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    COMO EU ENTENDO

    A CAMINHO DA LUZ

    FRANCISCO CNDIDO XAVIER EMMANUEL

    Valentim Neto - 2014

    vale.aga@hotmail.com

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    NDICE ANTELQUIO 6 INTRODUO 7 Captulo 1 - A GNESE PLANETRIA 9 A Comunidade dos Espritos Puros. - A Cincia de todos os tempos. Os primeiros tempos do orbe terrestre. - A criao da Lua. - A solidificao da Matria. - O Divino Escultor. O verbo na criao terrestre Captulo 2 - A VIDA ORGANIZADA 12 As construes celulares. - Os primeiros habitantes da Terra. - A elaborao paciente das formas. - As formas intermedirias da Natureza. - Os ensaios assombrosos. Os antepas-sados do ser humano. - A grande transio Captulo 3 - AS RAAS ADMICAS 16 O Sistema de Capela. - Um mundo em transies. Espritos exilados na Terra. - Fixao dos caracteres raciais. Origem das raas brancas. - Quatro grandes povos. - As promessas do Cristo Captulo 4 - A CIVILIZAO EGPCIA 20 Os egpcios. - A cincia secreta - O Politesmo simblico. O culto da morte e a metempsi-cose. - Os egpcios e as cincias psquicas. - As Pirmides - Redeno Captulo 5 - A NDIA 23 A organizao hindu. - Os arianos puros. - O expansionismo dos rias. - Os Mahatmas. - As castas. - Os rajs e os prias. - Em face do Cristo Captulo 6 - A FAMLIA INDO-EUROPEIA 26 As migraes sucessivas. - A ausncia de notcias histricas. - A grande virtude dos rias europeus. - O Mediterrneo e o Mar do Norte. - Os nrdicos e os mediterrnicos. - Origem do racionalismo. - As advertncias do Cristo Captulo 7 - O POVO DE ISRAEL 29 Israel. - Moiss. - O Judasmo e o Cristianismo. O Monotesmo. - A escolha de Israel. - A incompreenso do Judasmo. - No porvir Captulo 8 - A CHINA MILENRIA 32 A China. - A cristalizao das ideias chinesas. - Fo-Hi. Confcio e Lao-Ts. - O Nirvana. - A China atual. A edificao do Evangelho

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    Captulo 9 - AS GRANDES RELIGIES DO PASSADO 35 As primeiras organizaes religiosas. - Ainda as raas admicas. - A gnese das crenas re-ligiosas. - A unidade substancial das religies. - As revelaes gradativas. Preparao do Cristianismo. - O Cristo inconfundvel Captulo 10 - A GRCIA E A MISSO DE SCRATES 38 Nas vsperas da maioridade terrestre. - Atenas e Esparta. Experincias necessrias. - A Grcia. - Scrates. Os discpulos. - Provao coletiva da Grcia Captulo 11 - ROMA 42 O povo etrusco. - Primrdios de Roma. - Influncias decisivas. - Os patrcios e os plebeus. - A famlia romana. - As guerras e a maioridade terrestre. - Nas vsperas do Senhor Captulo 12 - A VINDA DE O CRISTO 46 A manjedoura. - O Cristo e os essnios. - Cumprimento das profecias de Israel. - A grande lio. - A palavra divina. Crepsculo de uma civilizao. - O exemplo do Cristo Captulo 13 - O IMPRIO ROMANO E SEUS DESVIOS 49 Os desvios romanos. - Os abusos da autoridade e do poder. Os chefes de Roma. - O sculo de Augusto. - Transio de uma poca. - Provaes coletivas dos judeus e dos romanos. - Fim da vaidade humana Captulo 14 - A EDIFICAO CRIST 52 Os primeiros cristos. - A propagao do Cristianismo. A redao dos textos definitivos. - A misso de Paulo. O Apocalipse de Joo. - Identificao da besta apocalptica. O rotei-ro de luz e de amor Captulo 15 - A EVOLUO DO CRISTIANISMO 56 Penosos compromissos romanos. - Culpas e resgates dolorosos do ser humano espiritual. - Os mrtires. Os apologistas. - O jejum e a orao. - Constantino. - O Papado Captulo 16 - A IGREJA E A INVASO DOS BRBAROS 60 Vitrias do Cristianismo. - Primrdios do Catolicismo. A Igreja de Roma. - A destruio do Imprio. - A invaso dos brbaros. - Razes da Idade Mdia. - Mestres do amor e da virtude Captulo 17 - A IDADE MEDIEVAL 63 Os mensageiros do Cristo. - O Imprio Bizantino. O Islamismo. - As guerras do Isl. - Carlos Magno. O Feudalismo. - Razes do Feudalismo Captulo 18 - OS ABUSOS DO PODER RELIGIOSO 67 Fases da Igreja Catlica. - Gregrio VII. - As advertncias do Cristo. - Francisco de Assis. Os Franciscanos. - A Inquisio. - A obra do Papado

