gazeta de varginha - 11/09/2014

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Edio 9.069

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  • pgina 02

    PONTO DE VISTA

    Nmeros 18

    Mx: 27 / Mn: 11

    Deveres e direitos dos sacerdotes

    Baixo volume de Furnas afetarepasses para Varginha e regio

    EDIO 9.069R$ 1, 00 VARGINHA, 11 DE SETEMBRO DE 2014

    DEUS FIEL

    local/pgina 03

    Varginha um dos 30 municpios benef iciados por participao na produo de energia

    A estiagem est afe-tando o oramento dosmunicpios banhadospela Represa de Furnasno Sul de Minas. Como volume de gua bai-xo, caiu a gerao deenergia e com isso, cer-ca de 30 municpios vi-ram os repasses relativos participao na pro-duo de energia eltri-ca despencar. Por cau-sa disso, a Prefeitura deDelfinpolis decretousituao de emergncia.

    Varginha um dos

    Defensoria Pblica far mutiro de

    paternidade este ms em Varginha

    30 municpios benefici-ados com os royalties,recebendo, segundo re-latrio de Furnas, umapequena parcela porparticipao na produ-o de energia eltricada usina. As cidadescom maior participaoso Carmo do Rio Cla-ro, Guap, Delfinpolise Alfenas.

    Desde maio, o volu-me til da represa estabaixo dos 30%.

    gazetadevarginha@gmail.com

    www.jornalgazetadevarginha.com

    facebook.com/gazetavga

    local/pgina 05

    A Defensoria Pblicado MG vai realizar em Var-ginha um Mutiro Direi-to a Ter Pai, dia 26 de se-tembro. Nesta segundaedio, o evento aconteceem comemorao ao Dia daCriana em todas as 33 Co-

    local/pgina 04

    MP realiza

    campanha

    pelo voto

    consciente

    no sbado

    local/pgina 04

    Estiagem atrapalhacrescimento da laranja e preo cai at 20%

    marcas de Minas. Segun-do o Defensor Pblico,Mrcio Salgado, o objetivo a regularizao dos regis-tros de nascimento de pes-soas sem pai declarado.

    local/pgina 02

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    varginha@gmail.comgazetacomercial2@yahoo.

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    11 DE SETEMBRO DE 201402 | GAZETA DE VARGINHAPONTO DE VISTA

    1 - ENTO disse o SE-NHOR a Aro: Tu, e teusfilhos, e a casa de teu paicontigo, levareis sobrevs a iniqidade do san-turio; e tu e teus filhoscontigo levareis sobrevs a iniqidade do vossosacerdcio.

    2 - E tambm fars che-gar contigo a teus irmos,a tribo de Levi, a tribo deteu pai, para que se ajun-tem a ti, e te sirvam; mastu e teus filhos contigo es-tareis perante a tenda dotestemunho.

    3 - E eles cumpriro as

    tuas ordens e tero o en-cargo de toda a tenda; masno se chegaro aos uten-slios do santurio, nem aoaltar, para que no mor-ram, tanto eles como vs.

    4 - Mas se ajuntaro a ti,e faro o servio da tendada congregao em todo o

    Palavras de Vida

    Deveres e direitos dos sacerdotesNmeros 18Parte I

    ministrio da tenda; e o es-tranho no se chegar avs.

    5 - Vs, pois, fareis oservio do santurio e oservio do altar; para queno haja outra vez furorsobre os filhos de Israel.

    6 - E eu, eis que tenho

    tomado vossos irmos, oslevitas, do meio dos filhosde Israel; so dados a vsem ddiva pelo SENHOR,para que sirvam ao minis-trio da tenda da congre-gao.

    7 - Mas tu e teus filhoscontigo cumprireis o vos-

    so sacerdcio no tocantea tudo o que do altar, e atudo o que est dentro dovu, nisso servireis; euvos tenho dado o vossosacerdcio em ddivaministerial e o estranhoque se chegar morrer.

    Continua...

    Reforma poltica: 4 problemas e 4 soluesReforma poltica que

    venha ao encontro dos an-seios da nao deve apro-fundar o que a Constituiode 1988 prometeu mas noentregou: a reconciliaoda democracia representa-tiva com a democracia par-ticipativa. Democracia par-ticipativa e direta no deveser contra democracia re-presentativa e partidria:so duas formas de organi-zao democrtica que po-dem e devem se reforarreciprocamente. E repre-sentao no precisa fazer-se s por partido.

    equvoco pensar que,se os cidados no se orga-nizarem e se fizerem repre-sentar exclusivamente pormeio de partidos, estarocondenados a serem amor-fos e manipulveis. Podemorganizar-se e se fazemrepresentar tambm poroutros canais como so osmovimentos fora dos parti-dos.

    1 Problema A poltica continua na

    sombra corruptora do di-nheiro. Dinheiro no devepoder comprar poltico egovernante. O financia-mento privado das eleies a primeira causa, direta ouindireta, de corrupo napoltica brasileira. A segun-da causa a ocupao do Es-tado por gente nomeadapelos governantes.

