Recuperac Sec Petrol

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<p>Petrleo e Gs: Recuperao Secundria em Campos de Produo Expositor: Alberto Sampaio de Almeida Gerente Geral de Reservas e Reservatrio de Engenharia de Produo, Diretoria de E &amp; P, Petrobras Parceria na Divulgao dos Resultados:</p> <p>SEMINRIO RECURSOS ENERGTICOS DO BRASIL: PETRLEO, GS, URNIO E CARVORio de Janeiro 30 de setembro de 2004 - Clube de Engenharia</p> <p>Economia e Energia http://ecen.com</p> <p>Seminrio Recursos Energticos do Brasil: Petrleo, Gs, Urnio e Carvo - Clube de Engenharia</p> <p>Recuperao Secundria em Campos de Produo de Petrleo</p> <p>Alberto Sampaio de Almeidaasampaio@petrobras.com.br</p> <p>30/09/2004</p> <p>Recuperao Secundria em Campos de Petrleo</p> <p>SumrioIntroduo Conceitos/Definies/Terminologia </p> <p>Panorama da Recuperao de Petrleo no Brasil Iniciativas para a aumento da Recuperao de Petrleo no Brasil Consideraes Finais</p> <p>Conceitos/Definies/TerminologiaMigrao e Acumulao por Gravidade Tipos de Rocha Reservatrio</p> <p>Arenitos</p> <p>CarbonatosReservatrio</p> <p>Condies do Reservatrio</p> <p>Temperatura (Gradiente Geotrmico) Presso (Temperatura, gs dissolvido, hidrulica)</p> <p>Conceitos/Definies/TerminologiaCapacidade de Acumular Fludos</p> <p>Porosidade =</p> <p>=</p> <p>Volume Poroso (VP) Volume Poroso + Volume de Rocha (VB)</p> <p>Pe tr leo</p> <p>Conceitos/Definies/TerminologiaCapacidade de Escoar Fludos</p> <p>Permeabilidade = K = (vazo/diferena de presso)</p> <p>Conceitos/Definies/TerminologiaFator de Recuperao (FR) Produo de Petrleo</p> <p>Reservas Volume Original de Oleo (VOOIP) Produo Acumulada (NP) Oleo Residual Volume Recupervel Final (VRec)Processo de Deslocamento Multifsico de FludosFludos deslocando leo</p> <p>FR =</p> <p>Produo acumulada de leo (NP) Volume original de leo (VOOIP)</p> <p>Reservas = VRec NP</p> <p>Conceitos/Definies/Terminologia</p> <p>Recuperao Primria de PetrleoUtiliza a energia natural do reservatrio</p> <p>Mecanismos de produo (exemplos): Aqfero Natural Ativo Expanso de Capa de Gs Gs em Soluo</p> <p>Conceitos/Definies/Terminologia</p> <p>Recuperao Primria de PetrleoAqfero Natural AtivoPoos Produtores</p> <p>leo</p> <p>gua</p> <p>gua</p> <p>Conceitos/Definies/Terminologia</p> <p>Recuperao Primria de PetrleoPoo Produtor</p> <p>Expanso de Capa de GsPoos Produtores</p> <p>Poo Produtor</p> <p>Capa de Gs</p> <p>leo</p> <p>Conceitos/Definies/Terminologia</p> <p>Recuperao Secundria de PetrleoO petrleo produzido mediante a suplementao da energia natural do reservatrio.</p> <p>Mtodos utilizados: Injeo de gua Injeo de Gs</p> <p>Conceitos/Definies/Terminologia</p> <p>Recuperao Secundria por Injeo de guaPoo Produtor Poo Injetor</p> <p>Frente de Injeo</p> <p>leo</p> <p>Conceitos/Definies/Terminologia</p> <p>Recuperao Secundria por Injeo de GsPoo Injetor Poo Produtor</p> <p>leo</p> <p>Conceitos/Definies/Terminologia</p> <p>Recuperao Terciria de PetrleoO petrleo produzido de forma assistida por outras fontes de energia e/ou efeitos fsicos, qumicos e biolgicos. Mtodos utilizados: Trmicos (injeo de vapor, combusto in situ) Msciveis (injeo deCO2, GLP, N2) Biolgicos (injeo de microorganismos) Qumicos (Polmeros, tensoativos, lcalis)</p> <p>Conceitos/Definies/TerminologiaRecuperao Terciria por Injeo de VaporEstao coletora de leo, gua e gs Gerador de Vapor Poo Injetor Poo Produtor</p> <p>Vapor + gua</p> <p>gua Quente</p> <p>Banco de leo</p> <p>Zona com as saturaes origiinais de leo</p> <p>Conceitos/Definies/TerminologiaRecuperao Terciria por Injeo de Gs MiscvelPoo Produtor Gs Carbnico Estao coletora de leo, gua e gs Poo InjetorBomba injetora de gua</p> <p>gua</p> <p>CO2</p> <p>gua</p> <p>CO2</p> <p>Zona Miscvel</p> <p>Banco de leo</p> <p>Recup. de leo</p> <p>Conceitos/Definies/TerminologiaRecuperao Terciria por Injeo de MicroorganismosBactrias e NutrientesBomba Injetora Bactrias e Nutrientes Bactrias e Nutrientes</p> <p>Poo Produtor</p> <p>Poo Injetor</p> <p>Poo Injetor</p> <p>Fludo Motor</p> <p>Banco de nutrientes</p> <p>Banco de Bactrias</p> <p>Agentes de recup. produzido s pelas bactrias</p> <p>Banco de leo recup.