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  • SNC - MENINGES-Membranas que revestem a medula e SNC:

    Duramter(externa); Aracnide (meio);Piamter (interna). Entre as

    meninges

    aracnide

    e pia-mter

    h um

    espao

    preenchido

    pelo lquor.

  • MENINGES

    Aracnide

    Dura-mter

    Pia-mter

    Algia; irritabilidade; Rigidez de Nuca; Mal

    estar geral; Hipertermia.... Spsis

    Espao subaracnide

  • LER OU LCR OU LQUOR

    FUNO

    Fluido, aquoso, incolor. Ocupa o espao subaracnideo

    e as cavidades ventriculares do encfalo. Possui volume

    de + ou 135 ml distribudos pelos Vent. e cisternas que

    circundam o crebro, espao subaracnideo e medula

    espinhal. Essas cavidades esto conectadas entre si, e

    a presso do lquido regulada a um nvel constante.

    Amortecer o crebro dentro de seu invlucro slido.

    Ausncia de LCR, causa traumatismo na cabea

    atingiria e lesaria gravemente o crebro. O crebro e o

    LCR tm a mesma densidade, e assim, o crebro flutua

    no LVR. Golpes na cabea movem todo o crebro

    simultaneamente, evitando les-lo.

  • . FORMAO, ABSORO, CIRCULAO DO LCR

    Produzido- plexos

    corides superior

    e inferior.

    vent.

    laterais

    III Vent

    125r4t233333

    Pelo

    Aqueduto

    de Silvius

    1) LCR penetra no canal

    central da medula

    e desce at o

    V ventrculo

    (filamento terminal.

    2) LCR passa para o espao

    subaracnideo, Pela

    abertura mediana (buraco de

    Magendre) e aberturas

    laterais (buraco de Luschka).

    Reabsorvido nas granulaes aracnoides- so emaranhados

    de vasos. neste local que o LCR se mistura com o sangue

  • Circulao liqurica lenta. A produo e consequente

    absoro causam seu movimento. Pulsao das

    artrias cranianas, aumenta a presso liqurica,

    empurrando o LCR para as granulaes aracnides.

  • NERVOS CRANIANOS-Origem Cranial 12 pares de nervos cranianos trs so sensoriais (I, II e VIII), cinco so motores

    (III, IV, VI, XI

    e XII) e os

    quatro

    restantes

    so mistos.

  • Fisiologia da MICO

    Bexiga

    Neurgnica:

    -Flcida e

    -Espstica

    Reteno ou

    Incontinncia

    urinria

  • SISTEMA CIRCULATRIO

    Transporte de nutrientes

    absorvidos pelo TGI para

    o resto do corpo.

    Transporte O2 dos pulmes

    para os tecidos e CO2 dos

    tecidos para os pulmes.

    Transporte de produtos de

    excreo das clulas ou

    rgos onde so formadas

    para os rgos excretores.

    Transporte de hormnios e

    produtos metablicos que

    auxiliam na funo celular.

    Regula T corporal,

    transferindo calor das partes

    mais internas p/ superfcie,

    par ser dissipado.

    Defesa contra patgenos,

    permitindo a ao de

    processos imuno-celulares

    desempenhados pelo sangue

    por todo organismo e

    coagulao sangunea.

    FUNES

  • rgoFluxo em repouso

    ml/min

    Crebro 650 (13%)

    Corao 215 (4%)

    Msculo-esqueltico 1.030 (20%)

    Pele 430 (9%)

    Rim 950 (20%)

    rgos abdominais 1.200 (24%)

    Outros 525 (10%)

    Total 5.000 (100%)

    DISTRIBUIO DO FLUXO SANGINEO SISTMICO

    POR TECIDOS DO CORPO EM REPOUSO

  • endotlio

    msculo

    liso

    tecido conjuntivo

    endotlio

    VASOS SANGNEOS - ANATOMIA

  • RETORNO VENOSO

    -A presso do sangue ao atingir as veias baixa contrao dos msculos pressiona as veias profundas e o sangue retorna ao corao.

  • IRRIGAO DO CORAO- Artrias coronrias

  • ANGINA DE PEITO OU ANGINA PECTORIS

    Dor localizada no centro do peito: sentida como peso,

    aperto, queimao ou presso, geralmente atrs do

    osso esterno; algumas vezes pode se estender para os

    braos, pescoo, queixo ou costas.

    -A dor aparece quando o suprimento de sangue para uma parte do miocrdio insuficiente (isquemia): o corao no recebe O2 e nutrientes nas quantidades necessrias.

  • INFARTO DO MIOCARDIO

    -Morte de uma rea do miocrdio. As clulas no

    receberam sangue com O2 e nutrientes.

    -Ocorre interrupo abrupta do fluxo de sangue p/ o miocrdio: artria coronria

    foi obstruda; dor mais

    intensa e duradoura(+ de 20 min.),

    danos permanentes no miocrdio.

  • ATEROSCLEROSE- Doena crnico-degenerativa que obstrui as artrias coronrias pelo acmulo de lipdeos (colesterol) em suas paredes placas de ateroma isquemia.

  • Alteraes vasculares na cefaliaVasoconstrico, diminuio do O2; Dficit circulatrio e de

    oxigenao, dor, irritabilidade, Hipertenso...

  • SANGUE

    constitudo pelo plasma, e por clulas e pedaos

    de clulas, genericamente denominados elementos

    figurados.

