Gazeta de Varginha - 07/03/2014

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Edio 8.941

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  • PGINA 02

    PONTOPONTOPONTOPONTOPONTO DEDEDEDEDE VISTVISTVISTVISTVISTAAAAA

    Gnesis 48

    Mx: 26 / Mn: 19

    Jac adoece

    Promessa de campanha, Carnavalno realizado mais uma vezMais um Carnaval

    que passa. Em Vargi-nha, a quarta-feira decinzas sinalizou a volta rotina, o fim de diastranquilos com poucosveculos circulando.Nada de carros de som,desfile de escolas desamba e agitao.

    E no deveria tersido assim. O secretrioMunicipal de Turismo eComrcio, Aristides Ri-bas de Andrade Filho,reconhece que foi umapromessa de campanhado prefeito Antnio Sil-

    Dois jovensmorrem em

    acidente entreVarginha e

    Eli Mendes

    EDIO 8.941R$ 1, 00 VARGINHA, 07 DE MARO DE 2014

    DEUS FIEL

    Cemig comea obras de melhoriana rede subterrnea de Varginha

    LOCAL/PGINA 03

    LOCAL/PGINA 03

    Secretrio municipal explica porque Varginha ficou sem programao de Carnaval em 2014va revitalizar o Carna-val de Varginha.

    No h dinheiro.Com essa frase o secre-trio resumiu porqueno tivemos um Carna-val daqueles de lembraros velhos tempos. Noplanejamento feito, mo-vimentaes em bairroscom trios eltricos e m-sica tarde para as cri-anas. Alm do tradicio-nal desfile das principaisescolas de samba da ci-dade.

    LOCAL/PGINA 05

    A Cemig iniciou nes-ta quinta-feira (6) asobras de melhoria narede subterrnea no cen-tro de Varginha. A Cemigvai modernizar a rede,com investimento esti-mado em R$ 2,2 milhes.As obras demandam in-

    tervenes nas vias p-blicas como abertura devalas nos passeios e de-vem se estender at o dia18. A segunda fase, detroca de equipamentos,vai at o fim do ano.

    LOCAL/PGINA 04

    PGINA 09

    Aciv assinacontrato com

    rede socialvoltada paraos negcios

    LOCAL/PGINA 03LOCAL/PGINA 05

    Secretrio Municipal de Turismo e Comrcio, Aristides Ribas

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    Palavras de Vida

    07 DE MARO DE 201402 | GAZETA DE VARGINHAPONTO DE VISTA

    Jac adoece1 - E ACONTECEU,

    depois destas coisas, quealgum disse a Jos: Eisque teu pai est enfer-mo. Ento tomou consi-go os seus dois filhos,Manasss e Efraim.

    2 - E algum parti-cipou a Jac, e disse: Eisque Jos teu filho vem ati. E esforou-se Israel, eassentou-se sobre acama.

    3 - E Jac disse aJos: O Deus Todo-Po-deroso me apareceu emLuz, na terra de Cana,e me abenoou.

    4 - E me disse: Eisque te farei frutificar emultiplicar, e tornar-te-ei uma multido de po-vos e darei esta terra tua descendncia depoisde ti, em possesso per-

    ptua.5 - Agora, pois, os teus

    dois filhos, que te nasce-ram na terra do Egito,antes que eu viesse a tino Egito, so meus: Efra-im e Manasss seromeus, como Rben e Si-meo;

    6 - Mas a tua gera-o, que gerars depoisdeles, ser tua; segundoo nome de seus irmos se-ro chamados na sua he-rana.

    7 - Vindo, pois, eu dePad, morreu-me Raquelno caminho, na terra deCana, havendo aindapequena distncia parachegar a Efrata; e eu asepultei ali, no caminhode Efrata, que Belm.

    8 - E Israel viu os fi-lhos de Jos, e disse:

    Quem so estes?9 - E Jos disse a seu

    pai: Eles so meus filhos,que Deus me tem dadoaqui. E ele disse: Peo-te,traze-mos aqui, para queos abenoe.

    10 - Os olhos de Isra-el, porm, estavam carre-gados de velhice, j nopodia ver; e f-los chegara ele, e beijou-os, e abra-ou-os.

    11 - E Israel disse aJos: Eu no cuidara vero teu rosto; e eis que Deusme fez ver tambm a tuadescendncia.

