Dirio Indstria & Comrcio - 23-07-2014

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Confira as notcias desta quarta-feira no Dirio Indstria & Comrcio.

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  • ComrcioCuritiba, quarta-feira, 23 de julho de 2014 | ano XXXVii | edio n 9170 | r$ 1,50

    LDER EM INFORMAES DE NEGCIOS E MERCADOS NO PARAN. DESDE 1976.

    &IndstriaDIRIO

    CENtRAL DE AtENDIMENtO: 41 3333.9800 / E-MAIL: PAutA@INDuSCOM.COM.bR

    www.icnews.com.br

    Acesse a edio digital Editais na pgina a7

    EDIO ESTADUAL

    OPINIO

    AroldoMur

    REPERCuSSO POSItIvA

    O pouco interesse de-monstrado pelo brasilei-ro pela poltica como se essa arte no lhe dissesse respeito, responsvel pela repercusso que a coluna ontem postada aqui alcanou.

    Pgina B3

    PedroWashington

    Aneel reduz reajuste mdio de tarifas da Copel para 24,86%

    o principal motivo para o reajuste foi o aumento de custos pagos pela distribuidora paranaense para a compra de energia suplementar

    O novo percentual ser compensado de forma retroativa tendo como referncia o dia 24 de junho.

    Economia A4

    Governo suspende reduo na cota de importao

    A reduo da cota de importao, sem incidn-cia de impostos, por via terrestre, de US$ 300 para US$ 150 por pessoa, nem entrou em vigor e ser suspensa pelo governo. A informao foi divulgada ontem pelo secretrio da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto.

    Geral A2

    PROPAGANDA ELEITORAL PAGA

    TABELA DE PREOS

    ELEIES 2014Legislao:

    De acordo com o estabelecido pela Lei

    9.504/1997, artigo 43, cada candidato est limitado a at 10 (dez) inseres

    de anncios por veculo, em datas diversas, durante

    todo o perodo do pleito. Confira

    as Informaes obrigatrias:

    Tamanho mnImo permITIDo peLa LeI:

    1 coL x 6 cm

    Tamanho mxImo permITIDo peLa LeI:

    1/8 pG.

    Nome Cantidaton 0000

    (Vice / Suplente)Coligao: NONONO / Partidos: NONONO

    cnpJ

    can

    dida

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    ncio

    Tamanho capa /cor capa /pB InTerna /cor InTerna /pB

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    2coL x 10cm.(9,6 x 10cm)

    VENDA DE ATIVOS CRDITO INDENIZATRIO LQUIDO E

    CERTO CONTRA O ESTADO DO PARAN

    Cesso de direitos para compensao de dbitos tributrios. Para garantias judiciais/contratuais.

    Para investimento. Pode ser parcelado. Negociao com desgios de mercado.

    Contato via e-mail: ativosfinanceiro9@gmail.com

    EM FASE DE EXPEDIO DE PRECAtRIO

    ILHA DO MEL, uM SANtuRIO bEM PRESERvADO

    A Ilha do Mel continua - graas - a ser um santurio ecolgico bem preserva-do. Promove at festivais gastrnomicos, como o da tanha, ofertando o peixe barato, de boa qualidade e grande. Os quartos das pousadas esto em boa parte ociosos.

    Pgina A6

    Exportaes de carne crescem23% pelo Porto de Paranagu

    O volume de carne expor-tada pelo Porto de Paranagu est maior. No primeiro se-mestre deste ano, foram 684 mil toneladas exportadas, 23% a mais que o exportado no mesmo perodo do ano passa-do. Em relao carne bovina, este aumento foi ainda maior: 71,5%. No total, as exportaes de carne do Porto de Paranagu geraram uma receita cambial de quase US$ 1,47 bilho quase 18% a mais que a receita arre-cadada no primeiro semestre de 2013.

    Economia A3

  • Os artigos assinados que publicamos no representamnecessariamente a opinio do jornal.

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    Dirio Indstria&ComrcioFundado em 2 de setembro de 1976

    E X P E D I E N T E

    Curitiba, quarta-feira, 23 de julho de 2014

    a2 | BRaSIL Dirio Indstria&Comrcio

    Nesta quarta-feira uma nova frente fria chega ao sul do pas. Inicialmente a previso de chuvas mais fortes ocorre no Rio Grande do Sul, nordeste da ar-gentina, Paraguai, oeste do Paran e tambm ao sul do Mato Grosso do Sul. a frente fria ganha fora ao longo dia entre estas regies, com previso de temporais isolados no Paran entre o oeste, centro sul e setor noroeste, para o final do dia.

    Mn.: 11Mx.: 23

    Previso do temPoFonte: www.simepar.br..

    editoriAL coluna@induscom.com.br

    AlternAtivA pArA A sAde

    Hospitais pblicos nem sempre so dignos de serem frequentados. So comuns os corredores lotados de pacien-tes mal atendidos, muitas vezes passando mal, esperando uma consulta ou exame que demora horas para acontecer. Realmente a sade pblica no tem uma boa qualidade de modo geral, salvando-se excees em algumas cidades do pas. Num panorama como esse, a populao que possui um poder aquisitivo mais elevado acaba sendo obrigada a contratar um plano de sade para fazer o que o sistema pblico no faz. Infelizmente, nem todos podem lanar mo desse recurso, mas os planos so importantes na sociedade. Criar polticas que fortalecem esse setor misso do governo. A fiscalizao tambm fundamental para coibir prticas abusivas que tm sido registradas por empresas da rea. Segundo levantamento do Instituto de Estudos de Sade Suplementar (Iess), houve expanso de planos individuais e empresariais no pas. O resultado foi impulsionado, sobretu-do, pela terceira idade. A faixa etria com maior crescimento de beneficirios, em 2013, foi a de 59 anos ou mais. O total de beneficirios nessa faixa cresceu 5,1% na comparao anual. Em contrapartida, o nmero de jovens at 18 anos, com plano de sade, cresceu 3,4% em relao a 2012.

    Trezentos homens de outras unidades de Polcia Pacificadora (UPPs) reforam o pa-trulhamento do Com-plexo do Alemo, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro, des-de o incio da manh de ontem, devido aos confrontos recentes na regio. O efetivo ficar no Conjunto de Favelas do Alemo por tempo indeterminado. O co-mrcio no local per-manece parcialmente fechado.

    O Dirio Oficial da Unio publica ontem instruo normativa sobre a apresentao da Declarao do Im-posto sobre a Proprie-dade Territorial Rural referente ao exerccio de 2014.

    E s t ob r i gada a apresentar o docu-mento, entre outras, a pessoa fsica ou ju-r dica proprietr ia , titular do domnio til, possuidora ou usufru-turia do imvel rural a ser declarado.

    pM dobrA efetivo no CoMplexo do AleMo

    deClArAo sobre propriedAde deve ser ApresentAdA At 30 de seteMbro

    arte: Roque Sponholz..

    Os principais desafios continuam sendo o financiamento e um fluxo constante de financiamento. O Brasil melhorou, mas ainda est muito aqum do que precisa para dar aquele salto.

    Helena Nader, presidenta da SBPC, sobre cincia no Brasil Dunga, tcnico da seleo Drica Moraes, atriz, sobre papel compartilhado em novela

    No devemos nos colocar como uma terra arrasada. Temos muitas coisas boas e outras que temos que modificar. A gente viu o quanto importante o talento, mas tambm o planejamento.

    A Marjorie passou a bola para eu cortar. Fez um trabalho lindo. uma atriz sofisticada e com sintonia comigo no papel. Vou me beneficiar muito com a atuao dela.

    Ponto de Vista

    O presente do futebol brasileiro catastrfico, mas o Brasil tem uma virtude de sotaque alemo: sofremos de Alzheimer social para algumas questes pblicas, termo esse ressignificado da sua origem latina res publica, coisa do povo, para o brasilis res pu-blica: coisa de ningum. Aquela goleada vexatria aos poucos vai se dissipando da mente consciente e o gosto amargo na boca ao des-pertar, resultado de noites de sono maldormidas, vai, aos poucos, cedendo lugar a outros sabores e texturas de nosso agitado pas de emoes e de contradies. Nada como um bom clima de eleio para despistar a angstia. Che Guevara, se fosse brasileiro, qui inflaria o peito de um sentimento de brasilidade e bradaria, aos 26 estados e ao Distrito Federal: Aqu

    ainda hay bundas! Alis, dele a frase derrota aps derrota at a vitria final! Perdemos a Copa, mas ainda nos restaram o samba, o carnaval e o exoesqueleto. O futebol caminha a largos passos. Tortos, mas largos. Recordo um tempo passado em que um ex-pre-sidente fazia metforas do futebol para explicar a poltica. Na verda-de, aquilo no eram metforas: ele estava falando de futebol mesmo. O mrito metafrico sempre foi dos intelectuais que interpretaram os chaves o time tem de jogar unido, quem no faz toma e em time que se ganha tem de mexer, ou vai esperar perder?, e tantos outros. O futebol um microcosmo do funcionamento do pas: nossos representantes choram quando cantam o hino diante do povo, funcionam como um bando

    de amadores, cada qual ajeitando cuidadosamente o seu topete e executando nmeros teatrais in-crveis em simulaes de faltas, pnaltis e licitaes. Performance teatral, verve e simulao: esses Oscars ns levamos. scares lumbricoides para a seleo pa-rasitria brasileira. difcil convocar a seleo perfei-ta, mas isso no desculpa para montar uma seleo fajuta. Alis, na organizao da Copa, a coisa mais acertada foi a escolha de um mascote com o nome de Fuleco. O Fuleco um tatu-bola-da-caatinga, organismo tambm ameaado de extino, que tem origem na fuso de futebol com ecologia. Dava para criar a namorada do Fuleco, em homenagem seleo brasilei-ra: a Fuleca, resultado da juno de futebol com eca.

    UM RISO TRISTE

    *Fernando Botto

    Lamoglia, psiclogo,

    advogado e escritor, mestre em Educao,

    especialista em Direito

    ReCeITA FeDeRAl

    Governo suspende reduo na cota de importao por terraA medida vai afetar cidades fronteirias que tenham comrcio forte com o Brasil

    MudAnAs

    Entidades mdicas criticam restrio de oferta de medicamento para hiperativos

    A informao foi divulgada ontem pelo secretrio da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto

    A Associao Mdica Brasileira (AMB), a Associao Brasileira de Psiquiatria e outras entidades pro-fissionais de psiquiatria e neurologia manifestaram-se contra a restrio da oferta pblica pela prefeitura de So Paulo do frmaco metilfe-nidrato, vendido sob as marcas de Ritalina e Concerta e indicado para hiperatividade e dficit de ateno em crianas e adolescentes.

    Portaria editada pela prefeitura diz que, a partir de agora, uma equi-pe multidisciplinar da Secretaria de Sade avaliar a necessidade que o paciente tem do medicamento e pre-encher um formulrio com dados sobre a sade fsica, psicossocial, situao escolar e familiar dele.

    Antes da determinao, o metilfe-nidato era receitado pelo mdico do paciente.

    Em carta aberta populao, as entidades mdicas pedem a revogao da Portaria 986/2014 e destacam que a resoluo no tem embasamento cientfico, nem nos conhecimentos da neurobiologia. Para as associaes, a portaria cons-titui obstruo abusiva ao acesso ao tratamento farmacolgico pela populao de baixa renda, alm de impor restrio ao pleno exerccio e autonomia da medicina e da cincia brasileiras.

    Os diagnsticos de TDAH [transtorno de dficit de ateno e hiperatividade) e de dislexia no so

    controversos, ao contrrio do que dito ali. Alm de oficialmente reco-nhecidos pela Organizao Mundial da Sade [OMS], h diretrizes internacionais para sua realizao e inmeros estudos cientficos que demonstram alteraes no funcio-namento cerebral do TDHA. O fato de o sistema americano de classi-ficao das doenas psiquitricas indicar que no h uma etiologia especfica para esses quadros, em nada compromete a realizao de diagnstico e tratamento, diz a carta das associaes.

    O texto lembra a luta das en-tidades mdicas pela assistncia multidisciplinar s pessoas com transtornos neurolgicos e psiqui-

    tricos e dz que tal meta s ser atin-gida com atitudes polticas pblicas inclusivas. A portaria burocratiza o acesso digno ao tratamento, principalmente populao com desvantagem social, e se posiciona com a sistematizao cientfica de maneira mistificadora e indigna, acrescenta a carta.

    A psiquiatra e coordenadora da Unidade de Psiquiatria da Infncia e Adolescncia da Universidade Fe-deral de So Paulo (Unifesp), Ivete Gataz, concorda com as entidades e servios de pesquisa e considera a portaria um retrocesso. Segundo Ivete, a norma est na contramo do caminho mundial de pesquisa e uso do metilfenidato.

    A reduo da cota de importa-o, sem incidncia de impos-tos, por via terrestre, de US$ 300 para US$ 150 por pessoa, nem entrou em vigor e ser suspensa pelo governo. A informao foi divulgada ontem pelo secretrio da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto. Um novo texto deve ser publicado hoje no Dirio Oficial da Unio e, por enquanto, tudo permanece como est. A portaria com a alterao foi publicada na segunda-feira (21).

    Segundo o secretrio houve um pequeno cochilo no prazo para en-trada em vigor da portaria. Barreto explica que o prazo precisa ser am-pliado para que as lojas francas nas cidades fronteirias tenham mais tempo para se adaptarem s mu-danas. Ele avalia que o novo prazo pode ser de at um ano. At l, a cota de importao sem impostos por via terrestre continua em US$ 300.

    A medida vai afetar cidades fronteirias que tenham comrcio forte com o Brasil. So essas que tm um comrcio forte e, nesse sen-tido, tem lojas francas do outro lado da fronteira. Nos demais [estabele-cimentos] de comrcio normal no haver problemas, pois tm legisla-o prpria, disse Barreto.

    O secretrio negou que a medi-da seja para beneficiar o lobby dos free shops e justificou a deciso do Congresso brasileiro. Na verdade, as lojas j existem do outro lado da fronteira e foi o Congresso que introduziu [a medida] para efeito de beneficiar tambm o comrcio do

    lado brasileiro, justificou.Pela medida, as importaes

    acima de US$ 150 por via terrestre sero tributadas com alquota de 50% do imposto de importao. A nova cota valer tambm para transporte lacustre e fluvial. No houve alterao para o transporte

    areo, que continua US$ 500 por passageiro.

    Barreto afirmou que a medida deve provocar renncia fiscal de im-pacto previsvel na arrecadao. Na medida em que voc tem uma loja franca, h desonerao e, portanto, um impacto, informou.

  • Curitiba, quarta-feira, 23 de julho de 2014

    eConomia | a3Dirio Indstria&Comrcio

    Ponto de Vista

    Gramtico defende a manuteno do acordo que padronizou a lngua portu-guesa em pases lusfonosQualquer pessoa que estuda a histria ortogrfica das lnguas sabe que, por razes econmicas e culturais, no se deve mexer em ortografias estabilizadas. Mudanas simplificadoras ou raciona-lizadoras, embora propostas sempre com a maior das boas intenes, resultam, se implantadas, em desastre.Apesar dessa lio histrica, os fillogos da gerao de Antnio Houaiss, por-tugueses e brasileiros, entenderam que era necessrio superar a duplicidade de ortografias oficias do portugus. Depois de dcadas de debates, chegaram ao Acordo Ortogrfico de 1990, pelo qual se fizeram pequenos ajustes em cada uma das orto-grafias vigentes para submet-las a um nico conjunto de princpios. Na proposta desses fillogos, no houve propriamente uma reforma ortogrfica, na medida em que o ncleo duro das bases da ortografia estabelecidas em 1911 no se alterou.O AO foi ratificado por todos os pases de lngua oficial portuguesa, a comear por Portugal, que o fez j em 1991. Houve, depois, alguns Protocolos Aditivos, todos j tambm devidamente ratificados por todos os pases. Falta ainda Angola com-pletar o processo. E a demora no decorre de aquele pas recusar o Acordo (afinal um de seus signatrios), mas do seu en-tendimento de que, antes da ratificao, precisa definir formas para melhor adaptar

    graficamente as inmeras palavras das lnguas bantu que enriquecem o portugus daquele pas.O AO est inteiramente implantado no Brasil desde 2009; est em avanado pro-cesso de implantao em Portugal e em progresso nos demais pases. Assim, dizer, como se l vez por outra na imprensa, que o AO fracassou desconhecer a realidade ou, pior, querer ignor-la. A questo que se levantou no Brasil no fim de 2013 se devemos alterar os termos do AO. Como o questionamento vinha de membros da Comisso de Educao do Senado, o governo federal decidiu, ex abrupto e sem maiores consultas, prorrogar a vigncia definitiva do Acordo para 2016 (antes prevista para 01/01/2014).Alegou-se, na ocasio, que com isso fa-zamos um gesto de cortesia a Portugal, emparelhando nosso calendrio ao de l. E, paralelamente, ganhvamos tempo para propor alteraes em aspectos do Acordo que supostamente precisam ser ajustados ou mais bem acordados.No h, porm, nenhum bom argumento que justifique mexer no Acordo. Os pou-cos pontos que geram alguma dvida so marginais e, no fundo, esto sendo equa-cionados tecnicamente na elaborao do Vocabulrio Ortogrfico Comum (VOC).Este instrumento, previsto no AO, j con-seguiu, pela primeira vez na histria da lngua, unir numa s plataforma todas as bases lxico-ortogrficas portuguesas e brasileiras. S isso j um magno acon-

    tecimento.H, contudo, mais: o projeto do VOC est promovendo a elaborao de Vocabul-rios Ortogrficos Nacionais onde ainda no havia nenhum. O de Moambique est quase pronto; o de Timor-Leste est em avanado processo de execuo. E os demais em andamento.O VOC dever estar concludo para ser apresentado na prxima reunio dos Che-fes de Estado e Governo da Comunidade dos Pases de Lngua Portuguesa (CPLP) que vai se realizar no segundo semestre de 2014 em Dili (Timor-Leste).Com o VOC, teremos disposio no apenas uma referncia comum e segura da ortografia, mas tambm um rol de acervos lexicais que vo permitir enriquecer subs-tancialmente os dicionrios da lngua. Por tudo isso, o projeto do VOC tem recebido apoio institucional de importantes centros de pesquisa em processamento automti-co de lnguas naturais, bem como recursos financeiros de diversas fontes como o pagamento de bolsistas do projeto pelo Instituto Cames e o montante de 30 mil euros recentemente dado ao projeto pelo governo de Angola.

