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    BRASILEIRA DE

    AUTOMOBILISMO

    CONFEDERAO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO

    CONSELHO TCNICO DESPORTIVO NACIONAL

    COMISSO NACIONAL DE VELOCIDADE

    CAMPEONATO BRASILEIRO DE TURISMO

    REGULAMENTO TCNICO 2016

    ARTIGO N. 1: DEFINIES 2

    ARTIGO N. 2: ENTENDIMENTO GERAL 2

    ARTIGO N. 3: POLTICA GERAL 2

    ARTIGO N. 4: REGULAMENTAES 3

    ARTIGO N. 5: CHASSI 4

    ARTIGO N. 6: CARROCERIA E DIMENSES 5

    ARTIGO N. 7: MOTOR 8

    ARTIGO N. 8: SISTEMA DE ALIMENTAO DE COMBUSTVEL: 9

    ARTIGO N. 9: SISTEMA DE ARREFECIMENTO 10

    ARTIGO N. 10: SISTEMA DE LUBRIFICAO: 10

    ARTIGO N. 11: SISTEMA DE ESCAPAMENTO: 11

    ARTIGO N. 12: SISTEMA DE PARTIDA E SISTEMA ELTRICO 11

    ARTIGO N. 13: SISTEMA DE TRANSMISSO E CMBIO: 13

    ARTIGO N. 14: SUSPENSO 15

    ARTIGO N. 15: SISTEMA DE DIREO 18

    ARTIGO N. 16: RODAS E PNEUS 18

    ARTIGO N. 17: FREIOS 19

    ARTIGO N. 18: COMBUSTVEL 21

    ARTIGO N. 19: TUBULAES E TANQUE DE COMBUSTVEL 21

    ARTIGO N. 20: PESO 24

    ARTIGO N. 21: EQUIPAMENTOS DE SEGURANA 24

    (vide anexo J, art. 253 e CDA/CBA) 24

    ARTIGO N. 22: ESTRUTURAS DE SEGURANA 28

    ARTIGO N. 23: ANEL PARA REBOQUE 28

    ARTIGO N. 24: INDUMENTRIA EXIGIDA 28

    ARTIGO N. 25: OUTRAS INFORMAES 29

    ARTIGO N. 26: HOMOLOGAO 31

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    ARTIGO N. 1: DEFINIES

    1.1. As definies utilizadas neste regulamento sero as constantes do CDA/CBA. ARTIGO N. 2: ENTENDIMENTO GERAL 2.1. Todos os pilotos, equipes e oficiais participantes do Campeonato comprometem-se por si prprios, e por seus empregados e agentes, a observar todas as regulamentaes do Cdigo Desportivo do Automobilismo, o Regulamento Desportivo do Campeonato Brasileiro de Turismo o presente Regulamento Tcnico, assim como seus adendos, se houverem. 2.2. O Campeonato regido pelo CDA/CBA. 2.3. Qualquer regulamentao particular de prova deve ser submetida CBA para aprovao prvia. 2.4. O presente regulamento e seus respectivos adendos tm fora de lei desportiva em conformidade com os princpios estabelecidos pela legislao nacional. 2.5. As alteraes neste regulamento sero efetuadas atravs de Adendos e os mesmos entraro em vigor 30 (trinta) dias aps sua publicao, salvo as alteraes que envolvam segurana, neste caso a aplicao ser imediata. ARTIGO N. 3: POLTICA GERAL 3.1. Os carros do Campeonato Brasileiro de Turismo, JL modelo G-12, so fabricados e homologados nica e exclusivamente para esta categoria, sendo expressamente proibida a participao destes veculos em qualquer outra competio em todo o territrio nacional. Possuem a aparncia externa de veculos do tipo Turismo, sendo que a participao das equipes estar sujeita ao cumprimento integral de todas as normas deste regulamento. 3.2. So veculos enquadrados na CATEGORIA II do ANEXO J, veculos construdos unicamente destinados s competies esportivas, GRUPO CN". Pargrafo nico: O chassi deve obrigatoriamente ser identificado com a numerao do fabricante constante em uma placa de identificao, fixada na estrutura do chassi. Esta numerao deve constar no "Passaporte Tcnico" do carro.

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    3.3. Todos os componentes utilizados na construo, montagem e manuteno que sejam especficos de determinado tipo, modelo e/ou fabricante atravs do presente Regulamento Tcnico e FICHA TCNICA G-12, devem ser possveis de identificar, fato este de nica responsabilidade do competidor. Os Comissrios Tcnicos tem o poder de verificar a elegibilidade dos componentes que sejam especficos de um dos fabricantes autorizados. Em caso de dvida os Comissrios Tcnicos podero solicitar um representante dos fabricantes para verificar a elegibilidade de algum componente especificado neste Regulamento Tcnico. Em tal circunstncia a deciso dos Comissrios Desportivos ser soberana. Os Competidores encontrados utilizando peas diferentes das especificadas atravs do presente Regulamento Tcnico sero penalizados pelos Comissrios Desportivos, de acordo com o CDA/CBA. 3.4. Unicamente so permitidos retrabalhos e/ou preparaes e/ou alteraes de componentes e/ou sistemas e/ou conjuntos, que sejam explicitamente referidos e autorizados, atravs do presente Regulamento Tcnico. proibido o uso de titnio e cermica em qualquer componente do veculo. Fica automaticamente proibido tudo aquilo que no seja explicitamente permitido por este Regulamento. 3.5. Salvo os itens de segurana que so definidos neste regulamento, todos os outros devem seguir os conceitos do ANEXO J DA FIA e CDA/CBA. 3.6. O Comissrio Tcnico poder vetar qualquer tipo de construo que venha a comprometer a segurana tanto do piloto, como das pessoas envolvidas no evento. Estas concluses sero sempre dirigidas para os Comissrios Desportivos. ARTIGO N. 4: REGULAMENTAES 4.1. Responsabilidades da CBA: As regulamentaes tcnicas para o Campeonato so homologadas e publicadas pela CBA. 4.2. Data de publicao para homologaes:

