gazeta de varginha - 06/02/2014

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Edição 8.923

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  • PGINA 02

    PONTOPONTOPONTOPONTOPONTO DEDEDEDEDE VISTVISTVISTVISTVISTAAAAA

    Gnesis 34

    Mx: 35 / Mn: 20

    Din e os siquemitas

    Varginha vai economizar 3,5 mi commudanas no transporte escolar

    O novo trajetoproposto pela Secre-taria Municipal deEducao de Vargi-nha para o Transpor-te Escolar prometeeconomizar cerca deR$ 3,5 milhes aoano. O custo, no anopassado, foi de maisde R$ 8 milhes, paracerca de mil alunos,considerado fora darealidade.

    Motociclistacai debaixode nibus

    e fica feridono bairro

    So Geraldo

    LOCAL/PGINA 03

    EDIO 8.923R$ 1, 00 VARGINHA, 06 DE FEVEREIRO DE 2014

    DEUS FIEL

    Bombeiros encontram corpos dedois jovens afogados em Varginha

    Empresa de RibeiroPreto pode operar

    voos em Varginha

    O Corpo de Bom-beiros de Varginha en-controu os corpos dedois jovens que se afo-garam em dois locaisdiferentes da cidadenos ltimos dias. Du-rante a tarde, LuizEduardo Pinelli de

    Souza, de 23 anos, foiencontrado h doismetros distante deonde se afogou, noLago de Furnas, pr-ximo ao condomnioLagamar.

    LOCAL/PGINA 03

    LOCAL /PGINA 06

    Mas a economiater um preo. O Sin-dicato dos Trabalha-dores em TransporteRodovirio, Urbano,Vias Internas e Pbli-cas de Varginha en-viou ofcio Cmaratemendo demissoem massa na empre-sa que transporta osalunos da zona rural.

    LOCAL/PGINA 05

    Custo, no ano passado, foi de mais de R$ 8 mi, para mil alunos, considerado fora da realidade

    ACIDENTE

    Batida foi nesta quarta,em frente a SemelPronto Atendimento

    do Bom Pastor paralisaatividades no dia 17

    LOCAL/PGINA 04

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    Ribeiro da Silva Fernan-des

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    Palavras de Vida

    06 DE FEVEREIRO DE 201402 | GAZETA DE VARGINHA

    PONTO DE VISTA

    Din e os siquemitas1 - E SAIU Din,

    filha de Lia, que esta

    dera a Jac, para ver

    as filhas da terra.

    2 - E Siqum, filho

    de Hamor, heveu, prn-

    cipe daquela terra, viu-

    a, e tomou-a, e deitou-

    se com ela, e humilhou-

    a.

    3 - E apegou-se a

    sua alma com Din, fi-

    lha de Jac, e amou a

    moa e falou afetuosa-

    mente moa.

    4 - Falou tambm

    Siqum a Hamor, seu

    pai, dizendo: Toma-me

    esta moa por mulher.

    5 - Quando Jac

    ouviu que Din, sua fi-

    lha, fora violada, esta-

    vam os seus filhos no

    campo com o gado; e

    calou-se Jac at que

    viessem.

    6 - E saiu Hamor,

    pai de Siqum, a Jac,

    para falar com ele.

    7 - E vieram os fi-

    lhos de Jac do campo,

    ouvindo isso, e entris-

    teceram-se os homens, e

    iraram-se muito, por-

    quanto Siqum comete-

    ra uma insensatez em

    Israel, deitando-se com

    a filha de Jac; o que

    no se devia fazer assim.

    8 - Ento falou Ha-

    mor com eles, dizendo: A

    alma de Siqum, meu

    filho, est enamorada

    da vossa filha; dai-lha,

    peo-vos, por mulher;

    9 - E aparentai-vos

    conosco, dai-nos as vos-

    sas filhas, e tomai as

    nossas filhas para vs;

    10 - E habitareis co-

    nosco; e a terra estar di-

    ante de vs; habitai e

    negociai nela, e tomai

    possesso nela.

    11 - E disse Siqum

    ao pai dela, e aos irmos

    dela: Ache eu graa em

    vossos olhos, e darei o

    que me disserdes;

    12 - Aumentai mui-

    to sobre mim o dote e a

    ddiva e darei o que me

    disserdes; dai-me so-

    mente a moa por mu-

    lher.

    13 - Ento responde-

    ram os filhos de Jac a

    Siqum e a Hamor, seu

    pai, enganosamente, e

    falaram, porquanto ha-

    via violado a Din, sua

    irm.

    14 - E disseram-lhe:

    No podemos fazer isso,

    dar a nossa irm a um

    homem no circuncida-

    do; porque isso seria

    uma vergonha para

    ns;

    15 - Nisso, porm,

    consentiremos a vs: se

    fordes como ns; que se

    circuncide todo o homem

    entre vs;

    16 - Ento dar-vos-

    emos as nossas filhas, e

    tomaremos ns as vossas

    filhas, e habitaremos

    convosco, e seremos um

    povo;

    17 - Mas se no nos

    ouvirdes, e no vos cir-

    cuncidardes, tomaremos

    a nossa filha e ir-nos-

    emos.