    Devemos alterar o acordo ortogrfico de 1990?

    PARANAGU

    Exportaes de carne crescem 23% pelo PortoNo primeiro semestre deste ano, foram 684 mil toneladas exportadas

    Carlos Alberto Faraco, Professor Titular (aposentado) de Lngua

    Portuguesa da Universidade Federal do Paran, Coordenador-Geral da

    Comisso Nacional brasileira do Instituto Internacional da Lngua

    Portuguesa (IILP/ CPLP)

    O volume de carne exportada pelo Porto de Paranagu est maior. No primeiro semestre des-te ano, foram 684 mil toneladas exportadas, 23% a mais que o ex-portado no mesmo perodo do ano passado. Em relao carne bovi-na, este aumento foi ainda maior: 71,5%. No total, as exportaes de carne do Porto de Paranagu geraram uma receita cambial de quase US$ 1,47 bilho quase 18% a mais que a receita arrecadada no primeiro semestre de 2013.

    De janeiro at junho, foram quase 63 mil toneladas de carne de boi, exportadas principalmente para Hong Kong (China), Venezue-la, Egito, Rssia e Ir. Em 2013, no mesmo perodo, foram quase 36,7 mil toneladas. As exportaes do produto geraram mais de US$ 279 milhes de receita.

    As exportaes da carne bovina aumentaram bastante, porm, em volumes, o destaque continua para as exportaes do frango que, nos primeiros seis meses deste ano, geraram mais de um bilho de dlares de receita cambial, afirma o diretor comer-cial da Administrao dos Portos de Paranagu e Antonina (Appa), Loureno Fregonese.

    No primeiro semestre deste ano, foram quase 557 mil tonela-

    das de frango exportadas 20,5% a mais que o volume do ano pas-sado. O principal destino dessa carne foram pases como Arbia Saudita, Japo, Hong Kong, Chi-na e Emirados rabes.

    OrigemA carne bovina exportada pelo

    Porto de Paranagu, neste pri-meiro semestre, foi produzida em So Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paran, Rondnia, Gois, Minas, Santa Catarina e Bahia (respectivamente, segundo

    o volume). Mais da metade do volume de

    frango exportado pelo terminal paranaense foi produzida prin-cipalmente no prprio Estado. O restante veio de estados como Mato Grosso do Sul, Gois, Minas, Mato Grosso, So Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e algum volume do Pernambuco, respectivamente.

    OUTrAS CArNeSAlm da carne bovina e de

    frango, tambm foram exportadas carne suna (mais de 25 mil tone-

    ladas), peru (14 mil toneladas), carne equina (488 toneladas) e de caprinos e outros animais (mais de 23 mil toneladas).

    Da carne de cavalo, a mais ex-tica entre as exportadas pelo Porto de Paranagu, os principais desti-nos foram a Rssia (477 toneladas) e a Itlia (quase onze toneladas). Quase toda carne equina exporta-da produzida no prprio estado. O volume exportado este ano, no primeiro semestre, foi quase 144% maior que o movimentado no mesmo perodo de 2013.

    De janeiro at junho, foram quase 63 mil toneladas de carne de boi, exportadas principalmente para Hong Kong

    CONTEXTO POLTICO

    Previso oficial de crescimento da economia cai para 1,8%

    A previso oficial de cresci-mento para a economia brasileira neste ano caiu de 2,5% para 1,8%. A estimativa consta do Relatrio de Avaliao de Receitas e Des-pesas, divulgado pelo Ministrio do Planejamento, Oramento e Gesto.

    Alm do menor crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no pas), a equipe econmica elevou a projeo da inflao oficial. Segundo o relatrio, o ndice Na-

    cional de Preos ao Consumidor Amplo (IPCA) dever fechar o ano em 6,2%, contra 5,6% na previso anterior.

    Divulgado a cada dois meses, o documento traz as previses oficiais para a economia brasileira que servem de base para projetar a evoluo das receitas e das despesas e definir a execuo do Oramento Geral da Unio. Ape-sar de o relatrio ser apresentado pelo Ministrio do Planejamento, as estimativas para os parmetros

    da economia so de autoria da Secretaria de Poltica Econmica do Ministrio da Fazenda.

    Segundo o documento, as mudanas nas projees para o PIB refletem os nmeros trimes-trais divulgados at agora pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica (IBGE). A alta da inflao, justifica o relatrio, est relacionada aos dados do IPCA observados at junho.

    Apesar de o governo trabalhar com maior inflao e menor cres-

    cimento, as previses continuam mais otimistas que as estimativas do setor financeiro. Segundo o Boletim Focus, levantamento se-manal com instituies financei-ras divulgado pelo Banco Central, os economistas de mercado acre-ditam que o PIB encerrar 2014 com crescimento de 0,97%, e o IPCA alcanar 6,44% neste ano. A meta do IPCA em 2014 corres-ponde a 4,5%, com tolerncia de dois pontos percentuais, podendo chegar a 6,5%.

    politica@induscom.com.br

    Gleisi chama jovens para participarem na poltica

    A necessidade de maior participao do jovem na poltica e os avanos conquistados recentemente no Pas na rea de incluso social e do combate pobreza foram assuntos discutidos na manh desta segunda-feira (21) pela candidata ao governo do Estado, Gleisi Hoff-mann, em entrevista concedida a Rdio Novo Tempo.

    A importncia do engajamento da juventude na poltica foi destacada por Gleisi. Se queremos melhorar a poltica, temos que participar dela. E este o momento. Se as pessoas com boas intenes no participam, fica um vcuo. Aproveito e fao um apelo aos jovens: participem da poltica porque amanh vocs vo desempenhar o papel de continuar construindo o Paran e o Brasil, disse.

    Sobre os avanos recentes do Brasil no combate pobreza e incluso social, a candidata ressaltou as polticas federais na rea da educao, que esto democratizando as oportunidades de ensino e qualificao da populao. Temos muitos desafios ainda, mas se olharmos para a histria recente do Brasil vamos encontrar grandes avanos. O desenvolvimento do Pas s foi possvel graas ao esforo do governo federal junto com a sociedade, o empresariado, os gestores estaduais e municipais e as igrejas. Temos que sempre unir esforos para que possa avanar cada vez mais, complementou.

    CAMPANHA ELEITORAL NA JUSTIA

    Se nas ruas a campanha eleitoral efetivamente ainda no comeou, no setor jurdico est fervendo. A candidata do PT ao governo do Paran, Gleisi Hoffmann, conseguiu mais uma multa para o adversrio Beto Richa (PSDB).

    Richa foi condenado por suposto uso do twitter oficial do governo para promoo pessoal

    A multa de 15 mil UFIRs (pouco mais de R$ 15 mil). Alm da condenao, a Justia Eleitoral determinou a imediata suspenso da prtica, sob pena de aplicao de multa diria de R$ 100 mil.

    REQUIO E O DONO DO PEDGIO

    Roberto Requio de Mello e Silva (PMDB) enfrenta dificuldades em explicar a parceria poltica com o candidato ao Senado, Marcelo Almeida, cuja empresa dona de duas pedageiras no Paran, informa o jornal O Dirio, de Maring.

    Em Irati, a uma jornalista, ele desferiu: Por que voc est incomodada com o Marcelo? O Marcelo filho do Ceclio que tinha pedgio. Voc por exemplo, no tem nada com os pecados do seu pai, e os provveis pecados da sua me, da sua av e da sua bisav. O Marcelo um poltico limpo, srio, e vai me ajudar no Senado, disse.

    Cadeira Cativa cobra ao de lvaro Diaslvaro Dias foi lembrado em programa esportivo como uns dos

    polticos responsveis em cobrar a CBF. A discusso comeou no Cadeira Cativa, da Rede Famlia de Televiso, na segunda-feira (21), naturalmente, com a escolha da CBF de Gilmar Rinaldi, que se diz ex-empresrio, e com a confirmao da volta de Dunga para comandar a Seleo Brasileira.

    Mais contundente, Artur Eugnio Mathias, um dos apresentadores, se mostrou indignado pelas escolhas erradas da CBF. E cobrou uma postura mais firme dos opositores da CBF, principalmente aos polti-cos. Cabe ao senador lvaro Dias, ao deputado federal Romrio e ao ministro dos esportes, Aldo Rebelo, cobrarem e vigiarem as aes da CBF. Caso contrrio, sero eles que sero cobrados e no Jos Maria Marin e seu vice Marco Polo Del Nero, afirmou.

    CAMPOS CONFIRMA ENCONTRO COM ATACADISTAS

    O ex-governador de Pernam-buco e candidato Presidncia pelo PSB, Eduardo Campos, aceitou convite da Associao Brasileira de Atacadistas e Dis-tribuidores para falar aos empre-srios e executivos da cadeia de abastecimento na 34 Conveno Anual do Atacadista Distribuidor, que acontece em Pinhais, Curiti-ba (PR), de 4 a 7 de agosto. Os outros dois presidenciveis mais bem colocados nas pesquisas Acio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) tambm foram convidados, mas ainda no con-firmaram presena.

    A Conveno da ABAD, que neste ano tem como tema Foco e Eficincia. Fazendo mais pelo Brasil, recebe anualmente presidentes, diretores, gerentes e executivos de grandes empresas do setor. No espao aberto aos candidatos, a entidade espera ouvir as propostas de governo e os planos para acelerar o desen-volvimento do pas.

    BAND AFIRMA QUE DILMA VENCERIA NO 1 TURNO

    A Rede Band criou o ndice Band para analisar as pesquisas eleitorais e estreou nesta segunda-feira (21) no programa Band Eleies, apresentando sua primeira analise em que aponta a presidente Dilma Rousseff (PT) com de 50% da preferncia do eleitorado. Ela seria reeleita no primeiro turno. Acio Neves (PSDB) teria 27% do total das urnas, enquanto Eduardo Campos (PSB) ficaria com 14% da prefe-rncia dos eleitores e o Pastor Everal (PSC), 4%.

    O responsvel pelo ndice Band o cientista poltico An-tonio Lavareda, que analisa as pesquisas registradas e divulga-das, sempre fazendo uma mdia ponderada ou seja, sintetizando todos os dados em um nico ndice, apenas com os votos que seriam vlidos.

    O ndice vai mostrar semanal-mente a evoluo de votos na dispu-ta presidencial com base nos dados de vrios institutos de pesquisa.

    Defensores de Eduardo Campos comparam Acio Neves a tcnico Dunga

    Juntos em So Paulo para inaugurar o Comit Central de sua campanha presidencial, Eduardo Campos (PSB) e sua candidata vice Marina Silva aproveitaram o evento para responsabilizar a presidente Dilma Rousseff pela maior estagnao econmica da histria do Brasil. Com a dupla na terceira colocao na corrida presidencial, seus apoiadores foram escalados para provocar o rival tucano Acio Neves, o comparando ao Dunga, novo tcnico da seleo brasileira de futebol, afirma o jornal O Dia.

    A inaugurao do comit foi temtica. A ideia era que a sade conduzisse as falas de polticos que foram ao evento apoiar a candi-datura do ex-governador pernambucano, mas o assunto foi perdendo fora ao longo dos pronunciamentos.

  • Curitiba, quarta-feira, 23 de julho de 2014

    a4 | eConomia Dirio Indstria&ComrcioENERGIA ELTRICA

    Aneel reduz reajuste mdio de tarifas da CopelO principal motivo para o reajuste foi o aumento de custos pagos pela distribuidora do Paran para a compra de energia suplementar

    alta

    Baixa

    Alm do Recife, fecharam julho com alta superior m-dia nacional, pela ordem, as regies metropolitanas de Porto Alegre (0,41%); Salvador (0,25%); e Belo Horizon-te (0,19%).

    As sete regies restantes fecharam julho com IPCA-15 inferiores mdia nacional de 0,17%. Belm chegou a registrar queda de 0,13%, resultado 0,30 ponto percen-tual inferior mdia nacional. Em Fortaleza, no houve variao de preos, e a regio metropolitana do Rio de Janeiro e o municpio de Goinia fecharam com varia-es prximo de zero: 0,03%. Em Braslia a taxa variou 0,1% e em So Paulo, 0,16%.

    Painel

    MUDANA VANTAGEMA circular trouxe ain-da uma alterao que, segundo o BC, direciona-se principalmente a instituies financeiras e pessoas jurdicas. A partir de agora, instituies j autorizadas a trabalhar com transferncias de recursos, como corretoras e financeiras, podem re-correr TED sem solicitar autorizao do rgo. Essa alterao entra em vigor imediatamente.

    TED uma operao de transferncia interban-cria. Sua vantagem em relao ao Documento de Crdito (DOC) que os recursos ao destina-trio ficam disponveis no mesmo dia em que feita. No caso do DOC, o crdito pode demorar at 24 horas. Recentemente, o patamar mnimo para realizao da TED foi reduzido de R$ 1 mil para R$ 750.

    O Banco Central (BC) divulgou circular estabelecendo prazo de uma hora para devoluo da Transferncia Eletrnica Disponvel (TED), quando houver erro nas informaes do destinatrio ou inadequao de finalida-de. O prazo comea a contar aps o recebimento pelo banco de destino.Para que os bancos tenham um perodo de ajustar dos seus sistemas, a medida passa a valer em maio de 2015. De acordo com nota do BC, a regulamentao anterior determinava apenas que a devoluo devia ser feita tempestivamente, o que dava margem a diferentes interpretaes pelos bancos e gerava reclamaes dos clientes.

    Bancos tero prazo de uma hora para devoluo de ted

    das onze regies metropolitanas (incluindo Braslia e Goinia) pesquisadas pelo Instituto Brasileito de Geografia e Estatstica (IBGE), sete fecharam o ms de julho com ndices Nacionais de Preos ao Consumidor 15 (IPCA-15) menores do que os 0,17% da taxa nacio-nal. O maior ndice foi registrado na regio metropolita-na do Recife, onde o IPCA-15 fechou julho com alta de 0,71%, resultado que chega a ser 0,54 ponto percentual superior mdia nacional de 0,17%. Recife tambm registrou a terceira variao acumulada nos ltimos 12 meses (taxa anualizada), com 7,2%; ficando atrs apenas do Rio de Janeiro, cujo ndice acumulado dos ltimos 12 meses ficou em 7,29%; e de Porto Alegre a maior do pas, com uma variao anual de 7,33%.

    A Agncia Nacional de Energia Eltrica (Aneel) reduziu de 35,05% para 24,86% o reajuste mdio previsto para a conta de luz a ser aplicado a 4,2 milhes de clientes da Copel Distribuidora, residentes em 396 municpios do Paran.

    O principal motivo para o reajuste foi o aumento de custos pagos pela distribuidora para a compra de energia suplementar, aps o trmino do perodo de su-primento de alguns contratos de comercializao tipo de energia contratada a preos mais baratos do que os obtidos em leiles de suplementao. As empresas tm o direito de repassar esses aumentos de custos a suas tarifas. Em nota, a Aneel informa que tambm causou impacto a varia-o da tarifa cobrada pela Usina Hidreltrica de Itaipu.

    O reajuste da Copel estava suspenso desde o dia 25 de junho, quando a Aneel acolheu o pedi-do da empresa. Ainda segundo a nota, o novo percentual ser compensado de forma retroativa tendo como referncia o dia 24 de junho.

    Governo prev aporte de mais R$ 6,5 bilhes a distribuidoras de energia

    A exemplo do que foi feito em abril, o governo federal pretende viabilizar um novo emprstimo para ajudar as distribuidoras de energia eltrica a cobrir os gastos extras para a compra de eletricidade no mercado de curto prazo. A previso que os recursos somem R$ 6,5 bilhes. Em abril, foi feito um aporte de R$ 11,2 bilhes.

