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e uma revita com diversos assuntos sobre o design grafico.

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  • 1

    Tecnologia

    fotografia

    Ilustrao

    Design de superficieEu

    sou

    Desig

    n

  • 2

    S u m r i o

  • 3

    S u m r i o04 Tipografia

    06 Ilstrao

    08 Design Edtorial

    10 Design Superficia

    12 Design de Interao

    14 Tecnilogia

    16 Fotografia

    18 Identidade Visual

    20 Curiosidade sobre os desenhos anomados

    22 Processo de Impresso

    Eu sou DesignN Edio: 1Data de edio: 17/12/12Criao: Yule Jennieprojeto grfico: responsvel pela revista Yule JennieTiragem: nula Tipo de papel: NuloLocal da Impresso: Nulo

    Eu so

    u De

    sign

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    As vrias possibilidades profissionais

    Apesar de ser um campo com enormes possibilidades de expresso, a atividade profissional de desenvolvimento de fontes ainda bastante desconhecida. No Brasil so poucos os profissionais que geram e gerenciam fontes para editores de texto, uma atividade em que no possumos nenhuma tradio histrica associada caligrafia. Alm disso os custos finais de fontes de uma fonte so altos, exigindo a criao de uma grande qualidade de famlia para se obter um rendimento justo. Os problemas de distribuio do projeto surgem como outros agravantes no desenvolvimento de fontes digitais.Uma das alternativas utilizar-se de grandes empresas internacionais que no caso de aceitarem o projeto, provocando uma distribuio mais coerente deste. Apesar das aparentes dificuldades desenvolver fontes muito interessante.A alternativa mais fcil o desenvolvimento de uma fonte para empresar que necessitem de uma famlia tipogrfica usar com exclusividade, fazendo parte de uma identidade de uma fonte para empresas que necessitem de uma fam-lia tipogrfica para usar com exclusividade, fazendo parte de uma identidade corporativa ou sistema de sinalizao. Outra alternativa trabalhar com fontes exclusivas para jornais e revistas. Alm de fontes pode-se desenvolver vinhetas e smbolos diversos (dingbats).

    Desenvolvendo fontes digitais

    T i p o g r a f i atipografia

    tipografia

    tipografia tipografia tipografia

    tipografiatipografia tipografia

    tipografiatipo

    grafia

    tipog

    rafia

    tipografiaEu sou Design

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    Para este tipo de trabalho fundamental um bom conhecimento tipogrfico. importante conhecer o desenho dos caracteres, suas inter-relaes com a pagina impressa, o papel, o processo de impresso e acabamento, seu aspecto final pu-blicaes, suas relao com o consumidor e tambm seus custos industriais que iro nortear o valor final. O projeto grficos de livros tem sido um dos campos mais procurados por jovens designes. Porem cabe aqui uma observao: apesar de parecer fcil, a atividade de projeto grfico para publicaes exige um grade conhecimento terico e pratico, que requer do profissional muita leitura, ampla observao e grande experincia no trato as diversas formas de publicaes, tais como livros, jornais e revistas. Este tipo de trabalho pode ser desenvolvido den-tro de editoras, empresas jornalsticas, escritrios de design ou mesmo de forma autnoma.

    Tambm o conhecimento tipogrfico pode ser o diferencial entre um profissio-nal que manipula imagens, desenvolvendo aberturas e vinhetas para televiso e cinema, criando cd-roms, web-sites, entre outros. Pode-se perceber um campo bastante frtil a ser ocupado por um designer que, alm dos conhecimentos tcnicos de computao grfica essenciais, pode ainda valer-se do conhecimen-to tipogrfico para melhorar a qualidade final do seu trabalho.

    O projeto grfico de publicaes

    Novas tecnologias

    T i p o g r a f i atipografia

    tipografia

    tipografia tipografia

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    tipografiatipo

    grafia

    tipografiatipografiatipografia

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    IlustraoHistrico da ilustrao

    Fica difcil estabelecer quando foi o incio histrico da ilustrao, uma vez que o ser humano comeou a registrar sua prpria histria por meio de de-senhos. Pensando em ilustrao como imagem que acompanha um texto e tem inteno de facilitar a compreen-so deste, podemos citar como primei-ros ilustradores, os tambm artistas plsticos Albert Drer, Hans Holbein (sculo XVI) e, alguns sculos depois, Toulouse-Lautrec, Gustave Dur, Edmundo Dulac, entre outros. Antes do advento da fotografia, a ilus-trao era a forma corrente de registro, por imagem, de determinada cena, local ou ser vivo. Os materiais utilizados para esse registro eram os mesmos que os grandes artistas tinham para fazer suas obras de arte, ou seja, o desenho de observao e as tcnicas conhecidas da poca, a tmpera, tinta leo, bico de pena, guache e aquarela.Um momento apontado como divisor de guas na ilustrao a inveno de Gutemberg. Com a impresso de livros em srie, criou-se uma demanda que exigia um profissional que ilustrasse esses textos. Exigia-se ento um modo de trabalho diferente do artstico, pois as ilustraes deveriam ser confeccio-nadas dentro dos padres exigidos pela imprensa, que em seu primrdio, limitava as possibilidades de mate-riais e cores do artista. Talvez naquele momento a profisso do ilustrador tenha se definido.

