Doze Passos Biblia Despert Ar

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<p>Doze Passos Bblia de Estudo Despertar</p> <p>40</p> <p>Doze Passos Bblia de Estudo Despertar</p> <p>PASSO 1Admitimos que ramos impotentes perante nossas dependncias que tnhamos perdido o domnio sobre nossa vida.</p> <p>Situaes de Perda Gen. 16.1-15</p> <p>s vezes, somos impotentes por causa das situaes da vida. Talvez estejamos numa situao em que outras pessoas tm domnio sobre ns. Talvez percebamos que estamos sendo postos em ciladas pelas exigncias de outros e que no h meios de agradar a todos. Estamos contra a parede: se agradarmos um decepcionaremos outro. s vezes quando, nos sentimos perplexos e frustrados com nossos relacionamentos, almejamos boa dose de controle para escapar de nossos comportamentos adictivos.Agar um exemplo de impotncia. Ela no usufrua de direitos. Enquanto moa, era escrava de Sarai e Abro. Quando eles estavam tristes pelo fato de Sarai ser estril, Agar foi entregue a Abro para ser de substituta. Quando engravidou, como esperavam, Sarai ficou to invejosa, que bateu em Agar, e Agar foi embora. Absolutamente sozinha no deserto, ela foi encontrada por um anjo, que lhe deu uma maravilhosa mensagem: Volte para a sua dona e seja obediente a ela em tudo. E o anto do Senhor disse tambm: Eu farei com que o nmero dos seus descendentes seja grande; eles sero tantos, que ningum poder cont-los. Voc est grvida, e tr um filho, e por nelo o nome de Ismael, pois o Senhor Deus ouviu o seu grito de aflio. (Gen. 16.9-11)Quando somos apanhsdos em situaes de perda, somos tentados a correr embora atravs dos nossos atalhos adictivos/compulsivos. Em momentos como esses, Deus est ali e ouve os nossos clamores. Necessitamos aprender a expressar nossa dor perante Deus em vez de apenas tentar escapar dela. Deus ouve nossos fritos e est disposto a dar esperana para o futuro.</p> <p>Auto-Engano Perigoso Juzes 16.1-31</p> <p>Quando nos recusamos admitir nossa impotncia, somente enganamos a ns mesmos. As mentiras que contamos pra ns e para outros so conhecidas: Posso parar quando quizer. Mantenho o controle: esta nica vez no far mal. E, a todo momento, estamos chegando mais prximos ao desastre.Sanso foi um dos juzes de Israel. Enquanto criana, fora dedicado a Deus, e Deus lhe havia dotado com fora sobrenatural. Mas sanso teve toda uma vida de fraqueza: a maneira como se relacionava com mulheres. Sanso foi especialmente cegado para os perigos que enfrentava no seu relacionamento com Dalila. Seus inimigos a pagavam para descobrir o segredo da fora de Snaso. Trs vezes ela implorou Sanso para contar seu segredo. Cada vez ela estava pronta a entregar Sanso ao inimigo. Trs vezes Sanso mentiu para Dalila e pode escapar. Mas cada vez ele chegava mais prximo ao momento de contar-lhe a verdade. Finalmente, Sanso revelou-lhe o segredo, foi capturado e morreu como escravo nas mos do inimigo.O real problema de Sanso se encontra nas mentiras que contou sobre si. Por no admitir sua impotncia, permaneceu cego para o perigo bvio ao qual seu orgulho e desejo por mulheres estrangeiras o conduziam. Isso o levou, gradativamente, ao caminho da morte.Ns precisamos ser cuidadosos para no cair em armadilha semelhante. Ao aprendermos a reconhecer diariamente nossa impotncia frente a nossas tendncias adictivas/compulsivas, ficaremos mais atentos a comportamentos que , possivelmente, nos conduziro destruio.