    De acordo com o diretor da Agncia Nacional de Energia Eltrica (Aneel), Romeu Rufino, trabalha-se com uma estimativa de R$ 6,5 bilhes para cobrir in-tegralmente o dficit gerado por gastos extras das distribuidoras previstos at o final do ano. Esse

    aporte deve-se, principalmente, ao fato de as distribuidoras te-rem pago s empresas geradoras valores mais altos pela energia suplementar, para compensar o trmino de alguns contratos, e devido ao maior custo para a contratao de energia das ter-meltricas em parte por causa da baixa nos nveis dos reserva-trios das hidreltricas registra-da desde o ano passado.

    Ao comprar energia suple-mentar no mercado de curto prazo, as distribuidoras acabam pagando preos mais altos do que os referentes a contratos de comercializao. A negociao [para tais emprstimos] est

    sendo feita com o mesmo pool de bancos da primeira negociao. Eventualmente est aberta a ou-tros bancos que queiram aderir. Tem agora a possibilidade de o BNDES[ Banco Nacional de Desenvolvimento Econmico e Social] tambm aderir, disse Rufino. A ideia que as regras do emprstimo sejam to so-mente uma extenso [do aporte de abril] para complementar o valor, acrescentou.

    Rufino explicou que a defi-nio do aporte a ser ofertado pelo BNDES vai depender do quanto o pool de bancos avanar na complementao do valor a ser pago s distribuidoras. Esse

    valor ser repassado ao consu-midor a partir do ano que vem.

    Quando o custo real di-ferente do estimado, tem me-canismo que vai calculando a diferena entre o que est na tarifa e o real custo. Isso vai para a tarifa. Se a situao conjun-tural de regime hidrolgico foi desfavorvel, mas no ano que vem tivermos regime favorvel, certamente o custo da energia ser bem menor [do que o pre-visto atualmente]. H tambm a perspectiva de algumas con-cesses que vencem, resultando em tarifa bem mais barata, mas o resultado final no possvel prever ainda, completou.

    O novo percentual ser compensado de forma retroativa tendo como referncia o dia 24 de junho.

    Inflao corri a poupana, principal investimento do brasileiro

    Ela j chegou ao pico de 6.821% ao ano antes do Plano Real. Hoje, gira em torno de 6,4% ao ano. Mesmo muito menor e sob controle, segundo garante o Governo Federal, a inflao continua a ser a principal vil dos poupadores que no querem apenas corrigir suas aplicaes, mas buscam ganhos reais para seus investimentos.

    Segundo o administrador de empresas Antnio Marmo Jnior, que h 15 anos trabalha como assessor de investimentos e hoje diretor da Praisce Capital, o brasileiro perde poder de com-pra, mesmo poupando dinheiro, porque no consegue responder a trs perguntas bsicas: Qual a rentabilidade paga pela poupana hoje? Qual a taxa de juros cobrada hoje no Brasil? Qual o ndice da inflao brasileira? Quem conse-gue responder de pronto a essas trs questes percebe que colocar dinheiro na poupana , na maio-ria das situaes, perda do poder de compra, assegura.

    Marmo Jr exemplifica. Se a poupana paga 6,5% ao ano e a inflao de 6,0% a.a., o poupa-

    dor tem um ganho de 0,5% no perodo. Outras opes de inves-timentos, que possuem a mesma garantia assegurada pelo Governo Federal poupana, pagam 10% a.a. Descontada a inflao, o ga-nho de 4%, o que representa oito vezes mais que a poupana. Isso significa dizer que se voc colocar dez mil reais na LCi/LCA, ao final de doze meses ter um lucro lqui-do de 400 reais, contra 50 reais de ganho na poupana com a mesma aplicao, explica.

    Assim, para quem est re-ceoso com a volta da inflao e o impacto que isso pode ter na sua poupana, a primeira dica do assessor de investimentos a de procurar uma opo de investimento que possua a mes-ma garantia dada pelo Governo Federal poupana, mas que tenha uma taxa de remunerao mais prxima s taxas de juros praticadas pelo mercado, que hoje giram em torno de 11% ao ano. Quanto mais prxima da taxa de juros e mais distante do ndice de inflao estiver a rentabilidade do seu investimento, mais voc ganha,simplifica.

    Marmo Jnior afirma que a poupana a melhor opo ape-nas para quem quer comear a investir, mas tem pouco recurso disponvel. Assim, a poupana serve para voc depositar uma quantia fixa por ms at formar um capital indicado para comear a ganhar dinheiro de verdade, garantindo seu poder de compra futuro. A partir de dez mil reais de capital, j deve deixar a pou-pana., destaca.

    Para ilustrar a perda do poder de compra da poupana em rela-o a outros produtos de investi-mentos, Marmo Jr, que pales-trante e j ministrou mais de 300 treinamentos sobre investimentos para cerca de dez mil alunos, usa o exemplo da alcatra. H dez anos, se 100 reais comprassem 9,5 kg de alcatra, hoje compraria 9 kg da carne se tivessem sido colocados na poupana e 12 kg de alcatra se tivessem sido aplicados em outros investimentos, cuja rentabilidade est mais prxima das taxas de ju-ros praticadas pelo mercado, que hoje gira em torno de 11% ao ano. Isso perda de poder de compra e o poupador precisa avaliar se quer

    mudar seu perfil de consumo para mais ou para menos depois do perodo de poupana, alerta.

    Marmo Jr. reconhece que mudar o hbito cultural de en-xergar na poupana o modelo de investimento mais seguro do mercado no uma tarefa fcil para a maioria dos poupadores brasileiros. Assim, ele lembra que quem quer mudar sua aplicao ou iniciar um processo de guardar dinheiro precisa, primeiro, traar seu plano de vida. A primeira pergunta a ser respondida : voc quer poupar para que? A resposta a isso, associada ao perfil individual de cada poupador e ao prazo que ele tem para comear a usufruir desse investimento, o que vai dar incio ao seu plano de vida como investidor ou poupa-dor. Todo investimento deve ser feito a partir de trs premissas: seus objetivos de vida, seu perfil de poupador e sua necessidade de liquidez. O problema que a maioria dos poupadores brasilei-ros so induzidos a investimentos que atendem mais s instituies bancrias que aos seus sonhos e planos, conclui.

    Vendas de livros cresceram 4,13% no ano passado

    A comercializao de livros no pas cresceu 4,13% no ano passado, em relao a 2012, segundo pesquisa da Funda-o de Pesquisas Econmicas encomendada pela Cmara Brasileira do Livro (CBL). O levantamento consultou 217 editoras, representando 72% das editoras do pas.

    Segundo a pesquisa, foram vendidos 279,66 milhes de exemplares em 2013, ante 268,56 milhes comercia-lizados no ano anterior. As vendas ao governo brasilei-ro, que adquire os livros por meio de programas, tiveram alta de 20,41%, totalizando 200,3 milhes em 2013. No ano anterior, 166,35 milhes

    de exemplares haviam sido comprados.

    O principal programa, o Plano Nacional do Livro Didtico foi responsvel por 1,253 bilho de faturamento do setor, uma alta de 14,22% em 2013 ante o ano anterior. Considerando toda a compra de exemplares por parte do go-verno, o faturamento foi 1,474 bilho, uma alta de 12,04%.

    J o faturamento total das editoras brasileiras teve crescimento real de 1,52% no ano passado, em comparao com 2012, somando R$ 5,35 bilhes. Sem descontar a in-flao, o aumento foi 7,52%. A pesquisa considerou a inflao medida pelo IPCA.

  • Dirio Indstria&ComrcioCuritiba, quarta-feira, 23 de julho de 2014 | Pg. a5negcios&mercado

    Espao ME/PEServoS Cia no Shopping Jardim daS amriCaS

    V Mostra aniMal de cineMa est coM inscries abertas

    lanaMentos exclusiVos eM GraMado

    Indstria de defesa apresenta oportunidadesinvestimentos na rea podem chegar a r$ 600 bilhes no pas, at 2030; Fiep estuda criao de comit para debater desenvolvimento do setor no estado

    PARAN

    Um espumante demi sec e trs tintos merlot, elaborados pela Vincola Araucria, de So Jos dos Pinhais, esto sendo lanados na XV Feira Sabores do Paran, que comea em Curitiba, hoje, na Expo Renault Barigui. O catlogo da empresa, que inicialmente contemplava o espumante Poty brut e o tinto Angustifolia caber-net sauvignon, foi ampliado com o espumante Poty demi sec, o tinto merlot Gralha Azul (safra 2013), o tinto merlot Angustifolia (safra 2010), e o tinto merlot Angustifo-lia (safra 2010) meia garrafa.

    A Vincola Araucria fica no entorno da Serra do Mar, numa altitude de 950 metros, a 40 qui-lmetros de Curitiba. E elabora os espumantes e vinhos finos a partir de vinhedo prprio, de quatro hectares, com sete variedades de uvas europias, e de cultivos de parceiros. Segundo um dos diretores da empresa, Renato Adur, a vincola pioneira na regio metropolitana de Curitiba ao integrar vinhedo e vinificao

    na mesma rea de produo.Poty demi sec Elaborado

    com uvas chardonnay (70%) e pinot noir (30%) colhidas manu-almente, com seleo de cachos, em fevereiro de 2012. um vinho espumante leve, frutado e ligeira-mente adocicado. ideal como aperitivo e revela-se um vinho de degustao ou sobremesa. Pode acompanhar entradas leves, carnes brancas e aves preparadas com bastante simplicidade ou frias pela elegncia e fineza. Gar-rafas de 750 ml.

    Angustifolia merlot (750 ml e 375 ml) Vinho encorpado de uvas merlot colhidas em feve-reiro de 2010 e engarrafado em novembro de 2013 aps um ano em barricas de carvalho francs. Harmoniza bem com cortes no-bres de carne, pequenas caas, carnes brancas e aves com molhos densos e queijos fortes. Exala aromas complexos e profundos de caf, chocolate, trufa, couro, frutas pretas, especiarias e, com o envelhecimento, notas sutis de

    caa. Apresentado em garrafas de 750 ml e 375 ml.

    Gralha Azul merlot Vinho de carter jovem com discreta matu-rao em madeira, engarrafado em novembro de 2013. Elaborado com uvas merlot colhidas manu-almente, com seleo de cachos, em maro de 2013. orientado a pratos que unem simplicidade e leveza como foundes, entradas com pes, pats, presuntos, quei-jos e legumes. No prato principal, os risotos com cogumelos, cordei-ros e carnes temperadas so boas propostas para acompanhar este vinho de tonalidade vermelho rubi. Apresentado em garrafas de 750 ml.

    Enoturismo Aos sbados, das 9 horas s 16 horas, possvel visitar a Vincola Araucria e co-nhecer o processo de elaborao do vinho, bem como degustar todos os produtos e apreciar a paisagem da regio, no entorno da Serra do Mar. Basta agendar a visita pelo site www.vinicolaa-raucaria.com.br

    Vincola Araucria lana quatro vinhos finos durante feira

    Com investimentos que podem chegar a R$ 600 bilhes at 2030 para o reaparelhamento das Foras Armadas brasileiras e criao de sistemas de segurana, a indstria da defesa apresenta grande diversidade de oportuni-dades para as empresas nacionais. Um panorama geral dessas opor-tunidades, que podem ser aprovei-tadas tambm pelo setor industrial paranaense, foi apresentado na segunda-feira, em Curitiba, duran-te o frum A Indstria de Defesa no Estado do Paran. Promovido em parceria entre e Federao

    das Indstrias do Paran (Fiep) e o governo do Estado, atravs da Secretaria da Indstria, Comrcio e Assuntos do Mercosul (Seim), o evento reuniu representantes do Ministrio da Defesa e empresrio de diversos segmentos.

    So cifras astronmicas a serem investidas nesta rea para que o Brasil no tenha dependn-cia de fornecedores e tecnologias estrangeiras, o que abre grandes oportunidades para a indstria paranaense e brasileira, afirmou o presidente do Sistema Fiep, Ed-son Campagnolo, que participou

    do frum. J temos algumas indstrias desta cadeia produtiva aqui no Paran, mas queremos intensificar e melhorar ainda mais esse setor para gerar oportunida-des s empresas, completou.

    Segundo Campagnolo, a Fiep, que j possui Conselhos Temti-cos e Setoriais que debatem o de-senvolvimento de diferentes reas ou cadeias produtivas, estuda a possibilidade de criao de um co-mit voltado especificamente para a indstria de defesa. Faremos um grande esforo para que este trabalho no fique apenas nesta

    tarde, declarou.O vice-governador Flvio

    Arns, que tambm acompanhou o frum, disse que o Estado tem in-teresse em impulsionar a indstria de defesa no Paran. Precisamos de um mecanismo de organizao do sistema de defesa brasileiro, o que passa pelo desenvolvimento de tecnologia e de uma inds-tria, gerando oportunidades de pesquisas para as universidades e de gerao de empregos para o Estado, afirmou. A participao ativa da Fiep nesse processo fun-damental, completou Arns.

    Edson Campagnolo fala durante o frum, observado pelo vice-governador Flvio Arns

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    Mil reais em tratamentos es-tticos foi o que Amanda Guedes ganhou por ter angariado mais de 600 likes na foto tirada na Onodera Esttica e publicada em sua pgina pessoal do Facebook. A promoo previa um prmio

    para quem conquistasse o maior nmero de curtir na imagem feita na clnica durante o ms de junho.

    Dentre Facebook e Instagram, diversas clientes participaram da campanha, mas Amanda foi quem

    conseguiu o maior ibope em sua publicao, atingindo a marca de 634 likes. Na primeira semana de promoo postei a foto e pedi para meus amigos curtirem. Alguns mais chegados compartilharam a imagem e em apenas cinco dias

    eu j havia atingido um nmero impressionante, explica.

    Logo aps a conquista, ela j sabia qual tratamento escolher: Marquei 10 sesses de Manthus com o valor do prmio, revela Amanda.

    Onodera premia cliente com tratamentospromoo

    A Seven Idiomas abriu duas escolas em 2013 e deve inaugurar mais quatro em 2014. O plano ter 70 pontos at 2019, com expanso inicial concentrada no Estado de So Paulo. Depois, mira cidades maiores, em Estados vizinhos. O investimento total na fran-quia a partir de R$ 250 mil, com prazo de retorno de 36 meses. O faturamento mdio, por unidade, a partir de R$ 70 mil. Segundo a Associao Brasileira de Franchising, o setor faturou 4,8 bilhes de reais em 2013, 47% mais do que no ano anterior. Segundo Steven Beggs, CEO da em-presa, a Seven a nica rede colaborativa de idiomas de 1. Linha, onde o foco o real aprendizado dos alunos.

    Seven Idiomas quer chegar a 70 unidades at 2019

    eXpanSo

    Na ltima sexta-feira foi inaugurada a loja Servos Cia no Shopping Jardim das Amricas. A loja de vesturio, voltada para o pblico cristo, oferece produtos de alta qualidade, com excelente custo benefcio e durabilidade garantida. Na Servos Cia podem ser encontradas camisas sociais masculinas 100% algodo, com botes madreprola, que esbanjam conforto e elegncia. Localizada no trreo do Shopping Jardim das Amricas, a loja j est aberta aos consumidores e clientes. Para mais informaes sobre a Servos Cia, acesse www.jardimdasa-mericas.com.br.

    Esto abertas as inscries de filmes para participar da V Mostra Animal Mostra Internacional de Cinema Pelos Animais, que o maior evento de cinema com a temtica animal do pas. A Mostra ir acontecer nos dias 29 e 30 de novembro, na Cinemateca, em Curi-tiba.O objetivo do evento de-bater a relao da sociedade com o mundo animal. A cada ano recebemos um nmero maior de filmes, o que mostra que o cinema est se consolidando como uma forma de expresso dessa relao: humanos e

    animais, observa o coor-denador da Mostra, Ricardo Laurino. A Mostra Animal conta tambm com verso itinerante que est passan-do por diversas cidades do pas. Podem participar da seleo produes independentes, profissionais, curtas, mdias ou longas-metragens que abordem assuntos relacio-nados ao universo animal. A inscrio pode ser realizada diretamente pelo site www.mostraanimal.com.br, no link Inscries. O prazo para recebimento dos filmes at o dia 15 de agosto. A participao gratuita.

    A Associao Brasileira de Recursos Humanos Sec-cional Paran (ABRH-PR) realizar amanha, s19h, a palestra Inteligncia Organizacional e o Impacto na Gesto de Pessoas, com o consultor e professor Denis Alcides Rezende (Ps Doutor). O evento ser na Softcine (Antonio Parolin Jnior, 355) e as inscries podem ser feitas pelo e-mail: abrh-pr@abrh-pr.org.br pelos valores de R$ 30 aos associados ABRH-PR e estudantes e R$ 60 aos no associados.A palestra apresentar conceitos e modelos de Intelign-cia Organizacional em desenvolvimento em organizaes privadas e pblicas onde as pessoas so recursos impres-cindveis para o sucesso ou o fracasso desse projeto. Para a sua realizao nas organizaes necessrio elaborar projetos de estratgias, informaes, conhecimentos, sistemas de informaes, tecnologia da informao e de processos organizacionais, mas principalmente, projeto estratgico de pessoas e respectivo perfil profissional, explica Rezende. O objetivo mostrar como as pessoas podem se envolver e contribuir com a inteligncia das organizaes.Os grupos de at 10 participantes contam com descontos especiais. Mais informaes: (41) 3262-4317 ou www.abrh-pr.org.br.