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    Cada ano, a CBA publicar todas as mudanas realizadas para estas regulamentaes, atravs de adendos tcnicos, e complementaes da FICHA TCNICA G-12, obedecendo aos critrios de prazos para suas validades. 4.3. Cumprimento das regulamentaes: Os carros devem cumprir com as regulamentaes em sua totalidade a todo e qualquer momento do evento. 4.4. Deveres dos competidores: dever de cada competidor provar aos Comissrios Tcnicos e Desportivos do evento que seus carros cumprem todas as regulamentaes em sua totalidade durante todo momento do evento. obrigatria a apresentao do Passaporte ao Comissrio Tcnico. ARTIGO N. 5: CHASSI O chassi possui projeto padronizado. 5.1. Estrutura tubular principal: Fabricada com materiais e dimenses conforme a FICHA TCNICA G-12 do veculo, reiterando a proibio da modificao ou substituio de qualquer componente do chassi, salvo aqueles explicitamente indicados neste Regulamento. Somente podero ser agregados estrutura principal os componentes tais como: bobina, painel de instrumentos, suporte de bomba de direo hidrulica, travessa superior do cambio, suporte do macaco rpido, suporte do painel p/ montagem do vidro, suporte da bomba de combustvel, do reservatrio do radiador, do bocal do tanque, da bomba de leo do diferencial, do radiador do diferencial e da carenagem central e lateral. permitida a instalao de um sistema de proteo, presa ao chassi, a fim de se evitar que o volante do motor seja atingido no caso do veculo sair da pista. 5.2. Para-choque dianteiro: Fornecida pelo fabricante, devendo permanecer inalterada, tanto com relao ao seu desenho, materiais e dimenses, especificaes indicadas na FICHA TCNICA G-12 (Pagina 31), sendo esta estrutura fixada ao chassi principal por meio de quatro parafusos. Nesta estrutura permitida a

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    fixao do radiador de gua, eventual instalao de ventoinha, suporte do assoalho dianteiro e dos cabos de fixao da estrutura dianteira com o para- choque dianteiro. 5.3. Travessa tubular dianteira superior X: Deve ser a original de fbrica, construda com tubos de ao e fixada no chassi atravs de quatro parafusos, conforme desenho da FICHA TCNICA G-12. O nico retrabalho permitido nesta pea a instalao de um suporte para fixao do limpador de para-brisa e suporte do painel p/ montagem do vidro (montar com abraadeira). Ver desenhos na FICHA TCNICA G-12. 5.4. Estrutura dianteira: Conforme Ficha tcnica G12. Pargrafo nico: Nenhuma parte do chassi poder ser alterada quanto ao projeto original, bem como nenhum tubo poder ser substitudo por outro de especificaes diversas da do projeto, que constam da TCNICA G-12 do veculo, exceto as modificaes claramente autorizadas por este Regulamento. ARTIGO N. 6: CARROCERIA E DIMENSES A carroceria possui um desenho padro, que no pode ser alterado externamente, devendo ser utilizado conforme fornecido. Este desenho obtido atravs do uso de um kit de carenagem produzido unicamente pela empresa autorizada. Na carenagem somente permitido o uso de peas fabricadas em fibra de vidro, produzidas unicamente pela empresa autorizada. 6.1. Para as dimenses do veculo (entre-eixos, largura, comprimento, etc.) referir-se a FICHA TCNICA G-12. 6.2. Projees: Nenhum acessrio ou componente poder se estender alm dos limites da projeo superior da superfcie da carroceria fornecida pelo fabricante autorizado, exceto a asa traseira.

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    Nenhum componente mecnico ou aerodinmico, e/ou acessrio poder ultrapassar abaixo do plano inferior, paralelo ao solo definido pelo assoalho frontal. 6.3. Altura do veculo em relao ao solo livre. As alturas de montagem da carroceria do veculo, em relao ao chassi, no devem ser alteradas. 6.4. Fechamento lateral: Conforme Ficha tcnica G12. 6.5. Ver diagramas na FICHA TCNICA G-12. 6.6. Aeroflios e carenagem frontal: Unicamente podem ser utilizados o aeroflio traseiro e a carenagem frontal, includos no kit padro de carenagem, produzidos unicamente pela empresa autorizada. proibida qualquer alterao no formato, perfil e pontos de fixao dos referidos acessrios aerodinmicos. 6.6.1. Aeroflio: O aeroflio traseiro deve permanecer inalterado em termos de perfil, fixaes e dimenses, em relao ao definido na FICHA TCNICA G-12. permitida a instalao de um Gurney fabricado de cantoneira de alumnio que deve ser fixada sobre o aeroflio na extremidade traseira do bordo de fuga. A medida mxima do Gurney de 30 mm de altura, medido a partir da parte inferior traseira do aeroflio at a extremidade superior da cantoneira, em qualquer ponto da extenso do mesmo, sendo que a altura do Gurney deve ser a mesma em toda sua extenso. O ngulo de incidncia mximo e mnimo da asa est

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