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  • 1 Meia-Maratona

    2 Crónicas do Futebol de 11

    3 BTT: de Vila Franca de Xira a F|tima

    7 Make-A-Wish: Futebol por uma causa

    8 Oilympiacos

    10 Final Nacional de Pesca Desportiva

    16 Buenos Aires - a bela cidade...

    15 de outubro de 2017

    Multid~o, tudo a postos, ansiedade e grande espera na Ponte.

    Começa a corrida.

    Primeiros km, deslumbre de paisagem, energia contagiante, foco e con-

    centraç~o.

    Subida ao Marquês após 19 km decorridos, esgotamento total.

    Boa Organizaç~o, segurança e apoio no trajeto traçado.

    Deixo uma sugest~o, iniciem a prova uns km antes, na Ponte, e retirem

    aqueles km finais de subida até ao Marquês.

    Ser| certamente para repetir.

    Obrigada Clube,

    Texto elaborado pela Associada Susana Gomes e por Paulo Gomes

    Destaques Meia Maratona Ponte Vasco da Gama

    26 mai - The Simon & Garfunkel Story

    27 mai - MEO Kids Music Fest

    28 mai - Cl|ssicos na Avenida

    31 mai - Commedia A La Carte

    09 jun - Bailado: Carmen

    16 jun - XXV Challenge Pentajovem & Pentafamílias

    26 jun a 04 jul - Viagem ao Cabo Norte

    27 jun - Marylin Manson

    28 jun - Shakira

    01 jul - Lenny Kravitz

    02 jul - Ozzy Osbourne

    Próximas Iniciativas

  • www.clubegalpenergia.com 2 # 246 outubro 2017

    Prevíamos um jogo difícil, n~o só porque o S~o Jo~o foi campe~o na época transacta e reforçou-se ainda mais esta época

    mas, porque temos muitos jogadores novos que est~o ainda a assimilar as nossas ideias de jogo e comportamento.

    Mas vamos ao jogo: 1ª parte muito equilibrada com o Clube Galp a exercer press~o sobre o advers|rio ainda no seu meio

    campo, n~o os deixando pensar o seu jogo.

    Quando tínhamos a bola tent|vamos fazer o nosso jogo, o que conseguíamos até a zona do meio campo, a partir daí a defe-

    sa contr|ria conseguiu sempre controlar a movimentaç~o dos nossos avançados.

    Chegamos ao intervalo com um 0-0, uma vez que nenhuma das equipas teve supremacia e oportunidades de golo.

    Na 2ª parte a nossa equipa começou logo de início a demonstrar alguma fadiga, a cometer muitos erros de marcaç~o e pas-

    ses falhados, o que encorajou o advers|rio, que aproveitou, e bem, uma saída em falso da nossa defesa para inaugurar o

    marcador.

    Ainda tentamos reagir, mas foi mais com o coraç~o do que a cabeça, ainda assim foi o S~o Jo~o que teve mais algumas

    chances de ampliar o marcador. Valeu a boa exibiç~o do nosso guarda-redes Vitor.

    Apesar da derrota ficamos convencidos que temos matéria para fazer uma boa campanha neste Campeonato.

    Em relaç~o { disciplina tudo normal.

    Treinador Manuel Ismael

    “Ador|mos a peça de teatro e as nossas filhotas ficaram fascinadas…conseguiram captar a atenç~o delas durante todo es-

    pet|culo”.

    Crónicas do Futebol de 11 Bairro S~o Jo~o 1 vs Clube Galp 0

    Capuchinho Vermelho

  • www.clubegalpenergia.com 3 # 246 outubro 2017

    S|bado de 14 de outubro estava destinado a um dia de convívio e de animaç~o para os amantes das duas rodas (n~o motori-

    zadas e sem assistência eléctrica) e foi bem cedo que se começou a desenhar o t~o aguardado caminho a F|tima, caminho

    esse que teria bastantes dificuldades, n~o fossem os 112 km e cerca de 1.500 metros de altimetria que separavam estes 7

    aventureiros da t~o desejada chegada.

    Para tal, foi necess|rio acordar bem cedo, dificuldade essa digna logo de uma subida de primeira categoria da Volta a Fran-

    ça, com muitos elementos a terem de acordar antes das 6h da manh~.

    O lugar marcado para o início desta aventura foi Vila

    Franca Xira e n~o poderia ser mais simbólico, estes 7

    ciclistas caminharam em direç~o ao impetuoso touro

    como se de um grupo de forcados se tratasse (ver fo-

    to).

    Acomodados pelas carrinhas que serviram de suporte a

    tal façanha, deixamos os pertences e iniciamos a aven-

    tura sabendo que os reabastecimentos estavam progra-

    mados.

    E o primeiro reabastecimento (|gua, fruta, bolachas) para esta aventura aconteceu em Santarém, lugar que iria separar o

    passeio do denominado caminho. A partir daqui as planícies estariam para tr|s e o terreno seria mais desafiante, introspecti-

    vo também. Após o reabastecimento verificamos como todos se sentiam e, passados cerca de 47 km, j| só arrancaram 6 a

    caminho de F|tima!