</p> <p>Um Comeo Humilde 2 Reis 5.1-15</p> <p>Pode ser muito humilhante admitir nossa impotncia, especialmente se somos usados a fim de manter-nos sob controle. Podemos ser fortes em algumas reas de nossa vida, mas perder o contro sobre comportamentos adictivos/compulsivos. Se nos recusamos admitir nossa impotncia, podemos perder tudo. Essa parte impossvel de ser manejada em nossa vida pode infestar e destruir tudo mais.As experincias do comandante do exrcito da Sria, chamado Naam, ilustram a veracidade do que foi dito acima. Ele era uma figura militar e poltica poderosa, homem rico, de relevante posio e poder. Ele portava lepra, que ameaava provocar a perda de tudo quanto estimava. Leprosos eram marginalizados de usas famlias e da sociedade. No fim das contas, sofriam morte lenta, dolorosa e desgraada.Naam ouviu a respeito de um profeeta em Israel que poderia cur-lo. Encontrou o profeta, e o profeta lhe disse que, para ser curado, devia mergulhar sete vezes no rio Jordo. Naam ficou distante, esperando que seu poder lhe proporcionasse cura instantnea e fcil. No fim, entretanto, reconheceu seu impotncia, seguiu as instrues e recuperou-se completamtne.Nossas doenasso to ameaadoras como a lepra do tempo de Naam. Elas nos separam lentamente de nossa famlia e encaminham destruio tudo que nos importante. No h cura instantnea ou fcil. A nica resposta consiste em admitir nossa impot6encia, humilhar-nos e submeter-nos ao processo que poder nos recuperar.</p> <p>Esperana em Meio ao Sofrimento - J 6.2-13</p> <p>H ocasies em que ns ficamos to confusos e to dominados pela dor em nossa vida, que chegamos a desejar a morte. No importa o que fazemos, ns somos impotentes para mudar as coisas para melhor. O peso do sofrimento e da treisteza parece pesado demais para ser suportado. No podemos entender por que nosso corao n+ao para e no permite a morte nos liberar.J sentia-se assim. Ele havia perdido tudo, mesmo tendo ele vivido uma vida correta. Seus dez filhos estavam mortos. Ele havia perdido seus negcios, seus bens e sua sade. E tudo isso aconteceu numa questo de dias! S lher restarm uma mulherde lngua muito afiada para instig-lo contra Deus e trs amigos que o acusavam cpmp responsvel da sua prpria desgraa. J clamava: Ah! Se a minha desgraa e os meus sofrimentos fossem postos numa balana, com certeza pesariam mais do que a areia do mar... Ah! Se Deus me desse o que estou pedindo! Ah! Se Deus respondesse minha orao! Ento ele me tiraria a vida; ele me atacaria e acabaria comigo! Onde esto as minhas foras para resistir? Por que viver, se no h esperana? Ser que sou forte como a pedra? Ser que o meu corpo de bronze? No sou capaz de me ajudar a mim mesmo, e no h ningum que me socorra. (J 6.2-3, 8-9, 11-13)J no sabia que o fim de sua vida seria ainda muito melhor do que o seu comeo.O Senhor abenoou a ltima parte da vida de J mais do que a primeira... E morreu bem velho. (J 42.12, 17) Mesmo quando somos pressionados e parece que a morte certa , ainda h esperana de que a nossa vida muda. Devemos lembrar: a vida pode ser boa novamente!</p> <p>Impotentes Como as Crianas Marcos 10.13-16</p> <p>Para muitos de ns que estamos em processo de recuperao, as lembranas da infncia esto cheias de medos porque nos sentamos indefensos. Se fomos criados em uma famlia fora de controle, na qual descuidavam de ns, avusavam ou nos expunham violncia domsstica e a um comportamento disfuncional, o pensamento de impotncia pode ser aterrador. Talvez at tenhamso prometido nunca mais ser to vulnerveis como quando ramos crianas.Jesus nos diz que, para entrar no Reino de Deus, devemos ser como crianas, e isso incui ser impotentes. Ele disse: Eu afirmo a vocs que isto verdade: quem no receber o Reino de Deus como uma criana nunca entrar nele.