    12 - Ento Jos os ti-rou dos joelhos de seu pai,e inclinou-se terra dian-te da sua face.

    13 - E tomou Jos aambos, a Efraim na suamo direita, esquerda

    Gnesis 48

    Rafael Cervone

    Em se tratando decomrcio exterior, umadas vantagens paraquem est no dia a diada prospeco interna-cional quando o cm-bio est favorvel aoexportador. o que estacontecendo neste mo-mento, quando dlarest mais valorizado emrelao nossa moeda.Essa flutuao do cm-bio, contudo, no ga-rante por si s o aumen-to das exportaes bra-sileiras.

    Alm da mobiliza-o poltica junto ao go-verno para efetivar me-didas que devolvam acompetitividade, a Abittambm est fomentan-do as empresas parapromover inovao esustentabilidade (e sus-tentabilidade conside-rando o crescimentoeconomicamente vivel,socialmente justo e am-bientalmente correto),fortalecendo assim aimagem que a indstriada moda brasileira jtem no exterior. Sim, oBrasil tido como umpas que desenvolvemoda ecologicamentecorreta.

    Ter um diferencialcomo este, no entanto,tambm no garanteuma concorrncia mais

    de Israel, e Manasss nasua mo esquerda, di-reita de Israel, e f-loschegar a ele.

    14 - Mas Israel esten-deu a sua mo direita e aps sobre a cabea deEfraim, que era o menor,e a sua esquerda sobre acabea de Manasss, di-rigindo as suas mos pro-positadamente, no obs-tante Manasss ser o pri-mognito.

    15 - E abenoou aJos, e disse: O Deus, emcuja presena andaram osmeus pais Abrao e Isa-que, o Deus que me sus-tentou, desde que eu nas-ci at este dia;

    16 - O anjo que me li-vrou de todo o mal, aben-oe estes rapazes, e sejachamado neles o meu

    justa. No concorrido edinmico mercado in-ternacional da moda,defender o mercado do-mstico da concorrnciadesleal justo e deveser feito na medida cer-ta. Por essa razo, nose pode confundi-la comprticas protecionistas,absolutamente inade-quadas no mundo glo-balizado.

    A Abit defende que,se a produo e o mer-cado so globais, os mei-os de produo tambmdevem ser regidos poruma tica global. Estaposio equilibrada es-tar na agenda do se-tor txtil e de confeco,assim como os temas tra-balhistas e tributrios,porm, a busca pela ino-vao tem sido um tra-balho dirio. At por-que, se uma empresano competitiva nomercado domstico, noo ser no comrcio ex-terior. Muitas vezes, oque vemos so empresasque, ao se prepararempara o comrcio inter-nacional, adquirindocultura exportadora,acabam por se tornaremainda mais competiti-vas no mercado interno.

    O setor vem se pre-parando h algum tem-po para produzir, cadavez mais, produtos comvalor agregado e DNA

    brasileiro. Tenho visita-do os principais centrosde inovao, design etecnologia do mundopara fechar acordos deparceria. So centros deexcelncia no que h demais moderno para aindstria da moda, po-rm, seus pases (Espa-nha, Portugal, EUA,Japo) esto produzin-do hoje na sia e nemsempre se utilizam doque desenvolvido nes-ses lugares. Queremostrazer essas pesquisas eknow how para o Bra-sil e, tambm, parte des-sa produo mundial.Afinal, aqui existem 32mil indstrias, das fi-bras at s confeces,dos engenheiros aos es-tilistas. Somos a ltimacadeia completa do Oci-dente. Podemos dar esseimportante passo.

    Ademais, produzirna China j no tobarato. Ressurge, ain-da, o conceito de que,mesmo na sociedade glo-balizada, importantefabricar perto do merca-do consumidor. Nesteaspecto, sempre perti-nente lembrar: temosno Brasil 200 milhesde habitantes, cuja ren-da cresceu razoavel-mente nos ltimos dezanos. O crescimento dovarejo, nesse perodo,abriu espao para os

    Cultura exportadora tambm aumenta a competitividade no mercado internoimportados, numa con-corrncia desleal, mas ovarejo precisar cadavez mais de produoperto do consumidor.Por isso, precisamos serglobalmente competiti-vos, fator fundamentalpara reconquistarmosnosso prprio mercadointerno.