    Palestra sobre inteliGncia orGanizacional

    A Masotti, tradicional grife de mveis gacha, est en-tre os destaques da segunda edio do Salo de Grama-do. O evento que acontece de 21 a 24 de julho surgiu da iniciativa de empresrios da regio, entre eles lvaro Ma-sotti, e apresenta as tendn-cias do segmento de mveis e acessrios de alto padro em uma rea de 15 mil m -

    no salo do Serra Park. Alm de expor peas exclusivas, a marca ainda aproveita a ocasio para anunciar o lanamento de mais de 60 produtos e do novo acaba-mento Cottage. Peas com formas geomtricas, do retr ao contemporneo, do tom s novidades que tambm estaro disponveis na Ma-sotti em Curitiba.

    A TIM est ampliando a sua infraestrutura no municpio de Castro e Apucarana. Dentro de seu projeto de expan-so e ampliao da rede no Paran, a operadora ativou mais dois sites (antenas) em Castro: uma no Distrito de Socavo e outra em Abap. Em Apucarana a operadora deve ativar trs novos sites (antenas) em 2014 um com tecnologia 2G (voz) para a regio da Vila So Miguel, nas imediaes do estdio Bom Jesus da Lapa, e outros dois com tecnologia 3G (dados) nas localidades de Pirap e Correia de Freitas. Alm de investir em infraestrutura, a TIM est mais prxima do pblico corporativo de Apu-carana com a abertura de um escritrio terceirizado na regio: FocoTelecom.A empresa parceira conta com 35 colaboradores e uma frota prpria, responsvel pelo atendimento de clientes de Apucarana, Londrina e Vale do Iva e todo DDD43. Os investimentos da TIM em infraestrutura fazem parte de um projeto nacional que, no trinio que vai at 2016, investir cerca de 90% dos R$ 11 bilhes previstos para investimentos no Brasil; destes, R$ 340,2 milhes sero investidos no Estado, em 2014. Com 8 milhes de clientes no Paran, a TIM a maior empresa de telefonia mvel do estado: cobre 287 municpios com a tecnologia GSM e alcana 96,4% da populao urbana.

    tiM aMPlia cobertura eM castro e aPucarana

  • Curitiba, quarta-feira, 23 de julho de 2014

    a6 | GERaL Dirio Indstria&Comrcio

    Aroldo Mur G. HaygertContato com o jornalista: aroldo@cienciaefe.org.br

    MERCADO DE TRABALHO

    Inova Talentos oferta 25 vagas para trainees no PROportunidades so para Curitiba, Londrina e Maring. Programa uma iniciativa do IEL e CNPq

    Esto abertas at o dia 31 de agosto as inscries para 25 vagas de trainee do pro-grama Inova Talentos, uma iniciativa do Instituto Euval-do Lodi (IEL) e do Conselho Nacional de Desenvolvimen-to Cientfico e Tecnolgico (CNPq). So oportunidades para diversas reas, entre elas, engenharias, administrao e tecnologia da informao. As vagas so para as cidades de Curitiba, Londrina e Maring. Podem participar estudantes do ltimo ano de graduao, recm-formados em at trs anos e mestres. As inscries devem ser feitas no site www.ielpr.org.br.

    Os escolhidos sero res-ponsveis pelo desenvolvi-mento de projetos inovadores dentro das organizaes e recebero bolsas subsidiadas pelo CNPq que variam de $ 1,5 mil a R$ 3 mil mensais, pelo perodo de um ano. O processo seletivo prev an-lise de currculo, testes online (ingls e resoluo de proble-mas), dinmicas presenciais e entrevistas. Uma das fases tambm inclui um desafio de inovao que ter de ser res-pondido pelos candidatos.

    Para o superintende do IEL no Paran, Jose Antonio Fares, essa uma oportunida-de nica para que esses pro-

    fissionais possam construir uma carreira no mercado de trabalho. Esses trainees estaro em contato direto com a inovao, que atu-almente um dos principais instrumentos para promover o crescimento e a competitivi-dade de empresas e indstrias brasileiras, destacou.

    Alm de trabalharem com projetos de inovao em gran-des empresas, os trainees recebero do IEL uma capaci-tao para o desenvolvimento de competncias tcnicas e humanas ao longo do progra-ma. Eles devem iniciar suas atividades entre outubro e dezembro deste ano.

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    As oportunidades so para diversas reas, entre elas, engenharias, administrao e tecnologia da informao

    A pgina da Volvo Cons-truction Equipment Latin America no Facebook tem mais uma novidade: os clien-tes, parceiros e outros usu-rios tm agora disposio um aplicativo onde podem encontrar todas as informa-es sobre os distribuidores de equipamentos Volvo es-palhados pelo Brasil. Temos uma rede de distribuidores forte, estruturada e estrategi-camente distribuida por todas as regies brasileiras, afirma Afrnio Chueire, presidente da Volvo CE Latin America.

    Com o aplicativo Dealer Locator, localizar um dos 25 distribuidores Volvo no Pas ficou muito mais rpido e simples, complementa Suzanne Darie, diretora de comunicao de marketing da Volvo CE LA. Basta o in-

    ternauta entrar no endereo da pgina na internet, www.facebook.com/volvocebrasil, e depois clicar no link En-contre um distribuidor e preencher o campo Busca por localizao com o nome da cidade pretendida. O aplicativo exibir no mapa o nome da unidade situada naquela localidade ou nas cidades mais prximas, com o endereo completo e o telefone. Se preferir, o in-ternauta poder preencher um pequeno formulrio e enviar pelo Facebook uma mensagem com seu pedido de informao para o distri-buidor.

    Alm deste aplicativo, o usurio tambm encontra no Facebook da Volvo CE muitos dados a respeito da marca e dos equipamentos.

    Volvo CE no Facebook tem aplicativo para localizar distribuidor no Brasil

    TECNOLOGIA

    Responsvel por 3% de todo o PIB nacional, o seg-mento de bebidas frias que compreende a produo de sucos, guas, refrigerantes, cervejas, chs e isotnicos movimenta uma extensa cadeia produtiva e tem se destacado por grandes inves-timentos. Os aportes desta indstria na economia bra-sileira mais que triplicaram nos ltimos cinco anos, pas-sando de 2,2 bilhes de reais

    em 2009 para 7,4 bilhes de reais em 2013. Neste perodo, as empresas de bebidas frias investiram 30,8 bilhes de reais.

    O valor foi destinado a novas tecnologias, pesqui-sas e inovaes, ampliao e construo de fbricas, mo-dernizao e aquisio de equipamentos, e tambm para garantir maior eficincia da frente de vendas e no proces-so logstico e de distribuio.

    Estudo do IBGE aponta que este mercado o que possui o maior efeito multiplicador na economia. De acordo com o instituto, para cada um real investido por uma empresa de bebidas, outros 2,5 reais so gerados na economia brasi-leira. Assim, considerando os investimentos dos ltimos cinco anos, os aportes do setor de bebidas frias geraram mais 77 bilhes de reais na econo-mia brasileira.

    Indstria de bebidas frias investe R$ 30,8 bilhes

    LTIMOS CINCO ANOS

    Com Shopping So Jos e a Operadora de Turismo Interlaken, o presente do Dia dos Pais pode levar pai e filho para relaxar em um dos lugares mais bonitos do mundo. Entre os dias 23 de julho e 13 de agosto, a cada R$ 100 em compras em qualquer loja do sho-pping, os clientes ganham um cupom para concorrer a quatro pacotes de viagem, com acompanhante, para o arquiplago de Fernando de Noronha. O sorteio acontece no dia 14 de agosto, s 14h, no prprio Shopping. Os pacotes contemplam hospe-dagem com caf da manh, passagens areas, palestra de introduo Ilha, caminhada histrica e passeio de barco.

    Campanha leva clientes at Fernando de Noronha

    DIA DOS PAIS

    ILHA DO MEL:

    AINDA UM SANTURIO ECOLGICOTalvez agora seja tarde demais,

    porm desde o nal de junho at domingo passado, quem foi Ilha do Mel pde se regalar com saborosas tainhas, preparadas com capricho durante o festival gastronmico promovido pelos ilhus. Um dos felizardos conta coluna que pagou apenas 50 reais por uma enorme tainha recheada, com acompanhamentos, preparada para quatro pessoas, mas suciente para at mais duas...

    O mesmo informante, todavia, revela que a afluncia paradi-saca ilha de nosso litoral no foi das maiores, exceto nos nais de semana.

    GOLFINHOSSe, para saborear o delicioso

    pescado, no houve peso excessivo no bolso, o mesmo no se pode dizer quanto aos peixes... vivos. Para ver os golnhos, que vo se alimentar de peixes menores nas imediaes da Ilha das Peas, os martimos que atuam no ncleo Nova Braslia esto cobrando 200 reais por viagem, tratando-se da lancha de quatro lugares conhecida por voadeira. Barcos maiores cobram por pessoa e conforme o nmero de pessoas, mas preciso esperar at que a em-barcao lote (ou quase lote) para que o resultado do rateio torne-se favorvel ao bolso do turista. A partir do ncleo de Encantadas, mais distante da Ilha das Peas, o passeio mais oneroso.

    ACOMODAES OCIOSASExcetuando-se os nais de se-

    mana, nestas frias de inverno est sendo alto o ndice de ociosidade nas inmeras pousadas da ilha. Pousadas h para todos os gostos e nveis de poder aquisitivo, desde as mais rsticas, at algumas so-sticadas, cujas dirias no cam muito abaixo dos hotis urbanos de vrias estrelas. Para quem quer economizar, ainda existem quartos improvisados nas casas de pescado-res e principalmente os campin-gs. O mais importante, mesmo, o contato com a natureza.

    AVANO DAS MARSO que tem sido lamentado

    pelos que frequentam periodica-mente a Ilha o avano das ma-rs, removendo areia de algumas praias e depositando em outras. O mar continua avanando sobre a

    praia que vai em direo hist-rica fortaleza, ameaando vrias casas e at o Hotel ali existente desde meados do sculo passado. A propsito, os mais velhos se recordam que a Ilha recebia os tu-ristas que evitavam, antes da Se-gunda Guerra Mundial, o perigo representado por molstias como a maleita, que infestava pontos do litoral, como as ento semide-sertas praias de Leste, Matinhos e Caiob. S com a inveno do D.D.T., a transmisso da doena foi interrompida e a Ilha perdeu sua quase exclusividade como ambiente seguro em nosso litoral. Mas at hoje, para os que amam a natureza, no h refgio melhor do que uma ilha onde no h ruas; s praias e trilhas; sem ronco de motores de veculos terrestres e buzinadas irritantes. Para deses-tressar no h opo melhor.

    Foto da Ilha do Mel

    EDSON CAMPAGNOLO: CIDADO AECIC

    Edson Luiz Campagnolo mui-tas vezes tido como se fosse um lder empresarial formado exclu-sivamente no interior do Estado. O que, se fosse verdade, no teria mal algum.

    Para mim, ele , na verdade, o lder empresarial que consegue ser plenamente cidado da Capital, e amplamente porta-voz da inds-tria do interior do Estado.

    Mas eu, que tracei o perl do presidente da FIEP para Vozes do Paran, sei que embora tenha suas empresas de confeco implanta-das no Oeste do Estado, de onde seus produtos ganharam as me-lhores grifes internacionais, posso garantir: Campagnolo deve grande

    parte de seu desempenho empre-sarial a Curitiba, onde teve, com a me, no comeo, uma malharia; e atuou tambm o ramo grco. J casado com Suely, viveu grande experincia empresarial no Mato Grosso, na rea moveleira.

    EDSON CAMPAGNOLO (2)Pois Campagnolo e sua vida

    podem ser surpreendentes, como relato em meu livro Vozes do Paran 4.

    Ainda moo, menos de 18 idade, foi trabalhar no antigo Bamerin-dus, na sede da Av. Kennedy. Ali foi improvisado em garom, com a tarefa especial de atender diretoria.

    Avelino Vieira era o banqueiro que muito apostou no rapaz. E o moo chamou a ateno das che-as pela dedicao, especialmente depois, atuando numa agncia do banco. Mostrou tanta eficincia que para promov-lo a gerente, tiveram de pedir me dele que o emancipasse do ponto de vista civil

    EDSON CAMPAGNOLO (3)Edson Luiz Campagnolo, um

    boa praa, que pode receber os visitantes em seu gabinete sorven-do chimarro ( lho de gachos), receber dia 28, em almoo mar-cado para as 12h30min, o diploma de Personalidade AECIC 2014. A grande homenagem anual da AE-CIC, no Graciosa, reconhecimen-to a quem tem feito muito pelo setor industrial, assegura Celso Gusso, presidente da entidade.

    Um dado adicional: h duas se-manas, os dois lhos de Edson, j graduados em universidade, ze-ram na FIEP um curso que tratou de tema nunca fcil de examinar: sucesso familiar nas empresas. Eles j dirigem as empresas da famlia.

    Celso Gusso, presidente da AECIC, e Edson Luiz Campagnolo

    PESQUISAS ELEITORAIS

    Beto Richa (42%), Roberto Requio (25%) e Gleisi Hoffmann (17%)

    Conhecem-se poucos resultados de pesquisas eleitorais de inteno de voto para governador. Na ver-dade, apenas duas delas, feitas em Cascavel, e devidamente registra-

    das no TRE. Nelas, Beto Richa tem 42% de inteno de votos, Requio 25% e Gleisi 17%.

    A grande expectativa est cen-trada em avaliaes de institutos

    como o IBOPE e Datafolha, que j sondaram a corrida eleitoral em outros Estados.

    E logo devero revelar a inten-o de votos dos paranaenses.

  • Curitiba, quarta-feira, 23 de julho de 2014

    publiCidade legal | a7Dirio Indstria&Comrcio

    GOVERNO DO ESTADO DO PARANSECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAOSUPERINTENDNCIA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL

    AVISO DE LICITAOCONCORRNCIA PBLICA N 028/2014 SEED/SUDE

    PROTOCOLO N 11.619.672-7OBJETO: construo de quadra esportiva coberta no Colgio Estadual Santa Maria, no Municpio de Ponta Grossa.DATA DE ABERTURA E LOCAL: 26 de agosto de 2014, s 09:30 (nove horas e trinta minutos), no Auditrio da SUPERINTENDNCIA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL, situada Rua dos Funcionrios, 1323, esquina com Rua Recife, Cabral - 80.035-050 - Curitiba - Paran.VALOR MXIMO: R$ 262.390,35 (duzentos e sessenta e dois mil, trezentos e noventa reais e trinta e cinco centavos). Termo de Compromisso 203702/2012. RETIRADA DO EDITAL E DOS ELEMENTOS TCNICOS INSTRUTORES: acessar o site do Compras Paran no endereo: www.comprasparana.pr.gov.br, no link Consulta a Licitaes: Consulta de Editais. Outra opo para retirada do Edital e dos Elementos Tcnicos Instrutores junto Comisso de Licitao de Obras e Servios de Engenharia da Superintendncia de Desenvolvimento Educacional SUDE, no endereo acima citado, fornecer 01 (um) CD para gravao ou providenciar o recolhimento do valor de R$ 10,00 (dez reais), via GRPR, em qualquer agncia credenciada, com o Cdigo de Receita 5355 (Diversos do Estado), indicando no campo finalidade o nmero do Edital e a Secretaria de Estado da Educao (CP n 028/2014 SEED/SUDE) para recebimento do CD gravadoInformaes: (41) 3250-8305 ou (41) 3250-8314.

    Curitiba, 21 de julho de 2014.Comisso de Licitao de Obras e Servios de Engenharia

    GOVERNO DO ESTADO DO PARANSECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAOSUPERINTENDNCIA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL

    AVISO DE LICITAOCONCORRNCIA PBLICA N 029/2014 SEED/SUDE

    PROTOCOLO N 11.593.134-2OBJETO: execuo de cobertura de quadra esportiva no Colgio Estadual do Campo Monsenhor Miguel Jos Mickosz, no Municpio de Quitandinha.DATA DE ABERTURA E LOCAL: 27 de agosto de 2014, s 09:30 (nove horas e trinta minutos), no Auditrio da SUPERINTENDNCIA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL, situada Rua dos Funcionrios, 1323, esquina com Rua Recife, Cabral - 80.035-050 - Curitiba - Paran.VALOR MXIMO: R$ 184.999,84 (cento e oitenta e quatro mil, novecentos e noventa e nove reais e oitenta e quatro centavos). Termo de Compromisso 203692/2012. RETIRADA DO EDITAL E DOS ELEMENTOS TCNICOS INSTRUTORES: acessar o site do Compras Paran no endereo: www.comprasparana.pr.gov.br, no link Consulta a Licitaes: Consulta de Editais. Outra opo para retirada do Edital e dos Elementos Tcnicos Instrutores junto Comisso de Licitao de Obras e Servios de Engenharia da Superintendncia de Desenvolvimento Educacional SUDE, no endereo acima citado, fornecer 01 (um) CD para gravao ou providenciar o recolhimento do valor de R$ 10,00 (dez reais), via GRPR, em qualquer agncia credenciada, com o Cdigo de Receita 5355 (Diversos do Estado), indicando no campo finalidade o nmero do Edital e a Secretaria de Estado da Educao (CP n 029/2014 SEED/SUDE) para recebimento do CD gravado.Informaes: (41) 3250-8305 ou (41) 3250-8314.