</p> <p>Banco de gua branda</p> <p>Conceitos/Definies/Terminologia Processos de Recuperao FR Tpicos</p> <p>Recuperao Primria</p> <p>5% - 15%</p> <p>Recuperao Secundria</p> <p>15% - 45%</p> <p>Recuperao Terciria</p> <p>45% - 65%</p> <p>TerminologiaDesignaes primria, secundria e terciria Atual seqncia temporal</p> <p>iniciar a produo de um campo utilizando algum tipo de processo de recuperao adicional</p> <p>Primria e Secundria recuperao convencional injeo de gua injeo de gs Terciria </p> <p>recuperao no convencional</p> <p>Qumicos (tensoativos, alcalis, polmeros) Misciveis (CO2, Solventes em geral) Trmicos (Vapor, Combusto in situ, Eletromagnetismo) Microbiolgicos Vibratrios</p> <p>Conceitos/Definies/TerminologiaFases na Vida de um CampoPico/Plat de Produo Declnio Natural Mtodos de Recuperao</p> <p>Vazo</p> <p>Descoberta</p> <p>Declarao de ComercialidadeIncio da Produo</p> <p>Abandono</p> <p>0</p> <p>3</p> <p>5</p> <p>9</p> <p>15</p> <p>20</p> <p>Tempo (Anos)</p> <p>32</p> <p>Explorao</p> <p>Delimitao Avaliao</p> <p>Desenvolvimento/Operao</p> <p>Desenvolvimento complementar</p> <p>A Experincia de Carmpolis3000 30000</p> <p>2000</p> <p>20000</p> <p>1000</p> <p>Injeo de gua</p> <p>10000</p> <p>0 1960</p> <p>0 1970</p> <p>tempo (anos)</p> <p>1980</p> <p>1990</p> <p>2000</p> <p>1993: Incio do projeto PRAVAP 1994: Aumento das cotas de injeo (Otimizao da injeo de gua) 2000: Estimulao de poos produtores Otimizao da Injeo de gua Implantao de Projetos de Ampliao da injeo de gua(Bordas) Perfurao de Poos</p> <p>Vazo de Inj. de gua (m3/d)</p> <p>Oleo</p> <p>Vazo de leo (m3/d)</p> <p>Recuperao de Petrleo no Brasil</p> <p>Sumrio</p> <p>Introduo Conceitos/Definies/Terminologia Panorama da Recuperao de Petrleo no Brasil</p> <p>Iniciativas para a aumento da Recuperao de Petrleo no Brasil Consideraes Finais</p> <p>Recuperao de Petrleo no Brasil276 Concesses de Produo- 234 em produo - 42 em desenvolvimento</p> <p>Unidades de Negcio da Petrobras</p> <p> Produo de leo: Rec. Primria: Injeo de gua: Injeo de Vapor: Outros:</p> <p>1.550.337 bpd 27,0 % 70,0 % 2,0 % 1,0 %</p> <p> Nmero de Projetos: 341 Injeo de gua: 247 Injeo de Vapor: 66 Injeo de Gs: 17 Injeo de CO2: 4 Polmeros: 4 Aquec. Eletromagntico: 3</p> <p>Panorama de Recuperao de Petrleo no Brasil11 Concesses de Produo - 3 em produo - 8 em desenvolvimento</p> <p>Produo de leo: 60.432 bpd Rec. Primria: 100%</p> <p>Panorama de Recuperao de Petrleo no Brasil69 Concesses de Produo- 58 em produo - 11 em desenvolvimento</p> <p>Produo de leo: Rec. Primria: Injeo de gua: Injeo de Vapor: Outros:</p> <p>92.868 bpd 26% 56% 17% 1%</p> <p>Nmero de Projetos: 120 Injeo de gua: 68 Injeo de Vapor: 43 Injeo de Gs: 6 Aquec. Eletromagntico: 3</p> <p>Panorama de Recuperao de Petrleo no Brasil25 Concesses de Produo- 23 em produo - 2 em desenvolvimento</p> <p>Produo de leo: Rec. Primria: Injeo de gua: Injeo de Vapor: Outros</p> <p>52.992 bpd 31% 51% 10% 8%</p> <p>Nmero de Projetos: 37 Injeo de gua: 18 Injeo de Vapor: 11 Injeo de Gs: 4 Injeo de Polmero: 4</p> <p>Panorama de Recuperao de Petrleo no Brasil80 Concesses de Produo- 69 em produo - 11 em desenvolvimento</p> <p>Produo de leo: Rec. Primria: Injeo de gua: Nmero de Projetos: Injeo de gua: Injeo de Vapor: