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Boletim do Colgio Montessori Santa Terezinha - Ano 10 - N 34 - Maio-Agosto/2010MONTESSORI SANTA TEREZINHA

A primeira idia que uma criana precisa

ter a da diferena entre o bem e o mal.

E a principal funo do educador

cuidar para que ela no confunda

o bem com a passividade e

o mal com a atividade.

DESE

MB

ALA

ND

O O

PLA

NETA

Maria Montessori, primeira mulher italiana a formar-se em medicina, especializou-se em psiquiatria, interessou-se pelo

desenvolvimento psicolgico e fsico da criana e se enveredou para a rea da educao. Em 1909 fundou a Casa Dei Bambini, onde comeou a trabalhar utilizando materiais criados por ela, altamente

cientficos, e tambm materiais criados por filsofos e matemticos, como por exemplo, a Tbua de Pitgoras e a Tbua de Seguin.

Utilizamos na Educao Infantil, onde a criana est desenvolvendo o seu conhecimento e a sua capacidade fsica e mental de uma maneira muito rpida, esses materiais Montessorianos e outros materiais

ldicos, com os mesmos objetivos da filosofia Montessoriana. Com esses materiais os alunos abstraem os conceitos pelo concreto e tambm pela investigao constante de tudo que est ao seu redor, pesquisando a natureza em todos os seus aspectos, motivando a criana desde pequenina a construir o seu prprio conhecimento. A filosofia Montessoriana tem como principal objetivo desenvolver no indivduo o respeito pelos limites. Maria

Montessori dizia aos seus educandos e deixou registrado em seus livros a seguinte frase: - Devo explorar todos os meus limites sem nunca esquecer que estes terminam onde comeam o do outro.

Segundo a sua filosofia, o lema da humanidade deveria ser: - Devo respeitar o prximo como quero ser respeitado. Observamos que a Educao Humanista vem ao encontro dos princpios Montessorianos. Seguindo essa filosofia,

devemos sempre procurar instigar nossos educandos a fazer suas descobertas e formar os conceitos em todas as reas do conhecimento: Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias, Cincias Humanas, Cincias da Natureza e Matemtica, por meio da prpria natureza e daquilo que os cerca.

Desde o incio, nossos colgios, apesar de relevarem a Filosofia Montessoriana, tambm se adaptaram e acompanharam o desenvolvimento acelerado da economia e a da tecnologia mundial, juntamente com os novos pensadores e filsofos, que trazem novas linguagens educao atual, baseando-se na essncia e nos princpios de Maria Montessori, nos quais o educando deve construir o seu prprio conhecimento pela pesquisa, pela observao, pelo respeito ao outro e pela natureza.

Atualmente fala-se muito em que nada mais do que um fenmeno antigo de vitimizao de uma pessoa, e que bullyingno se restringe relao entre alunos de uma escola, mas faz parte de todos os tipos de relaes sociais. Cabe famlia,

juntamente com a escola, educar as crianas e jovens com bons exemplos, princpios, boas maneiras, respeito ao prximo nos mais amplos aspectos, ou seja, nas diferenas, nas regras e nos costumes. Essa a nica forma de preservarmos a

humanidade e o nosso planeta, pois no h futuro sem respeito, afeto e colaborao.A , outro tema to explorado atualmente, cabe em vrios aspectos: SUSTENTABILIDADE

sustentabilidade poltica, sustentabilidade social, sustentabilidade econmica, sustentabilidade com a preservao da natureza... E todas se resumem unicamente NA

PRESERVAO DE NOSSO PLANETA. Dando nfase a essa ideia, escolhemos este ano o tema para a nossa X Mostra Cultural. Daremos uma Desembalando o Planeta

volta pelo mundo nos atualizando em todos os acontecimentos importantes nas reas poltica, social, fsica, econmica e, principalmente, tirando tudo de

suprfluo que nos envolve.A Copa do Mundo foi uma tima oportunidade para nossos alunos e

educadores trabalharem a cultura africana e seus exticos costumes; sua espetacular fauna e flora explorando o conhecimento com as mais variadas atividades multidisciplinares e interdisciplinares. A Copa tambm despertou em nossos educandos maior interesse pelo futebol e propiciou o conhecimento, com pesquisas no Portal Educacional, dos pases participantes, suas bandeiras e seus costumes.

Ser desta forma que estaremos apresentando comunidade no dia 16/10, no Colgio Domus, e no dia 23/10, no Colgio Montessori,

nossa Ser uma oportunidade para todos X Mostra Cultural. contemplarem o resultado de uma srie de atividades e projetos

realizados durante o ano pelos nossos alunos, desde os pequeninos da at os maiores dos Educao Infantil

os3 anos do Ensino Mdio.

EDITORIALOs colgios Domus e Montessori tm suas origens fieis Filosofia Montessoriana,

que foca o respeito ao ser humano e sua individualidade, propiciandode todas as formas o desenvolvimento de suas habilidades e competncias.