  • 1- ERITRCITOS, HEMCIAS OU GLBULOS VERMELHOS

    A de glbulos vermelhos no sangue (eritropenia)ou a de Hb- ANEMIA causam cansao, palidez e dispnia.

    -Tipos e causas de anemia:

    a- Anemias carenciais: surgem por deficincia dedeterminados nutrientes na dieta, como ferro, vit.B12 e cido flico. A anemia provocada pela falta deferro chamada ferropriva; pela falta de vit. B12 aanemia perniciosa.

    b- Anemias espoliativas: resulta da perda desangue causada por algumas doenas, comoamebase, amarelo, lcera e gastrite.

  • c- Anemias hereditrias: (gentica). Talassemiaou anemia do Mediterrneo-ocorre desequilbrio naproduo de Hb, levando a deficiente produo demolculas normais.Anemia falciforme resulta da substituio de umnico aa na cadeia beta da Hb. Submetidas a baixasconcentraes de O2, as hemcias adquirem oaspecto de uma foice e so destrudas.

    d- Anemias aplsticas: so originadas de doenasque comprometem a medula ssea vermelha,acarretando na produo de glbulos vermelhos edemais clulas do sangue. Ex: leucemia mielide.

    ERITROCITOSE: de glbulos vermelhos no sangue geralmente se d por uma adaptao fisiolgica do organismo

    a locais de altitude elevada, onde o ar rarefeito(La Paz:

    3200-4100m.

  • Neutrfilo Eosinfilo Basfilo

    GRANULCITOS

    Linfcito Moncito

    AGRANULCITOS

    LEUCCITOS

    2- Leuccitos ou glbulos brancos: clulas

    especializadas na defesa do organismo, combatem

    vrus, bactrias e outros agentes infecciosos.

    -Leucocitose- leuccitos acima de 10.000/mm

    -Leucopenia- leuccitos inferior a 3.000/mm

  • LEUCCITOS GRANULCITOS

    a- Neutrfilos: fagocitam elementos estranhos ao organismo.

    b- Eosinfilos: fagocitam apenas determinados elementos em doenas alrgicas ou parasitoses.

    c- Basfilos: liberam heparina e histamina (subst. vasodilatadora liberada em processos alrgicos).

  • LEUCCITOS AGRANULCITOS

    a- Linfcitos:

    Tipos: Linfcitos T:

    Linfcitos T auxiliares controlam as respostas imunes aos antgenos;

    Linfcitos T supressores determinam o momento de parar a produo dos anticorpos;

    Linfcitos T citotxicos produzem subst.que mudam a permeabilidade das cl. invasoras(bactrias) ou de cl. cancerosas, provocando a morte.

    Linfcitos B responsveis pela produode anticorpos especficos.

  • 3- Plaquetas ou trombcitos: participam da

    coagulao. Representam fragmentos de megacaricitos

    (cl. brancas grandes formadas na medula ssea).

    Trombocitopenia- do n de plaquetas predispe a

    pequenos pontos hemorrgicos na pele e tecidos

    profundos pode ser gentico, porm a maioria dos

    casos resulta de intoxicao ou medicamentos.

    Trombocitose- do n de plaquetas pode causar

    formao de trombos predispe trombose

    solidificao do sangue dentro dos vasos geralmente

    determinada geneticamente.

  • HEMOCITOPOESE OU HEMATOPOIESE

    -Processo de formao, maturao e liberao das clulas do sangue na corrente sangunea.

    -Tecido conjuntivo hemocitopotico ou reticular: produz leuccitos e hemcias presente na medula ssea vermelha, bao, timo e nos ndulos linfticos.

    Fases de formao do sangue:

    1 Fase corinica

    2 Fase heptica

    3 Fase Mieloide

  • COAGULAO SANGNEA

    Mecanismos da Hemostasia:

    a) espasmo vascular: imediatamente aps a ruptura ou o corte de um vaso sanguneo ocorre vasoconstrio (contrao) do vaso sanguneo lesado.

    b) formao de tampo plaquetrio:acmulo de plaquetas para formar um tampo plaquetrio no vaso lesado (adesividade das plaquetas no local da leso e aderncia das plaquetas entre si).

  • c) coagulao sangunea:

  • AGREGAO PLAQUETRIA

    Ps leso vascular, as plaquetas so atradas

    para as reas danificadas, e suas

    caractersticas mudam drasticamente.

    Elas liberam vrias substncias, que atraem

    cada vez mais plaquetas, alm de manter a

    vasoconstrio.

    Essa atrao forma um tampo plaquetrio,

    que vai interagir com as redes de fibrina,

    provenientes da coagulao, formando um

    tampo ainda mais compacto.

  • d) regenerao: crescimento de tecidos

    fibrosos no cogulo sanguneo para fechar o

    orifcio do vaso.

    Coagulao sangunea: substncias ativadoras

    provenientes da parede vascular traumatizada e das

    plaquetas (enzima tromboplastina) do incio a

    complexa rede de reaes qumicas em cascata que,

    junto com ons clcio, provoca a converso da

    protena plasmtica protrombina em enzima ativa

    trombina.

    A trombina, converte o fibrinognio em fibrina,

    formando a rede de filamentos que retm plaquetas,

    formando o cogulo.

  • Sntese dos fatores de coagulao- protrombina

    ocorre no fgado e dependem de vit. K, cuja

    deficincia pode provocar hemorragias.

    Para converso de protrombina em trombina