    A inteno das ilustraes era apoiar e adornar textos ou explicaes dos folhetos, livros e primeiras publicaes da imprensa, mas tambm mostrar descobertas de novos seres vivos, como plantas e animais, em artigos cientfi-cos da poca. As ilustraes cientficas, cujas imagens se caracterizam por re-portar maior grau de verossimilhana possvel, foi uma rea da ilustrao que floresceu naquele perodo. H registros dessas ilustra-es antes da inveno de Gutemberg,

    em Leonardo da Vinci, que representou o corpo humano de maneira fantstica, podendo seus desenhos serem consi-derados precursores das ilustraes mdicas.Alm dessa abordagem, a ilustrao tambm co-meou a ser utilizada em livros infantis, como ilustraes dos contos de fadas em anncios publicitrios.

    Dando um grande salto histrico, na dcada de 70 e 80 popularizou-se, entre os ilustradores, o uso de novas tintas e materiais, como a tinta acrlica e os aergrafos. Alm disso, tambm novos estilos e tcnicas mistas foram agregados s ilustraes.A partir da metade da dcada de 90, a ilustrao invadiu o meio digital e o uso do computador para a criao de imagens foi se espe-cializando e popularizando. Novos materiais e softwares foram desenvolvidos especialmente para este fim. As ilustraes digitais esto inseri-das na arte digital.

    Eu sou Design

  • 7

    IlustraoTipos de ilustrao

    Ilustrao Cientfica Ilustrao infanto e Juvenil

    Ilustrao Publicitria

    Ilustrao didtica

    Ilustrao Tcnoca

    Eu so

    u De

    sign

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    Design EditorialLivros, Revistas e Jornais

    OS COMPONENTES DO LIVRO

    O design de livros uma das formas mais antigas do Design Editorial, considerada uma das reas definidoras do design grfico e talvez a base para a estruturao bsica de publicaes em geral. J o design de revistas tm sido uma das reas mais influentes do design grfico contemporneo. No design de jornais, a diagramao segue os objetivos e as linhas grficas e editoriais deste impresso, que incluem a hierarquizao das matrias pela ordem de importn-cia. Nos trs casos, deve-se elaborar um projeto coerente, que fornea solues eficientes e eficazes em usabilidade, desempenho e comunicao, focadas na necessidade do pblico alvo. No um trabalho apenas criativo, mas tambm de muito planejamento. Portanto, alm do uso de softwares, existem alguns mtodos de planejamento e pesquisa que se deve conhecer.

    As vrias partes que compem um livro possuem denominaes especficas que so usadas na indstria editorial. importante ter uma familiaridade com estes termos para prosseguir com as questes de anlise. Andrew Haslam (2007), Celso Collaro (2000), Emanuel Arajo (2008) e Milton Ribeiro (2007) apresentam essas denominaes. Abaixo uma compilao das definies dos autores.

    Eu sou Design

  • 9

    Design Editorial1 - lombo: lombada do livro, onde as pginas so grampeadas, costuradas ou coladas.2 - cabeceado: pedao de tecido colorido colado na parte interna da lomba-da de um livro de capa dura.3 - charneira: tira de pano ou de couro que se pe ao longo do encaixe do livro.4 - seixa superior: projeo da capa dura que se estende para alm do refile final da cabea do livro.5 - pasta frontal: frente da capa dura formada por uma placa de carto, parte do material de revestimento e uma folha da guarda. 6 - capa: revestimento de papel, carto ou outro material que colado, grampeado ou costurado ao miolo do livro.7 - seixa central: projeo da capa dura que se estende para alm do refile final da frente do livro.8 - placa: pedao de carto formador das pastas da capa dura.9 - seixa do p: projeo da capa dura que se estende para alm do refile final do p do miolo do livro.10 - guardas: folhas de papel encorpado, dobradas, coladas no incio e no final do livro de capa dura. A finalidade prender o miolo capa dura.11 - cabea: superfcie superior do miolo do livro.12 - folhas: conjunto de duas pginas geralmente numeradas com algaris-mo mpar na frente e par no verso. 13 - pasta do verso: quarta-capa do livro de capa dura formada por uma placa de carto, parte do material de revestimento e uma folha da guarda.14 - quarta-capa: verso da capa do livro.15 - frente: borda frontal do livro.16 - virada: tambm denominada debrum. Trata-se da poro do material de revestimento da capa dura que recobre as bordas das placas de papelo que formam as pastas.17 - base: parte inferior do miolo do livro.18 - guarda branca: folha sem impresso, mas que faz parte do caderno impresso.19 - p: superfcie inferior do livro.20 - caderno (ausente na ilustrao): folha impressa e dobrada, em mlti-plos de quatro pginas para formar uma seo de livro. C