    Curitiba, 21 de julho de 2014.Comisso de Licitao de Obras e Servios de Engenharia

    AVISO DE LICITAO CONCORRNCIA N 285.14Objeto: Execuo de obra de reforma nas instalaes do sistema de abastecimento de gua da cidade de Cerro Azul, com fornecimento total de materiais e equipamentos, conforme detalhado nos anexos do edital. Recursos: Prprios. Preo Mximo Admitido: R$ 253.208,45. Disponibilidade do Edital: de 24/7/2014 at s 17h15 de 25/8/2014. Abertura da Licitao: 16h do dia 26/8/2014. Informaes complementares: Podem ser obtidas na Sanepar Rua Engenheiros Rebouas, 1376 - Curitiba/PR, Fones (41)3330-3910/3330-3128 ou Fax (41)3330-3174/3330-3200, ou pelo site http://licitacao.sanepar.com.br/.

    AO MONITRIA N 5041461-44.2012.404.7000/PRAUTOR : CAIXA ECONMICA FEDERAL - CEFRU : CREMILDA DE OLIVEIRA WERNECKRU : DIEGO BALIEIRO WERNECKADVOGADO : DIEGO BALIEIRO WERNECK

    EDITAL N. 8427510

    EDITAL DE CITAO COM PRAZO DE 60 (SESSENTA) DIAS.

    A DOUTORA ANA CAROLINA MOROZOWSKI, JUZA FEDERALSUBSTITUTA DA 3 VARA DE CURITIBA, SEO JUDICIRIA DO PARAN, NA FORMADA LEI, ETC.

    FAZ SABER, a todos os que o presente edital virem, ou dele conhecimento tiverem, que peranteeste Juzo e Secretaria se processam os Autos de AO MONITRIA N5041461-44.2012.404.7000/PR, em que figura como requerente CAIXA ECONMICAFEDERAL - CEF e requerida CREMILDA DE OLIVEIRA WERNECK, viva, brasileira,portadora da Cdula de Identidade RG n.810471, inscrita no CPF/MF sob n. 997.086.559-53,com ltimo endereo conhecido na Rua Eng. Arthur Bettes, 249, apto 31-Porto-Curitiba/PR.

    Como o(a) requerido(a) CREMILDA DE OLIVEIRA WERNECK encontra-se em lugar incerto eno sabido, no sendo por isso citado(a) pessoalmente,

    CITA-O(A) por meio do presente, para que, em at 15 (quinze) dias, apresenteembargos monitria ou pague o dbito apontado na inicial (R$ 16.645,70 atualizado at14/08/2012), ficando ciente de que a realizao imediata do pagamento dispensa a exigncia decustas processuais e honorrios advocatcios. Caso no haja o pagamento ou caso no sejamopostos embargos no prazo acima, ficar constitudo ttulo judicial em favor da autora, para que oru pague o valor exigido acrescido das custas e dos honorrios advocatcios de 10%.

    Para que chegue ao conhecimento de todos e principalmente do interessado,mandou a MM. Juza passar o presente edital, que ser fixado em lugar de costume desta Vara epublicado no Dirio Eletrnico da Justia Federal da 4 Regio. O prazo deste, que comear afluir da data da publicao, ter transcorrido assim que decorram os 60 (sessenta) dias, fixadosem epgrafe, e assim, perfeita estar a CITAO. Eu, Marcio Barbosa, Tcnico / AnalistaJudicirio, digitei, e vai conferido pela Diretora de Secretaria, Lara Alessandra Deretti.

    Dado e passado nesta cidade de Curitiba, em 17/06/2014.

    Ana Carolina MorozowskiJuza Federal Substituta

    Documento eletrnico assinado por Ana Carolina Morozowski, Juza Federal Substituta, na forma doartigo 1, inciso III, da Lei 11.419, de 19 de dezembro de 2006 e Resoluo TRF 4 Regio n 17, de 26de maro de 2010. A conferncia da autenticidade do documento est disponvel no endereoeletrnico http://www.jfpr.jus.br/gedpro/verifica/verifica.php, mediante o preenchimento do cdigo

    Evento 75 - EDITAL1 https://eproc.jfpr.jus.br/eprocV2/controlador.php?acao=acessar_docum...

    1 de 1 21/07/2014 13:45

    CUMPRIMENTO DE SENTENA N 5033567-51.2011.404.7000/PREXEQUENTE : CAIXA ECONMICA FEDERAL - CEFEXECUTADO : JOELCO ANTONIO SOBENKO

    EDITAL N. 8372642

    PRAZO: 20 (VINTE) DIAS

    A DRA. TANI MARIA WURSTER, MM. Juza Federal da 1 Vara, na forma dalei, faz saber a todos quantos o presente edital virem ou dele conhecimento tiverem que, peranteeste Juzo, localizado na Av. Anita Garibaldi, 888 - 4a. andar, Curitiba/PR, tramitam os autos emepgrafe, nos quais constam que o requerido encontra-se em lugar incerto e no sabido, pelopresente Edital, com prazo supra, que ser publicado na forma da lei e afixado na sede desteJuzo, fica INTIMADO, nos termos abaixo descritos:

    REQUERIDO:JOELCO ANTONIO SOBENKO (CPF/CNPJ: 83939113972)

    OBJETO: INTIMAO do requerido, nos termos do art. 475-J do CPC, para queefetue o pagamento do valor de R$ 36.672,89 (trinta e seis mil seiscentos e setenta e doisreais e oitenta e nove centavos) j includos os honorrios advocatcios, no prazo de 15(quinze) dias, sob pena de acrscimo de multa de 10% sobre o valor no pago, alm de possvelpenhora e alienao de bens suficientes satisfao do ttulo executivo.

    Tudo em conformidade com a deciso do evento 94 , a teor do disposto nos arts.232 do CPC, e para que no alegue ignorncia, mandou a MM. Juza Federal expedir o presenteedital, na forma da lei.

    A ntegra do processo eletrnico poder ser acessada em https://eproc.jfpr.jus.br/eprocV2/, menu consulta pblica -> Justia Comum/JEF V2, chave do processo 329293007111.

    Nesta cidade de Curitiba, Capital do Estado do Paran, @datadocumentoextenso@.Eu, Waldemar Gomes Ferreira Jr., Diretor de Secretaria e.e., o conferi.

    Tani Maria WursterJuza Federal

    Documento eletrnico assinado por Tani Maria Wurster, Juza Federal, na forma do artigo 1, incisoIII, da Lei 11.419, de 19 de dezembro de 2006 e Resoluo TRF 4 Regio n 17, de 26 de maro de2010. A conferncia da autenticidade do documento est disponvel no endereo eletrnicohttp://www.jfpr.jus.br/gedpro/verifica/verifica.php, mediante o preenchimento do cdigo verificador8372642v3 e, se solicitado, do cdigo CRC C0E03B50.

    Informaes adicionais da assinatura:Signatrio (a): Tani Maria Wurster

    https://eproc.jfpr.jus.br/eprocV2/controlador.php?acao=acessar_docum...

    1 de 2 22/07/2014 13:05

    SMULA DE CONCESSO DE LICENA DE OPERAOTAMANDUA COMERCIO DE COMBUSTIVEIS LTDA, torna pblico que re-cebeu da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Curitiba a LO-11/0589, vlida at 20/06/2014, para o Comrcio Varejista de Combustveis, situada na Rua Amaury Lange Silverio, 790, Pilarzinho Curitiba PR.

    SMULA DE PEDIDO DE RENOVAO DE LICENA DE OPERAOTAMANDUA COMERCIO DE COMBUSTIVEIS LTDA torna pblico que re-quereu Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Curitiba a renovao da Licena de Operao, para o Comrcio Varejista de Combustveis, situ-ada na Rua Amaury Lange Silverio, 790, Pilarzinho Curitiba PR.

    SMULA DE REQUERIMENTO DE RENOVAO DA LICENA DE OPERAOA TANDAVA INDSTRIA E COMRCIO DE COSMTICOS LTDA ME tor-na pblico que ir requerer ao IAP, a Renovao da Licena de Operao para a fabricao de cosmticos, produtos de perfumaria e higiene pessoal instalada Rua Nova Esperana n 808, Bairro Emiliano Per-neta, CEP 83.324-400, municpio de Pinhais, Estado do Paran.

    Falcade Metalrgica Indstria e Comrcio Eireli,torna pblico que re-quereu Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Curitiba a renovao da Licena de Operao, para Fabricao e comrcio de produtos de me-tal, servios de usinagem, tornearia e solda, situada Rua Jucelino Kubits-chek de Oliveira, n1964, CIC, Curitiba, PR, CEP: 81.280-140.

    ITAPEMA BEACH PLACE EMPREENDIMENTOS S/ACNPJ n 12.640.005/0001-68

    BALANO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 E 2010

    ATIVO 2011 2010

    ATIVO CIRCULANTE 129.535,00 1.000,00Caixa 1.000,00 1.000,00Bancos C/ Movimento 128.535,00 -ATIVO NO CIRCULANTE 40.157.351,40 67.687.782,00Investimentos 2.500.000,00 67.687.782,00Imobilizado 37.657.351,40 -TOTAL DO ATIVO 40.286.886,40 67.688.782,00

    PASSIVO E PATRIMNIO LQUIDO 2011 2010

    PASSIVO CIRCULANTE 1.729,38 -Encargos Fiscais e Sociais a Recolher 1.729,38 -PASSIVO NO CIRCULANTE 22.394.948,37 66.105.782,00Financiamentos 22.394.948,37 66.105.782,00PATRIMNIO LQUIDO 17.890.208,65 1.583.000,00Capital Social 109.001.000,00 20.001.000,00(-) Capital a Realizar (90.987.496,53) (18.418.000,00)Prejuzos Acumulados (123.294,82) -TOTAL DO PASSIVO E DO PATRIMNIO LQUIDO 40.286.886,40 67.688.782,00

    DEMONSTRAO DO RESULTADO 2011 2010

    RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAISDespesas Financeiras (1.295,07) -Receitas Financeiras 0,25 -RESULTADO OPERACIONAL (1.294,82) -Despesas No Operacionais (122.000,00) -PREJUZO LQUIDO DO EXERCCIO (123.294,82) -

    DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA 2011 2010Fluxo de Caixa das Atividades OperacionaisLucro (Prejuzo) Lquido do Exerccio (123.294,82) -Ajustes por:Aumento (Reduo) de Imposto a Pagar 1.729,38 -Aumento (Reduo) do Exigvel Longo Prazo (43.710.833,63) 66.105.782,00Caixa Lquido das Atividades Operacionais (43.832.399,07) 66.105.782,00/*bFluxo de Caixa das Atividades de InvestimentosAquisio de Investimentos (2.500.000,00) (67.687.782,00)Aquisio de Imobilizado (37.657.351,40) -Baixa de Investimentos por Resciso Contratual. 67.687.782,00 -Caixa Lquido das Atividades de Investimentos 27.530.430,60 (67.687.782,00)Fluxo de Caixa das Atividades de FinanciamentosIntegralizao no Capital Social 16.430.503,47 1.583.000,00Caixa Lquido das Atividades de Financiamentos 16.430.503,47 1.583.000,00

    Aumento (Dimin.) lquido de caixa e equivalente de caixaVARIAO DO DISPONVEL 128.535,00 1.000,00Caixa e equivalente de caixa no incio do perodo 1.000,00 -Caixa e equivalente de caixa no final do perodo 129.535,00 1.000,00

    DEMONSTRAO DAS MUTAES DO PATRIMNIO LQUIDO

    CAPITAL CAPITAL A LUCROS/(PREJ) PATR. LQUIDOSOCIAL REALIZAR ACUMULADOS CONSOLIDADO

    Capital Social Subscrito 20.001.000,00 (20.000.000,00) - 1.000,00Realizao de parcelasdo Capital a Realizar - 1.582.000,00 - 1.582.000,00Saldo 31/12/2010 20.001.000,00 (18.418.000,00) - 1.583.000,00Aumento do Capital 89.000.000,00 (89.000.000,00) - -Realizao de parcelasdo Capital a Realizar - 16.430.503,47 - 16.430.503,47Prej. Lq. Perodo - - (123.294,82) (123.294,82)Saldo 31/12/2011 109.001.000,00 (90.987.496,53) (123.294,82) 17.890.208,65

    NOTAS EXPLICATIVAS AS DEMONSTRAES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011

    Nota 1 - SUMRIO DAS PRINCIPAIS PRTICAS CONTBEIS:As operaes foram contabilizadas pelo regime de competncia de exerccios.

    2011 2010Nota 2 - INVESTIMENTOS 2.500.000,00 67.687.782,00Participaes Societrias 2.500.000,00 67.687.782,00IMOBILIZADO 37.657.351,40 -Imveis 37.657.351,40 -TOTAL 40.157.351,40 67.687.782,00

    Nota 3 - CAPITAL SOCIALO Capital Social representado por 109.001.000 aes ordinrias nominativas sem valor nominal.

    Tunas do Paran-PR., 31 de dezembro de 2.011

    LUIZ CARLOS DAL BIANCO MARChIORI LUIZ VIEIRA ALVESDiretor Presidente Tc.Cont. CRC-PR. 23.299/O-0

    ITAPEMA BEACH PLACE EMPREENDIMENTOS S/ACNPJ n 12.640.005/0001-68

    BALANO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E 2011

    ATIVO 2012 2011

    ATIVO CIRCULANTE 31.583,81 129.535,00Caixa 1.000,00 1.000,00Bancos C/ Movimento 30.583,81 128.535,00ATIVO NO CIRCULANTE 87.551.665,83 40.157.351,40Realizvel Longo Prazo 8.370.555,20 -Investimentos 3.000.000,00 2.500.000,00Imobilizado 76.181.110,63 37.657.351,40TOTAL DO ATIVO 87.583.249,64 40.286.886,40

    PASSIVO E PATRIMNIO LQUIDO 2012 2011PASSIVO CIRCULANTE 60.566,37 1.729,38Fornecedores 39.560,20 -Encargos Fiscais e Sociais a Recolher 21.006,17 1.729,38PASSIVO NO CIRCULANTE 48.473.965,74 22.394.948,37Financiamentos 48.473.965,74 22.394.948,37PATRIMNIO LQUIDO 39.048.717,53 17.890.208,65Capital Social 109.001.000,00 109.001.000,00(-) Capital a Realizar (69.829.598,87) (90.987.496,53)Prejuzos Acumulados (122.683,60) (123.294,82)TOTAL DO PASSIVO E DO PATRIMNIO LQUIDO 87.583.249,64 40.286.886,40

    DEMONSTRAO DO RESULTADO 2012 2011RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAISDespesas Administrativas (255,80) -Despesas Tributrias (11.745,86) -Despesas Financeiras (2.269,99) (1.295,07)Receitas Financeiras 19.582,73 0,25RESULTADO OPERACIONAL 5.311,08 (1.294,82)Despesas No Operacionais - (122.000,00)RES. ANTES DA PROVISO DACONTR. SOCIAL E IMP. DE RENDA 5.311,08 (123.294,82)Proviso da Contribuio Social s/Lucro (1.762,45) -Proviso para Imposto de Renda (2.937,41) -LUCRO (PREJUZO) LQUIDO DO EXERCCIO 611,22 (123.294,82)

    DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA 2012 2011Fluxo de Caixa das Atividades OperacionaisLucro (Prejuzo) Lquido do Exerccio 611,22 (123.294,82)Ajustes por:Aumento (Reduo) de Imposto a Pagar 19.276,79 1.729,38Aumento (Reduo) de Outras Contas a Pagar 39.560,20 -Reduo (Aumento) do Realizvel Longo Prazo (8.370.555,20) -Aumento (Reduo) do Exigvel Longo Prazo 26.079.017,37 (43.710.833,63)Caixa Lquido das Atividades Operacionais 17.767.910,38 (43.832.399,07)Fluxo de Caixa das Atividades de InvestimentosAquisio de Investimentos (500.000,00) (2.500.000,00)Aquisio de Imobilizado (38.523.759,23) (37.657.351,40)Baixa de Investimentos por Resciso Contratual. - 67.687.782,00Caixa Lquido das Atividades de Investimentos (39.023.759,23) 27.530.430,60Fluxo de Caixa das Atividades de FinanciamentosIntegralizao no Capital Social 21.157.897,66 16.430.503,47Caixa Lquido das Atividades de Financiamentos 21.157.897,66 16.430.503,47Aumento (Dimin.) lquido de caixa e equivalente de caixa (97.951,19) 128.535,00VARIAO DO DISPONVELCaixa e equivalente de caixa no incio do perodo 129.535,00 1.000,00Caixa e equivalente de caixa no final do perodo 31.583,81 129.535,00

    DEMONSTRAO DAS MUTAES DO PATRIMNIO LQUIDO

    CAPITAL CAPITAL A LUCROS/(PREJ) PATR. LQUIDOSOCIAL REALIZAR ACUMULADOS CONSOLIDADO

    Saldo 31/12/2010 20.001.000,00 (18.418.000,00) - 1.583.000,00Aumento do Capital 89.000.000,00 (89.000.000,00) - -Realizao de parcelasdo Capital a Realizar - 16.430.503,47 - 16.430.503,47Prej. Lq. Perodo - - (123.294,82) (123.294,82)Saldo 31/12/2011 109.001.000,00 (90.987.496,53) (123.294,82) 17.890.208,65Realizao de parcelasdo Capital a Realizar 21.157.897,66 - 21.157.897,66Lucro Liq. Perodo - - 611,22 611,22Saldo 31/12/2012 109.001.000,00 (69.829.598,87) (122.683,60) 39.048.717,53

    NOTAS EXPLICATIVAS AS DEMONSTRAES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012

    Nota 1 - SUMRIO DAS PRINCIPAIS PRTICAS CONTBEIS:As operaes foram contabilizadas pelo regime de competncia de exerccios.

