gazeta de varginha - 28/01/2015

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Edição 9.161

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  • Mx: 30 / Mn: 21

    Unio pode bancar reformado aeroporto de Varginha

    EDIO 9.161R$ 1, 00 VARGINHA, 28 DE JANEIRO DE 2015

    Governo federal deve liberar recursos atravs do programa para a aviao regional

    49ANOS

    Revelando Verdades

    gazetadevarginha@gmail.comwww.jornalgazetadevarginha.com facebook.com/gazetavga

    pgina 02

    PONTO DE VISTA

    DEUS FIEL

    1965 - 2014

    Estudo prev prejuzos para ocaf nas safras de 2015 e 2016

    local/pgina 05

    Josu 10

    Gibeom sitiada por cinco reis

    local/pgina 04

    O artigo traz uma pers-pectiva negativa para a sa-fra atual 2015 e tambmpara a safra futura 2016.O texto original foi publi-cado na Rede Social do

    Caf, na Plataforma Peabi-rus, a maior rede de cons-truo coletiva em assun-tos ligados cafeicultura

    local/pgina 03

    A Secretaria de Avi-ao Civil SAC divul-gou sexta-feira (23) odocumento intituladoAviao Regional Co-nectando o Brasil comos ltimos detalhes so-bre o plano do GovernoFederal para o setor.Varginha se enquadraem todos os quesitospara o incio das obras.O ministro da Aviao,Eliseu Padilha, garantiuprioridade ao projeto.

    Varginha rene to-dos os pr-requisitospara que o AeroportoMajor Brigadeiro Trom-powsky seja reformado.

    Receita libera consultaa lote residual do IRe pagar R$ 941 mi

    Opo peloSimplesNacional

    s pode serfeita at

    esta sexta

    regional/pgina 10

    PM acha

    618 kg demaconha

    em fundo

    falso de

    caminho

    esporte/pgina 15local/pgina 03

    pgina 09

  • 28 DE JANEIRO DE 201502 | GAZETA DE VARGINHAPONTO DE VISTA

    Gazeta de Varginha LtdaCNPJ: 21.535.075/0001-47

    Telefones:(35)3221-4668

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    EquipeDiretora administrativa

    Ana Maria Silva Piva

    Editor e colunistaRodrigo S. FernandesSindjori - MG 312/99

    Departamento comercialJocasta Fvaro eRosemeire Luiz

    Jornalista responsvelRbertson Fidlis

    Reportagem e redaoSrgio Avellar e

    Rbertson Fidlis

    ABRAJORI - AssociaoBrasileira de Jornais do

    InteriorSINDJORI - Sind. Prop. de

    Jornais e Revistas doInterior

    ADJORI - Associao dosJornais do Interior

    ADI - Associao dosJornais do interior de

    Minas Gerais

    A redao no respondepor artigos assinados,

    mesmo sob pseudnimos,que so de inteira respon-sabilidade de seus autores.

    Devo falar sobre dinheiro com as crianas?Llio Braga Calhau

    No dia a dia do Frumencontramos conflitos dosmais variados tipos. Muitacoisa gira ao redor do di-nheiro. Gente que se de-sentende por conta de d-vidas ou compras mal fei-tas. Tm pessoas que nogostam de arcar com com-promissos assumidos pre-viamente, filhos que bus-cam interditar pais idosospara administrarem o seudinheiro, ladres que nogostam de trabalhar e pre-ferem o crime como sus-tento de vida, gente quecasa e se divorcia por amore dinheiro, etc.

    Tem de tudo. Juzes,promotores de justia eadvogados acompanhamesses dramas dirios. Umagrande parcela dessesconflitos poderia ser resu-mida a nica situao: fal-ta de limites.

    Diversos especialistasafirmam que bom ensi-nar educao financeira scrianas. Uns defendem

    que o ensino deva come-ar aos quatro, outros, aoscinco ou seis anos. Cadaum adota uma idade comoreferncia e tm l os seusmotivos. H quem defen-da a existncia de trs co-frinhos: um para curto,outro para mdio e o ter-ceiro para economias delongo prazo tudo para fa-cilitar a assimilao dosprincpios da educao fi-nanceira pelas crianas.

    A meu ver, esto todoscertos, no s pela neces-sidade de ser feito prema-turamente, mas, tambm,pela importncia de sepreparar aquela crianaem formao para um dosgrandes desafios do serhumano na atualidade quedesencadeia uma srie deconflitos sociais: a tal faltade limite.

    Nesse contexto, edu-car financeiramente ascrianas a transformaode um ser humano, umprocesso pedaggico ondeos limites sociais so ex-plicados e vivenciados em

    pequenas moedas numcofrinho e nas explicaesde seus familiares. umaprendizado que influen-ciar positivamente outrasreas de sua vida, pois hdesejos, vontades, mas hlimites. O dinheiro, ento,serve de exemplo para queas coisas tenham um bomuso em toda a sua vida.

    No podemos conti-nuar nessa fria consu-mista global. O planetano aguenta mais! Aque-las moedinhas, que as cri-anas aprendem a manu-sear, ajudam a formar umadulto com maior senso delimites e com a capacida-de de entender que a Ter-ra no pode continuar a sersaqueada e destruda comovem sendo feito h tem-pos. gua acabou, os apa-ges de energia eltricaso iminentes e as matasvo sendo devastadas e sno v quem no quer.

    Fruto dessa educaofinanceira social deficien-te, nos transformamos nasltimas dcadas em adul-

    1 - E SUCEDEUque, ouvindo Adoni-Zedeque, rei de Jeru-salm, que Josu to-mara a Ai, e a tinha des-trudo totalmente, efizera a Ai, e ao seu rei,como tinha feito a Je-ric e ao seu rei, e queos moradores de Gibe-om fizeram paz com osisraelitas, e estavam nome

    2 - Temeram mui-to, porque Gibeom erauma cidade grande,como uma das cidadesreais, e ainda maior doque Ai, e todos os seushomens valentes.

