gazeta de varginha - 23/09/2014

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Edição 9.077

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  • Mx: 26 / Mn: 10

    Varginha recebe mamgrafomvel durante toda a semana

    EDIO 9.077R$ 1, 00 VARGINHA, 23 DE SETEMBRO DE 2014

    Caminho est estacionado na Praa do ET e deve realizar 60 mamografias gratuitas por dia

    local/pgina 05

    pgina 02

    PONTO DE VISTA

    Nmeros 22

    O Anjo do SENHOR e ajumenta de Balao

    DEUS FIEL

    Mulher encontrada morta empiscina de clube; polcia investiga

    gazetadevarginha@gmail.com

    www.jornalgazetadevarginha.com

    facebook.com/gazetavga

    local/pgina 05

    Cmara Municipal fazaudincia para discutirpreveno s drogas

    local/pgina 04

    Varginha recebe du-rante toda esta semana,de 22 a 26 de setembro,a Unidade Mvel de Ma-mografia, ou Mamgra-fo Mvel, provenientede ao do Governo doEstado para a realizaode mamografias emmulheres na faixa etriade 40 a 69 anos. o ter-ceiro ano que o munic-pio recebe a unidade,que faz parte das aesde preveno ao Cncerde Mama, inseridas naproposta do OutubroRosa. A unidade umadas 10 adquiridas peloGoverno para atendi-mento de demandas demamografia, na campa-nha contra o Cncer deMama.

    local/pgina 03

    Unis fecha

    parceria com

    Associao

    Mdica de

    Varginha

    Aps vencero Paran,

    Boa volta a

    campo hoje

    Varginhavai receber

    carretado Senac

    local/pgina 04

    esporte/pgina 15

    A morte de Mrcia Al-varenga Braga, de 71 anos,encontrada afogada napiscina do Clube Campes-tre, em Varginha, na ma-nh deste domingo (21),pode ter sido acidental. APolcia Civil recebeu olaudo da percia mdicaque no encontrou mar-

    cas de violncia no corpo.Para o delegado AntnioCarlos Buttignon, tudoindica que a mulher podeter ido nadar quando seafogou. A causa do afoga-mento ainda no foi escla-recida.

  • CNPJ: 21.535.075/0001-47

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    23 DE SETEMBRO DE 201402 | GAZETA DE VARGINHAPONTO DE VISTA

    A urna eletrnica confivel?Se voc um dos mais

    de 100 milhes de brasi-leiros que foram votar emoutubro de 2014, pro-vvel que tenha se feitoessa pergunta: d paraconfiar na urna eletrni-ca? Grande parte dos bra-sileiros no entende abso-lutamente nada de infor-mtica, mas sabe bem quesempre h algum quequeira fraudar uma elei-o. importante lembrarque no h sistema ondea alterao do resultadoverdadeiro seja imposs-vel, mas em cada um exis-te um grau de possibili-dade de isso ser feito. Osistema eletrnico de vo-tao e apurao , possi-velmente, o mais confi-vel que existe.

    Em informtica, osprogramas de computa-dor so escritos em umalinguagem compreens-vel ao ser humano, comoordens claras para a m-quina. Numa urna eletr-nica, por exemplo, seriaalgo como: "Pegue o n-mero do ttulo do eleitor.Se ele for vlido, abra aurna para votao. Regis-tre os votos do eleitor.Aguarde novo nmero dettulo." Programas espe-ciais, chamados de com-piladores, transformamessa linguagem, chamadade "alto nvel", em lingua-gem de mquina, que so computador entende econsegue analisar facil-mente. Ou seja, se algumroubar uma urna, noconseguir modificar oprograma para favorecerum candidato.

    A compilao, ou seja,a transformao da lin-

    guagem de alto nvel paraa de mquina, feita nafrente dos fiscais dos par-tidos polticos. Isso ga-rantiria que as urnas con-tm o programa que foiprojetado pelos tcnicosdo Tribunal SuperiorEleitoral, o TSE. Entre-tanto, algum poderia al-terar o cdigo original,compilar o programa no-vamente e instalar esseprograma pirata nas urnassem que fosse possvelperceber. Essa falha ain-da est sendo estudadapelo TSE.

    A instalao dos pro-gramas nas urnas ocorrea uma semana da eleio.Sob fiscalizao dos par-tidos, so carregados osprogramas de operao daurna, ou seja, aqueles quevo "ensin-la" a coletar osvotos, bem como as infor-maes dos candidatos.Seu relgio ajustado, e apartir da, a urna no acei-ta qualquer operao atas 7h30 do dia da eleio.Por fim, deposita-se odisquete em que regis-trado o boletim de urna,ou seja, a votao naquelaurna.

    Antes da lacrao dasurnas, os partidos tm odireito de examinar umapequena parte delas e ve-rificar se a lista de candi-datos est completa. Naseleies municipais de2000, as urnas de Araoi-aba da Serra, cidade pau-lista de 20 mil habitantesprxima a Sorocaba, noaceitavam votos em setecandidatos a vereador, oque s foi percebido nodia da eleio. Um novopleito ocorreu em julho de

    2002, aps uma intensabatalha judicial.