    2012 2011Nota 2 - INVESTIMENTOS 3.000.000,00 2.500.000,00Participaes Societrias 3.000.000,00 2.500.000,00IMOBILIZADO 76.181.110,63 37.657.351,40Imveis 76.181.110,63 37.657.351,40TOTAL 79.181.110,63 40.157.351,40Nota 3 - CAPITAL SOCIALO Capital Social representado por 109.001.000 aes ordinrias nominativas sem valor nominal.

    Tunas do Paran-PR., 31 de dezembro de 2.012

    LUIZ CARLOS DAL BIANCO MARChIORI LUIZ VIEIRA ALVESDiretor Presidente Tc.Cont. CRC-PR. 23.299/O-0

    ITAPEMA BEACH PLACE EMPREENDIMENTOS S/ACNPJ n 12.640.005/0001-68

    BALANO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010

    ATIVO 2010ATIVO CIRCULANTE 1.000,00Caixa 1.000,00ATIVO NO CIRCULANTE 67.687.782,00Investimentos 67.687.782,00TOTAL DO ATIVO 67.688.782,00

    PASSIVO E PATRIMNIO LQUIDO 2010PASSIVO NO CIRCULANTE 66.105.782,00Financiamentos 66.105.782,00PATRIMNIO LQUIDO 1.583.000,00Capital Social 20.001.000,00(-) Capital a Realizar (18.418.000,00)TOTAL DO PASSIVO E DO PATRIMNIO LQUIDO 67.688.782,00

    DEMONSTRAO DOS FLUXOS DE CAIXA 2010Fluxo de Caixa das Atividades OperacionaisAjustes por:Aumento (Reduo) do Exigvel Longo Prazo 66.105.782,00Caixa Lquido das Atividades Operacionais 66.105.782,00Fluxo de Caixa das Atividades de InvestimentosAquisio de Investimentos (67.687.782,00)Caixa Lquido das Atividades de Investimentos (67.687.782,00)Fluxo de Caixa das Atividades de FinanciamentosIntegralizao no Capital Social 1.583.000,00Caixa Lquido das Atividades de Financiamentos 1.583.000,00

    Aumento (Dimin.) lquido de caixa e equivalente de caixaVARIAO DO DISPONVEL 1.000,00Caixa e equivalente de caixa no incio do perodo -Caixa e equivalente de caixa no final do perodo 1.000,00

    NOTAS EXPLICATIVAS AS DEMONSTRAES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010

    Nota 1 - SUMRIO DAS PRINCIPAIS PRTICAS CONTBEIS:As operaes foram contabilizadas pelo regime de competncia de exerccios.Nota 2 - CAPITAL SOCIALO Capital Social representado por 20.001.000 aes ordinrias nominativas sem valor nominal.

    Tunas do Paran-PR., 31 de dezembro de 2.010

    LUIZ CARLOS DAL BIANCO MARChIORI LUIZ VIEIRA ALVESDiretor Presidente Tc.Cont. CRC-PR. 23.299/O-0

    TOMADA DE PREOS 2014/09279(7419) Cenop Logstica Curitiba PR; OBJETO: Contratao de reforma para a modernizao das Salas On Line/TC visando melhorar o padro de infraestrutura para aumentar a disponibilidade dos equipamentos de dados, voz e segurana instalados nas Agncias Rondinha, Chapada, Carazinho, No-Me-Toque, Saldanha Marinho, Sarandi, Marcelino Ramos, Santa Brbara do Sul e Selbach, no Estado do Rio Grande do Sul; LOCAL/DATA/HORA DE REALIZAO: Cenop Logstica Curitiba PR, Praa Tiradentes, 410, 7. Andar, Ala A, Centro, Curitiba/PR, em 13.08.2014 s 10h30min; OBTENO DO EDITAL: no endereo acima, das 10 s 16h, at 07.08.2014, mediante pagamento de R$ 5,00 ou repasse de CD no utilizado e na Internet, endereo http://www.bb.com.br/editaislicitacoes. Informaes: cenop.cwb.licit.eng@bb.com.br ou Fone: (0XX41) 3321-2197.

    DIRETORIA DE APOIO AOS NEGCIOS E OPERAESCENOP LOGSTICA CURITIBA PR

    AVISO DE LICITAO

    TOMADA DE PREOS 2014/09282(7419) Cenop Logstica Curitiba PR; OBJETO: Contratao de reforma para a modernizao das Salas On Line/TC, visando melhorar o padro de infraestrutura para aumentar a disponibilidade dos HTXLSDPHQWRVGHGDGRVYR]HVHJXUDQoDLQVWDODGRVQDV$JrQFLDV&DVFD6HUDQDCorrea, So Marcos, Bom Jesus, gua Santa, Ibiraiaras, Parai e Nova Alvorada, no Estado do Rio Grande do Sul; LOCAL/DATA/HORA DE REALIZAO: Cenop Logstica Curitiba PR, Praa Tiradentes, 410, 7. Andar, Ala A, Centro, Curitiba/PR, em 13.08.2014 s 13h30min; OBTENO DO EDITAL: no endereo acima, das 10 s 16h, at 07.08.2014, mediante pagamento de R$ 5,00 ou repasse de CD no utilizado e na Internet, endereo http://www.bb.com.br/editaislicitacoes. Informaes: cenop.cwb.licit.eng@bb.com.br ou Fone: (0XX41) 3321-2197.

    BANCO DO BRASIL S.A.DIRETORIA DE APOIO AOS NEGCIOS E OPERAES

    CENOP LOGSTICA CURITIBA PR

    AVISO DE LICITAO

    CARTRIO DE SANTA FELICIDADEIRIO DAS CHAGAS LIMA OFICIAL

    Av. Manoel Ribas, 6031 - Fone (41) 3372-1671 CEP 82020-000 CURITIBA PARANEDITAL DE PROCLAMAS

    Fao saber que pretendem se casar: 1- RICARDO DE CARVALHO LOPES COM AUDREY CRISTINA SARTORI FIORAVANO;2- GEREMIAS COSTA DE FARIAS COM EVELINE TORRES BOTEGA;3- ODIRLEI BUENO DE LARA COM JOSIMARA DA SILVEIRA;4- NELSON LUIZ FRANCO COM EDENILZA MARTINS;5- EDWARD WADIH MOUSSA COM AMANDA MERCER DE OLIVEIRA RIBAS;6- ALLAN DA SILVA COM JSSICA LOPES DA SILVA;7- RICARDO ZANINI COM MONIQUE NERY VALENTIM;8- LUCAS MACIEL DA SILVA COM PAULA CAROLINY NUNES DA CONCEIO.Se algum souber de algum impedimento, oponha-o na forma da Lei, no prazo de 15 (quinze) dias.

    Curitiba, 22 de julho de 2014 IRIO DA CHAGAS LIMA

    Oficial

    3 OFCIO DE REGISTRO CIVIL E 15 TABELIONATODE PESSOAS NATURAIS

    Municpio e Comarca de CURITIBA, Estado PARANBEL. MNICA MARIA GUIMARES DE MACEDO DALLA VECChIA

    Registradora Designada Fao saber que pretendem se casar: 01- CANDIDO GIOVANELLA JUNIOR e RILMA DE CSSIA BARBOSA SANTANA; 02- ALAN BRUNO CICHON e GEORGIA CRISTINA ALBINI. se algum souber de algum impedimento, oponha-o na Forma da lei no prazo de 15 (quinze) dias.

    CURITIBA, 22 DE JULhO DE 2014

  • Dirio Indstria&ComrcioCuritiba, quarta-feira, 23 de julho de 2014 | Pg. a8Justia&DiREitO

    Ponto de Vista

    J se disse que o pior da ditadura o guarda da esquina, significando que o rompimento da ordem constitucional contamina todos os segmentos do Esta-do, como se autorizasse cada represen-tante do poder, por mais insignificante, a agir como um pequeno tirano. Podemos acrescentar que, alm do guarda da es-quina, existem os amigos e parentes do ditador, sempre dispostos a usufruir os privilgios de tal relao.Neste momento, segmentos da socie-dade, ingnuos ou nem tanto, desejam reeditar marchas salvadoras de meio sculo atrs, como se ir aos bivaques bulir com os granadeiros (como dizia o marechal Castelo Branco) pudesse con-duzir a alguma soluo para questes de insegurana, corrupo e descalabros outros, que nos infelicitam a todos. Quando ocorreram as marchas originais, o pas estava beira de algo como uma guerra civil - esquerda e direita vocifera-vam abertamente planos sangrentos para a imposio de suas vises do paraso. A direita conquistou o apoio de grande parte da classe mdia e da imprensa e, finalmente, das foras armadas, que s esperavam o convite. O golpe militar foi consequncia. Fala-se, sem provar, que os comandantes

    do primeiro governo militar pretendiam garantir a realizao das eleies pre-sidenciais de 1965. Mas presses de outras alas, desconfianas acerca dos dois provveis candidatos mais fortes (o ex-presidente Juscelino Kubitschek e o governador da Guanabara, Carlos Lacerda), o gosto doce do poder, e as aspiraes dos onipresentes parentes e amigos, remeteram as boas intenes s calendas. O processo seguiu seu curso inevitvel - e amargamos anos de ditadura.Temos o sentimento de que algo est muito errado no pas. No nos sentimos seguros nem em nossas prprias casas; no temos confiana nos agentes p-blicos e privados; vemos escndalos se avolumarem em todas as instncias de governo. E queremos soluo; e temos pressa; e, s vezes, cedemos tentao infantil do remdio mgico, como se um poder absoluto pudesse encarcerar para sempre todos os maus, limpar rapida-mente as instituies, garantir a poder de espada prosperidade e justia. J vimos filme parecido. No acaba bem. Muitos morreram at mesmo antes do final. Uma observao que se ouve com frequ-ncia de pessoas mais velhas que no meu tempo era melhor. A percepo

    do passado tem quase sempre certo vis de irrealidade, como se fosse lembrana apenas da parte boa do ocorrido. Uma tarde distante de chuva parece ter se constitudo apenas da beleza da prpria chuva, sem o desconforto dos ps mo-lhados ou do transito complicado. Os saudosos da ditadura lembram sua pr-pria juventude, idealizam um tempo em que acham que tudo era mais simples e certo. Esquecem mortes, prises ilegais, tortura, arbitrariedade e censura - e de que mesmo um Congresso com graves defeitos muitssimo melhor que um Congresso fechado. Educadores tm a obrigao da clarivi-dncia - no a dos magos que preveem o futuro em folhas de ch, mas no sentido lato: viso clara. Olhar com cuidado, discernimento e sem paixes o momento dos jovens, ainda nem nascidos quando tudo aconteceu, para que no se enga-nem: segundo o mito, os vampiros aos quais se permite entrada no sairo to facilmente.

    * Wanda Camargo educadora

    e assessora da presidncia das Faculdades Integradas do Brasil

    UniBrasil.

    Convite ao Vampiro

    Dos 513 deputados federais, 399 tentaro a reeleio em outubroDos 513 deputados federais, 399 (ou 77,78% da com-posio atual da Cmara dos Deputados) concorrem ree-leio em outubro. Os demais 114 ou no disputam nenhum cargo, caso de 37 deles (7,21%), ou concorrem a outros cargos, caso dos 77 restantes (15%). Os nmeros esto em levanta-mento feito pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).

    Dos 77 deputados que dis-putam outros cargos, 21 buscam uma vaga de vice-governador,

    21 concorrem ao Senado, 19 preferem ser deputado estadual, dez pretendem ser governador e seis desejam ser suplente de senador.

    Supondo que todos que dispu-tam a reeleio consigam renovar seus mandatos historicamente, apenas entre 60% e 70% conse-guem a renovao j seria de 22,22%.

    A estimativa do Diap, no entanto, que a renovao da Cmara em 2014 ultrapasse a mdia histrica e supere os 50% da composio da Casa.

    CPMI da Petrobras se rene para ouvir secretrio do Tribunal de Contas da Unio

    Presidente das duas comis-ses parlamentares de inqurito que investigam denncias de irregularidades na Petrobras, o senador Vital do Rgo (PMDB-PB) informou que os trabalhos investigativos vo prosseguir no perodo em que no houver ses-ses deliberativas no Congresso Nacional (18 a 31 de julho).

    A Comisso Parlamentar Mista de Inqurito (CPMI) da Petrobras tem reunio prevista para hoje, a partir de 14h30. Deputados e senadores vo ouvir o secretrio de Controle Externo da Administrao Indireta do

    Tribunal de Contas da Unio (TCU), Osvaldo Vicente Cardoso Perrout.

    Vital do Rgo disse que a de-ciso de no interromper os tra-balhos das duas CPIs foi tomada por seus integrantes, como uma resposta ao desejo da sociedade de ver as denncias apuradas. Os companheiros entenderam que deveriam manifestar ao Pas o desejo de investigar profunda-mente as questes que nos so apresentadas e que so de nossa responsabilidade, disse Vital do Rgo.

    A reunio ser realizada no

    plenrio 2 da ala Nilo Coelho, no Senado.

    AuditoriAs do tCuEmpreendimentos da Pe-

    trobras, como a construo da Refinaria Abreu e Lima, em Per-nambuco, esto em anlise pelo TCU. Em agosto do ano passado, o tribunal divulgou ter constatado nas obras dessa refinaria indcios de irregularidades, como projeto bsico deficiente ou desatualiza-do, inadequao das providncias adotadas para sanar interfe-rncias que possam provocar o atraso da obra e obstruo ao livre

    exerccio da fiscalizao.A Petrobras respondeu que

    est em entendimento com o TCU para demostrar que no h so-brepreo nem superfaturamento nas obras, mas sim divergncias metodolgicas.CPi do senAdo

    No h ainda reunio prevista para a semana que vem da CPI do Senado que apura irregularidades na Petrobras. O relator da comis-so parlamentar, senador Jos Pimentel (PT-CE), disse, porm, que esse perodo ser destinado anlise de documentos e depoi-mentos.

    TSE DivulgaCand 2014: confiraprimeiro balano de candidaturas

    At as 14h desta segunda-feira (21), o Sistema de Divulgao de Candidaturas (DivulgaCand 2014) do Tribunal Superior Elei-toral (TSE) havia contabilizado 11 pedidos de registro de candidatos a presidente da Repblica, 171 a governador de Estado, 181 a senador, 6.749 a deputado fede-ral, 16.235 a deputado estadual e 1.003 a deputado distrital (DF) nas Eleies Gerais de 2014. Os

    pedidos de candidaturas esto em avaliao pela Justia Elei-toral. importante destacar que o DivulgaCand 2014 est sujeito a atualizao de dados, sendo que eventuais nmeros podem apresentar alteraes em futuras consultas.

    So Paulo e Alagoas, com nove cada um, e Minas Gerais, Paran, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com oito cada,

    so os estados com mais pedi-dos de registro de candidatos a governador. Para o cargo de senador o estado do Par lidera (11), seguido de Amap e So Paulo, os dois com dez pedidos de registro cada.

    So Paulo e Rio de Janeiro de-tm mais pedidos de candidatos a deputado federal, no caso 1.354 e 1.068. So Paulo (1.987) e Rio de Janeiro (1.977) tm tambm mais

    pedidos de registro a deputado estadual. So Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro so os estados com mais vagas na Cmara dos Deputados, respectivamente 70, 53 e 46.

    Acre, Roraima e Cear, com quatro cada um, tm menos pe-didos de registro de candidatos a governador. Igualam-se, com quatro candidatos ao Senado cada, o Acre e o Cear.

    TCU TribUnal aUdiTa aposenTadorias ConCedidas pelo inss

    O Tribunal de Contas da Unio (TCU) realizou audi-toria no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para verificar a legalidade da con-cesso de aposentadorias por idade e por tempo de contri-buio. O volume de recursos fiscalizados foi de aproxima-damente R$ 12 bilhes. O total dos benefcios que o tribunal considerou necessrios de se-rem revistos pelo INSS poder

    propiciar economia aos cofres pblicos de R$ 5,9 milhes anuais.

    O TCU fez extensa an-lise, mediante ferramentas de sistemas de informao, do banco de dados do INSS, em 12.532.960 aposentado-rias ativas relativas a idade e tempo de contribuio. Esses dados foram posteriormente cruzados com os de outros rgos.

