proudhon - o que é propriedade

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  • 1. ,"-:::,".,t. f:o ,ro sos dois venlema: . O sentido moral dUere, no homem e no anfmal, pelanas (foi" expre&sa em mil volmnoes)a questo noavanaria uma linha.natureza ou 56 pelo grau?se outrora algum tivesse ousado sustentar a seA lootla a utilidade comum, diz Aristteles; issogunda parte desta proposio a sua tese teria parecierdade e justia...Praticar a justia Qberimos nada que o homem se apossa, pela fora ou esperteza, do que no pro possa reivindicar apenas para -si; o instinto de socieduziu, destri em si prprio a sociabilidade, um dade e o sentido moral comum com o animal; e quando imagina, por algumas obras de caridade, tor salteador. nar-se parecido a Deus, no se apercebe de que obe O samaritano que apanha o viajante estendido no caminho, que lhe trata as feridas. reconforta e lhe ddeceu apenas como ele; tambm no ser inA justia, pela sua natureza dupla, d-nos a razAojusto se, querendo estabelecer-se noutro sitio, trocar definitiva de todas as demonstraes que se viram nosum campo contra um equivalente. Mas. pondo um outrocapltulos li, ",li e IV. Sendo por um lado a kleia deno seu lugar se Itle disser: Trabalha para mim enquanto justta idntica de sociedade e implicendo a sociedescanso; ento, torna-se injusto, desassociado, desi dade necessrlamente a igualdade. a igualdade devi, gual: um proprietrio.encontrar-se no fundo de todos os sofismas Inventadc:r Reciprocamente. o mandrio. o debochado, sem para defender a propriedade; porque nAo podendo I desempenhar nenhuma tarefa social que usufrui como propriedade ser defendida senlio como jl.!sta e socia qualquer outro e, s vezes, mesmo mais dos produtose sendo a propri&dade desigualdade, para provar qU{) da socie{ade, deve ser perseguido como ladro e para a propr&dade conforme sociedade er!! preciso sita: no temos obrigao de lhe dar nada; mas visto sustentar que o Injusto l Justo, que o de-slgual Igual, que apesar disso preciso que viva, sas c~maras seriam ainda mais ridfculos se osnaes modernas se o povo, se a Frana, fazendo ouvir resultados ni, fossem ttlo funestos. Na poca em quea sua voz potente, no proclamar, com gritos de reprovivemos a tarefa do verdadeiro publiclsta impor silnciovao, a abolio do regime proprietrio? aos inventores e charlates e habituar o pblico a Aqui, deveria acabar a minha tarefa; peo justia: pagar apenas demonstraes, no slmbolos e prograa execuo da sentena no me diz respeito. Se, paramas. Antes de discorrer sobre a cincia precisoprolongar de alguns anos um gozq ilegltimo, se ale determinar.lhe o objeclo, 8flcontrar o mtodo e o pringasse que no basta demonstrar a igualdade, que cIpio: .preciso desembaraar o lugar dos preconceitospreciso ainda organiz-Ia, sobretudo estabelec-Ia, esta que a atravancam. Esta deve ser a misso do st ria no direito de responder: O cuidado do oprimidopassa adiante dos embaraos dos ministros; a igualdadedas condies uma lei primordial, da qual de,rivam aeconomia poHtica e a jurisprudncia. O direito ao trabalho e a igual participao nos bens no pode cederperante as ansiedades do poder: no cabe ao prole culo XIX.Por mfm fiz o sermo, serei fiel minha obra de demolio, no deixarei de perseguir a verdade atravs das rulnas e escombros. Odeio o trabalho meio executado; e podem acredit-lo sem que tenha necessi dade de avisar. que se ousei pr a mo sobre a arcatrio conciliar as contradies dos c6digos, ainda me santa, no me contentarei por ter feito saltar a tampa.nos sofrer os erros do governo; pelo contrrio, o preciso que os mistrios do santurio da iniquidadepoder civil e administrativo que deve reformarse, ba sejam descobertos, as tbuas