colÉgio montessori santa terezinha .personagens que povoam os contos de fadas. cinderela, peter

Download COLÉGIO MONTESSORI SANTA TEREZINHA .personagens que povoam os contos de fadas. Cinderela, Peter

Post on 02-Dec-2018

215 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • COLGIO MONTESSORISANTA TEREZINHACOLGIO MONTESSORISANTA TEREZINHA

    nessa edio:Sustentabilidade - pg. 3Ao Social - pg. 12Jornada das Profisses - pg. 14Parceria MAM e Montesssori - pg. 18. . . e muito mais!

    Boletim do Colgio Montessori Santa Terezinha - Ano 8 - N 28 - Maio-Agosto/2008

  • Informativo MONTESSORI SANTA TEREZINHA N282

    ED

    ITO

    RIA

    L

    EX

    PED

    IEN

    TE

    uma publicao do ColgioMontessori Santa Terezinha

    Informativo:

    Montessori Santa Terezinha

    COLGIO MONTESSORI SANTA TEREZINHAAv. Eng. Armando Arruda Pereira, 1.888 - JabaquaraCEP 04312-130 - SP - Tel.: (11) 5011-1022www.santaterezinha.com.brmontessori@santaterezinha.com.br

    Tiragem: 2.000 exemplares

    Colaborao: Equipe Pedaggica

    Produo e Diagramao: Silvio O. da Matta

    Coordenao Geral: Prof Neuza Maria Scattolini(Mantenedora e Diretora-geral)

    A velocidade do tempo cada vez maior, acompanhando o mundo globalizado, as novas tecnologias e os meios de comunicao. Vivemos numa turbulenta e envolvente roda de acontecimentos e nem mesmo nos damos conta de que o tempo passou e recomeamos constantemente.

    Enquanto Instituio de Ensino pelo futuro de nossos educandos, corremos parcialmente responsvelinsistentemente procurando nos informar e nos atualizar do que est acontecendo no mundo e na rea educacional; tambm mapeando nossas falhas e atrasos, buscando novas solues para darmos subsdios que possam trabalhar as habilidades e competncias dos nossos educandos dentro de uma Educao Multidisciplinar, acompanhando as novas tecnologias.

    Desta forma estamos indo ao encontro do fundamental que fazer com que nossos educandos aprendam a aplicar os conhecimentos em novas e avanadas reas e no apenas armazen-los.

    Quando disse que ns, Escolas, somos pela educao lembrei-me de um parcialmente responsveisimportante e belssimo artigo de Rosely Sayo :

    Concluindo, acredito que a responsabilidade da formao dos nossos jovens cabe Escola e Famlia,educando-os dentro de bases slidas e princpios bsicos dentro da tica, respeito e integridade. Para que no sejam meros detentores de conhecimentos, mas protagonistas de suas vidas.

    Neuza Maria ScattoliniMantenedora e Diretora

    Muitas escolas comprometidas, que realizam um projeto de trabalho claro, em busca de uma prtica mais coerente com suas propostas tericas e de aprimoramento, esto pressionadas por causa do resultado do ENEM.

    As escolas consideradas de maior qualidade so as que esto pelo menos entre as 15 primeiras. Afinal, o trabalho escolar realizado por oito anos (agora nove) no ensino fundamental e, depois, no ensino mdio no pode ser computado em uma prova. Por qu?

    Ora, porque alguns alunos no produzem tudo o que sabem por ficarem tensos em situao de prova, outros por ainda no terem se acostumado a passar por avaliao de forma ritualstica, outros porque no esto no melhor dia quando fazem a prova, outros ainda porque no do valor avaliao.

    A escola no s instrutora de contedo, por isso no pode ser julgada por uma prova.

    Uma colega educadora profissional, muito espirituosa, manifestou de forma bem-humorada sua crtica ao estardalhao que se faz com o tal ranking de escolas. Ela disse que os pais s entenderiam o que significa isso se fizssemos tambm um ranking de pais.

    Para alunos da educao infantil poderamos fazer um questionrio para avaliar, por exemplo, se contam histrias a seus filhos, se fazem ofertas culturais a eles, se praticam educao moral e ensinam virtudes, se tm disponibilidade para acompanhar de perto o trabalho da escola e se so modelos coerentes de pais. E,

    para as crianas, avaliaramos o quanto efetivo o trabalho realizado pelos pais, ou seja, veramos se a criana demonstra curiosidade pelo mundo sua volta, se sabe se comportar em situaes diversas, se seu conhecimento prvio est de acordo com o esperado etc.

    Para alunos do primeiro ciclo do ensino fundamental, o esquema ainda seria semelhante ao citado acima. A avaliao dos pais verificaria itens como disponibilidade para realizar parceria com a escola e comparecer s reunies, capacidade de organizar o tempo do filho para estudo e para exigir dele compromisso e responsabilidade com o trabalho escolar, condio de delegar de forma respeitosa a educao escolar instituio de ensino etc. Com os alunos, se poderia verificar se sabem acatar limites e conviver respeitosamente com os colegas, se assimilam bem as lies dadas, se sabem respeitar os adultos etc. A combinao dos dois resultados permitiria elaborar o ranking de famlias, e as escolas disputariam os primeiros colocados e dispensariam os outros.

    Com alunos do ciclo final do ensino fundamental e os de ensino mdio, os pais poderiam ser dispensados do exame porque, afinal, os filhos j deveriam ter incorporado o trabalho educativo, no ?

