gazeta de varginha - 30/10/2013

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Edio 8.858

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  • VARGINHA, 30 DE OUTUBRO DE 2013R$ 1,00

    Pgina 2

    PONTOPONTOPONTOPONTOPONTO DEDEDEDEDE VISTVISTVISTVISTVISTAAAAA

    Joo 03

    Mx: 29C / Mn: 17C

    EDIO - 8.858

    Deus Pai e santo. Seus filhosso tambm santos

    LOCAL/PGINA 05

    Polcia abre inqurito para apurarmorte de detento em Varginha

    Homem de 24 anos teria passado mal no presdio da cidade e levado para a UPA, onde faleceu

    LOCAL/PGINA 04

    O delegado AntnioCarlos Buttingnon abriuinqurito para apurar ocaso de um homem quemorreu aps ser levadoao Presdio de Varginha.Segundo a Assessoriade Imprensa da Secre-taria de Defesa Social(Seds), Alex Ricardo daSilva, de 24 anos, haviasido preso por furto du-rante a tarde do ltimosbado (26). Ele passoumal durante a noite e foi

    levado inconsciente paraa Unidade de ProntoAtendimento (UPA),onde faleceu.

    A autpsia do corpoda vtima foi feita no IMLde Varginha nesta se-gunda-feira (28), mas acausa da morte no foidescoberta. As vscerasdo detento foram envia-das para anlises emBelo Horizonte.

    LOCAL/PGINA 03

    Consrcio facilita acessodos cafeicultores

    s pesquisas do setor

    Marista de Varginhatem novo diretor

    LOCAL/PGINA 05

    Planos desade seroobrigados a custearremdios

    orais para otratamentode cncer

    Comrcio de Varginhano vai funcionar no

    feriado deste sbado

    O Sindiicato do Co-mrcio Varejista de Var-ginha (Sindvar) informaque, de acordo com aConveno Coletiva deTrabalho, as lojas do co-mrcio de Varginha esta-

    ro fechadas neste feri-ado de 2 de novembro,porm os estabelecimen-tos do gnero alimentciotrabalharo normalmen-te.

    LOCAL/PGINA 06

    PGINA 09

    Nova Lei

    gazetadevarginha@gmail.com

    www.jornalgazetadevarginha.com

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  • GAZETA DE VARGINHA, 30/10/2013

    PONTO DE VISTAPONTO DE VISTA

    1 JOO 3

    PPPPPalavraalavraalavraalavraalavras de Vs de Vs de Vs de Vs de Vidaidaidaidaida02

    CNPJ: 21.535.075/0001-47

    A redao no se responsabilizapor conceitos emitidos em artigos

    assinados, mesmo sobpseudnimos, que so de inteira

    responsabilidade de seus autores.

    Dirio de CirculaoRegional - Diretora

    Administrativa:Ana Maria Silva Piva -Jornalista Responsvel:

    Lanamara Silva -MTB -8304 JP - Editor:Rodrigo S. Fernandes

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    Ribeiro da Silva Fernan-des

    (Jornalista e superinten-dente de redao-

    TB.16.851) - Horrio defuncionamento das08:00hs s 18:00hs

    ABRAJORI - AssociaoBrasileira de Jornais do

    InteriorSINDJORI - Sind. Prop. de

    Jornais e Revistas doInterior

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    @ y a h o o . c o m . b rEndereo eletrnico:www.gazetavarginha.com.br

    Deus Pai e santo. Seus filhos so tambm santos1 - VEDE quo

    grande amor nos temconcedido o Pai, que fs-semos chamados filhosde Deus. Por isso o mun-do no nos conhece; por-que no o conhece a ele.

    2 - Amados, agorasomos filhos de Deus, eainda no manifestadoo que havemos de ser.Mas sabemos que, quan-do ele se manifestar, se-remos semelhantes aele; porque assim como o veremos.

    3 - E qualquer quenele tem esta esperanapurifica-se a si mesmo,como tambm ele puro.

    4 - Qualquer quecomete pecado, tambm

    comete iniqidade; porqueo pecado iniqidade.

    5 - E bem sabeisque ele se manifestoupara tirar os nossos peca-dos; e nele no h peca-do.

    6 - Qualquer quepermanece nele no peca;qualquer que peca no oviu nem o conheceu.

    7 - Filhinhos, nin-gum vos engane. Quempratica justia justo, as-sim como ele justo.

    8 - Quem comete opecado do diabo; porqueo diabo peca desde o prin-cpio. Para isto o Filho deDeus se manifestou: paradesfazer as obras do dia-bo.

    9 - Qualquer que nascido de Deus no co-mete pecado; porque asua semente permanecenele; e no pode pecar,porque nascido de Deus.

    10 - Nisto so ma-nifestos os filhos de Deus,e os filhos do diabo. Qual-quer que no pratica a jus-tia, e no ama a seu ir-mo, no de Deus.

    11 - Porque esta amensagem que ouvistesdesde o princpio: que nosamemos uns aos outros.

    12 - No comoCaim, que era do malig-no, e matou a seu irmo.E por que causa o matou?Porque as suas obraseram ms e as de seu ir-

    mo justas.13 - Meus irmos,

    no vos maravilheis, se omundo vos odeia.

    14 - Ns sabemosque passamos da mortepara a vida, porque ama-mos os irmos. Quem noama a seu irmo perma-nece na morte.

    15 - Qualquer queodeia a seu irmo ho-micida. E vs sabeis quenenhum homicida tem avida eterna permanecen-do nele.