    1 Soluo organizar o finan-

    ciamento pblico no sdos partidos, mas tambmdos candidatos avulsos e in-dependentes. Permitircontribuies privadas ape-nas de pequeno valor, at omximo de cinco salriosmnimos. Insistir que no ho-rrio eleitoral da televiso,que onde se gasta, desne-cessariamente, a maior par-te do dinheiro das campa-nhas mais importantes, spossa haver fala de candida-to diante de fundo simples.Para completar a obra: co-mear a substituir a grandemaioria dos cargos comis-sionados, de indicao pol-

    tica, por carreiras de Esta-do.

    2 ProblemaOs partidos querem mono-polizar a poltica e a repre-sentao. O povo brasileirono quer. No leva os parti-dos a srio, tal como exis-tem, a no ser como ameaapermanente.

    2 SoluoQualquer cidado que

    demonstre, por assinaturas,contar com o apoio de 1%do eleitorado em seu muni-cpio, em seu estado ou nopas (de acordo com o man-dato a que pretenda concor-rer) pode concorrer sem le-genda partidria, inclusive Presidncia da Repbli-ca.

    3 ProblemaOs brasileiros querem

    participar diretamente davida poltica de forma orga-nizada e institucional. E aConstituio de 1988 ace-nou nesta direo. O qu atagora, no aconteceu.

    3 SoluoDar eficcia promes-

    sa constitucional da recon-ciliao da democracia par-ticipativa com a democra-cia representativa. Vintepor cento dos deputados ou5% dos eleitores podemsubmeter qualquer medi-da legislativa a referendopopular, antes ou depois deser votada pelo Congressoe sancionada pelo presiden-te. Da deciso popular,cabe recurso apenas paraoutra maioria futura, res-peitados os limites consti-tucionais pelos quais velamos juzes. De igual forma,5% dos eleitores, por inici-ativa popular, podem pro-vocar plebiscito nacionalpara que a nao vote, dire-tamente, uma lei. Se a inici-ativa obtiver maioria, passa-r a viger como lei, indepen-dentemente de voto noCongresso e de sano pre-sidencial.

    4 ProblemaNo basta criar, na de-

    mocracia participativa, ca-

    minho complementar de-mocracia representativa. preciso tambm aperfeio-ar a democracia represen-tativa e trabalhar rumo a re-gime de partidos consisten-tes e fortes. Em todo omundo, a frmula para en-sejar o surgimento de taispartidos o sistema de listafechada nas eleies parla-mentares. Neste sistema oeleitor vota na lista de can-didatos parlamentares indi-cada pelo partido. De acor-do com o voto que cada par-tido recebe, o partido elegemais ou menos parlamen-tares, descendo a lista na or-dem que o partido estabe-leceu. No Brasil, porm,cada partido tem dono. Al-guns partidos maiores socondomnios, com vriosdonos. O brasileiro querpartidos de verdade, masno quer aumentar aindamais o poder desses donosde partido.

    4 SoluoExistir a pr-eleio em quevotam os filiados do parti-

    do, para determinar quementra na lista em eleiesparlamentares e em que or-dem. Os donos dos partidosno decidem. Deixaro deser donos.

    Voto distrital no pre-cisa e no convm: embo-ra aproxime o mandatriodo eleitor, favorece polti-ca antiprogramtica e anti-estrutural, com foco ape-nas em benefcios locais.

    Para entender as con-sequncias de tal sistema,basta observar a prtica dasemendas parlamentaresdos nossos congressistas.Adotar o voto distrital seriageneralizar esse paradig-ma.

    Quatro problemas.Quatro solues que inter-pretam a frustrao e avontade do Brasil.

    Renan Lenzi Silva Jor-nalista, Gestor Pblico pelaUnicesumar, Concluinte deMatemtica pela UFSJ egraduando em EngenhariaCivil pelo UNIS. renanlen-zisilva @gmail.com

    Empresa que investir na educao dos empregadospoder ter desconto no imposto de renda

    A empresa que pagarcursos de capacitaopara seus empregadospoder ter direito a des-conto no Imposto deRenda da Pessoa Jurdi-ca. o que prev projetode lei do senador AcioNeves (PSDB-MG) apro-vado, nesta tera-feira(20), pela Comisso deEducao (CE). O valorgasto com esse objetivono poder ser computa-do como salrio indiretopara fins fiscais, traba-lhistas, ou previdenciri-os.

    A matria (PLS 697/

    2011) agora ser exami-nada pela Comisso deAssuntos Econmicos(CAE) em carter termi-nativo isto , se aprova-da, segue direto para aCmara, sem passar peloPlenrio do Senado.

    De acordo como projeto, o valor gastocom a qualificao deempregados, em qual-quer rea do conheci-mento e em qualquer n-vel deescolaridade, poder serdescontado do montantea ser pago a ttulo de Im-posto de Renda da Pessoa

    Jurdica. Matrculas,mensalidades e materiaisdidticos podero sercontados nesse clculo.

    Segundo o senadorAcio Neves, na justifica-o do texto, as em