gazeta de varginha - 16/09/2014

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Edição 9.072

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  • pgina 02

    PONTO DE VISTA

    Nmeros 20

    Mx: 28 / Mn: 14

    A morte de Miri

    Varginha est perto de ter piorseca da histria, diz Procaf

    EDIO 9.072R$ 1, 00 VARGINHA, 16 DE SETEMBRO DE 2014

    DEUS FIEL

    local/pgina 03

    Prxima safra de caf est comprometida e o setor j busca medidas para 2016, diz entidade

    A Fundao Proca-f, com sede em Vargi-nha, divulgou na ltimasemana dados sobre odficit hdrico na regioSul do Minas. Segundoo levantamento, a cida-de de Varginha e a re-gio esto prximas deter a maior seca da his-tria. Varginha tem d-ficit hdrico de 181,9mm, Carmo de Minas167,9 mm e Boa Espe-rana registrou dficitde 226,4 mm.

    Com a realidade cli-

    Incndio no Parque So Francisco

    destri rea de proteo ambiental

    mtica, a Procaf estimaque a safra de caf de2015 ter quebra de nomnimo 20%. A atualcolheita do caf arbicaest terminando em Mi-nas Gerais. Houve gran-de quebra principal-mente por causa da es-tiagem. Nas cooperati-vas do Sul de Minas, osestoques esto menoresque os mantidos nomesmo perodo do anopassado.

    gazetadevarginha@gmail.com

    www.jornalgazetadevarginha.com

    facebook.com/gazetavga

    local/pgina 05

    Um incndio atin-giu o Parque So Fran-cisco em Varginha noltimo sbado (13). Se-gundo o Corpo deBombeiros, o incndiona rea de proteo am-biental comeou por

    local/pgina 04

    local/pgina 05

    Comea o feiro para

    empresas renegociarem

    dvidas pela internet

    volta das 10h. Segundoo Corpo de Bombeiros,os ltimos focos de in-cncio foram apagadosna manh desta segun-da (15).

    Cadastro no

    mutiro da

    paternidade

    deve ser feito

    at sexta

    local/pgina 02

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    16 DE SETEMBRO DE 201402 | GAZETA DE VARGINHAPONTO DE VISTA

    1 - CHEGANDO osfilhos de Israel, toda acongregao, ao deser-to de Zim, no ms pri-meiro, o povo ficou emCades; e Miri morreuali, e ali foi sepultada.

    2 - E no havia guapara a congregao; en-to se reuniram contraMoiss e contra Aro.

    3 - E o povo conten-deu com Moiss, di-zendo: Quem dera ti-vssemos perecidoquando pereceramnossos irmos peranteo SENHOR!

    4 - E por que trou-xestes a congregao

    do SENHOR a este de-serto, para que morra-mos aqui, ns e os nossosanimais?

    5 - E por que nos fizes-tes subir do Egito, paranos trazer a este lugarmau? lugar onde no hsemente, nem de figos,nem de vides, nem de ro-ms, nem tem gua parabeber.

    6 - Ento Moiss eAro se foram de diantedo povo porta da tendada congregao, e se lan-aram sobre os seus ros-tos; e a glria do SE-NHOR lhes apareceu.

    7 - E o SENHOR falou

    a Moiss dizendo:8 - Toma a vara, e ajun-

    ta a congregao, tu eAro, teu irmo, e falai rocha, perante os seusolhos, e dar a sua gua;assim lhes tirars gua darocha, e dars a beber congregao e aos seusanimais.

    9 - Ento Moiss to-mou a vara de diante doSENHOR, como lhe ti-nha ordenado.

    10 - E Moiss e Aroreuniram a congregaodiante da rocha, e Moissdisse-lhes: Ouvi agora,rebeldes, porventura ti-raremos gua desta rocha

    Palavras de VidaA morte de MiriNmeros 20Parte I

    para vs?11 - Ento Moiss le-

    vantou a sua mo, e feriua rocha duas vezes com asua vara, e saiu muitagua; e bebeu a congre-gao e os seus animais.

    12 - E o SENHOR dis-se a Moiss e a Aro: Por-quanto no crestes emmim, para me santificar-des diante dos filhos deIsrael, por isso no intro-duzireis esta congrega-o na terra que lhes te-nho dado.

    13 - Estas so as guasde Merib, porque os fi-lhos de Israel contende-ram com o SENHOR; e

    se santificou neles.14 - Depois Moiss, de

    Cades, mandou mensa-geiros ao rei de Edom,dizendo: Assim diz teuirmo Israel: Sabes todoo trabalho que nos sobre-veio,

    15 - Como nossos paisdesceram ao Egito, e nsno Egito habitamos mui-tos dias; e como os egp-cios nos maltrataram, ans e a nossos pais;

    16 - E clamamos ao SE-NHOR, e ele ouviu a nos-sa voz, e mandou umanjo, e nos tirou do Egi-to; e eis que estamos emCades, cidade na extre-

    midade dos teus ter-mos.

    17 - Deixa-nos, pois,passar pela tua terra;no passaremos pelocampo, nem pelas vi-nhas, nem beberemosa gua dos poos; ire-mos pela estrada real;no nos desviaremospara a direita nem paraa esquerda, at quepassemos pelos teustermos.