    Essa brincadeira serve para mostrar a falta de bom senso que avaliar o trabalho das escolas apenas pelo resultado dos exames de seus alunos. Os pais no precisam levar to a srio os tais ranking escolares.

    Rosely Sayo psicloga e autora de Como Educar Meu Filho? Folha de S. Paulo 3 de julho de 2008

  • Os , esto engajados no projeto os3 anos - E.F.de reciclagem. Recolhem tampinhas plsticas e conscientizam os familiares sobre a importncia de separar o lixo produzido em reciclvel e no reciclvel, alm de pedir a ateno de todos para a diminuio da poluio ambiental.

    MO

    NTESSO

    RI 2

    008

    Informativo MONTESSORI SANTA TEREZINHA N28

    3

    MO

    NTESSO

    RI 2

    008

    21AGENDA

    Pensandono meio ambiente . . .

    SU

    STEN

    TA

    BIL

    IDA

    DE

    A galera caprichou nos desenhos!Depois de passar pelo jri oficial e pela votao do

    portal, foi escolhido o personagem vencedor.O novo integrante da turma do Planeta Terra o

    Reciclino, criado pela aluna Las Miho Nakaharada do 5 ano - E.F.

    O Mascote do Portal nosso ! ! !

    os osVisita dos 6 e 7 anos - E.F. a Salespolis demonstra a estreita relao existente entre aquilo que se

    aprende na escola e o que ocorre fora dela.

    Foi entre risos, lanches e muitos bate-papos que os alunos se divertiram e verificaram temas como o ciclo da gua e as in locoimplicaes ambientais relacionadas a sua poluio e a importncia da preservao dos parques e ambientes naturais para a manuteno do equilbrio do meio.

    A modificao do meio ambiente pela ao do homem foi, lamentavelmente, constatada ao vivo pelos alunos em intervenes como: a comparao entre o Tiet morto das marginais da metrpole e a pureza das suas guas na nascente do Tiet, em Salespolis; o impacto da introduo de espcies no nativas da mata Atlntica (pinheiros, no caso) como observado na Barragem da Ponte Nova.

    Em contraposio, atravs da visita Usina Hidreltrica e ao seu museu histrico, verificaram igualmente que a mesma capacidade humana permite produzir energia a partir da fora da gua de rios represados assim como semear e colher o prprio alimento cujo processo conheceram na visita Fazenda da Roa.

    ltao os verbo

    ltao os verbo

  • Informativo MONTESSORI SANTA TEREZINHA N2844

    Ao pensar em Sem Fronteiras, imediatamente nos reportamos a uma importante rea do conhecimento que resiste ao tempo e ignora o espao para se perpetuar e contar histrias atravs dos sculos.

    Estamos falando da Arte. A obra de arte possibilita explorar o momento histrico, a cultura, vesturio, cores, emoes . . .

    Assim, viajamos neste maravilhoso cenrio e obtivemos contribuies importantes da atuao do homem sobre suas diversas interferncias artsticas.

    Entre imagens, vozes de pessoas, sons de pssaros, rudos de passos cuidadosos, o beb entra pouco a pouco, no mundo da linguagem. Linguagem que ainda sem fala, comunica, expressa sentimentos e estabelece vnculos. Linguagens que vo se constituindo atravs das msicas, parlendas, sorrisos, expresses faciais, sons e falas que surgem na interao do beb com o mundo

    e principalmente com as pessoas com quem estabelece relaes de afeto, respeito e cumplicidade.Quem no se recorda de msicas e jogos orais da sua infncia? No h determinados sons ou msicas

    que nos reportam sensaes ou vivncias anteriores ?O barulho de uma chave, o som do trovo ou aquela msica que nos lembra o colinho da vov, numa

    tarde de chuva em uma mesa de caf... Embalados pela riqueza destas vivncias, temos envolvido

    nossos alunos de e em um ambiente deBerrio Nido Sons e Musicalidade em Jogos Orais que, junto com os fortes vnculos estabelecidos entre crianas e Educadoras,

    oferecem novas formas e oportunidades para lidar com o mundo, favorecendo o desenvolvimento infantil, desde a aquisio da fala at a preparao para a escrita. Acreditando na importncia de

    variar esses sons, confeccionamos chocalho, tan tan africano, gaita, xilofone, instrumentos com chaves, latas e garrafas, que junto com as rimas e cantigas, proporcionam momentos de brincadeiras e diverso.

    Berrio e NidoBerrio e NidoSons e Musicalidade em Jogos Orais

    M I e IIaternal M I e IIaternal O grupo de , trabalhou com luz e Maternal I e II do perodo da manh

    sombra que aparecem nas obras O Barco em Giverny e A Mulher com Sombrinha de Claude

    Monet. Apreciaram a obra As Meninas de Velzques e partindo de brincadeiras concretas, exploraram as diversas possibilidades do contraste entre luz e sombra.

    J o , escolheu as obras O Maternal I da tardeTocador de Pfaro de douard Manet e O Violeiro do artista naif Ernane Cortat para trabalharem a idia de que a msica rompe fronteiras, descobrindo algumas

    cantigas que so cantadas por diversos povos atravs dos tempos.

    O , envolvido com o movimento Maternal II da tardedas brincadeiras, encontrou nas obras Brincadeiras de Rapazes de Pieter Bruegel, Roda de Milton Dacosta e na aquarela de Deb