Injeo de Gs: Injeo de CO2:</p> <p>52.459 bpd 14% 86% 149 138 1 6 4</p> <p>Panorama de Recuperao de Petrleo no Brasil44 Concesses de Produo- 39 em produo - 5 em desenvolvimento</p> <p>Produo de leo: Rec. Primria: Injeo de gua: Injeo de Vapor: Nmero de Projetos: Injeo de gua: Injeo de Vapor:</p> <p>36.311 bpd 84% 1% 15% 20 9 11</p> <p>Panorama de Recuperao de Petrleo no Brasil32 Concesses de Produo- 32 em produo</p> <p>Produo de leo: Rec. Primria: Injeo de gua: Nmero de Projetos: Injeo de gua: Injeo de Gs:</p> <p>912.204 bpd 28% 72% 10 9 1</p> <p>Panorama de Recuperao de Petrleo no BrasilBacia de Campos 15 Concesses de Produo- 10 em produo - 5 em desenvolvimento</p> <p>Bacia de Santos</p> <p>Produo de leo: Rec. Primria: Injeo de gua: Nmero de Projetos: Injeo de gua:</p> <p>345.071 bpd 3% 97% 5 5</p> <p>Recuperao de Petrleo no Brasil</p> <p>Sumrio</p> <p>Introduo Conceitos/Definies/Terminologia Panorama da Recuperao de Petrleo no Brasil Iniciativas para a aumento da Recuperao de Petrleo no Brasil</p> <p>Consideraes Finais</p> <p>Iniciativas para aumentar a Recuperao de Petrleo</p> <p>Iniciativas na Petrobras De Gesto</p> <p>Programas</p> <p>RECAGE</p> <p>Tecnolgicas</p> <p>Programas Tecnolgicos Corporativos</p> <p>RECAGE</p> <p>Revitalizao de Campos com Alto Grau de Explotao Iniciativa Estratgica do E&amp;P: Busca e Disseminao de Tecnologias e Melhores Prticas</p> <p>ObjetivosEstruturar corporativamente o acompanhamento sistemtico de iniciativas das Unidades de Negcio do E&amp;P que tenham foco no aumento dos nveis de produo dos campos com alto grau de explotao, atravs de gerao e gesto de projetos de desenvolvimento da produo e na otimizao dos custos de extrao.</p> <p>Temas do RECAGE</p> <p>1. Otimizao dos Custos acompanhamento sistemtico corporativo. 2. Gesto de Risco de Projetos aperfeioar sistemtica de avaliao de risco para permitir incluso e gesto de projetos de risco na carteira e tratamento diferenciado em funo dos produtos. Aumento da Produo fomentar a gerao de projetos de desenvolvimento em concesses com alto grau de explotao visando reduzir o declnio e/ou antecipar a produo.</p> <p>3.</p> <p>Iniciativas Tecnolgicas Programas Tecnolgicos CorporativosCriado em 1986. Desafio: Prover tecnologias para produzir leo de campos de petrleo com profundidade de gua de at 3000m</p> <p>Criado em 1993. Desafio: prover tecnologias para aumentar FR dos campos brasileiros e produzir campos considerados subcomerciais por limitaes tecnolgicas Criado em 2002.</p> <p>PROPES</p> <p>Desafio: prover tecnologias para produzir acumulaes de leo pesado offshore</p> <p>Carteira de Projetos</p> <p>PRAVAP 13 PRAVAP 14 PRAVAP 15 PRAVAP 16 PRAVAP 17 PRAVAP 19 PRAVAP 20</p> <p>Representao do Reservatrio Avaliao de Projetos de Desenvolvimento da Produo sob Incertezas Tratamento de Poos Gerenciamento de guas Revitalizao de Campos Maduros Ssmica Aplicada a Reservatrios Injeo de CO2 na Bacia do Recncavo</p> <p>Representao do ReservatrioDesafio 1:Representar adequadamente as geometrias complexas de poo e de reservatrio nos simuladores de fluxo.</p> <p>Resultados:Diretrizes para utilizao de poos horizontais em simuladores Diretrizes para clculo de IP de poos</p> <p>Linha de trabalho ativa:Ajuste automtico de histricoModelo inicial</p> <p>Ajuste automtico de histrico para o campo de Benfica</p> <p>Ajuste convencional CONDOR Dados Observados</p> <p>Representao do Reservatrio</p> <p>Desafio 2:Caracterizar, no que diz respeito s propriedades de fluxo, os reservatrios falhados, e represent-los no simulador de fluxo.</p> <p>Resultados:Principal resultado: modelagem de transmissibilidade de fraturas considerando o estado de tenses e no apenas rejeito e teor de folhelhos. Aplicaes a Roncador e Jubarte.