    O cenrio ainda difcil. A retomada daprodutividade ser umdos principais desafios.Temos o RTCC (RegimeTributrio Competitivopara Confeco) paradefender em Braslianum ano de Copa e deeleio. Queremos con-vidar para vir Abit to-dos os pr-candidatos presidncia e ao senado,individualmente, paradiscutir os principaisproblemas que afetam osetor.

    Alm de cmbio,inovao, RTCC pre-ciso tambm fazer acor-dos preferenciais de co-mrcio com os principaiscompradores globais,para finalmente au-mentarmos as exporta-es.

    A indstria txtilest fazendo a sua par-te e, ao mesmo tempo,segue engajada, ao ladode todos os setores pro-dutivos, para melhoraro ambiente de negciosno Pas. Tm sido roti-

    nome, e o nome de meuspais Abrao e Isaque, emultipliquem-se comopeixes, em multido, nomeio da terra.

    17 - Vendo, pois, Josque seu pai punha a suamo direita sobre a cabe-a de Efraim, foi mau aosseus olhos; e tomou a mode seu pai, para a trans-por de sobre a cabea deEfraim cabea de Ma-nasss.

    18 - E Jos disse a seupai: No assim, meu pai,porque este o primog-nito; pe a tua mo direi-ta sobre a sua cabea.

    19 - Mas seu pai re-cusou, e disse: Eu o sei,meu filho, eu o sei; tam-bm ele ser um povo, etambm ele ser grande;contudo o seu irmo me-

    nor ser maior que ele,e a sua descendnciaser uma multido denaes.

    20 - Assim os aben-oou naquele dia, di-zendo: Em ti abenoarIsrael, dizendo: Deus tefaa como a Efraim ecomo a Manasss. E psa Efraim diante de Ma-nasss.

    21 - Depois disse Is-rael a Jos: Eis que eumorro, mas Deus serconvosco, e vos far tor-nar terra de vossospais.

    22 - E eu tenhodado a ti um pedao daterra a mais do que ateus irmos, que tomeicom a minha espada ecom o meu arco, da modos amorreus.

    neiras medidas provis-rias do governo alte-rando as regras do jogoe criando desconfort-vel insegurana jurdi-ca.

    De outro lado, os in-centivos pontuais e da-tados no geram otimis-mo nem prazo suficien-te para o empresriopoder planejar e inves-tir.

    A iniciativa privada,com foco na inovao,eficincia e produtivi-dade, e o governo, com

    foco na realizao dereformas estruturais eestabelecimento de re-gras claras para a eco-nomia, podem e devempromover os avanoscapazes de resgatar acompetitividade e umcrescimento mais subs-tantivo do PIB brasilei-ro!

    Rafael Cervone, 46, o presidente da Asso-ciao Brasileira da In-dstria Txtil e de Con-feco (Abit).

  • GAZETA DE VARGINHA | 0307 DE MARO DE 2014LOCAL

    Promessa de campanha, Carnavalno realizado mais uma vez

    Secretrio municipal explica porque Varginha ficou sem programao de Carnaval em 2014Mais um Carnaval

    que passa. Em Vargi-nha, a quarta-feira decinzas sinalizou a vol-ta rotina, o fim dedias tranquilos compoucos veculos circu-lando. Nada de carrosde som, desfile de es-colas de samba e agi-tao.

    E no deveria tersido assim. O secret-rio Municipal de Tu-rismo e Comrcio,Aristides Ribas deAndrade Filho, reco-nhece que foi uma pro-messa de campanhado prefeito AntnioSilva revitalizar oCarnaval de Varginha.

    No h dinheiro.Com essa frase o se-cretrio resumiu por-

    que no tivemos umCarnaval daqueles delembrar os velhostempos. No planeja-mento feito, movi-mentaes em bairroscom trios eltricos emsica tarde para ascrianas. Alm do tra-dicional desfile dasprincipais escolas desamba da cidade.

    Aristides Ribasexplicou que comono foi aprovado pelaCmara Municipal deVarginha a nova Plan-ta Genrica de Valo-res PGV, que permi-tiria Prefeitura ar-recadar mais com oIPTU, no houvecomo alocar os recur-sos necessrios para afesta.

