POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO BÁSICA Prof Dr. Marchioli 2009 POLÍTICA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA SAÚDE

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  • POLTICA NACIONAL DE ATENO BSICA Prof Dr. Marchioli 2009 POLTICA NACIONAL DE PROMOO DA SADE
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  • Ateno Primria e Promoo da Sade / Conselho Nacional de Secretrios de Sade. Braslia : CONASS, 2007. O direito da sociedade sade est previsto no art. 6 da Constituio Federal como um direito humano fundamental, o que gera para o Estado o dever de desenvolver aes e servios em sade para concretiz-lo, conforme normas constantes do captulo II, Seo II, artigos 196 a 200 de nossa vigente Carta Magna
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  • POLISSEMIA ATENO BSICA ou ATENO PRIMRIA SADE
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  • Poltica Nacional de Ateno Bsica (PNAB) regulamentada pela Portaria n. 648, de 28 de maro de 2006, que estabeleceu a reviso de diretrizes e normas para a organizao da Ateno Bsica, para o Programa Sade da Famlia (PSF) e para o Programa Agentes Comunitrios de Sade (PACS).
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  • Portaria n. 687, de 30 de maro de 2006, que aprovou a Poltica Nacional de Promoo da Sade (PNPS), a partir da necessidade de implantao e implementao de diretrizes e aes para promoo da sade em consonncia com os princpios do SUS.
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  • A promoo da sade uma estratgia de articulao transversal na qual se confere visibilidade aos fatores que colocam a sade da populao em risco e s diferenas entre necessidades, territrios e culturas presentes no nosso pas, visando a criao de mecanismos que reduzam as situaes de vulnerabilidade, defendam radicalmente a equidade e incorporem a participao e o controle social na gesto das polticas pblicas. Ateno Primria e Promoo da Sade / Conselho Nacional de Secretrios de Sade. Braslia : CONASS, 2007.
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  • O que pretende a PNPS? alimentao saudvel prtica corporal/atividade fsica preveno e controle do tabagismo reduo da morbi-mortalidade em decorrncia do uso abusivo de lcool e outras drogas reduo da morbi-mortalidade por acidentes de trnsito preveno da violncia estmulo cultura de paz promoo do desenvolvimento sustentvel Ateno Primria e Promoo da Sade / Conselho Nacional de Secretrios de Sade. Braslia : CONASS, 2007.
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  • O que pretende a PNAS? a Ateno Bsica caracteriza-se por um conjunto de aes de sade no mbito individual e coletivo que abrangem a promoo e proteo da sade, preveno de agravos, diagnstico, tratamento, reabilitao e manuteno da sade. Ateno Primria e Promoo da Sade / Conselho Nacional de Secretrios de Sade. Braslia : CONASS, 2007.
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  • A Ateno Bsica tem como fundamentos, segundo a PNAB: possibilitar o acesso universal e contnuo a servios de sade de qualidade e resolutivos, caracterizados como a porta de entrada preferencial do sistema de sade, com territrio adscrito a fim de permitir o planejamento e a programao descentralizada, e em consonncia com o princpio da equidade; efetivar a integralidade em seus vrios aspectos, a saber: integrao de aes programticas e demanda espontnea; articulao das aes de promoo sade, preveno de agravos, tratamento e reabilitao; trabalho de forma interdisciplinar e em equipe; e a coordenao do cuidado na rede servios; desenvolver relaes de vnculo e responsabilizao entre as equipes e a populao adscrita garantindo a continuidade das aes de sade e a longitudinalidade do cuidado; valorizar os profissionais de sade por meio do estmulo e acompanhamento constante de sua formao e capacitao; realizar avaliao e acompanhamento sistemtico dos resultados alcanados, como parte do processo de planejamento e programao; estimular a participao popular e o controle social.