</p> <p>Modelagem de Falhas em Roncador</p> <p>Poos Especiais</p> <p>Desafio:Poos horizontais de conceito inovador e baixo custo para o aumento do fator de recuperao em campos maduros.</p> <p>Resultados Preliminares:Poo HRMF (horizontal, revestido e multifraturado), perfurado no campo de Carmpolis , com 5 fraturas ao longo do trecho horizontal, apresenta produtividade 4 vezes maior que poos horizontais comuns.Poo HRMF no Campo de Carmpolis</p> <p>Tratamento de Poos</p> <p>DesafiosAntecipar produo, reduzir custos e aumentar o fator de recuperao a partir de tratamentos em escala de poos</p> <p>Fraturamento de Poo Terrestre</p> <p>Tratamento de Poos com ANM</p> <p>Objetivos:Reduzir os custos de operaes em poos satlite (milhes de dlares por interveno).</p> <p>Resultados em poos-satlite:Acidificaes remotas em 6 poos injetores na Bacia de campos (1 em Linguado, os demais em Marlim).Esquema de Poo Satlite</p> <p>Desafio:Divergncia em poos horizontais.</p> <p>Incrustaes Salinas</p> <p>Incrustaes salinas aparecem quando a gua do mar injetada, rica em sulfato, mistura-se com a gua da formao, rica em brio e estrncio. O sal pode at parar a produo de poos.</p> <p>Resultados:Scale em tela de gravel pack</p> <p>Tratamentos remotos de remoo qumica de incrustao para os poos verticais e inclinados em Marlim e Voador. Custo mdio das operaes US$ 70.000,00/poo. Custo de interveno com sonda US$ 3 milhes.</p> <p>Desafio:Divergncia no tratamento de poos horizontais.</p> <p>RWI (Raw Water Injection)O Tratamento de gua para injeo ou reinjeo caro e ocupa espao em plataforma</p> <p>Projeto RWI:Desenvolvimento de prottipo para injeo submarina de gua com tratamento primrio. O equipmento ser locado sobre o solo marinho. A gua ser filtrada at 50 micra, no ser desoxigenada, e receber cloro atravs de um umbilical.</p> <p>Desafio:Construo do prottipo para qualquer profundidade de gua.</p> <p>Projeto Conceitual do RWI</p> <p>Recuperao de leos Pesados</p> <p>OnshoreResultados Anteriores: 12 projetos de campo de injeo cclica e contnua de vapor O vapor o mais importante mtodo de recuperao terciria de petrleo no Brasil e no exteriorCourtesy ChevronTexaco</p> <p>Desafios: Associar injeo cclica com solventes apropriados Melhorar o fator de recuperao em projetos de injeo contnua</p> <p>Recuperao Micorbiolgica - MEOR</p> <p>Resultados: Piloto de injeo microbiolgica de petrleo no campo de Carmpolis Bactria injetada com gua, seguida por um nutriente, gerando biopolmeos, que desviam o fluxo de gua para reas ainda no-varridas, deslocando mais leo</p> <p>MEOR no campo de Carmpolis, Sergipe</p> <p>Recuperao de Petrleo no Brasil</p> <p>Sumrio Conceitos/Definies/Terminologia Panorama da Recuperao de Petrleo no Brasil</p> <p>Aes Tecnolgicos e de Gesto na Petrobras relativas Recupero de Petrleo</p> <p>Consideraes Finais</p> <p>Consideraes Finais</p> <p>A maximizao da Recuperao de Petrleo compreende uma srie de atividades multidisciplinares, abrangendo vrios ramos das cincias e da engenharia, cujo desafio aumentar o fator de recuperao, a produo e a vida til de campos produtores de petrleo. Os Mtodos de Recuperao Secundria e Terciria de Petrleo podem ajudar decisivamente a atingir os objetivos nacionais de obter autosuficincia no suprimento de petrleo, explorar racionalmente os recursos minerais brasileiros, impulsionar o desenvolvimento cientficotecnolgico nacional e diminuir as desigualdades regionais. A Petrobras tem desenvolvido esforos considerveis no sentido de aumentar a recuperao de seus campos seja atravs de seus programas de gesto seja atravs dos programas tecnolgicos</p> <p>Obrigado pela ateno</p>