    18 - Porm Edomlhe disse: No passa-rs por mim, para queeu no saia com a es-pada ao teu encontro.

    Continua...

    Presidente, governador, senador e deputados: a funo de cada cargo

    Voc sabe o que faz umdeputado em exerccio? Apergunta to recorrenteque se tornou at bordode candidato, mas a respos-ta no nada bvia. Noraro, o eleitor se confundeentre as funes dos car-gos e at mesmo entre ospoderes Executivo e Le-gislativo. No prximo 5 deoutubro o quadro polticobrasileiro ser renovado elogo, gostaria de auxiliar aesclarece as principaisfunes de cada um doscargo: presidente, gover-nador, senador, deputadoestadual e federal.

    Vale ressaltar que asdvidas so comuns no sem tempos de eleies eque o primeiro passo sa-ber distinguir os dois po-deres. O Poder Executivo,como o nome diz, executaos programas de governo.Ento, importante que oeleitor, ao votar, conhea osprogramas concretos degoverno do candidato. svezes, eles prometemmundos e fundos, mas oeleitor tem que saber queo oramento limitado.Pertencem a esse Poder oscargos de presidente daRepblica e governador deEstado, cujos representan-tes sero votados nestaseleies.

    Desta forma, cabe aoChefe do Poder Executivoe tambm ao chefe de Es-tado, o presidente, repre-sentar o povo no mbito fe-deral. Com mandato dequatro anos, podendo seestender por mais quatro

    atravs de novas eleies,o cargo exercido com oauxlio dos Ministros deEstado (leia mais no qua-dro).

    J ao governador doEstado, lder mximo doPoder Executivo de umEstado da Federao, caberepresentar a sua unidadeem questes polticas, ad-ministrativas e jurdicas.Ele nomeia secretrios queo auxiliaro a tratar dasquestes inerentes ao seuEstado e tem autonomiapara tomar diversas deci-ses e oferecer projetos delei estaduais. Como o dopresidente, o mandato deum governador dura qua-tro anos e pode se esten-der por igual perodo emcaso de reeleio.

    Legislativo J o Senado e a Cma-

    ra dos Deputados com-pem o Poder Legislativo,juntos formam o Congres-so Nacional, em Braslia,onde trabalham os senado-res e os deputados fede-rais. Na funo legislativaestaro as pessoas que fa-ro leis. O ideal que sevote em um candidato quetenha a mesma ideologia,filosofia ou religio paraque ele o represente emtemas polmicos. Almdisso, tem que ser confi-vel. Uma boa dica , se elej foi parlamentar, checarse ele comparecia s ses-ses.

    No caso dos senadores,cabe aos eleitos propor, de-bater e aprovar leis que so

    de interesse do Pas. CadaEstado e o Distrito Fede-ral elegem trs senadores- o que totaliza 81, commandatos de oito anos.

    A Cmara dos Deputa-dos, por sua vez, discute aaprovao de leis e fiscali-za o uso dos recursos arre-cadados pelo povo. Para sechegar aos 513 eleitos a di-viso das cadeiras pro-porcional ao nmero demoradores dos Estados edo Distrito Federal, consi-derando o mnimo de oitoe o mximo de 70 parla-mentares por unidade dafederao.

    Nas instncias estadu-ais, o poder Legislativo estsob a responsabilidade dasAssembleias Legislativas,onde atuam os deputadosestaduais, eleitos para cri-ar e aprovar as leis estadu-ais e fiscalizar o Executivo.

    Uma forma de checarqual o candidato mais vi-vel verificar o seu hist-rico. preciso fazer umainvestigao e no votarpor impulso ou simpatia.Nesse perodo, comumque muita gente apareacomo salvador da ptria.A exemplo disso, temos ovoto de protesto,que nopassa de um golpe mate-mtico que em toda elei-o os partidos do nopovo! Devemos ter muitocuidado com o voto deprotesto"!

    Essas figuras exticasque so colocadas na tv pe-dindo o seu voto (Taiscomo Pba na Mita, Jooda Jumenta Preta, Cabor

    de Ura, etc), so estrate-gicamente escolhidas jus-tamente para que vocvote no sujeito como pro-testo.

    O esquema funcionada seguinte maneira: Vo-tando numa dessas maz-las, voc tambm est di-recionando o voto para opartido do sujeito, assim,indiretamente beneficia os"candidatos principais" dopartido. Isso acontece por-que o sistema de compu-tao de votos para depu-tados (e tambm vereado-res) feito na modalidadeproporcional, onde vota-mos num candidato espe-cfico, porm ele somenteser eleito se, e somenteSE, (veja bem, SE) o seupartido atinja um determi-nado nmero global de vo-tos, que deve ser igual oumaior ao chamado Quaci-ente eleitoral.

    O quociente eleitoral um nmero obtido aps ocmputo dos votos vlidosem toda eleio, e depois,dividindo-se esse valorpela quantidade de vagasofertadas. Assim, o nme-ro final atingido ser o va-lor que cada partido ter deobter (em votos) para ele-ger seus candidatos.

    Assim, aps averigua-do tal nmer