lemuria e atlantida

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Spiritual

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  • A cerca de 4 500 000 anos a.C. , o Arcanjo Miguel, com a sua equipe de anjos da Chama Azul e muitos seres do Reino de Luz, com a bno do Pai-Me-Deus, escoltaram para este planeta as primeiras Almas que se tornariam a semente da raa lemuriana

  • As Almas novas encarnadas neste planeta vieram originalmente daTerra de MU, no Universo de Dahl. Nessa altura, a Terra expressava emtodo o lado uma perfeio, uma abundncia e uma beleza difceis deimaginar hoje em dia Finalmente, outras raas de Srius, Alfa Centauro e Pliades, e maisalguns planetas, vieram e juntaram-se a estas Almas-semente paratambm elas evolurem

  • Lemria, a Me-Ptria, tornou-se o bero de uma civilizao iluminada neste planeta

  • Nesse tempo,a Terra existia numa expresso de 5. dimenso e eles viviam principalmente nos seus corpos vibracionais de Luz de 5. dimenso, com a capacidade de diminurem a sua vibrao para experimentarem, nos seus corpos, nveis vibracionais mais densos, voltando para os corpos de Luz quando quisessem

  • A Era Lemuriana estendeu-se de aproximadamente 4 500 000 a.C. at cerca 12 000 anos atrs.

  • O territrio pertencente ao gigantesco continente daLemria inclua as terras atualmente sob o Oceano Pacfico, bemcomo o Hava, as Ilhas de Pscoa, Fidji, a Austrlia e a Nova Zelndia.O continente inclua tambm terras no Oceano ndico e Madagascar.A costa este da Lemria prolongava-se at Califrnia e parte da ColmbiaBritnica no Canad.

  • H 25 000 anos atrs, a Atlntida e a Lemria,duas das mais desenvolvidas civilizaes daquele tempo, batiam-se uma contra a outra por causa das ideologias.

  • Tinham duas idias diferentes acerca de qual seria a direo indicada para a continuidade de outras civilizaes neste planeta. Os Lemurianos acreditavam que as outras civilizaes menos evoludas deveriam ser deixadas sozinhas para continuar a sua prpria evoluo, ao seu prprio ritmo, de acordo com os seus prprios entendimentos e caminhos.Por sua vez, os Atlantes pensavam que as culturas menos evoludas deveriam ser controladas pelas duas civilizaes mais evoludas.

  • Esta discrdia causou uma srie de guerras termonucleares entre a Atlntidae a Lemria. Quando as guerras acabaram e a poeira assentou no sobravam vencedores.O nosso povo, como muitas outras civilizaes, caiu definitivamente para o nvel da 4. dimenso e, mais tarde, por completo para o da 3. dimenso.

  • A Atlntida e a Lemria tornaram-se vtimas da sua prpria agresso e as terras-me de cada continente enfureceram-se por aquelas guerras.

  • As pessoas foram ento informadas, atravs dos sacerdotes de que, em menos de 15 000 anos, os seus continentes seriam destrudos.

  • Assim, com o objetivo de obterem permisso para construir umacidade e tornar-se parte da rede subterrnea de Agartha, os Lemurianostiveram de provar a muitos organismos, como a Confederao Galcticados Planetas, que haviam aprendido a sua lio a partir dos anos de guerrae agresso.

  • Com a permisso concedida, os Lemurianos construram a sua cidade, denominada Telos,com o propsito de albergar aproximadamente200 000 pessoas. De fato, quando o continente foi destrudo, o queaconteceu um pouco antes do previsto, muitas pessoas no conseguiramchegar cidade de Telos a tempo e, quando o cataclismo ocorreu,apenas 25 000 pessoas chegaram ao interior da montanha e foram salvas.

  • sabido que a amada me-ptria desapareceu numa noite. Disse o Mestre Himalaya, atravs de Geraldine Innocenti (a Chama Gmea de El Morya), a maioria dos sacerdotes permaneceram fiis Luz e ao seu sagrado chamado; como capites de um navio a afundar, permaneceram nos seus postos. Destemidos at ao fim, cantavam e oravam enquanto se afundavam sob as vagas.

  • Ainda antes de a Lemria submergir, alguns destes sacerdotes esacerdotisas regressaram a casa nesse continente e ofereceram-se comovoluntrios para desaparecerem com a terra e o seu povo, prestandoapoio com a sua irradiao, espalhando conforto e coragem.

