gazeta de varginha - 28/02 a 02/03/2015

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Edição 9.181

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  • Mx: 30 / Mn: 18

    Nova indstria vai gerar cercade 700 empregos em Varginha

    EDIO 9.181R$ 1, 00 VARGINHA, 28 DE FEVEREIRO A 02 DE MARO DE 2015

    Duchen Alimentos assinou protocolo de intenes para instalar unidade em Varginha

    49ANOS

    Revelando Verdades

    gazetadevarginha@gmail.comwww.jornalgazetadevarginha.com facebook.com/gazetavga

    pgina 02

    PONTO DE VISTA

    DEUS FIEL

    1965 - 2014

    Autoridades do Judcirio, Executivo eLegislativo protestam na porta do Frum

    local/pgina 03

    Josu 22

    Josu abenoa e manda paracasa as duas tribos e meia

    local/pgina 04

    O prefeito AntnioSilva assinou na manhdesta sexta-feira (27)um protocolo de inten-es para a instalaode uma unidade daDuchen, indstria deprodutos alimentcios,em Varginha. Segundoinformaes prelimina-res da asssessoria daprefeitura, a empresavai gerar 673 empregosdiretos na cidade at ofinal de 2016.

    A unidade ser aprimeira da Duchen noestado de Minas Gerais.A indstria ser insta-lada no prdio ondefuncionou a Parmalat,perto do Caf SolvelBraslia, nas proximida-des da BR-491. A Du-chen uma tradicionalfabricante de biscoitos,bolachas, bolos e sorve-tes.

    local/pgina 04

    Varginhateve receitade R$ 281

    mi em 2014;dvida deR$ 126 mi

    local/pgina 05

    Representantes dospoderes Judicirio, Exe-cutivo e Legislativo, advo-gados e entidades de di-reitos humanos se reuni-ram na porta do Frum deVarginha para uma mani-festao contra a tentati-va de assassinato do pro-motor de Monte Carme-lo, Marcos Vincius Ribei-

    Procura porEducaode Jovense Adultos

    cresce 300%

    O prazo para a entre-ga da declarao do Im-posto de Renda (IRPF)2015 comea nesta segun-da-feira, 2 de maro. Adata limite para a entrega 30 de abril. Segundo aSecretaria da Receita Fe-

    deral, esse ano o contri-buinte ter novidadespara facilitar o preenchi-mento e o envio da decla-rao. Confira detalhes namatria.

    local/pgina 05

    ro Cunha.O juiz Antnio Carlos

    Parreira disse que este um momento em todos osque lidam com a Justia eda sociedade civil tm deunir para que estes fatosno se tornem corriquei-ros.

    Entrega da declarao do IR comea nesta segunda

    A Prefeitura de Var-ginha fechou o ano de2014 com receita totalde R$ 281,29 milhes,menos que a previsooramentria quandose previa arrecadar R$294, 95 milhes.

  • 28 DE FEV A 02 DE MAR DE 201502 | GAZETA DE VARGINHAPONTO DE VISTA

    Gazeta de Varginha LtdaCNPJ: 21.535.075/0001-47

    Telefones:(35)3221-4668

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    Santa Maria - CEP: 37022-560Varginha/MG

    EquipeDiretora administrativa

    Ana Maria Silva Piva

    Editor e colunistaRodrigo S. FernandesSindjori - MG 312/99

    Departamento comercialJocasta Fvaro eRosemeire Luiz

    Jornalista responsvelRbertson Fidlis

    Reportagem e redaoSrgio Avellar e

    Rbertson Fidlis

    ABRAJORI - AssociaoBrasileira de Jornais do

    InteriorSINDJORI - Sind. Prop. de

    Jornais e Revistas doInterior

    ADJORI - Associao dosJornais do Interior

    ADI - Associao dosJornais do interior de

    Minas Gerais

    A redao no respondepor artigos assinados,

    mesmo sob pseudnimos,que so de inteira respon-sabilidade de seus autores.

    23 - Se ns edifica-mos um altar para nosdesviarmos do SE-NHOR, ou para sobreele oferecer holocaustoe oferta de alimentos,ou sobre ele apresentaroferta pacfica, o SE-NHOR mesmo de nso requeira.

    24 - E, se antes ono fizemos por receiodisto, dizendo: Ama-nh vossos filhos viroa falar a nossos filhos,dizendo: Que tendesvs com o SENHORDeus de Israel?

    25 - Pois o SE-NHOR ps o Jordo

    por termo entre ns evs, filhos de Rben, efilhos de Gade; no ten-des parte no SENHOR;e assim bem poderiamvossos filhos fazer desis-tir a nossos filhos de te-mer ao SENHOR.

    26 - Por isso disse-mos: Preparemo-nosagora, e edifiquemos umaltar, no para holocaus-to, nem para sacrifcio,

    27 - Mas para que,entre ns e vs, e entreas nossas geraes de-pois de ns, nos seja emtestemunho, para po-dermos fazer o serviodo SENHOR diante

    Palavras de Vida

    Josu abenoa e manda para casa as duas tribos e meiaJOSU 22Parte II

    dele com os nossos ho-locaustos, e com os nos-sos sacrifcios, e com asnossas ofertas pacficas;para que vossos

    28 - Por isso disse-mos: Quando sucederque amanh assim nosdigam a ns e s nossasgeraes, ento diremos:Vede o modelo do altardo SENHOR que fize-ram nossos pais, nopara holocausto nempara sacrifcio, pormpara ser testemunho en-tre ns e vs.

    29 - Nunca tal nosacontea que nos rebele-mos contra o SENHOR,

    ou que hoje ns abando-nssemos o SENHOR,edificando altar para ho-locausto, oferta de ali-mentos ou sacrifcio, forado altar do SENHORnosso Deus, que est pe-rante o seu tabernculo.