BERRIO

3Informativo MONTESSORI SANTA TEREZINHA N 34

Preocupados com os cuidados, os pais voltam-se para algumas das necessidades bsicas: necessidade de ser amparado e emocionalmente compreendido; asseio, capaz de afastar o desconforto fsico ligado indistintamente s emoes do beb; e a alimentao, que muito mais do que suprir o aspecto nutricional, fonte de amor e de experincia de vida.

Aos poucos, a famlia descobre, dia aps dia, novas formas de se organizarem e na combinao entre a flexibilidade e o sentimento de ordem, estruturam uma rotina capaz de respeitar o tempo do beb e introduzi-lo no mundo.

Aps 9 meses de gestao, em um belo dia,acontece o encontro to esperado!

Alegria, felicidade, medo e orgulho so algunsdos contraditrios sentimentos vivenciados pelos pais.

Como se constri a rotina de um beb no Berrio ?Conhecendo sua curta, mas importante histria de vida, narrada por aqueles

que acompanharam esses primeiros meses; respeitando cada um a seu tempo e ritmo; observando suas interaes, aprendizagens, gestos e sons que constituem a Linguagem

usada por eles para contar um pouco de si; e detendo-se em cada um dos itens narrados aqui.

Perodos de sono para o descanso do corpo, alternados com maiores perodos acordado, de interao entre o beb e as pessoas que o cercam, se intensificam a partir do quarto ms de vida e ele descobre o Brincar; quando observa o mordedor ao seu lado, agarra-o e o aproxima da boca e dos olhos, iniciando um importante processo de pensar o mundo, de compreend-lo e de dominar o seu significado. Processo esse que ocorrer inmeras vezes durante a infncia e que o levar a muitas aprendizagens.

Ao receber os bebs aps a licena maternidade de suas mes, juntos, famlia e escola, organizamos o dia-a-dia que melhor o atenda e que se aproxime de tudo o que me, pai e filho construram ao longo desses meses.

Alm de estruturarmos a rotina respeitando suas necessidades, recheamos o dia de cada beb com mui ta b r incade i ra . Br incade i ra que ora proporcionada e desenvolvida pelas Beraristas e ora fruto da livre explorao de um espao pensado para que esse Brincar ocorra. Teatro de fantoches, a leitura de um livro, o estmulo com rolo ou bola, a massinha caseira, a massagem, alm de materiais ldicos, como brinquedos de encaixe coloridos para desenvolver a coordenao motora e o raciocnio lgico so algumas das brincadeiras dirigidas.

Mas h tambm aquele momento em que o beb, por volta dos dez meses, sentado no tapete de E.V.A. prximo a uma cesta de xcaras, colheres, pratos e copos plsticos, derruba-os pelo cho e comea a explor-los: leva a colher boca, analisa a chaleira, mistura um alimento imaginrio, toma o ch oferecido pela Berarista que, em um jogo simblico, mediando cada uma de suas aes com palavras, entra no faz

de conta e se diverte junto com eles.

EDUCAO INFANTIL

4 Informativo MONTESSORI SANTA TEREZINHA N 34

Para desembalar o Planeta fizemos uma viagem e descobrimos a origem de sua formao. A frica, bero das civilizaes, abrigou, h milnios o homem primitivo que

habitava seus limites territoriais.Assim, nos aventuramos a conhecer a Idade da Pedra . Nas brincadeiras, exploramos

cavernas e descobrimos o modo como o homem sobrevivia explorando os recursos naturais. Chegamos Idade Moderna e percebemos a diferena de como vivemos nos dias de hoje. Ao desembalar o Planeta surgiu inevitavelmente uma pergunta: Como ser nosso futuro? Da, cada srie se comprometeu com um

aspecto deste Gigante Azul (Planeta Terra) e trar para nossa Mostra Cultural elementos resultantes das reflexes constantes de uma turminha extremamente pensante

e com coragem de tomar atitudes para melhorar nosso futuro.

Preocupados com as atitudes do homem, a turma de estabeleceu um paralelo entre a Jardiminfncia das diversas partes do planeta. Apostaram na Diversidade Cultural para construrem um

mundo melhor com atitudes de respeito, de valorizao das diferenas e, sobretudo com generosidade humana.Temos que respeitar todas as pessoas, no ? No importam suas diferenas. Tem crianas negras, amarelas, mulatas, brancas... .

O percebeu Maternal 2que o tempo passa e as

coisas, pessoas e seres vivos se desenvolvem.As alteraes do tempo que fizeram uma sementinha virar muda ajudaram a instigar as crianas a pensar sobre como

desenvolver atitudes de respeito e preservao vida e ao meio ambiente: Tia, se dermos gua, a plantinha se alimenta, fica feliz e cresce mais rpido. No podemos machucar as plantinhas, no ?

aternal II Maternal IIM

ardim Jardim J

Nesta mirdia de facetas e c o r e s o M a t e r n a l I

explorou a importncia do cuidado com os animais, a necessidade de garantir ateno e respeito para estes habitantes que tanto contribuem para nossa existncia: Tia, eu encontrei a tartaruga morta na praia. Ela comeu o plstico