    N~o bastariam os km e a altimetria a ultrapassar, quando para nossa surpresa, a meio de outubro, alguns locais por onde

    passamos chegaram aos 37º graus, mas tal foi sendo dissipado { medida que pass|vamos por paisagens com moinhos ou

    estradões de terra-batida no meio de terrenos agrícolas.

    Depois de Santarém cheg|vamos assim a Monsanto, local de novo reabastecimento e de onde arrancaríamos deixando para

    tr|s paisagens dignas das aventuras de Dom Quixote. Seria importante nesta fase alguma alucinaç~o para ultrapassar o que

    nos separava do nosso destino, encontramos subidas íngremes em terrenos de rocha e de pedras soltas, que nos relembra-

    ria que o caminho é virtuoso mas sofrido.

    BTT: de Vila Franca de Xira a F|tima

  • www.clubegalpenergia.com 4 # 246 outubro 2017

    Eis que, quando chegamos a Minde, registamos o

    primeiro problema mec}nico, um furo. Aproveita-

    mos o momento para reforçar as energias num café

    próximo e voltamos ao caminho!

    15:45h ... Finalmente cheg|mos: onde tiramos a fo-

    to da praxe, onde nos cumprimentamos, agradece-

    mos a ajuda que demos uns aos outros. É sempre

    um momento único!!

    Dirigimo-nos para o local previamente marcado pa-

    ra os respetivos banhos e por t~o desejado repasto

    após tamanha aventura.

    A organizaç~o, que foi representada na perfeiç~o pelo José Cruz a quem foi un}nime o agradecimento por toda a dedica-

    ç~o, incans|vel para que tudo corresse pelo melhor e assim foi! O nosso bem-haja!

    O nosso Obrigado!

    José Carlos Valente

    BTT: de Vila Franca de Xira a F|tima

  • www.clubegalpenergia.com 5 # 246 outubro 2017

    Depois da derrota na jornada inaugu-

    ral, era importante ganhar o primeiro

    jogo em casa, até por uma quest~o

    psicológica em relaç~o a equipa: ga-

    nhar ajuda a levantar a moral dos atle-

    tas.

    N~o foi f|cil, na primeira parte estive-

    mos ap|ticos, sem garra, meio a dor-

    mir.

    Valeu-nos a equipa contr|ria, que es-

    teve com a mesma atitude por isso

    n~o existiram oportunidades de golo.

    Depois de algumas indicações ao in-

    tervalo, a equipa entrou muito forte

    criando v|rias oportunidades de golo

    pecando na efic|cia.

    E quem n~o marca sofre, o Terras da

    Costa desceu uma vez { nossa |rea e

    marcou.

    Depois disso remeteu-se a defesa utili-

    zando v|rias paragens, jogando com

    o tempo, mas, o Clube Galp acreditou

    sempre que podia alterar o marcador

    e foi a procura.

    Com uma grande ajuda dos elementos

    que entraram aos 75 minutos, fez o

    golo do empate e aos 80 marcou o

    golo da vitória.

    Bela atitude dos jogadores na segun-

    da parte, esperamos que seja um sinal

    de muitas vitórias….em relaç~o a dis-

    ciplina nada a destacar.

    Treinador Manuel Ismael

    Numa pequena cidade da Nova Inglaterra,

    h| mais de meio século … um romance

    rico e perturbador que se estende por

    cinco décadas até ao desfecho mais ater-

    rador, um dos melhores que King alguma

    vez escreveu.

    E os Associados do Clube Galp – Núcleo

    Centro, contemplados, cada qual, com

    um exemplar deste romance, foram:

    Dora Bai~o

    Filipa Mendes

    Luís Moreia

    Carlos Santos Amaro

    Crónicas do Futebol de 11 Clube Galp 2 vs

    GD Terras da Costa 1

    Sorteados Despertar

    de Stephen King

  • www.clubegalpenergia.com 6 # 246 outubro 2017

    O resultado peca por escasso.

    Entrada muito forte da equipa do Clube Galp, que procurou resolver o desafio a seu favor n~o dando qualquer

    tipo de esperança ao Reboleira, que se viu remetido no seu meio campo quase toda a partida, saindo de vez em

    quando mas sem criar qualquer tipo de perigo { nossa baliza, enquanto que o Clube Galp ia criando v|rias opor-

    tunidades de marcar, com a bola a n~o querer entrar.

    Até que, aos 38 minutos, num pontapé de canto, inauguramos o marcador num bom golpe de cabeça.

    Depois do intervalo continuamos na mesma toada ofensiva, criamos mais algumas oportunidades, mas os nos-

    sos avançados n~o estavam no seu dia.

    O Reboleira optou por um jogo mais duro, mas mesmo assim n~o criaram lances de perigo, a nossa defesa esta-

    va sólida.

    Vitória para a equipa que procurou desde o princípio ganhar.

    Em r

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