as criaturas existem e não existem

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1. As criaturas existem e no existem... Confisses livro VIII item XI 2. Reconhecer que na concepo agostiniana o homem s pode ser considerado um homem total quando toma conscincia que constitudo de uma alma que se encontra unida ao corpo, sendo que sem um desses elementos ele no pode assim ser chamado. 3. Citar exemplos de criaturas que existem e no existem... 4. Aparncia e realidade 5. De como as criaturas so e no so. E observei as restantes coisas abaixo de ti e vi que nem em absoluto so, nem em absoluto no so: na verdade,so, por que procedem de ti, as no so, porque no so aquilo que tu s. 6. Porque existe verdadeiramente aquilo que permanece imutavelmente. Mas para mim bom estar unido a Deus, porque se no permanecer nele, nem em mim poderei permanecer. Mas ele, permanecendo em si mesmo, renova todas as coisas; e tu s o meu Deus, porque no precisas dos meus bens. Confisses livro VIII item XI 7. A tua mente atua ou mente? 8. Olhe fixamente no 4 pontinhos pretos (centrais) do desenho e conte at 10 olhando para os pontinhos; Olhe para uma parede e pisque varias vezes; Observe a imagem que aparece na parede. (Quando mais voc piscar, melhor fica ser a visualizao ) 9. Quando nos deixamos enganar pela mente? 10. Ns nos enganamos sobre nossos limites e capacidades. No auge do orgulho, no momento da maior satisfao, de nossa mais notvel conquista tropeamos em ns mesmos quando: Nos perdemos no mundo das iluses No sabemos identificar nossos limites Os nossos cinco sentidos tm uma pequena faixa de percepo da realidade. Por exemplo, o olfato do cachorro bem mais apurado que o nosso e audio deste (o cachorro) abrange frequncias que o ser humano no pode captar. A luz visvel para ns vai desde o vermelho at o violeta. Mas existe frequncias alm destas que nossa viso no consegue enxergar. Estamos muito limitados naturalmente para perceber o universo a nossa volta. S temos como observar uma parcela da realidade. Ento o cego gritou: Jesus, filho de Davi, tem piedade de mim! (Lc 18,38). 11. O que impede o homem conhecer a verdade? 1) As pretenses ambiciosas e rivalidades que impedem ao homem perceber a verdade tal como ela ; 2) A sutileza da coisa perceptvel em si mesma, sua profundide e dificuldade de perceb-las; 3) A ignorncia do que percebe e sua incapacidade de alcanar ainda do que possvel alcanar; 4)O costume e a educao, porque est na natureza do homem amar e ser atrado ao que lhe familiar. 12. No H Mentes Impenetrveis, Apenas Chaves Erradas - Augusto Cury 13. Chaves para a educao da Mente segundo Santo Agostinho... Nossa morada interior guardada pela mais robusta e impenetrvel das portas. Esta, porm, tem a peculiaridade de no possuir fechadura pelo lado de fora. No permita que sua mente o engane Siga o seu corao. 14. Eis que estou porta e bato: se algum ouvir a minha voz e me abrir a porta, entrarei em sua casa, e cearemos, Eu com ele e ele comigo. (Ap 3, 20), ... 15. O amor o peso que d sentido minha vida (S.A) Interiorizao A verdade est dentro do homem A busca de Deus Fortalecimento da F Disciplina A tica do Amor e da prudncia Dilogo Ns no vemos Deus agir porque no estamos prestando ateno Conhecimento A razo o meio ou a mediadora entre nosso sentidointerior e as verdades externas. 16. A mente se conhece mas no pensa em si A mente segue o preceito de se conhecer para que pense em si e viva conforme sua natureza. A mente levada a se pensar para julgar e se distinguir do que, no o sendo, talvez possa imaginar ser. Conhecer algo saber que conhecemos. Saber o que conhecer, no algo que vem do exterior. O conhecimento de si da mente liga-se ao prprio ato de conhecer. 17. A filosofia agostiniana uma constante busca da verdade, que culmina na verdade, em Cristo. um movimento incessante, uma paixo,e, precisamente, a paixo principal: o amor. Amor meus,o amor o peso que d sentido minha vida. Verdade e Amor.