1a. tÉcnica - 2002 - formaÇÃo treinamento 2003 iaw 4lvb sistema de injeÇÃo e igniÇÃo...

Download 1A. TÉCNICA - 2002 - FORMAÇÃO Treinamento 2003 IAW 4LVB SISTEMA DE INJEÇÃO E IGNIÇÃO ELETRÔNICA - 4 SV / 4LVB- DRIVE BY WIRE APLICAÇÃO: LINHA VOLKSWAGEM

Post on 18-Apr-2015

125 views

Category:

Documents

1 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • Slide 1
  • 1A. TCNICA - 2002 - FORMAO Treinamento 2003 IAW 4LVB SISTEMA DE INJEO E IGNIO ELETRNICA - 4 SV / 4LVB- DRIVE BY WIRE APLICAO: LINHA VOLKSWAGEM 1.0 L - 8 e 16V Treinamento 2003
  • Slide 2
  • 2A. TCNICA - 2002 - FORMAO Treinamento 2003 IAW 4LVB SISTEMA DE INJEO E IGNIO ELETRNICA 4LV GENERALIDADES: O sistema MAGNETI MARELLI 4LV constitudo de um conjunto integrado de ignio digital com avano e distribuio esttica e injeo de combustvel seqencial mltiplo fasado. O sofisticado sistema de gerenciamento da central eletrnica reconhece eventuais erros dos componentes e substitui por valores deemergncia.O sistema dotado de uma funo autoadaptativa que compensa desvios referentes a: Envelhecimento do motor, variaes no processo produtivo e vcios de conduo. A diagnose do sistema realizada por um equipamento especifico para este fim que deve ser conectado ao conector OBD, para ter acesso s informaes da central de Injeo.
  • Slide 3
  • 3A. TCNICA - 2002 - FORMAO Treinamento 2003 IAW 4LVB PRINCIPIO DE FUNCIONAMENTO O sistema 4LV est em condies de dosar a mistura ar combustvel prxima a razo estequiomtrica, para regimes de funcionamento do motor, previamente determinados na calibrao do motor. Juntamente com o conversor cataltico instalado na tubulao de escapamento, possibilita manter dentro dos limites previstos as emisses dos gases de combusto. A dosagem estequiomtrica obtida utilizando-se uma sonda lambda instalada na tubulao de escape. A central obtm informaes da quantidade de oxignio nos gases de combusto, dosando a quantidade de combustvel injetado. O combustvel injetado diretamente no coletor de admisso prximo as vlvulas de admisso a uma presso constante de 3,0 Bar. O comando dos injetores do tipo seqencial fasado
  • Slide 4
  • 4A. TCNICA - 2002 - FORMAO Treinamento 2003 IAW 4LVB PRINCIPIO DE FUNCIONAMENTO
  • Slide 5
  • 5A. TCNICA - 2002 - FORMAO Treinamento 2003 IAW 4LVB CENTRAL DE CONTROLE MOTOR - 4LV A centralina eletrnica esta localizada ao lado do motor do limpador de parabrisa, prximo ao vo motor. Sua montagem realizada com tecnologia micro-hbrida e ligada ao chicote do veculo por 02 conectores: Lado veculo (B) : terminais 1 a 81 Lado motor (A) : terminais 82 a 121 A tecnologia de circuito hbrido com que construda permite reduzir seu peso e as dimenses do circuito eltrico e ao mesmo tempo aumentar suas funes. Os componentes utilizados e a arquitetura da centralina so projetados para a melhor performance trmica e de resistncia a vibrao. Como caracterstica o software composto de uma srie de mdulos integrados : Mdulos de base - controla os sinais provenientes dos sensores, comanda os atuadores e gerencia as estratgias de diagnose. Mdulo aplicativo - realiza as estratgias de controle do motor A vantagem do sistema modular obter-se a mxima flexibilidade do emprego de vrios controles sem prejudicar o funcionamento global do sistema.
  • Slide 6