    3 - Pelo que Ado-ni-Zedeque, rei de Je-rusalm, enviou aHoo, rei de Hebrom,e a Piro, rei de Jarmu-te, e a Jafia, rei de La-quis e a Debir, rei deEglom, dizendo:

    4 - Subi a mim, eajudai-me, e firamos aGibeom, porquanto

    fez paz com Josu e comos filhos de Israel.

    5 - Ento se ajunta-ram, e subiram cinco reisdos amorreus, o rei deJerusalm, o rei de He-brom, o rei de Jarmute, orei de Laquis, o rei deEglom, eles e todos osseus exrcitos; e sitiarama Gibeom e pelejaramcontra ela.

    6 - Enviaram, pois, oshomens de Gibeom a Jo-su, ao arraial de Gilgal,dizendo: No retires astuas mos de teus servos;sobe apressadamente ans, e livra-nos e ajuda-nos, porquanto todos osreis dos amorreus, quehabitam na montanha, seajuntaram contra ns

    7 - Ento subiu Jo-su, de Gilgal, ele e todaa gente de guerra comele, e todos os homensvalorosos.

    8 - E o SENHOR dis-se a Josu: No os temas,porque os tenho dado na

    Palavras de Vida

    Gibeom sitiada por cinco reisJOSU 10Parte Itua mo; nenhum deleste poder resistir.

    9 - E Josu lhes so-breveio de repente, por-que toda a noite veio su-bindo desde Gilgal.

    10 - E o SENHOR osconturbou diante de Is-rael, e os feriu com gran-de matana em Gibeom;e perseguiu-os pelo ca-minho que sobe a Bete-Horom, e feriu-os atAzeca e a Maqued.

    11 - E sucedeu quefugindo eles de diante deIsrael, descida de Bete-Horom, o SENHOR lan-ou sobre eles, do cu,grandes pedras, at Aze-ca, e morreram; e forammuitos mais os que mor-reram das pedras da sa-raiva do que os que os fi-lhos de Israel mataram espad

    12 - Ento Josu fa-lou ao SENHOR, no diaem que o SENHOR deuos amorreus nas mos dosfilhos de Israel, e disse na

    presena dos israelitas:Sol, detm-te em Gibe-om, e tu, lua, no vale deAjalom.

    13 - E o sol se deteve,e a lua parou, at que opovo se vingou de seusinimigos. Isto no estescrito no livro de Ja-sher? O sol, pois, se de-teve no meio do cu, e nose apressou a pr-se,quase um dia inteiro.

    14 - E no houve diasemelhante a este, nemantes nem depois dele,ouvindo o SENHOR as-sim a voz de um homem;porque o SENHOR pele-java por Israel.

    15 - E voltou Josu, etodo o Israel com ele, aoarraial, em Gilgal.

    16 - Aqueles cincoreis, porm, fugiram, ese esconderam numacova em Maqued.

    17 - E foi anunciado aJosu, dizendo: Acha-ram-se os cinco reis es-condidos numa cova em

    Maqued.18 - Disse, pois, Jo-

    su: Arrastai grandes pe-dras boca da cova, eponde sobre ela homensque os guardem;

    19 - Porm vs novos detenhais; perseguios vossos inimigos, e ata-cai os que vo ficandoatrs; no os deixeis en-trar nas suas cidades,porque o SENHOR vos-so Deus j vo-los deu navossa mo.

    20 - E sucedeu que,acabando Josu e os fi-lhos de Israel de os ferircom grande matana, atconsumi-los, e os que fi-caram deles se retirarams cidades fortificadas,

    21 - Todo o povo vol-tou em paz a Josu, ao ar-raial em Maqued; nohavendo ningum quemovesse a sua lnguacontra os filhos de Israel.

    22 - Depois disse Jo-su: Abri a boca da cova,e trazei-me para fora

    tos que no analisam afundo o limite dos recur-sos disponveis (e o di-nheiro est includo nis-so), gastamos, consumi-mos e saqueamos o plane-ta mais e mais. No vouapontar uma idade certapara se falar com crianassobre dinheiro. Na minhaviso, qualquer idade excelente para se comeara educao financeira.

    Todavia, tudo apontaque quanto mais cedoaquele cofrinho for dadopara uma criana e sua fa-mlia passar a lhe explicarsobre como funciona o di-nheiro e sobre as suas li-mitaes, haver um adul-to mais bem preparadopara enfrentar um mundocom cada vez menos re-cursos disponveis (finan-ceiros ou no) e estarsendo formado adequada-mente. A Terra agradece,tambm!

    *Llio Braga Calhau Promotor de Justia dedefesa do consumidor do

    aqueles cinco reis.23 - Fizeram, pois,

    assim, e trouxeram-lheaqueles cinco reis parafora da cova: o rei deJerusalm, o rei de He-brom, o rei de Jarmu-te, o rei de Laquis e orei de Eglom.

    24 - E sucedeu que,trazendo aqueles reis aJosu, este chamou to-dos os homens de Isra-el, e disse aos capitesdos homens de guerra,que foram com ele:Chegai, ponde os vos-sos ps sobre os pesco-os destes reis. E che-garam, e puseram osseus ps sobre os pes-co

    25 - Ento Josulhes disse: No temais,nem vos espanteis; es-forai-vos e animai-vos; porque assim o faro SENHOR a todos osvossos inimigos, contraos quais pelejardes.

    Continua...

    Ministrio Pblico doEstado de Minas Gerais.

    Graduado em Psico-logia pela UNIVALE, Mestre em Direito do Es-