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    Captulo 19 - AS CRUZADAS E O FIM DA IDADE MDIA 70 As primeiras Cruzadas. - Fim das Cruzadas. - O esforo dos emissrios do Cristo. - Pobre-za intelectual. - Renascimento. Transmigraes de povos. - Fim da idade medieval Captulo 20 - RENASCENA DO MUNDO 74 Movimentos regeneradores. - Misso da Amrica. - O Plano Invisvel e a colonizao do Novo Mundo. - Apogeu da Renascena. - Renascena religiosa. - A Companhia de Jesus. - Ao do Jesuitismo Captulo 21 - POCA DE TRANSIO 77 As lutas da Reforma. - A Invencvel Armada. Guerras religiosas. - A Frana e a Inglater-ra. - Refgio da Amrica. Os Enciclopedistas. - A Independncia americana Captulo 22 - A REVOLUO FRANCESA 80 A Frana no sculo 18. - poca de sombras. - Contra os excessos da revoluo. - O perodo do Terror. A Constituio. - Napoleo Bonaparte. - Allan Kardec Captulo 23 - O SCULO XIX 83 Depois da Revoluo. - Independncia poltica da Amrica. - Alan Kardec e os seus colabo-radores. - As cincias sociais. A tarefa do missionrio. - Provaes coletivas na Frana. Provaes da Igreja Captulo 24 - O ESPIRITISMO E AS GRANDES TRANSIES 86 A extino do cativeiro. - O Socialismo. - Restabelecendo a verdade. - Defeco da Igreja Catlica. - Lutas renovadoras. A Amrica e o futuro. - O Cristo Captulo 25 - O EVANGELHO E O FUTURO 90 CONCLUSO 92

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    ANTELQUIO Meus amigos, que Deus vos conceda paz. -me grata a vossa palestra a respeito dos nossos trabalhos. Esperemos e supliquemos a bno do Alto para o nosso esforo. Dando seguimento aos nossos estudos, procuremos esforar-nos por mostrar a verdadeira posio do Evangelho do Cristo, tanta vez incompreendido a no mundo, em face das religies e das filosofias ter-renas. No dever ser este um trabalho histrico. A histria do mundo est compilada e feita. Nossa contribuio ser tese religiosa, elucidando a influncia sagrada da f e o ascenden-te espiritual, no curso de todas as civilizaes terrestres. O livro do irmo Humberto (1) foi a revelao da misso coletiva de um pas; nosso esforo consistir, to somente, em apon-tamentos margem da tarefa de grandes missionrios do mundo e de povos que j desapa-receram, esclarecendo a grandeza e a misericrdia do Divino Mestre. Vamos esperar os di-as prximos, quando tentaremos realizar nossos planos humildes de trabalho. Que Deus vos conceda a todos tranquilidade e sade, e a ns as possibilidades necessrias. Muito vos agradeo o concurso de cada um no esforo geral. Trabalhemos na grande colmeia da evo-luo, sem outra preocupao que no seja a de bem servir quele que, das Alturas, sabe de todas as nossas lutas e lgrimas. Confiemos nEle. Do seu corao augusto e misericor-dioso parte a fonte da luz e da vida, da harmonia e da paz para todos os coraes. Que Ele vos abenoe. (1) "Brasil, Corao do Mundo, Ptria do Evangelho".

    EMMANUEL (Mensagem recebida em 17/8/1938.)

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    INTRODUO Enquanto as penosas transies do sculo 20 se anunciam ao tinido sinistro das armas, as foras espirituais se renem para as grandes reconstrues do porvir. Aproxima-se o momento em que se efetuar a aferio de todos os valores terrestres para o ressurgimento das energias criadoras de um mundo novo, e natural que recordemos o as-cendente mstico de todas as civilizaes que surgiram e desapareceram, evocando os gran-des perodos evolutivos da Humanidade, com as suas misrias e com os seus esplendores, para afirmar as realidades espirituais acima de todos os fenmenos transitrios da matria. Esse esforo de sntese ser o da f reclamando a sua posio em face da cincia dos seres humanos, e ante as religies da separatividade, como a bssola da verdadeira sabedoria. Diante dos nossos olhos de Esprito passam os fantasmas das civilizaes mortas, como se permanecssemos diante de um "cran" maravilhoso. Os Espritos mudam a indumentria carnal, no curso incessante dos sculos; constroem o edifcio milenrio da evoluo humana com as suas lgrimas e sofrimentos, e at nossos ouvidos chegam os ecos dolorosos de suas aflies. Passam as primeiras organizaes do ser humano e passam as suas grandes cida-des, transformadas em ossurios silenciosos. O tempo, como patrimnio divino do Esprito, renova as inquietaes e angstias de cada sculo, no sentido de aclarar o caminho das ex-perincias humanas. Passam as raas e as geraes, as lnguas e os povos, os pases e as fronteiras, as cincias e as religies. Um sopro divino faz movimentar todas as coisas nesse torvelinho maravilhoso. Estabelece-se, ento, a ordem equilibrando todos os fenmenos e movimentos do edifcio planetrio, vitalizando os laos eternos que renem a sua grande famlia. V-se, ento, o fio inquebrantvel que sustenta os sculos das experincias terrestres, reu-nindo-as, harmoniosamente, umas s outras, a fim de que constituam o tesouro imortal do Esprito humano em sua gloriosa ascenso para o Infinito. As raas so substitudas pelos Espritos e as geraes constituem fases do seu aprendizado e aproveitamento; as lnguas so formas de expresso, caminhando para a expresso nica da fraternidade e do amor, e os povos so os membros dispersos de uma grande famlia trabalhando para o estabelecimento definitivo de sua comunidade universal. Seus filhos mais eminentes, no plano dos valores espirituais, so agraciados pela Justia Suprema, que legisla no Alto para todos os mundos do Universo, e podem visitar as outras ptrias siderais, regressando ao orbe, no esforo abenoado de misses regeneradoras den-tro das igrejas e das academias terrenas. Na tela mgica dos nossos estudos, destacam-se esses missionrios que o mundo muitas ve-zes crucificou na incompreenso dos Espritos vulgares, mas, em tudo e sobre todos, irra-dia-se a luz desse fio de espiritualidade que diviniza a matria, encadeando o trabalho das civilizaes, e, mais acima, ofuscando o "cran" das nossas observaes e dos nossos estudos, vemos a fonte de extraordinria luz, de onde parte o primeiro ponto geomtrico desse fio de vida e de harmonia, que equilibra e satura t

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