas/min>15 microgramas/min

  • EUA no-imunorreativa:Detectada pelo HPLC (Cromatografia)Dosagem albumina total intacta (fraes imunorreativas e no-imunorreativa)

    Cistatina C (TGF):Protena no glicosilada de BPM Pertence famlia das cisteinoprotenases ( enzimas proteolticas envolvidas e processos patolgicos)

  • Cistatina C: livremente filtrada pela membrana glomerular, reabsorvida e metabolizada nos tbulos.

    Biomarcadores (Proteoma):Mtodo que identifica protenas urinrias associadas com o desenvolvimento da doena renal antes de se tornar clinicamente evidente ou diagnosticada pela EUA.

  • Biomarcadores (Proteoma):Vem sendo utilizado para determinar o perfil de diferentes protenas envolvidas tanto no estado normal quanto patolgico dos tecidos.

    Anlise pode ser feita de vrias formas:2-D DIGE (Eletroferese gel por diferenciao bidimensional)Cromatografia

  • Biomarcadores (Proteoma):Limitaes:Necessidade de um sistema de bioinformtica para armazenamento e anlise de dados.Especialistas em genoma humanoUso de modelos genticos adequadosEmprego de protocolos de pesquisas padronizados.

  • Deteco de ND a medida anual de EUA, realizada em amostras de urina casual.

    Detectar os estgios da ND, microalbuminria e macroalbuminria.

    ND confirmada com em 2 das 3 coletas, ao longo de seis meses.

  • Sendo feita no momento do diagnstico no DM2 e aps 5 anos DM1, ou antes, se o controle glicmico no estiver adequado, ou na adolescncia.

    Avaliao da TGF mesmo na presena de normoalbuminria, por meio da equao MDRD.

  • Diminuio do ponto de corte de normalidade da albuminria adotado.

    Validao do mtodo de HPLC para medir a EUA com frao no imunorreativa.

    Substituio da cistatina C como marcador endgeno para estimar TGF.

    Definio de biomarcadores para identificao precoce dos pacientes em risco de desenvolver ND.

  • Controle glicmicoControle pressricoUtilizao preferencial de IECA/ARA IITratar dislipidemiaEstatinasInterrupo do tabagismoReduo da ingesto protica (?)

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