Gazeta de Varginha - 01/02 a 03/02/2014

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Edio 8.920

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  • PGINA 2

    PONTOPONTOPONTOPONTOPONTO DEDEDEDEDE VISTVISTVISTVISTVISTAAAAA

    Gnesis 31

    Mx: 29 / Mn: 16

    Labo segue no encalo de Jac

    Estiagem e calor devem agravarcrise da cafeicultura na regio

    A estiagem prolonga-da e as altas temperatu-ras tm prejudicado o de-senvolvimento da safra2014 de caf na regioSul de Minas. A falta dechuvas interfere no pe-rodo mais importante dasafra, quando ocorre oenchimento dos gros.Alm da queda no ren-dimento do caf, a quali-dade tambm deve sercomprometida e os efei-tos da estiagem devem

    Boa vai aPatos deMinas e

    quer vitriapara mantera lideranano Mineiro

    LOCAL/PGINA 05

    EDIO 8.920R$ 1, 00 VARGINHA, 01 A 03 DE FEVEREIRO DE 2014

    DEUS FIEL

    Caminho derruba poste e deixabairro sem energia em Varginha

    Demutran vai mudartrnsito em avenidado bairro Santa Maria

    Um caminho que-brou um poste e dani-ficou a rede eltricana manh desta sex-ta-feira (31) no bairrode Ftima, em Vargi-nha. Segundo infor-maes da Polcia Mi-

    litar, o motorista doveculo foi fazer umamanobra na AvenidaDoutor Mdena quan-do perdeu o controlea atingiu o poste.

    LOCAL/PGINA 05

    ESPORTE/PGINA 16

    ser sentidos tambm nasafra 2015.

    De acordo com o co-ordenador tcnico daEmpresa de AssistnciaTcnica e Extenso Ru-ral do Estado de MinasGerais (Emater-MG),Wilson Lasmar, a estia-gem registrada em janei-ro j considerada umadas mais prolongadas daregio.

    LOCAL/PGINA 03

    Segundo especialistas, as duas prximas safras j esto comprometidas pela falta de chuvas

    LOCAL/PGINA 04

    Clientes da Cemig emVarginha comeam a receber

    fatura no ato da leitura

    SEGUNDA RODADA

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    Palavras de Vida

    01 A 03 DE FEVEREIRO DE 201402 | GAZETA DE VARGINHA

    PONTO DE VISTA

    Labo segue no encalo de Jac28 - Tambm no

    me permitiste beijar osmeus filhos e as minhasfilhas. Loucamenteagiste, agora, fazendoassim.

    29 - Poder haviaem minha mo paravos fazer mal, mas oDeus de vosso pai mefalou ontem noite, di-zendo: Guarda-te, queno fales com Jac nembem nem mal.

    30 - E agora sequerias ir embora, por-quanto tinhas saudadesde voltar casa de teupai, por que furtaste osmeus deuses?

    31 - Ento respon-deu Jac, e disse a La-bo: Porque temia; poisque dizia comigo, se por-ventura no me arre-batarias as tuas filhas.

    32 - Com quemachares os teus deuses,esse no viva; reconhe-ce diante de nossos ir-mos o que teu do que

    est comigo, e toma-opara ti. Pois Jac nosabia que Raquel os ti-nha furtado.

    33 - Ento entrouLabo na tenda de Jac,e na tenda de Lia, e natenda de ambas as ser-vas, e no os achou; esaindo da tenda de Lia,entrou na tenda de Ra-quel.

    34 - Mas tinha to-mado Raquel os dolos eos tinha posto na albar-da de um camelo, e as-sentara-se sobre eles; eapalpou Labo toda atenda, e no os achou.

    35 - E ela disse aseu pai: No se acenda aira aos olhos de meu se-nhor, que no posso le-vantar-me diante da tuaface; porquanto tenho ocostume das mulheres. Eele procurou, mas noachou os dolos.

    36 - Ento irou-seJac e contendeu comLabo; e respondeu Jac,

    e disse a Labo: Qual aminha transgresso?Qual o meu pecado,que to furiosamente metens perseguido?

    37 - Havendo apal-pado todos os meus m-veis, que achaste de to-dos os mveis de tuacasa? Pe-no aqui dian-te dos meus irmos e deteus irmos; e que jul-guem entre ns ambos.

    38 - Estes vinteanos eu estive contigo; astuas ovelhas e as tuascabras nunca aborta-ram, e no comi os car-neiros do teu rebanho.

    39 - No te trouxeeu o despedaado; eu opagava; o furtado de diae o furtado de noite daminha mo o requerias.

    40 - Estava eu as-sim: De dia me consumiao calor, e de noite a gea-da; e o meu sono fugiudos meus olhos.

    41 - Tenho estadoagora vinte anos na tua

    Gnesis 31

    Roselake Leiros

    A volta s aulas sempre um momento demuita tenso para qua-se todas as famlias. uma grande preocupa-o dos pais lidar com oschoros, os esperneios, asreclamaes e as carasfeias dos filhos nestemomento.