    TrF1 ManTida Condenao de servidor do sTM aCUsado de Forjar penso aliMenTCia

    A 3. Turma do Tribu-nal Regional Federal da 1. Regio (TRF1) manteve a condenao de um servidor do Superior Tribunal Militar (STM) acusado pelo Minis-trio Pblico Federal (MPF) de implantar, de forma frau-dulenta, penso alimentcia (PA) para sua esposa e filha com o objetivo de obter van-tagens financeiras.

    O servidor foi condenado em primeira instncia pela 15. Vara da Seo Judiciria do Distrito Federal por im-probidade administrativa, a ressarcir o valor apropriado indevidamente, no montante de R$ 60,2 mil, ao pagamento de multa de R$ 200 mil e proibio de contratar com o Poder Pblico pelo prazo de trs anos.

    TrF3 TribUnal Condena aCUsado por Uso de passaporTe Falso

    Em recente deciso unni-me, a Primeira Turma do Tri-bunal Regional Federal da 3 Regio (TRF3) decidiu manter a condenao de um acusado de uso de passaporte falso.

    Narra a denncia que no dia 12 de junho de 2010, por volta das 9h30, no Aeroporto Inter-

    nacional de Guarulhos, o ru foi preso em flagrante quando fazia o check-in para embarque rumo Guatemala, com cone-xo no Panam. Pretendia ir caminhando da Guatemala pela fronteira at o Mxico, de onde atingiria os Estados Unidos, seu destino final.

    TrF1 preFeiTo de MUniCpio Maranhense Condenado por desvio de verba pbliCa

    A 2 Seo do TRF da 1 Regio condenou o prefeito do municpio maranhense de Magalhes de Almeida a cinco anos e oito meses de recluso por infrao ao artigo 1, I, do Decreto-Lei 201/67 (apropriar-se de bens ou rendas pbli-cas, ou desvi-los em proveito prprio ou alheio). O poltico tambm foi condenado perda do cargo pblico, bem como a

    inabilitao pelo prazo de cinco anos para o exerccio de cargo ou funo pblica, eletivo ou de nomeao.

    De acordo com a denn-cia oferecida pelo Ministrio Pblico Federal (MPF), o acu-sado apropriou-se de recursos pblicos federais, repassados ao Municpio por meio de con-vnios firmados com rgos federais.

    TrF4 exrCiTo deve reinTegrarMiliTar TeMporria grvida

    A 3 Turma do Tribunal Regional Federal da 4 Regio (TRF4) confirmou, na ltima semana, por unanimidade, sentena que determinou a reintegrao ao Exrcito de uma militar temporria que estava grvida quando foi licenciada. A medida tambm ordenava a reincluso da mu-lher ao Plano de Sade do

    Exrcito (FUSEx).A autora ingressou com a

    ao na Justia Federal de Porto Alegre, alegando que estava grvida quando foi dispensada pelo Exrcito, em fevereiro de 2013. Em maio do mesmo ano, ela obteve uma liminar, ordenando sua reintegrao ao servio militar, no posto que ocupava quando na ativa.

    eMbraTel pagar periCUlosidade por CoMbUsTvel arMazenado na garageM de prdio

    A Empresa Brasileira de Te-lecomunicaes S.A. Embra-tel ter de pagar o adicional de periculosidade a um empregado administrativo que trabalhava em um prdio em cuja garagem havia um tanque de combust-veis em condies irregulares. A condenao foi imposta pela

    Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, ao consi-derar que o risco envolvia todo o edifcio. O empregado exercia a funo de gerente de contas empresariais quando foi dis-pensado sem justa causa, aps ter trabalhado na empresa por 25 anos.

    TsT Caixa eConMiCa Federal responder por dbiTos TrabalhisTasde obra do Minha Casa Minha vida

    A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho mante-ve a condenao subsidiria da Caixa Econmica Federal (CEF) pelos dbitos trabalhistas de um pintor de obra do progra-ma Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal. Embora o TST aplique a casos semelhantes a Orientao Jurisprudencial 191 da Subseo 1 Especializada em Dissdios Individuais (SDI-1), que isenta o dono da obra da responsabilidade pelas dvidas de empreiteiras, no caso espe-cfico, a CEF, financiadora do empreendimento, assumiu a gesto da obra aps interven-o judicial resultante de ao

    civil pblica do Ministrio Pblico do Trabalho motivada pela ausncia de pagamen-to dos salrios dos empre-gados (Processo 0000684-77.2012.5.04.0741).

    Ao no conhecer do recur-so da CEF contra a condena-o, o ministro Aloysio Corra da Veiga, relator do processo na Sexta Turma, destacou que, quando assumiu atos de gesto administrativa e finan-ceira do canteiro de obras, a instituio atuou como verdadeira empregadora e, por esse motivo, no h como afastar sua responsabilidade subsidiria.

  • Dirio Indstria&ComrcioCuritiba, quarta-feira, 23 de julho de 2014 | b1 adeliamarialopes@yahoo.com.br

    Adlia Maria Lopes

    Nem te Conto!

    MODA&CIA

    Frida danaEm homena-gem expo-sio de fotos de Frida Kha-lo, aberta no MON, o es-petculo de dana contem-pornea Kahlo voltou ao car-traz e faz lti-ma apresenta-

    o nesta quarta dia 23. As bailarinas Alessandra Lange, Juliane Engelhardt e Patrcia Machado, integrantes do Bal Teatro Guara, revivem a histria da artista mexi-cana, que, mutilada depois de um acidente, utiliza a si mesma como objeto de recriao. Entrada grtis, s 10h, no Auditrio da Rua da Cidadania do Boa Vista (Av. Paran, 3600 Boa Vista).

    Valter Hugo Me Os convites para a confern-cia Simplesmente Humano, com o escritor portugus Valter Hugo Me, que ser realizada em 7 de agosto, na Capela Santa Maria, esto sendo distribudos na bilheteria (Rua Conselheiro Laurindo, 273). A palestra o segundo captulo do Litercultura Festival Literrio de Curitiba e faz parte da programao do Estao Volvo. Valter Hugo Me, detentor dos prmios Jos Saramago e

    Portugal Telecom, escreveu os romances O nosso reino, O remorso de Baltazar Serapio, O apocalipse dos traba-lhadores, A mquina de fazer espanhis, O Filho de Mil Homens e A Desumanizao.

    esportiVaMenteTradicional na Austrlia, o rugby patrocinado pelo Outback no Brasil, onde j tem mais de 100 mil seguido-res, mais de 200 agremiaes esportivas e 10 mil atletas registrados. O rugby existe por meio do trabalho em equipe, respeito e unio. um esporte democrtico que possui conceitos que tm total sinergia com os valores da marca Outback, explica Antonio Marchese, diretor de marketing da rede de restaurantes. O time que com-petir no Super10 e SuperSevens tem vrios atletas do programa Vivendo o Rugby, desenvolvido para incen-tivar a prtica do esporte na rede pblica de ensino em Curitiba, Piraquara e Fazenda Rio Grande.

    CoMes&BeBes1-Neste ms de seu sexto aniversrio, o Bar CanaBenta (Rua Itupava, 1431) oferece, at dia 27, o popular Boli-nho de Carne com seis novos sabores, inclusive com op-es vegetarianas, numa criao do chef Felipe Mulato. O Bolinho de Carne, lembra Dlio Canabrava, ganhou espao no perodo de hiperinflao. Com o alto preo da matria-prima, os donos de bares acrescentaram po molhado no leite na receita. O resultado foi um petisco ainda mais saboroso. Imbatvel dentro do po!2-A Boutique Nespresso do ParkShoppingBarigi oferece, nesta quarta dia 23, das 14 s 20h, o drinque Samba, espe-cialmente desenvolvido para a primeira campanha 100% nacional da marca chamada Nespresso, com corpo e

    alma brasileiros. Participe! Para conferir outros coquetis criados para a campanha: www.youtube.com/nespresso.

    pelos sHoppings1-Fica no Palladium a BeRay, loja especializada em Ray-Ban. Os mode-los com lentes espelhadas so os que mais atraem aqueles que so antena-dos na moda, repara a empresria Cassiana Ta-

    ques, apontando entre os mais procurados o Ray-Ban Erika Velvet, com o acabamento em veludo.2-O Shopping Curitiba promove a partir desta quarta-feira 23, a liquidao 5 Dias de Loucura, com descontos de at 70% nas mais de 130 lojas e os clientes tero cupom de descontos, disponvel em displays em todas as entradas junto com o tablide com a listagem das ofertas.3-O Liquida Mueller acontece de quinta dia 24 a do-mingo, com ofertas de 40% a 70% na compra de itens de colees atuais de roupas, calados, cosmticos, eletroeletrnicos, brinquedos, acessrios e decorao. A campanha foi lanada pelo Shopping Mueller visa esgotar os estoques e preparar as lojas para receber as colees da nova estao.4-At o ltimo dia julho, o ParkShoppingBarigui estar em ritmo de liquidao de inverno com a Campanha do Lpis Vermelho. As lojas que aderiram a promoo esto sinalizadas com os materiais da campanha. Entre as ofertas esto uma bolsa de rfia da Santa Lolla de 299,90 por 119,96 reais e um anel da Maria Dolores de 368 por 99 reais.

    A primeira edio da Fenin Bento, realizada semana passada na cidade gacha de Bento Gonalves, abriu as portas da capital dos mveis e do vinho para o mundo da moda, seguindo a vo-cao de unir turismo, cultura e feiras de negcio. Durante trs dias, cerca de 300 expositores, desde atacadistas a marcas internacionais e micro produ-

    Depois de trabalhar por doze anos nas grficas da editora Abril, dirigir o Inhotim (fantstico museu a cu aberto em Minas), morar na Europa, aventurar-se pelo mundo montado numa moto, criar quarto de milha, servir s Realizaes Imobilirias Odebrecht, dirigir cinema e ser banqueiro, Roberto Abreu Civita partiu para o mundo

    da moda, mantendo as duas pai-xes (motociclismo e cavalos) e fidelidade outra, o rock. E eis que vamos encontr-lo lamben-do a cria: dentro do estande no espao voltado s grifes, novidade da Fenin, feira da indstria moda que, semana passada, estreou novo endereo, a cidade gacha de Bento Gonalves.

    Vim dos Estados Unidos especialmente para acompanhar o nosso estande na feira, dizia, assediado por jornalistas, para confirmar o empenho em sua nova vocao e empreendimen-to, a marca Rock Country. Ele, filho de Richard Civita, assina a direo criativa das colees, enquanto seus irmos Adriano

    e Ricardo respondem pela parte administrativa. Os trs j tm um p na moda: dirigem o Shopping Vitria, na capital capixaba.

    Rock Country fez sua estreia na Fenin, apresentando jeans, cami-saria, couro, malhas e botas para lojistas de todo o pas. A primeira coleo traz cem referncias mascu-linas e cerca de setenta femininas. O prximo passo ser abrir lojas pr-prias, enquanto mantm temtico showroom em So Paulo, capital. Calados de Franca, camisaria do Nordeste e jeans de americana, as-sim se compem as parcerias fabris. A marca, que vai trabalhar com colees atemporais, sem seguir exatamente as estaes do ano, une estilo rock com o rural, do

    masculino selvagem s sensuais mulheres dos saloons de faroeste. Diante dos elogios para a primeira coleo, Bob Civita, recorda da lio paterna: Passamos pelas empresas do grupo, mas nunca fomos obrigados a seguir o caminho do outro. A orientao recebida , seja l qual for a opo dos filhos, que se faa bem feito.

    Nova marca surge das voltas que o mundo d

    Moda pede passagem na terra dos vinhedos

    tores, mais lojistas de vrios Estados conviveram com as tradies do Vale do Vinhedo.

    O pavilho do Fundaparque recebeu varejistas interessados nos lanamentos de primavera-vero 2014-15, que teve seu ponto alto nas colees masculinas. E, de brinde, acompanharam desfile das marcas, que levaram passarela os veteranos

    Paulo Zulu e Luciano Szafir, a modelo Julie Car-doso e o ator Felipe Titto. Uma novidade chamou ateno na feira: a presena de segmento fashion internacional, representado, entre outras, pelas grifes Donna Karan (DKNY), Desigual, Triton, Ralph Lauren.

    E agora Jlio Viana, da Expovest, pede pas-

    sagem para a edio de inverno da Fenin Bento, agendada para janeiro, de 20 a 23. Estamos muito contentes com a vinda dessa feira para a regio, pois nos faltava o segmento de moda para se unir s nossas economias mais fortes, a indstria moveleira e a vitivinicultura, saudou o secretrio de turismo de Bento Gonalves, Gilberto Durante.

  • Curitiba, quarta-feira, 23 de julho de 2014

    GERAL | B3Dirio Indstria&Comrcio

    Panorama Polticoprpress@terra.com.brPedro Washington

    RepeRcusso positivaO pouco interesse demonstrado pelo brasileiro pela

    poltica como se essa arte no lhe dissesse respeito, responsvel pela repercusso que a coluna ontem postada aqui alcanou. Desinteresse que faz com que no se saiba muito do que ocorre ao redor do prprio cidado, com Braslia decidindo o que mais convm aos governantes de planto. A surpresa demonstrada por aqueles que no sabiam ficar 70% da arrecadao de impostos em poder do governo federal, 25% para os governos estaduais e apenas 5% revertidos aos mais de 5.624 municpios, bem tpica. Equivale aos que julgam estar economizando colocando dinheiro na caderneta de poupana, sem se dar conta de que seu rendimento mal cobre a inflao admitida pelo governo. A que se contata nas prateleiras do mercado ou das lojas de todas as espcies maior. verdade que s a memria de gente da nossa gerao ou um pouco menos, pode retornar ao perodo em que Castelo Branco determinou uma melhor distribuio do ICMS, beneficiando os municpios. Como cada cabea, uma sentena logo vieram os que entendiam ser me-lhor uma centralizao dos recursos em Braslia para posterior distribuio. Uma das medidas do primeiro mandato do perodo revolucionrio que os subsequen-tes acharam melhor mudar. Poder com mais dinheiro na mo mais poder, raciocinaram. Curiosamente, a exemplo de outras medidas do perodo, os que reim-plantaram a democracia no pas acharam por bem no mexer, at porque, o primeiro mandato foi exercido por gente que era farinha do mesmo saco. Ou s a nossa gerao se lembra que Sarney foi expoente dos partidos revolucionrios, portanto concorde com tais medidas tomadas no perodo anterior. fundamental para o fortalecimento da democracia brasileira, uma mudana tributria profunda. No apenas para bene-ficiar os que produzem. Igualmente em favor dos que residem nos municpios, a maioria fortemente agrcolas e que carregam o pas nas costas.

    Um exemplo claro das consequncias do que ontem se afirmou aqui, com a centraliza-o de recursos na rea federal o crescimento de oramentos de po-deres paralelos como os legislativos e judicirios. Vm de cima e se alas-

    tram pelo pas sob a for-ma de isonomia. Como o governo magnnimo na aprovao dos oramen-tos federais, os estaduais e municipais de rgos como assembleias, tribu-nais e adjacncias, cma-ras, seguem os exemplos superiores.

    Poder centralizado, consequncias disseminadas

    RefoRma uRgenteOutro setor a clamar pela reforma que nunca vem

    o poltico. A cada dia surgem novos partidos, como se os 33 j existentes no fossem suficientes. Montados pelos mesmos que aprenderam o caminho das pe-dras nas agremiaes que frequentaram, sem outros objetivos que no o acesso ao fundo partidrio e aos segundos de televiso, altamente rentveis em pero-dos como este. Programa a ser cumprido e projeto de mudana, apenas no papel!

    medida simplesSabe-se porm, que mudanas simples teriam

    grande efeito no cenrio poltico brasileiro. Um deles, repousa numa das fundas gavetas da Cmara Federal, cujo autor j deixou esta terra. Foi elaborado pelo Affonsinho, uma das mais brilhantes cabeas polticas que o Paran conheceu. Preconizava apenas que os partidos fossem obrigados a ter candidatura prpria em eleies majoritrias. S isso reduziria, numa primeira leva, a no mximo seis partidos. Explico:

    fim do balco de negciosCom 18, 25, 44 segundos para uso no horrio elei-

    toral, candidaturas da maioria dos partidos no se via-bilizariam. Alegariam eles que so tempos insuficientes para se vender ideias. Mas, malandramente, so tempos suficientes para leilo-los nas vergonhosas coligaes que se monta nas eleies majoritrias. A preo de mer-cado! Como se sabe o mercado do segundo eleitoral maior que o do segundo comercial nas TVs, que j muito alto. Quem no apresentasse candidato perderia acesso ao milionrio fundo partidrio e aos horrios eleitorais. Sem eles partidos no sobrevivem!

    AGRICULTURA FAMILIAR

    Feira Sabores do PRabre ao pblico hojea expectativa que 21 mil pessoas passem por l at domingo (27)

    A Feira Sabores do Paran (edio Curitiba) abre suas portas ao pblico hoje, a partir das 16 horas, no Expo Renaut Barigui, no Parque Barigui. A expectativa que 21 mil pessoas passem por l at domingo (27). O atrativo principal ser a venda de produtos da culinria regional como compotas, geleias, queijos, embutidos, sucos, doces, pats, conservas, bolos e bolachas, mo-lhos, alm de artesanato e flores produzidos pelos agricultores familiares.