  • 6A. TCNICA - 2002 - FORMAO Treinamento 2003 IAW 4LVB CARACTERSTICAS DO SISTEMA MODULAR 4LV OBD Diagnose EGASDBW TORQUE SAFETY 4LV / Estratgias do 4SVveculo 4 LV / 4SV OBDOBD
  • Slide 7
  • 7A. TCNICA - 2002 - FORMAO Treinamento 2003 IAW 4LVB CARACTERISTICAS DA ECU microprocessador principal: Motorola Altair a 32 bit segundo microprocessador HC05P18 clock 25 MHz 7,5 Kbytes de RAM 1 Kbyte de EEPROM 512 Kbytes de Flash EPROM CONECTOR DA ECU Conector lado veculo pin 181 Conector lado motor pin 82121 CENTRAL DE CONTROLE MOTOR - 4LV
  • Slide 8
  • 8A. TCNICA - 2002 - FORMAO Treinamento 2003 IAW 4LVB ESTRATGIAS 4LV PARTIDA DO MOTOR: Durante a partida do motor a central comanda as primeiras injetadas simultaneamente em todos os cilindros (full-group) para reduzir o tempo de partida. Aps a entrada do motor em funcionamento a central de posse das informaes do Sensor de Fase passa a comandar os injetores de forma seqencial fasada.
  • Slide 9
  • 9A. TCNICA - 2002 - FORMAO Treinamento 2003 IAW 4LVB ESTRATGIAS 4LV ACELERAO: Na fase de acelerao, a central aumentar adequadamente a quantidade de combustvel requerida pelo motor, elaborando os sinais provenientes dos seguintes sensores: Rotao Posio de borboleta Pedal do acelerador Presso absoluta O tempo de injeo "base" multiplicado por um coeficiente em funo da temperatura de gua, da velocidade de abertura da borboleta de acelerao e do aumento da presso no coletor de admisso. Caso a variao brusca no tempo de injeo seja necessria quando o injetor j esteja fechado a central comanda a reabertura ( extra pulso ), para poder compensar o titulo da mistura com a maior rapidez.
  • Slide 10
  • 10A. TCNICA - 2002 - FORMAO Treinamento 2003 IAW 4LVB ESTRATGIAS 4LV CUT - OFF: A estratgia de cut-off ( corte de combustvel em desacelerao ) ser ativada sempre que a rotao do motor superar a quente 1500 rpm. A central desabilita a funo de cut-off quando a rotao do motor atinge aproximadamente 1400 rpm. Durante a estratgia de cut-off comum que a central tambm realize a estratgia de "dash pot", para reduzir a variao de torque imposta pelo motor ( menor freio motor). Na fase de aquecimento do motor a estratgia de cut -off habilitada em rotaes mais elevadas.
  • Slide 11
  • 11A. TCNICA - 2002 - FORMAO Treinamento 2003 IAW 4LVB ESTRATGIAS 4LV LIMITE DE ROTAO DO MOTOR: Sempre que a rotao do motor atingir 7200 rpm, habilitada uma estratgia de controle de rotao, onde a central atravs do sistema de corpo de borboleta motorizado impede que a rotao ultrapasse este valor de rotao. Em funo da variao de abertura da borboleta de acelerao os tempos de injeo e o avano tambm so recalculados, mas no haver corte da funo.
  • Slide 12
  • 12A. TCNICA - 2002 - FORMAO Treinamento 2003 IAW 4LVB COMANDO DA BOMBA DE COMBUSTVEL: Para que haja o acionamento da bomba de combustvel necessrio uma tenso mnima de 10V e uma rotao mnima do motor de 250 RPM. Aps 3 segundos com chave na posio 'marcha", caso no haja sinal de rotao a bomba ser desativada. ESTRATGIAS 4LV
  • Slide 13
  • 13A. TCNICA - 2002 - FORMAO Treinamento 2003 IAW 4LVB COMANDO CANISTER: A gesto da eletrovlvula do canister feita pela E.C.U. em funo da rotao do motor, do sinal da sonda lambda e da carga do motor. A eletrovlvula em plena potncia permanece totalmente aberta e em desaceleraes totalmente fechada. ESTRATGIAS 4LV