    Se de um lado, os fi-lhos com esses compor-tamentos expressam seudescontentamento com oincio ou recomeo dasaulas, do outro lado ospais sentem emoes detodas as ordens. Na mai-oria das vezes, o que ospais pensam ou sentempode ajudar o filho a su-perar a dor ou a refor--la.

    Abaixo, conhea osdiversos pensamentos eemoes imprprias queos pais costumam de-sencadear, qual o seuefeito nocivo nos filhos ecomo melhorar as atitu-des:

    Ah, coitadinho!!! Pensar assim faz os paisacharem que so mause a sentirem culpa. Oscomportamentos quesurgem da demonstramfragilidade e inseguran-

    a.Ao perceber a inse-

    gurana dos pais, a cri-ana sente-se forte e en-tende que est no cami-nho certo para ter o quequer. Isso consequente-mente cria novos com-portamentos semelhan-tes, at em outros con-textos.

    Compreenda melhor Seu filho no coita-do, voc no m e muito comum esse tipode pensamento e senti-mento dos pais, assimcomo dos filhos, de que-rer se preservar do des-conhecido. Pais e filhosesto aprendendo jun-tos.

    importante lem-brar sempre que exis-tem outras necessidadesnaturais que impem avocs dois estes perodosdirios de separao.Isso bom, importan-te para o seu desenvol-vimento profissional epara a criana, na suasociabilizao, indepen-dncia e aprendizadosda vida. Conhea bem aescola, confie em seutrabalho e a tenha comoparceira. Procure acre-ditar que os processos dedesenvolvimento de seu

    filho so naturais e queele vai superar tudo isso,assim como voc.

    O que as pessoasvo pensar? Eu no seio que fazer! Pensarassim, com vergonha,pode desencadear com-portamentos que ten-tam abafar ou disfarar,o que faz buscar descul-pas esfarrapadas paraos comportamentos dacriana.

    Seja sincera e firme! natural a criana sesentir um pouco infelizem ter que deixar atranquilidade e segu-rana do lar ou a des-contrao das frias. Fi-que tranquila! As pesso-as, em geral, compreen-dem este processo demudana de pais e fi-lhos, principalmente osoutros pais e professores.Ningum est a parajulg-lo. Busque experi-mentar alternativas,pois no existem receitasprontas. Que tal olharnos olhos do filho e di-zer que sente muito, masque vocs dois precisamaprender a importnciadisso e ficarem bem?Respire fundo e diga calma, mame voltapara te buscar e fale

    casa; catorze anos te ser-vi por tuas duas filhas, eseis anos por teu reba-nho; mas o meu salriotens mudado dez vezes.

    42 - Se o Deus demeu pai, o Deus deAbrao e o temor de Isa-que no fora comigo, porcerto me despedirias ago-ra vazio. Deus atendeu minha aflio, e ao tra-balho das minhas mos,e repreendeu-te ontem noite.

    43 - Ento respon-deu Labo, e disse aJac: Estas filhas sominhas filhas, e estes fi-lhos so meus filhos, eeste rebanho o meu re-banho, e tudo o que vs, meu; e que farei hoje aestas minhas filhas, ou aseus filhos, que deram luz?

    44 - Agora poisvem, e faamos alianaeu e tu, que seja por tes-temunho entre mim e ti.

    45 - Ento tomou

    Jac uma pedra, e eri-giu-a por coluna.

    46 - E disse Jac aseus irmos: Ajuntai pe-dras. E tomaram pedras,e fizeram um monto, ecomeram ali sobre aque-le monto.

    47 - E chamou-oLabo Jegar-Saaduta;porm Jac chamou-oGaleede.

    48 - Ento disseLabo: Este monto sejahoje por testemunha en-tre mim e ti. Por isso selhe chamou Galeede,

    49 - E Misp, por-quanto disse: Atente oSENHOR entre mim e ti,quando ns estivermosapartados um do outro.

    50 - Se afligires asminhas filhas, e se toma-res mulheres alm dasminhas filhas, ningumest conosco; atenta queDeus testemunha en-tre mim e ti.

    51 - Disse mais La-bo a Jac: Eis aqui este

    mesmo monto, e eisaqui essa coluna quelevantei entre mim e ti.

    52 - Este montoseja testemunha, e estacoluna seja testemu-nha, que eu no pas-sarei este monto a ti,e que tu no passarseste monto e esta co-luna a mim, para mal.

    53 - O Deus deAbrao e o Deus deNaor, o Deus de seupai, julgue entre ns. Ejurou Jac pelo temorde seu pai Isaque.

    54 - E ofereceuJac um sacrifcio namontanha, e convidouseus irmos, para co-mer po; e comerampo e passaram a noitena montanha.

    55 - E levantou-seLabo pela manh demadrugada, e beijouseus filhos e suas filhase abenoou-os e partiu;e voltou Labo ao seulugar.

    isso com toda a firmezae segurana que vocpuder.

    Ah, est querendome expor desobedecen-do, dando esse show, quefeio! Os sentimentosde irritao e de raivaque acompanham essepensamento vo gerarcomportamentos agres-sivos e um tom spero,ambos desrespeitososcom a dor da criana.Quando a criana temum temperamento maisforte, isso tende a infla-mar ainda mais seusnimos, a sim acontece