    A novidade deste ano ser a instalao de uma praa de ali-mentao com produtos tpicos e regionais. Haver trs restauran-

    tes e trs quiosques com produtos tpicos do Estado. O restaurante Lipsky da Lapa est apresentando a tradicional comida troupeira. Outros dois restaurantes que funcionam no circuito de turismo rural em So Jos dos Pinhais e em Ponta Grossa apresentam um buf de sopas e o tradicional eisben (joelho de porco), prato t-pico da colnia alem radicada no Paran. Os quiosques vo vender pamonha, sorvetes artesanais e chope artesanal.

    A praa da alimentao vai funcionar durante todo o perodo da feira e o pblico poder ser atendido em qualquer horrio. A inteno demonstrar os pro-

    dutos que esto disponveis nos circuitos de turismo rural para atrair o pblico de Curitiba para a zona rural na Regio Metropolita-na de Curitiba e de outras regies do Estado.

    A feira Sabores do Paran acontece entre os dias 23 a 27 de julho, em Curitiba. Promovida pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, por meio do Programa Fbrica do Agricultor, e em conjunto com o Instituto Emater, a feira ter a participao de 160 expositores ligados diretamente agricultura familiar de vrias regies do Es-tado, que devem compor um mix de 1.200 itens de produtos que

    iro desde alimentos de origem animal e vegetal, passando ainda por setores de flores, artesanatos e da culinria paranaense.

    J temos uma tradio na Feira Sabores, que entra no seu 15 ano. A nossa expectativa de que ultrapassemos em R$ 1 milho as vendas nos cinco dias da feira. Outro ponto importante o que vem depois da feira, com as negociaes futuras realizadas entre os expositores e os compra-dores que passam a conhecer me-lhor e comercializar a produo da nossa agricultura familiar, afirma o secretrio estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

    O atrativo principal ser a venda de produtos da culinria regional como compotas, geleias, queijos, embutidos, sucos, doces, pats, conservas, bolos e bolachas, molhos, alm de artesanato e flores

    Pedro Ribas/ANPr

    tRanspoRte

    Usurio ter mais 23 endereos para carregar o carto transporte

    Quem usa carto transporte ter, a partir do prximo dia 1, mais 23 endereos para fazer a carga de crdito que atualmente s feita na Urbs ou pela inter-net e tambm para comprar e carregar o carto avulso. So bancas de revistas e lanchonetes permissionrias da Urbs, locali-zadas no entorno ou nas prprias praas Tiradentes, Rui Barbosa, Carlos Gomes, Santos Andrade e Zacarias e 19 de Dezembro; e nos terminais Cabral, Santa Felicidade, Campina do Siquei-ra, Hauer,Porto, Centenrio,

    Fazendinha e Campo Comprido e prximo ao Terminal Santa Cndida.

    Os novos locais para a carga de crditos e o lanamento do carto avulso fazem parte do projeto voltado a incentivar o uso do carto transporte, atualmente utilizado por 55% dos 1,1 milho de passageiros pagantes por dia. Na semana passada, a Urbs abriu mais trs postos volantes, am-pliando de seis para nove o nme-ro de locais onde possvel fazer o carto transporte usurio.

    Tambm a partir do dia 1 de

    agosto a passagem em 66 linhas que operam com micro-nibus, o que inclui o Circular Centro, s poder ser paga com carto transporte. A medida atende deciso judicial que probe que o motorista faa a cobrana da passagem mesmo com o veculo parado, e evita aumento no custo do transporte. A contratao de novos cobradores custaria R$ 1,5 milho por ms, alm de R$ 2 mi-lhes para adaptao dos nibus, custos estes que representariam cerca de cinco centavos a mais na tarifa atual.

    Na imagem, Banca Tringulo na praa Tiradentes um dos pontos de venda

    habitao

    Famlias da fila da Cohab escolhem apartamentosFamlias que estavam inscri-

    tas no cadastro da Companhia de Habitao Popular de Curi-tiba (Cohab) e foram convo-cadas para oferta de unidades esto escolhendo esta semana os apartamentos onde iro mo-rar no bairro Cachoeira. Elas j haviam entregue documentao

    e foram aprovadas pela Caixa Econmica Federal para inclu-so no programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A escolha de unidades a ltima etapa antes da assinatura de contrato de financiamento.

    O empreendimento destina-do a essas famlias o Residen-

    cial Santa Sofia, um condomnio formado por 13 blocos de apar-tamentos, com um total de 208 unidades. A venda dos aparta-mentos est sendo feita ainda na fase de projeto, ou na planta, como ocorre com os empreen-dimentos da chamada faixa 2 do MCMV. Nesta modalidade

    de atendimento do programa, necessria a identificao prvia da demanda antes da contrata-o de recursos para as obras. A previso que o investimento na construo alcance R$ 20,5 milhes, com recursos origin-rios do Fundo de Garantia por Tempo de Servio.

    pessoa com deficincia

    Seminrio sobre incluso no trabalho comea amanh

    Acontece nesta quinta (24) e na sexta-feira (25) o Seminrio Novas Perspectivas de Incluso no Mundo do Trabalho, organi-zado pela Prefeitura de Curitiba. O seminrio parte da programa-o da Semana de Empregabilida-de da Pessoa com Deficincia. A programao do evento inclui pa-lestras a divulgao de pesquisas sobre a realidade da pessoa com deficincia no mercado formal de trabalho e o lanamento da Cmara de Incluso da Pessoa com Deficincia no Mundo do Trabalho. As vagas so limitadas e a inscrio gratuita.

    So esperados para o se-minrio que acontecer no Centro de Educao Permanente do Parque Barigui lderes de empresas privadas, gestores de RH, estudantes e profissionais da rea da Medicina do Trabalho e da Psicologia.

    A Cmara de Incluso da Pes-soa com Deficincia no Mundo do Trabalho ser lanada pela secre-tria municipal dos Direitos da Pessoa com Deficincia, Mirella Prosdocimo.

    Cesar Brustolin/SMCS

  • Dirio Indstria&ComrcioCuritiba, quarta-feira, 23 de julho de 2014 | Pg. b4ArquiteturA&decorAo

    Desing&Comunicao

    Renato Olivetti

    A vidA til

    A utilizao de um produto sempre estar ligada ao enten-dimento do usurio. No que isto seja uma obrigao, bem mais, necessidade. E isto mister para que se retire do produto o mximo de aproveitamento na realizao do que desejamos fazer.Nestes tempos da to falada e propagada globalizao, e este nosso planeta que j era nfimo perante o universo, nos permite ratificar que a condio humana muito prxima seja no Paquisto, nos pases nrdicos ou nos andes dos chilenos. Penso ento que, se a histria for verdadeira, e com provas, o tal Marco Polo foi um dos globalizadores. A literatura, a dramaturgia e recentemente no mundo mais contemporneo as pelculas, agora em HD, tambm confir-mam que uma histria poderia ser vivenciada de maneira muito parecida em qualquer idioma ou dialeto. Por isso tambm, escritores que radiografam a complexa simplici-dade do ser humano, por exemplo, vendem milhares de edies, e se tem o que se chama de universalidade.Com produtos tambm no h muita diferena no aspecto das necessidades e utilizao dos mesmos seja qual for o local que a embalagem for aberta para se utilizar o conte-do. O mundo industrializado e seus produtos fornecem histria, estria e folclore dos mais variados tipos e para todos os gostos, se que atualmente estejamos autorizados a usar frases feitas para completar um pargrafo. Simplesmente algumas embalagens que deveriam ser f-ceis de abrir, so irritantemente quase inviolveis, seja em Pequim, Amsterdam ou aqui pertinho em Franca, estado de So Paulo. Tudo de ruim que acontece ao ser humano, para ficarmos numa situao de todos ns, ele costumei-ramente tende a responsabilizar um terceiro. E no final das contas vai sobrar para o cachorro. Vou explicar, indepen-dente o que seja o desagrado algum tem que pagar, desse jeito o ser humano. Ento, numa situao fictcia, o gerente financeiro do banco x chuta o empresrio, que chuta a mulher, esta chuta a criana, que chuta a empre-gada, que sem alternativa chuta o cachorro. assim igualmente no universo dos produtos e suas emba-lagens. Claro, e evidente, consideradas todas as possibilida-des de fatores culturais que possam influenciar neste ou naquele caso de acontecimentos. O chins, o holands e o paulista no conseguem abrir a embalagem, vai sobrar para o designer. Para designers que erram, o inferno, e aqueles que acertam no fazem mais que a obrigao.Os designers Sniores, especialmente queles que possuem excelente argumentao, sabem que do processo da matria-prima at s mos do consumidor final, existe um caminho que erros podem ter sido cometidos e no terem sido retifi-cados, no havendo, portanto, possibilidade da crucificao. Procedimentos dspares so realizados por pessoas diferentes. E se salva o designer, chuta-se o cachorro. Voltamos a emba-lagem do chins, do holands e do paulista. A embalagem um pacote de caf, fechada a vcuo, que toma a forma do produto, ou faz todo o produto ficar na forma de um quadrado ou retngulo, aquelas que vocs todos conhecem.No a caixa pack, aquela em papel colorido, plasti-ficada, reluzente, e nos faz pensar que o caf foi feito quase na hora, que puro, saboroso. E isto ficar mais intenso se o pessoal de marketing arrumar a embalagem de maneira sedutora na gondola do supermercado, e se utilize de uma demonstradora alta, loira, corpo torneado e que foi treinada para dizer apenas uma frase, deseja experimentar senhor (a)?. Caso ela fale mais que isso, est demitida, como diria o publicitrio travestido de apresentador do reality show.De tudo que existe no marketing, nada adianta se a emba-lagem no abre. Nos mais variados casos de produtos anti-funcionais, desvendam-se fatores nas reunies de executivos, que iro ocasionar surpresas, apreenses e em algumas situa-es uma pequena movimentao do lbio que seria aquele sorriso insonso e discreto, quase dizendo, ah, a est o erro. Mas onde ento est o erro da embalagem que no abre para o chins, o holands e o paulista ? Descobre-se que o chins tem 74 anos, eu, com quase cinquenta, no consigo abrir estas embalagens sem o auxlio de uma tesoura. O holands no leu ou no conseguiu ler a mensagem abra aqui, e se conseguiu ler, a embalagem no funcionou. O paulista no leu nada na embalagem, porque no gosta de ler nada na embalagem, e no conseguiu abrir com facilidade. No sei o percentual da quantidade de pessoas que no conseguem abrir uma embalagem de maneira, fcil, rpida e sem derrubar o contedo. No uma crtica, apenas um desabafo por aqueles momentos em que se se precisa de eficincia numa embalagem e no se encontra, e as vezes nem uma cadeira por perto para chutar.

    Renato Olivetti Designer Industrial; PUC-PR; atua em rennato.com.br

    Mesa de jantar bem iluminada Aprenda a escolher a iluminao ideal para a rea em maior evidncia na sala de jantar

    A Iluminao da mesa de jantar o grande destaque da sala, mas nem sempre fcil decidir o modelo e tamanho perfeitos de luminria para cada espao. Pensando nisso, Daniele Bagatoli, scia da Luna Luce Iluminao e ps-graduada em Iluminao e Design de Interiores, ensina o que deve ser levado em conta na hora da escolha para que o ambiente fique aconchegante, agradvel e bonito.

    O primeiro passo sempre

    lembrar que a mesa deve ser iluminada de modo uniforme. Para isso atente-se ao tamanho e formato do mvel.

    A forma retangular a mais democrtica, pois permite o uso de luminrias redondas, qua-dradas, ovais e retangulares. J as mesas redondas e quadradas aceitam luminrias nesses mes-mos formatos, enquanto a oval comporta fontes de luz retangula-res, ovaladas e redondas, explica Daniele.

    O tamanho da mesa tambm im-porta. Em geral devemos respeitar a seguinte proporo: a luminria deve ser 1/3 do tamanho da mesa ou maior, ou seja, uma mesa quadrada 1,50 X 1,50 metro pede uma lumin-

    ria de, no mnimo, 50 centmetros de dimetro ou medida. Se a mesa for comprida, tipo a retangular ou ovalada, aconselha-se o uso de dois ou mais focos de iluminao para atender toda a extenso da mesa, acrescenta.

    Segundo Daniele, com relao altura do p direito, preciso observar a distncia da luminria ao tampo da mesa. O ideal que ela seja entre 75 e 90 centmetros. Luminrias instaladas acima de um metro ficam esteticamente desproporcionais, ensina. Lembre-se tambm de optar por uma decorao baixa na mesa, para que no toque a luminria.

    Lavanderia cheia de graaAmbiente muitas vezes esquecido na decorao pode ganhar charme e beleza sem perder a funcionalidade

    Quem pensa que a lavanderia deve ser um ambiente meramente funcional e sem nenhum encanto est completamente enganado.

    As designers de interiores Caroline Co-raiola e Karla Obeid mostram que possvel sim criar um espao diferenciado e cheio de charme e beleza, mesmo com todos os eletrodomsticos e produtos de limpeza

    que ali ficam. Para isso, um dos segredos das designers

    esconder tudo o que pode ser escondido. As tubulaes de gs e hidrulica so dois exemplos do que no precisa ficar mostra. Para ocult-las, acondicionamos o aquece-dor em um mvel com portas vazadas, o qual garante a passagem de ar e esconde o

    aparelho de forma segura, explicam. At mesmo o tanque pode ficar mais

    discreto, ao ser embutido em um mvel com tampo em granito. Os armrios da lavanderia precisam garantir espao para acondicionar de forma organizada todos os produtos de limpeza e utenslios, como a tbua de passar roupas, a vassoura e o rodo.

    Projetar um quarto infantil deve considerar as necessidades

    atuais da criana e ser facilmente adaptvel para quando ela crescer

    Eles crescem to rpido...

    Planejar o quarto de qualquer criana sempre um desafio. Equilibrar os desejos dos pais e dos filhos em um projeto sustent-vel, que possa ser adaptado com o tempo e com o crescimento da criana pode dar um certo trabalho. Sempre buscamos conhecer a criana, seus hobbies, esporte e personagem preferidos, sonhos, colees, como era seu quarto anterior, para s depois comear-mos a projetar o quarto. Valorizamos bastante esses aspectos, pois isso que far com que eles realmente se sintam vontade e donos do seu espao, explicam as arquitetas Aline e Denise Bernacki, scias proprietrias da Bernacki Arquitetura.

    Detalhes de 7 ambientes na Casa Cor PR 2014As obras para a Casa Cor Pa-

    ran 2014, maior e mais esperada mostra de arquitetura, decorao e paisagismo do estado, esto a todo vapor e os profissionais e expositores esto fechando os ltimos detalhes de seus espaos. Esse ano, a Adorni Ambientes, loja especializada em papel de pa-rede, cortinas e persianas, estreia como fornecedora na mostra,

    participando de 7 ambientes em parcerias com vrios arquitetos, fornecendo suas especialidades e outros produtos como mobilirio e tapetes.

    Os profissionais de arquite-tura e decorao tm visitado a loja frequentemente, feitos suas especificaes e acertado os lti-mos detalhes para seus espaos na mostra, tudo com um aten-

    dimento personalizado e tcnico do scio proprietrio da Adorni, Gustavo Celante. um prazer estar trabalhando com grandes nomes do estado, em espaos ino-vadores e ainda lanar produtos na maior mostra de arquitetura e decorao do Paran. Entre as novidades est o papel de parede de mica, que pode ser pintado, e estar no espao da arquiteta

    Gisela Ribeiro, explica ele.

    O espao Masisa Living, do arquiteto Carlos Tietjen, um dos parceiros da loja, contar com sof, almofadas e tecidos para composio em veludo de estam-pas geomtricas, lisas, florais e listradas, alm de papel de parede bordado e persianas Sunshine da Adorni Ambientes.

    A designer de interiores Jane Rocha e a arquiteta La-ryssa Rocha apresentam na edio da Casa Cor Paran deste ano um projeto que vai alm da arquitetura e deco-rao. O espao que assinam ser em prol do Instituto Hu-manista de Desenvolvimento Social (Humsol), que desde 2009 rene voluntrios para diversas atividades, entre elas a preveno e conscientiza-o sobre o cncer de mama promovida em parceria com a Federao Brasileira de Instituies Filantrpicas de Apoio Sade da Mama (FEMAMA). Com imagens,

    udios e outros elementos, o ambiente ir levar informa-es sobre a doena e contar com detalhes especiais como a escultura do busto feminino que retrata o autoexame da mama e a possibilidade dos visitantes montarem o chavei-ro da vida, recurso utilizado pela instituio para levar a mensagem da preveno ao cncer premiado no Concurso Nacional de Mobilizao So-cial Roche/Gesc e reconheci-do internacionalmente. Jane Rocha assina ainda dentro da mostra curitibana o espa-o Emprio Orgnico do Spa Lapinha.

    ArquiteturA pArA o bem