    16 - Conhecemos oamor nisto: que ele deu asua vida por ns, e nsdevemos dar a vida pelosirmos.

    17 - Quem, pois, ti-

    ver bens do mundo, e, ven-do o seu irmo necessi-tado, lhe cerrar as suasentranhas, como estarnele o amor de Deus?

    18 - Meus filhinhos,no amemos de palavra,nem de lngua, mas porobra e em verdade. 19 -E nisto conhecemos quesomos da verdade, e di-ante dele asseguraremosnossos coraes;

    20 - Sabendo que,se o nosso corao noscondena, maior Deusdo que o nosso corao,e conhece todas as coi-sas.

    21 - Amados, se onosso corao no noscondena, temos confian-

    a para com Deus;22 - E qualquer

    coisa que lhe pedirmos,dele a receberemos, por-que guardamos os seusmandamentos, e faze-mos o que agradvel sua vista.

    23 - E o seu man-damento este: quecreiamos no nome deseu Filho Jesus Cristo,e nos amemos uns aosoutros, segundo o seumandamento.

    24 - E aquele queguarda os seus manda-mentos nele est, e elenele. E nisto conhece-mos que ele est emns, pelo Esprito quenos tem dado.

    Fundo de propaganda: um excelenterecurso para franqueadoras e franqueados

    Muitos empreen-dedores e franqueadosquestionam o objetivo eos benefcios de umadas estratgias maisimportantes de umarede de franquias: o fun-do de propaganda.

    Muitas vezes cha-mado de fundo de ma-rketing ou fundo coope-rado de publicidade, tra-ta-se de uma taxa legalprevista na Lei de Fran-chising (8.955/94) for-mada pelo total dascontribuies realiza-das por cada franquea-do de uma rede cujoobjetivo custear aesde marketing institucio-nal, ou seja, aes demdio a grande portecom foco na divulgaoe valorizao da marca.

    Cada empresaestipula quando (emfuno do nmero defranqueados) e quantoser exigido, podendoser um valor fixo men-sal, um percentual so-bre o faturamento ouainda a aquisio deprodutos da franquea-dora.

    Apesar de ser ad-ministrado pelas fran-queadoras, este mon-tante no faz parte desua remunerao, con-sistindo em recursos aserem utilizados estri-tamente em favor dosinteresses da rede, be-neficiando todos osfranqueados.

    Por este motivo,as franqueadoras de-vem atuar de maneiratransparente, abrindouma conta corrente ex-clusiva para este fim eprestando conta perio-dicamente aos franque-ados sobre o saldo esua aplicao.

    Algumas redescontam com a partici-pao dos franqueadosou de seus represen-tantes (Comit de Ma-rketing) nas tomadasde decises para queas aes sejam maisefetivas e tambm paraevitar conflitos.

    Neste caso, geral-mente so realizadosencontros para enten-der e discutir suas su-gestes e opinies, de-

    cidir como e onde seraplicado o fundo e tam-bm formalizar o plane-jamento de marketing eo cronograma de im-plantao das aespadronizadas (annci-os em revista, propa-gandas em televiso,outdoor, etc.).

    Esta estratgiacostuma ser muitobem vista e aceita pe-los franqueados, pois agrande maioria defendeque primordial ouvi-los para que uma redeprospere e agreguemais valor marca, afi-nal so eles que geral-mente tem o contatocom o cliente final.

    Os benefciosso muitos, principal-mente, quando a ges-to e a comunicaoso eficientes, as aesbem executadas e h ocomprometimento detodos os envolvidos noalcance dos propsi-tos.

    O fundo de propa-ganda favorece a fran-queadora na prospec-o de novos franque-

    ados, pois os empreen-dedores costumamno ter dvidas de quefazendo parte de umarede tero logo de in-cio estratgias de ma-rketing melhor desen-volvidas, testadas, demaior abrangncia emais agressivas paradivulgar a unidade, osprodutos, servios doque se investisse emum negcio prprio.Alm disso, expande amarca e principalmen-te destaca os seus di-ferenciais, possibilitan-do o aumento de suaparticipao no merca-do.

    Por outro lado, ofranqueado se dedicamais tempo e de ma-neira mais eficiente aonegcio: ampliando oseu conhecimento so-bre o comportamentodo mercado e popula-o local, acompa-nhando de maneiramais prxima as aesda concorrncia, iden-tificando oportunidadese corrigindo previamen-te possveis riscos,

    monitorando e ofere-cendo suporte e treina-mento com mais frequ-ncia para sua equipe,prestando um melhorservio aos clientes, fi-delizando-os e, por fim,atingindo as metas e in-crementando os seusresultados.

    Portanto, por mais

    que seja uma sada derecursos mensal, o fun-do de propaganda deveser considerado comoum primordial investi-mento, como uma es-tratgia em que todos,essencialmente o clien-te, s tem a ganhar.

    Por Ndia Korosue

  • Consrcio facilita acesso dos agricultoresde Varginha s pesquisas ligadas ao caf

    Estimativa de que 7,2 mil assistncias tcnicas tenham sido prestadas aos produtores em um ano

    GAZETA DE VARGINHA, 30/10/2013

    LOCAL 03

    O consrcio formadopela Empresa Brasileirade Pesquisa Agropecu-ria, unidade Caf (Em-brapa Caf) com a Ema-ter (Empresa de Assis-tncia Tcnica e Exten-so Rural de Minas Ge-rais) est facilitando oacesso dos cafeicultoress pesquisas desenvol-vidas nas entidades es-peciali