    18 - E suas palavras

    Gnesis 34

    Daniele Vilela Leite

    Bom, primeira-

    mente podemos dizer

    que a palavra sauda-

    de, em latim, quer di-

    zer: solido, e co-

    nhecida apenas na

    lngua portuguesa e

    em galego. Mas qual o

    motivo deste senti-

    mento causar tantas

    emoes? Conta a len-

    da que esta palavra

    surgiu na poca dos

    descobrimentos, para

    definir a solido dos

    portugueses numa

    terra estranha, longe

    de familiares queri-

    dos.

    Sentimos saudade

    de pessoas, coisas ou

    situaes que aconte-

    ceram e muito nos

    agradaram, e por este

    motivo, sentimos fal-

    ta, ou at mesmo o de-

    sejo de rever quem

    nos proporcionou

    aquela emoo, ou tal-

    vez, at a vontade de

    reviver aquele mo-

    mento.

    Temos como for-

    ma de saudade: a fal-

    ta de um amigo ou pa-

    rente que precisou

    partir, dos filhos

    quando eram crian-

    as, da professora do

    primeiro ano que o

    acolheu com tanto ca-

    rinho, um perodo

    muito feliz que tive-

    mos em nossas vidas,

    da casa onde mora-

    mos na infncia... sau-

    dade dos pais hoje fa-

    lecidos, mas que nos

    remete muitas e do-

    ces lembranas.

    Apesar de tantas

    formas de saudade,

    so nas msicas e po-

    emas que esta palavra

    est sempre presen-

    te, por conta de vri-

    os encontros e desen-

    contros como: relaci-

    onamentos que no ti-

    veram continuidade;

    um ou dois encontros

    com algum, que no

    chegou a ser um rela-

    cionamento mas cau-

    sou grandes emoes;

    separaes; viagens e

    trminos de relacio-

    namentos e at mes-

    mo a morte da pessoa

    amada.

    Agora mesmo res-

    gatei em minha me-

    mria algumas pesso-

    as das quais sinto

    muita saudade. So

    pessoas que, talvez,

    nunca mais eu veja,

    mas que de alguma

    forma marcaram mi-

    nha vida doce e agra-

    davelmente!

    Quando h o dis-

    tanciamento de uma

    pessoa querida e essa

    ausncia no traba-

    lhada de forma sau-

    dvel, isso pode de-

    sencadear efeitos psi-

    colgicos, levando o

    indivduo a uma pro-

    funda tristeza, angus-

    tia, chegando at mes-

    mo a um quadro de

    depresso.

    foram boas aos olhos de

    Hamor, e aos olhos de

    Siqum, filho de Hamor.

    19 - E no tardou o

    jovem em fazer isto; por-

    que a filha de Jac lhe

    contentava; e ele era o

    mais honrado de toda a

    casa de seu pai.

    20 - Veio, pois, Ha-

    mor e Siqum, seu filho,

    porta da sua cidade, e

    falaram aos homens da

    sua cidade, dizendo:

    21 - Estes homens

    so pacficos conosco;

    portanto habitaro nes-

    ta terra, e negociaro

    nela; eis que a terra

    larga de espao para

    eles; tomaremos ns as

    suas filhas por mulhe-

    res, e lhes daremos as

    nossas filhas.

    22 - Nisto, porm,

    consentiro aqueles ho-

    mens, em habitar conos-

    co, para que sejamos um

    povo, se todo o homem

    entre ns se circuncidar,

    como eles so circuncida-

    dos.

    Mas a melhor par-

    te quando consegui-

    mos matar a sauda-

    de. Este termo usa-

    do quando revivemos

    alguns momentos, ou

    reencontramos a pes-

    soa que por algum

    motivo precisou par-

    tir. Essa possibilidade

    de reviver ou reen-

    contrar algum nos

    causa alegria, bem es-

    tar e satisfao, mes-

    mo que temporrio!

    E a, que tal apro-

    veitar esse momento

    para matar a sauda-

    de de algum? Pode

    ser um amigo que h

    muito no se falam,

    ou um parente que

    mudou para outra ci-

    dade, ou at mesmo

    de uma pessoa bem

    prxima que voc tan-

    to gosta, mas no teve

    a oportunidade de di-

    zer!

    Aproveite esse

    momento, e faa-o.

    Por um mundo

    com menos estou

    com saudade, e mais

    vamos nos ver!.

    Daniele Vilela Leite

    Orientadora Educaci-

    23 - E seu gado, as

    suas possesses, e todos

    os seus animais no se-

    ro nossos? Consinta-

    mos somente com eles e

    habitaro conosco.

    24 -