    J na primeirareunio do ano, entreo prefeito e seus se-

    cretrios, houve a de-terminao de um cor-te de dez por cento em

    todas as secretarias,disse o secretrio deTurismo e Comrcio.

    H obras priorit-rias, continuou Ri-bas, que precisam serconcludas at o fimdo ano, sob pena daprefeitura ser obriga-da a devolver dinhei-ro. O exemplo o Me-morial do Et, contra-tado junto CaixaEconmica Federal.

    Ribas admite quea prefeitura est emregime de contenode despesas e h ou-tras prioridades comoeducao e sade.

    O secretrio la-menta porque, segun-do ele, estava previs-to um grande Carna-val este ano, um dosmelhores da regio,mas h de se priorizaro gasto.

    Secretrio Municipal de Turismo e Comrcio, Aristides Ribas

    Casa da Cultura recebe visita de estudantesEnfrentando mui-

    tas dificuldades, a Fun-dao Cultural de Var-ginha, atravs de seuSuperintendente Prof.Francisco Graa deMoura, empenhou-sena criao da Casa daCultura, local que vemdemonstrando, atravsda integrao com aeducao, a importn-cia no investimento emcultura.

    Desde a sua inau-gurao a Casa da Cul-tura recebeu diversas

    exposies e inmerasvisitas ao museu e bi-blioteca. Em sua pgi-na na Internet, j somais de 500 curtidas eum contedo atualiza-do diariamente com fo-tos dos visitantes, infor-maes e curiosidades.

    ExposioComo parte de sua

    programao a Casa daCultura recebeu a visi-ta dos alunos do 5 anoda Escola MunicipalDomingos Ribeiro de

    Rezende, que puderamconferir de perto a Ex-

    Para agendar umavisita ao local, as esco-las devem procurar Da-niele Valle no telefone3690-2716.

    posio O Samba BateOutra Vez, alm de

    todo o acervo perma-nente do museu. Umaoportunidade de conhe-cerem um pouco da his-tria de Varginha.

  • Aciv assina contrato com rede socialvoltada para empresas e empresrios

    04 | GAZETA DE VARGINHA 07 DE MARO DE 2014LOCAL

    A Save Companiesacaba de assinar seuprimeiro contrato. Arede social dirigidaaos negcios, criadapelo jovem empreen-dedor Breno Corn-lio, assinou contratocom a Associao Co-mercial, Industrial,Agropecuria e Servi-os de Varginha ACIV. O convnio foifirmado na manhdesta sexta-feira, 28de fevereiro.

    A Save Compani-es uma rede socialdirigida a empresas eempresrios com dife-renciais bastante pe-culiares. A ideia ofe-recer um local seguropara rodadas de neg-cios online, atravs

    dos perfis profissio-nais dessas empresase profissionais cadas-trados. Alm de podercriar uma network, asempresas e empres-rios, tm, na SaveCompanies oportuni-dades de negcios.

    A ACIV, uma dasmais antigas e respei-tadas associaes co-merciais da regio dosul de Minas, vai ca-dastrar todos os seusmais de 700 associa-dos rede, para queeles tenham acesso atodos os benefcios darodada de negciosonline, ampliando ovolume de negciosdessas empresas. Opresidente da ACIVafirma que esse ser

    mais um diferencialoferecido pela associ-ao. Varginha maisuma vez sai na frente,dando uma nova cono-tao s relaes co-merciais e maiorespossibilidades s em-presas no meio onli-ne, diz o presidente.

    Breno Cornlio,empreendedor deapenas 16 anos, es-tudante da Escola deFormao Gerencialdo Sebrae em Vargi-nha. A escola tem emseu DNA o fomento aoempreendedorismojovem. E foi exatamen-te durante pesquisapara um trabalho es-colar que Breno perce-beu a lacuna no mer-cado e pensou no mo-

    delo de negcio. Per-cebi que no tinha umlocal especfico para oempreendedor ou em-presrio buscar infor-maes ou fornecedo-res. Foi a que penseiem como resolveresse problema e, com

    a formatao da ideia,nasceu a Save Compa-nies, revela Breno.

    O programa SE-BRAETEC ajudou namaturao do projetoem uma empresa eco-nomicamente vivel,com processos ger...