  • Slide 14
  • 14A. TCNICA - 2002 - FORMAO Treinamento 2003 IAW 4LVB ESTRATGIAS 4LV ESTRATGIA DE SEGURANA: So as solues empregadas para que em caso de falha ou avaria de um ou mais componentes do sistema (sistema D.B.W.), haja disponvel uma estratgia de emergncia que ser habilitada afim de manter uma condio segura de dirigibilidade. Principais aes de emergncia: Recovery do pedal do acelerador Recovery do mnimo forado Recovery da borboleta D.B.W. Recovery da presso do coletor Segurana de cut - off ( limita a rotao do motor a um valor prximo de 1500 rpm)
  • Slide 15
  • 15A. TCNICA - 2002 - FORMAO Treinamento 2003 IAW 4LVB CIRCUITO DE ALIMENTAO DE COMBUSTVEL O mdulo de combustvel montado "in tank" e consiste de: Bomba de combustvel Sensor de nvel de combustvel A central eletrnica envia atravs do pino 65 do conector A ( LM) um negativo para comandar o rel da bomba que com a chave em MAR mantm a bomba energizada por aproximadamente 03 segundos. Se aps este perodo a central no reconhecer o sinal de rotao a bomba desenergizada.
  • Slide 16
  • 16A. TCNICA - 2002 - FORMAO Treinamento 2003 IAW 4LVB CIRCUITO DE ALIMENTAO DE COMBUSTVEL TUBO DE DISTRIBUIO DE COMBUSTVEL: O tubo de distribuio ( em plstico ) tem a funo de distribuir o combustvel para os injetores A conexo do tubo de distribuio linha de combustvel feita por um sistema de engate rpido. Esto incorporados ao tubo de distribuio os injetores de combustvel.
  • Slide 17
  • 17A. TCNICA - 2002 - FORMAO Treinamento 2003 IAW 4LVB INJETORES: So do tipo "Top-feed" com presso de 3,0 Bar Caractersticas do injetor Alimentao 12 V Negativo ( Duty cycle ) comandado pela centralina atravs do conector A ( LM ) Resistncia eltrica: 13,8 a 17,0 a 20C CUIDADOS COM A MONTAGEM DOS INJETORES Utilizar Orings novos, Umidecer levemente os Orings com vaselina liquida, Encaixar os injetores nos alojamentos do tuba de distribuio, Colocar a trava de fixao. Ateno: Em caso de danos ao Oring durante a montagem, retira-lo e substitu-lo por um novo. CIRCUITO DE ALIMENTAO DE COMBUSTVEL
  • Slide 18
  • 18A. TCNICA - 2002 - FORMAO Treinamento 2003 IAW 4LVB CIRCUITO DE ALIMENTAO DE COMBUSTVEL REGULADOR DE PRESSO: Localizado no tanque de combustvel o regulador de presso serve para manter constante a diferena de presso entre a entrada e sada dos injetores, desta forma as oscilaes de presso no coletor de aspirao no influenciam a quantidade de combustvel injetada, pois o valor de presso um valor fixo no controlado pela E.C.U. mais fundamental para o clculo da quantidade de combustvel.
  • Slide 19
  • 19A. TCNICA - 2002 - FORMAO Treinamento 2003 IAW 4LVB CIRCUITO DE ALIMENTAO DE COMBUSTVEL ELETROVLVULA DO CANISTER: O sistema utilizado para ventilao do reservatrio de combustvel utilizado do tipo fechado, este sistema impede que vapor de combustvel formado seja jogado na atmosfera. O vapor enviado ao reservatrio canister onde armazenado. Com o motor desligado e a chave em STOP a eletrovlvula impede a passagem dos vapores de combustvel para o coletor de admisso. Durante a fase de partida a vlvula permanece fechada at que a temperatura da gua atinja cerca de 67C e a temperatura do ar cerca de 20C, a partir desta condio a E.C.U e

Recommended

View more >