    30 - Ouvindo, pois,Finias, o sacerdote, e osprncipes da congrega-o, e os cabeas dos mi-lhares de Israel, que comeles estavam, as palavrasque disseram os filhos deRben, e os filhos deGade, e os filhos de Ma-nasss, pareceu bem aosseus olhos.

    31 - E disse Finias,

    Marcos Morita

    As manchetes nodeixam dvidas. H umagrande chance de um ra-cionamento duplo, algoparcialmente cotidianoaos paulistanos e o siste-ma Cantareira. Com suapujana e riqueza, ima-gens de cisternas e bal-des de gua na cabea nopassavam de imagens doserto, vistas no jornal no-turno. No obstante oscrticos de planto, osquais corretos, mencio-nam a falta de planeja-mento, o fato que pre-cisaremos nos acostumar nova situao, a qual cu-riosamente vivi algumassemanas atrs.

    Tive a experincia depassar as frias em umapousada em meio mataAtlntica. Como bicho dacidade, no esqueci o kitde sobrevivncia: note-book, celular e tablet. Aochegar, a surpresa de queno havia luz eltrica.Apesar da decepo ini-cial, exploramos com cri-atividade, colaborao ecompanheirismo, aspec-tos esquecidos no dia adia: contar histrias aosfilhos, brincar de sombraa luz e velas, conversardeitado, tomar banho norio, dormir com a janelaaberta, acordar cedo.

    No quarto ao lado ha-via outra famlia, a qualpraguejava incessante-mente sobre a novelaperdida, a falta de ar con-dicionado, o frigobar, olampio e as velas. As ca-ras de poucos amigos e afalta de dilogo no caf damanh indicavam quemais uma noite ruim ha-via se passado. Duas fam-lias, duas experincias,um mesmo local. Com-portamentos, atitudes,posturas e resultados di-ferentes para lidar com amesma situao. Comoconsultor, logo tracei umparalelo da situao como mundo corporativo.

    Ningum duvida deque este ser um ano di-fcil para as corporaes,as quais precisaro acos-tumar-se com a escassezde clientes, pedidos, pro-jetos, receitas e quigua e energia. De ma-neira anloga ao ocorridona pousada, empresas ecolaboradores poderoescolher diferentes abor-dagens para resolver osdesafios que viro. Faa-mos um comparativo,iniciando com o exemplomais comum no mundocorporativo: a famlia malhumorada.

    Larga que meu: talqual a famlia do quarto aolado que brigava pela fal-

    ta de opes, diretores,gerentes e vendedoreslutaro pelos escassosprojetos, clientes, pro-postas e pedidos, prote-gendo a si e sua equipe.O foco interno na resolu-o de conflitos gerardesgaste e ressentimen-to, sobrando at para a sa-tisfao dos clientes eparceiros de canais, rele-gados a segundo plano napolitica do larga que meu. Como j dizia o di-tado: onde falta po, so-bra confuso, havendodiscrdia por migalhas.

    A ideia foi minha: jteve a impresso que suaideia brilhante, foi toma-da por colegas? Confor-me Steven Johnson, co-nhecido como o Darwinda tecnologia, voc pro-vavelmente est errado.Segundo o autor, as idei-as provm da coliso depontos de vistas diferen-tes, atravs de ambientespropcios. Motivo de con-fuso em pocas normais,podem aumentar emtempos conflituosos, fa-zendo com que os colabo-radores prefiram calar-se, diminuindo aindamais a gerao de novasideias.

    Estou certo que con-seguiu identificar algunsexemplos em sua empre-sa. Desconfiana, ressen-

    timento e situaes deconflito so comunsquando se est sob pres-so, exacerbando-se acultura do controle e dosalve-se quem puder,apontando-se culpados aoinvs de encontrar solu-es. Inovao e colabo-rao, essenciais para agerao de novas ideias,so impensveis nesteambiente. Com medo dearriscar, colaboradoreslevam a empresa letar-gia e ao engessamento,numa espiral descenden-te.

    Talvez a sada estejaem criar um ambientemais colaborativo e amis-toso, no qual erros sejamaceitos e at incentiva-dos, colocando-se o gru-po em primeiro lugar.Definio de mtricascoletivas, estabelecimen-to de projetos interdepar-tamentais, quebra de bar-reiras hierrquicas e pro-tocolos ultrapassados,trabalho em casa, mudan-a de layout e cdigos devestimenta mais infor-mais podem ajudar atransmitir o novo modusoperandi, cujo cerne estna mudana da mentalida-de dos gestores.

    De volta s frias,no nego que fiquei felizem voltar para casa, usu-fruindo os confortos pro-

    Racionamento: como a sua empresa vai se comportar?

    filho de Eleazar, o sacer-dote, aos filhos de R-ben, e aos filhos de Gade,e aos filhos de Manasss:Hoje sabemos que o SE-NHOR est no meio dens; porquanto no co-metestes transgressocontra o SENHOR; ago-ra livrastes os filhos deIsrael

    32 - E Finias filhode Eleazar, o sacerdote,com os prncipes, dei-xando os filhos de R-ben, e os filhos de Gade,voltaram da terra de Gi-leade terra de Cana,aos filhos de Israel, etrouxeram-lhes a res-

    posta.33 - E pareceu a

    resposta boa aos olhosdos filhos de Israel, eos filhos de Israel lou-varam a Deus; e nofalaram mais em subir guerra contra eles emexrcito, para destru-rem a terra em que ha-bitavam os filhos deRben e os filhos deGade.

    34 - E os filhos deRben e os filhos deGade deram ao altar onome de Ede; par