(Mc 10.15)Em qualquer sociedade, as crianas so os membros mais dependentes. No tm nenhum poder natural para se autoproteger; no tm meior para garantir que a sua vida seja segura, cmoda e satisfatria. As crianas pequenas so particularmente dependentes do amor, dos cuidados e da proteo de outros nas susas necessidades mais bsicas. Elas precisam chorar, mesmo que nem saibam exatamente do que que necessitam. Precisam confiar sua vida a algum que mais poderoso que elas e tm a esperana de que sero ouvidas e cuidadas com amor. Se queremos curar a nossa vida, ns tambm temos de admitir que somos verdadeiramente impotentes. Isso no significa que tenhamos de nos transformar outra vez em vtimas. Reconhecer a nossa impotncia uma apreciao franca da nossa situao na vida e um passo positivo para a recuperao.</p> <p>A Mudana No Tempo Certo Atos 9.1-9</p> <p>H momentos iimportantes na vida que podem mudar o nosso destino. Com frequncia, so momentos em que nos sentimos confrontados com a nossa impotncia diante dos acontecimentos da nossa vida. Esses momentos podem nos destruir ou arrumar para sempre a nossa vida numa direo melhor.Saulo de Tarso (depois chamado Paulo; veja Atos 13.9), viveu um desses momentos. Depois da ascenso de Jesus, Saulo assumiu a tarefa de deixar o mundo sem cristos. Enquanto ia no caminho para Damasco a fim de cumprir a sua misso, de repente uma luz que vinha do cu brilhou em volta dele. Ele caiu no cho e ouviu uma voz que dia: Saulo, Saulo, por que me persegue?... Eu sou Jesus, aquele que voc persegue. Mas levante-se, entre na cidade, e ali diro a voc o que deve fazer. Saulo se levantou do cho e abriu os olhos, mas sem poder ver nada. Ento eles o pegaram pela mo e o levaram para Damasco. Ele ficou trs dias sem poder ver e durante esse dias no comeu nem bebeu nada. (Atos 9.3-6, 8-9) De repente, Saulo foi confrontado com o fato de que a sua vida no era to perfeita como ele havia pensado. A autojustifica-o tinha sido a sua marca registrada. No entanto, ao abandonar as usas iluses de poder, ele se transformou em um dos homens mais poderosos que j existiu: o apstolo Paulo. Quando somos confrontados com a verdade de que a nossa vida no est sob o nosso controle, hora de decidir. Podemos continuar negando essa verdade enos apegando autojustia ou podemos encarar o fato de que estivemos cegos diante de alguns assuntos importantes. Se estivermos dispostos a ser quiados para a nossa recuperao e para uma maneira nova de viver, ento encontraremos o verdadeiro poder.</p> <p>O Paradoxo da Impotncia 2 Cor. 4.7-10</p> <p>Talvez tenhamos medo de confessar que precisamos de for e que a nossa vida j est sem controle. Se reconhecessemos que somos impotente, por acaso no nos sentiramos tentados a nos render completamente na luta contra a nossa adico? Parece que no h sentido em confessar a nossa impotncia e, mesmo assim, encontrar o poder para seguir adiante. Trataremos desse paradoxo quando passarmos pelos Passos Dois e Tres.A vida est repleta de paradoxos. O apstolo Paulo nos diz: Porm ns que temos esse tesouro espiritual somos como potes de barro para que fique claro que o poder supremo pertence a Deus e no a ns. Muitas vezes ficamos aflitos, mas no somos derrotados. Algumas vezes ficamos em dvida, mas nunca ficamos desesperados. (2 Cor. 4.7-8)Essa ilustrao mostra um contraste entre um tesouro precioso e o singelo recipiente no qual esse tesouro est guardado. O poder vivente derramado na nossa vida do alto o tesouro. O nosso corpo humano, com todos os seus defeitos e fraquezas, o pode de barro. Como seres humanos, comos imperfeitos. Quando reconhecermos o paradoxo da impotncia, poderemos sentir bastante alvio. No temos de ser fortes sempre ou fingir que somos perfeitos. Podemos viver uma vida de verdade, com as suas lutas dirias, com um corpo humano assediado por fraquezas e, ainda, encontra o poder do alto para seguir adiante sem estar angustiados nem desesperados.</p> <p>PASSO 2Viemos a acreditar que um Poder Superior a ns mesmos poderia devolver-nos sanidade.