  • Na verdade, essa ajuda foi oferecida para contrapor o medo que acompanha sempre as atividades cataclsmicas. Estes afetuosos benfeitores, pela irradiao do seu sacrifcio, rodearam, literalmente, as auras das pessoas num manto de paz, permitindo assim a criao de um veculo de libertao do medo, de modo a que os corpos etreos daqueles fluxos de vida no fossem to severamente marcados.

  • Muitos membros da classe sacerdotal colocaram-se em pequenos grupos estratgicos, em vrios locais, e rezaram e cantaram medida que afundavam sob as guas. A melodia que cantavam era a mesma que atualmente conhecida como Auld Lang Syne.

  • Atravs da ao e sacrifcio destes sacerdotes, escolhendo ficar juntos em grupos e cantando at ao final, muito medo foi mitigado, mantendo-se um certo nvel de harmonia e, deste modo, o dano e o trauma para as Almas que pereceram foram enormemente diminudos.

  • A idia de suporte desta ao era a de que todas as experincias horrveis deixamuma cicatriz e um trauma profundo no corpo etreo e na memria celulardas pessoas, que leva vrias vidas a curar.

  • Os sacerdotes e os msicos que os acompanhavam cantaram e rezaram at chegada das ondas e da gua ao nvel das suas bocas at ao momento em que desapareceram.Durante a noite, enquanto as massas dormiam, sob um cu estrelado, tudo terminou, a amada Me-Ptria foi submersa sob o Oceano Pacfico. Nenhum dos sacerdotes abandonou o seu posto e nenhum evidenciou qualquer medo. A Lemria desapareceu com dignidade!

  • Auld Lang Syne foi a ltima cano para sempre ouvida na Lemria.

  • Esta noite pedir-vos-ei para cantarem esta cano de novo como parte da nossa apresentao. As pessoas da Terra trouxeram novamente esta cano atravs do povo irlandssomos esses antigos conhecidos reunindo-se de novo. Aqueles de ns pertencentes ao Reino tridimensional esto reunidos agora, em conscincia, com os seus antigos amigos e membros da famlia da Lemria,

  • Ouam bem dentro dos vossos coraes, meus amigos, esta prxima afirmao.Antes do afundamento completo da Lemria, foi profetizado que, um dia, num futuro algo distante, muitos de ns se reuniriam em grupos e cantaramos esta cano de novo, sabendo, com toda a certeza, que a Vitria da Terra estava garantida.

  • quase com lgrimas nos olhos que eu vos fao saber de Adama, que muitosde vs nesta sala, esta noite, estavam entre aquelas valentes Almas que sacrificaram a vida para benefcio coletivo. Aplaudamos a vossa coragem de ento e rejubilemos agora pelo nosso reencontro, para continuar a grande misso lemuriana, de assistncia da Humanidade e do planeta, na senda da sua gloriosa ascenso.

  • O Novo Dia, o Novo Mundo, est mesmo a nascer. Aprendemos as nossas lies de Amor e a Nova Lemria, o paraso reencontrado, est quase a manifestar-se de novo.

  • Estamos aqui esta noite para co-criar em conjunto uma muito importante limpeza e cura para o nosso planeta e para todos vs tambm. Vamos chamar a isto a primeira limpeza dos antigos registros lemurianos dolorosos, ainda remanescentes nos coraes e Almas da maioria das pessoas.

  • O tempo da nossa separao est quase a acabar e estamos agora a religar corao a corao com o maior nmero de vs,diariamente.

  • Fiquemos agora em silncio durante uns breves momentos e peo-vos para estabelecerem as vossas intenes de terem os vossos prprios registros limpos e sanados. Mergulhem profundamente no vosso corao.

  • Depois de pedirem a limpeza para vs prprios, peam silenciosamente, no vosso corao, com a permisso dos Eus Superiores deles, limpeza e cura para toda a humanidade que pode, nesta altura, ter os seus prprios registros limpos.

  • Criamos a Nova Lemria na 5. dimenso, um paraso de maravilhas e magia. Tudo quanto sonharam est aqui e muito mais. Quando chegar o momento, em conjunto com todos vs, estenderemos a Lemria dimenso da superfcie deste planeta. Ensinar-vos-emos tudo quanto sabemos e tudo o que aprendemos nestes ltimos 12 000 anosdo nosso isolamento das pessoas da superfcie.

  • Eu Sou Adama e comigo os companheiros Lemurianos, em conjunto, aplaudimos a vossa vitria.

  • Criao: HediMsicas: Ennya -The Gladiator e James Taylor Auld Lang Syne Em unidade eu sou Esharian