    No dia da eleio, asurnas so testadas antesde receber os votos. Logodepois, emite-se a zersi-ma, ou seja, um boletimque atesta que a urna nocontm nenhum voto. Apartir das 8h, a urna passaa aceitar votos, que ficamregistrados num cartointerno de memria, des-de que seja digitado pelomesrio um nmero de t-tulo de eleitor.

    Ao mesmo tempo, 18urnas de nove Estados soretiradas de suas seesoriginais e levadas parauma sala controlada, pas-sando a computar votosseguindo uma determi-nada tabela. No lugar des-sas urnas so colocadassubstitutas. No fim da vo-tao, compara-se o bole-tim gerado pela urna con-trolada com os votos digi-tados, verificando-se queela no desviou votos.

    Aps as 17h, as urnastornam-se aptas a aceitaro trmino da votao. E a que comea a parte maisdelicada do processo. En-cerrada a votao, existemduas cpias do boletim deurna, com a contagem devotos dos eleitores: umana memria, outra numcarto. A cpia da mem-ria ento criptografada,ou seja, codificada, o quegarante que os dados, queso ento gravados numdisquete, no sero alte-rados em seu caminho ata central de transmisso.Depois, a cpia do bole-tim gravada no carto,que no foi acessada peloprograma de codificao,

    utilizada para gerar ascpias impressas.

    Como o cdigo doprograma de criptografia fechado, conhecido ape-nas pelo TSE e pelo Ce-pesc (Centro de Pesqui-sas em Segurana das Co-municaes), ligado Agncia Brasileira de In-teligncia (Abin), queresponde diretamente aoPresidente da Repblica,os opositores da urna ele-trnica levantam a hip-tese de o programa alte-rar o boletim de urna, fa-vorecendo candidatos daescolha do presidente.Por causa disso, em feve-reiro de 2002, o Cepescpermitiu que especialis-tas da Unicamp, a Univer-sidade Estadual de Cam-pinas, avaliassem o siste-ma.

    Uma das sugestesapresentadas pela Uni-camp era a de que primei-ro fossem impressos osboletins de urna e s de-pois se fizesse a codifica-o dos dados. Outra, deque no mais se codifi-cassem os dados, masapenas se inclusse nodisquete uma assinaturadigital, o que permitiria aleitura das informaes alicontidas mas no sua al-terao. As duas suges-tes podem reduzir o ris-co de fraude, mas aumen-tam as chances de proble-mas. No primeiro caso,uma falha da impressoraimpediria a gerao dodisquete. No segundo, al-gum, lendo o contedodo disquete antes, pode-ria sabot-lo caso o resul-tado no "agrade", atra-sando a apurao.

    27 - E, vendo a jumen-ta o anjo do SENHOR,deitou-se debaixo de Ba-lao; e a ira de Balaoacendeu-se, e espancoua jumenta com o bordo.

    28 - Ento o SE-NHOR abriu a boca da ju-menta, a qual disse a Ba-lao: Que te fiz eu, queme espancaste estas trsvezes?

    29 - E Balao disse ju-menta: Por que zombas-te de mim; quem dera ti-vesse eu uma espada na

    mo, porque agora te ma-taria.

    30 - E a jumenta disse aBalao: Porventura no soua tua jumenta, em que ca-valgaste desde o tempo emque me tornei tua at hoje?Acaso tem sido o meu cos-tume fazer assim contigo?E ele respondeu: No.

    31 - Ento o SENHORabriu os olhos a Balao, e eleviu o anjo do SENHOR,que estava no caminho e asua espada desembainhadana mo; pelo que inclinou

    a cabea, e prostrou-se so-bre a sua face.

    32 - Ento o anjo do SE-NHOR lhe disse: Por quej trs vezes espancaste atua jumenta? Eis que eu sapara ser teu adversrio,porquanto o teu caminho perverso diante de mim:

    33 - Porm a jumenta meviu, e j trs vezes se des-viou de diante de mim; seela no se desviasse de di-ante de mim, na verdadeque eu agora te haveria ma-tado, e a ela deixaria com

    Palavras de Vida

    O Anjo do SENHOR e a jumenta de BalaoNmeros 22Parte IIvida.

    34 - Ento Balao disseao anjo do SENHOR: Pe-quei, porque no sabia queestavas neste caminho parate opores a mim; e agora,se parece mal aos teusolhos, voltarei.

    35 - E disse o anjo do SE-NHOR a Balao: Vai-tecom estes homens; massomente a palavra que eufalar a ti, esta falars. AssimBalao se foi com os prn-cipes de Balaque.

    36 - Ouvindo, pois, Ba-

    Um problema real epouco discutido que nose sabe se o algoritmo doCepesc eficiente paracodificar os dados, vistoque ele no conhecido.Os algoritmos mais segu-ros so exatamente osmais estudados, pois as-sim so exploradas as di-versas possibilidades defalhas.

    Outra exigncia dosopositores da urna eletr-nica a de terem seus vo-tos impressos, possibili-tando uma recontagemmanual. Entretanto, nacomposio dos boletinsde urna que ocorre a frau-de mais comum do votoconvencional, o chamado"mapismo" (alterao do