</p> <p>Procura Incessante J 14.1-6</p> <p>Algo que poderia tornar difcil crer em Deus que, frequentemente, a vida prece injusta. No pedimos para anscer em uma famlia disfuncional! No emitimos qualquer opinio quanto aos maus tratos e s injustias que sofremos! No escolhemos a nossa predisposio para a dicco. Entretanto, somos responsabilizados por coisas que nem mesmo podemos controlar. Com isso , fica difcil voltar a Deus como o Poder que pode restaurar a nossa sanidade. Deus parece pouco racional nas suas exigencias.J conheceu esses sentimnetos. Em meio ao seu sofrimento, manifestou: Todos somos fracos des o nascimento; a nossa vida curta e muito afitada. O ser humano como a flor que se abre e logo murcha; como uma sombra ele passa e desaparece. Nada somos; ento por que nos ds ateno?E quem sou eu para que me leves ao tribunal? O ser humano, que impuro, nunca produz nada que seja puro. (J 14.1-4) Essas so boas perguntas que a maioria de ns formulamos de uma forma ou de outra maneira. J persistiu no seu questionamento porque, no ntimo, cria que Deus era bom e justo, embora a vida no fosse assim. J foi sincero com as susas emoes e perguntas, mas nunca deixou de procurar Deus.Existe uma boa resposta pergunta de J, a qual satisfar o nosso corao e a nossa mente. Entretanto, tal resposta somente ser encontrada por quem estiver disposto a passar pela dor e pela injustia da vida e a continuar procurando Deus. Aquele que o buscar o encontrar. Alm disso, nos braos amorosos do Senhor encontrar tamvm as respostas que procura.</p> <p>Ns No Somos Deus Daniel 4.19-33</p> <p>Na sua poca, Nabucodonosos, rei da antiga Babilnia, foi a autoridade mais poderosa sobre a face da terra. Ele acreditava que era um deus e exigia ser adorado. Por meio de Daniel, Deus dissa para ele. E agora vou dar a explicao. Este sonho trata da sentena do Deus Altssimo conto o senhor, rei: O senhor ser expulso do meio dos seres humanos e ficara morando com os animais selvagens... at qu o senhor reconhea que o Deus altssimo domina todos os reinos do mundo e coloca como rei o homem que ele quer.(Daniel 4.24-25)Aconteceu exatamento como Daniel havia explicado. No fim do perodo de isolamento, Nabucodonosos disse:... eu olhei para o cu, e o meu juzo voltou. A agradeci ao Deus Altssimo e dei louvor e glria quele que vive para sempre... Logo que o meu juzo voltou continuou Nabucodonosos eu recebi outra vez a minha honra, a minha majestade e a glria do meu reino,... com mais poder do que antes. Portanto, eu, o rei Nabucodonosor, agradeo ao Rei do cu e lhe dou louvor e glria. Tudo o que ele faz certo e justo, e ele pode humilhar qualquer pessoa orgulhosa. (Daniel 4.34-37)Ns no somos Deus; ns temos de prestar contas a Deus, que um poder maior. Esse poder superior pode curar nossas loucuras e recuperar nossa vida para se at melhor do que era antes do nosso perodo de insanidade. Deus far isso somente se entrefarmos nossa vida a ele.</p> <p>Escravido Interior Marcos 5.1-13</p> <p>Quando estamos sob a influncia da nossa adico, o seu poder parece ter uma fora sobrenatual. Talvez possamos desistir da vida e lanar-nos em comportamentos autodestruutivos com uma impulsividade imprudente. Talvez as pessoas tenham desistido de ns. Talvez se distanciem como se j estivssemos mortos. Tanto se a nossa insanidade for auto-induzida como se tem uma origem mais sinistra, h um poder diposto a nos devolver a sanidade e a integridade.Jesus ajudou um homem que agia como um louco. O homem vinha do cemitrio, onde estava morando. Ningum conseguia prend-lo, nem mesmo usando correntes. Muitas vezes j tinham amarrado as suas mose os seus ps com correntes de ferro, mas ele quebrava tudo, e ningum consguia domin-lo. Passava os dias e as noites nos montes e entre os tmulos, gritando e es ferindo de propsito com pedras(Marcos 5.3-5).Jesus foi ao cemitrio e avaliou a situao. Ele tratou com as foras das trevas que afligiam o homem e lhe deveolveu o juzo....</p>