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  • valorizao poltica e social do espao da APS junto a gestores, academia, trabalhadores, populao, mdia e todos os segmentos que, de uma maneira ou de outra, influem na definio dos rumos do pas. Ateno Primria e Promoo da Sade / Conselho Nacional de Secretrios de Sade. Braslia : CONASS, 2007. Por que a APS tem entraves? Valorizao poltica e social do espao da APS
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  • a desvalorizao da APS se reflete na dificuldade de captao de mdicos nas residncias de medicina de famlia, nas dificuldades de muitos atores de deixar de tratar a APS como o postinho de sade, e dos usurios de reconhecer que esse espao crucial para apoi-los no emaranhado de servios e tecnologias disponveis nos sistemas de sade. Ateno Primria e Promoo da Sade / Conselho Nacional de Secretrios de Sade. Braslia : CONASS, 2007. Por que a APS tem entraves? RECURSOS HUMANOS
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  • urgente, tambm, a necessidade de qualificao do processo de educao permanente dentro da perspectiva de atendimento demanda social, de um sistema de sade resolutivo e eficiente, aumentando a presena das universidades junto estratgia de SF. Por que a APS tem entraves? Ateno Primria e Promoo da Sade / Conselho Nacional de Secretrios de Sade. Braslia : CONASS, 2007. RECURSOS HUMANOS
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  • Vale destacar que o n crtico mais citado pelos gestores a falta de mdicos de famlia e comunidade com perfil e capacidade tcnica, e em quantidade suficiente para atender ao processo de expanso em curso. Mesmo com o esforo do aumento de vagas de residncia em Medicina de Famlia e Comunidade (MFC), muitas delas nem mesmo so preenchidas. Por que a APS tem entraves? Ateno Primria e Promoo da Sade / Conselho Nacional de Secretrios de Sade. Braslia : CONASS, 2007. RECURSOS HUMANOS
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  • O reconhecimento social desses profissionais, a possibilidade de educao permanente, a melhoria da infra-estrutura das unidades, a possibilidade de participao em congressos e eventos e o estmulo a produo intelectual so cruciais para a fixao dos profissionais e a possibilidade de viabilizar-se os princpios da APS. Por que a APS tem entraves? Ateno Primria e Promoo da Sade / Conselho Nacional de Secretrios de Sade. Braslia : CONASS, 2007. RECURSOS HUMANOS
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  • Duplicao das redes de ateno Por que a APS tem entraves? Ateno Primria e Promoo da Sade / Conselho Nacional de Secretrios de Sade. Braslia : CONASS, 2007. duplicao de redes de ateno com unidades tradicionais e unidades de sade da famlia que atuam em um mesmo territrio gerando, entre outros problemas, competio pela clientela, dificultando a vinculao da populao, conflitos entre as equipes com desqualificao do trabalho destas diante da populao usuria e gastos adicionais desnecessrios.
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  • Por que a APS tem entraves? Ateno Primria e Promoo da Sade / Conselho Nacional de Secretrios de Sade. Braslia : CONASS, 2007. capacidade da equipe em se articular internamente, em um trabalho em equipe e no em grupo. capacidade das equipes de atuar integrando as diversas reas programticas com a demanda espontnea, necessidade de prover servios para tratamento e reabilitao, mas tambm atuar nos controle dos riscos e danos em seu territrio, prevenindo agravos e promovendo a sade com aes de cunho individual, de grupos e populacional. interao com a comunidade e a capacidade de ao intersetorial em seu territrio. Prticas das Equipes
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  • Por que a APS tem entraves? Ateno Primria e Promoo da Sade / Conselho Nacional de Secretrios de Sade. Braslia : CONASS, 2007. Em relao reduo de custos, criticada por alguns autores como o eixo de prioridades da APS, claro que essa s ser possvel com a racionalizao da utilizao e do consumo de servios de custo elevado. FINANCIAMENTO
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  • MODELO DE ASSISTNCIA IDEAL
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  • Explorar Simultaneamente a enfermidade e as doenas DOENAS Exame fsico. Histria, EAD Enfermidade Idias, expectativas, sentimentos, efeitos na funo PACIENTE REFERE INDCIOS Compreender a pessoa como um todo CONTEXTO PESSOA ENFERMIDADE DOENA Encontrar Terreno comun PROBLEMAS OBJETIVOS PAPIS Incorporar preveno e promoo de sade Incrementar a relao Mdico-Paciente Ser realista DECISO MTUA CONASS, 2007.
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  • A prtica clnico-assistencial individual e/ou coletiva na ESF deve buscar: abordagem holstica do processo sade-doena; integrao interdisciplinar e intersetorial; forte relao mdico-paciente (Mtodo Clnico Centrado no Paciente) produtora de autonomia; uso de conhecimentos e ferramentas cientificamente embasadas; nfase em promoo da sade e preveno de doenas; diagnstico precoce de agravos e doenas; ateno aos novos problemas de sade; cuidado continuado dos problemas crnicos; e preveno oportuna. CONASS, 2007.
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  • Caractersticas do processo de trabalho na Ateno Bsica e na ESF so: definio do territrio de atuao das equipes de SF e das unidades bsicas de sade, identificando grupos, famlias e indivduos expostos a riscos; assistncia bsica integral e contnua populao adscrita, com garantia de acesso ao apoio diagnstico e laboratorial; garantia da integralidade da ateno por meio da realizao de aes de promoo da sade, preveno de agravos e curativas; e da garantia de atendimento da demanda espontnea, da realizao das aes programticas e de vigilncia sade; realizao da escuta qualificada das necessidades dos usurios em todas as aes, proporcionando atendimento humanizado e viabilizando o estabelecimento do vnculo; responsabilidade pela populao adscrita, mantendo a coordenao do cuidado mesmo quando esta necessita de ateno em outros servios do sistema de sade; CONASS, 2007.
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  • realizao de primeiro atendimento s urgncias mdicas e odontolgicas; programao e implementao das atividades, com a priorizao de soluo dos problemas de sade mais freqentes, considerando a responsabilidade da assistncia resolutiva demanda espontnea; prtica do cuidado familiar ampliado, efetivada por