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  • 1.

2.

  • Diretor Geral:
  • Carlos Augusto Brasileiro de Alencar
  • Engenheiro Agrcola
  • - Instituio: Universidade Federal de Viosa UFV
  • - Perodo: 1981 - 1985
  • Mestrado: Engenharia Agrcola : rea de concentrao em Irrigao e Drenagem
  • - Instituio: Universidade Federal de Viosa UFV -
  • Perodo: 1986 1989
  • Doutorado: Engenharia Agrcola : rea de concentrao em Recursos Hdricos e Ambientais
  • - Instituio: Universidade Federal de Viosa UFV -
  • - Perodo: 2004 - 2007

3.

  • Ps-Doutorado: Engenharia Agrcola : rea de concentrao em Recursos Hdricos e Ambientais.
  • Desenvolvimento de Sistema Modular para Tratamento Integrado de gua e Esgoto Domstico em Comunidades Rurais de Baixa Renda
  • - Instituio: Universidade Federal de Viosa UFV -
  • Perodo: 2007 2011
  • Ps-Doutorado: Engenharia Agrcola : rea de concentrao em Recursos Hdricos e Ambientais.
  • - Instituio: Embrapa Gado de Leite CNPGL
  • Perodo: 2011 2013
  • Efeitos da Fertirrigao com a Mistura do Esgoto Domstico e Vinhoto na Produo de Cana-de-Acar .

4.

  • EXPERINCIA PROFISSIONAL
  • Empresa de Pesquisa Agropecuria de MG EPAMIG.
  • Cargo ocupado:
  • Pesquisador II de 1988 a 1992.
  • Produtos Alimentcios Fleischmann Royal S.A - Leite Glria.
  • Cargo ocupado:
  • Supervisor de Campo e Supervisor Tcnico de 1992 a 1999.
  • Indstria de Laticnios Palmeira dos ndios SA ILPISA.
  • Cargo ocupado:
  • - Gerente de Captao de 1999 a 2000.

5.

  • EXPERINCIA PROFISSIONAL
  • Universidade Vale do Rio Doce UNIVALE.
  • Cargo ocupado:
  • Professor/Pesquisador de 2002 a 2007.
  • Coordenador do Ncleo Avanado Embrapa Gado de Leite/Univale, 2002 a 2007
  • Diretor da Faculdade de Cincias Agrrias de 2003 a 2004.
  • Pr-Reitor Administrativo de 2002 a 2003.
  • INTEC Empreendimentos Ltda.
  • Cargo ocupado:
  • - Consultor Tcnico de PD&I (pesquisa, desenvolvimento e inovao tecnolgica),
  • desde 2003.

6.

  • Engenheiro Agrnomo
  • - Instituio: Universidade Federal de Viosa UFV
  • - Perodo: 1972 - 1976
  • MBA Executivo em Gesto Empresarial
  • - Instituio: Fundao Getlio Vargas
  • - Perodo: 2000 - 2001
  • Diretor Administrativo - Financeiro:
  • Carlos Magno Toledo Gouva

7.

  • EXPERINCIA PROFISSIONAL
  • Companhia Energtica de Minas Gerais S.A. CEMIG
  • Cargo ocupado:
  • Analista de Meio Ambiente por 11 anos.
  • Coordenador do Modelo de Excelncia de Gesto MEG da
  • Fundao Nacional da Qualidade FNQ na Diretoria de Gerao e
  • Transmisso da CEMIG.
  • Coordenador do Sistema de Acompanhamento de Iniciativas,
  • dentro do Software Gesto Integrada de Negcios, na Diretoria de
  • Gerao e Transmisso S.A.
  • Gerente do Programa de Educao Ambiental da Gerncia de
  • Programas e Aes Ambientais da CEMIG GERAO/TRANSMISSO
  • S.A. e da Estao Ambiental de Peti.

8.

  • EXPERINCIA PROFISSIONAL
  • Coordenador na CEMIG GERAO e TRANSMISSO S.A. da certificao dos processos Administrativos, Cumprimento de Condicionantes e Produo de Alevinos.
  • Participou de um Programa de Treinamento sobre Utilizao de Energia na Agricultura na University of Tennessee Knoxville Tennessee USA .
  • Membro fundador do Comit da Bacia Hidrogrfica do Rio Doce, perodo
  • de 2003 a 2005
  • Membro do CBH Rio Caratinga no perodo de 2006a 2009.
  • - Participou na formao do CBH Rio Santo Antnio.

9.

  • Engenheiro Mecnico
  • - Instituio: Universidade Vale do Rio Doce UNIVALE
  • - Perodo: 1976 - 1980
  • Especializao: Engenharia de Segurana do Trabalho
  • - Instituio: UNIVALE
  • Perodo: 1993
  • Diretor Tcnico:
  • Edson de Oliveira Azevedo

10.

  • EXPERINCIA PROFISSIONAL
  • Professor coordenador de estgios na Escola Tcnica Vale do Ao ;
  • Responsvel Tcnico Extintores Unio junto ao INMETRO, do controle e
  • aplicao das normas de certificao;
  • Coordenador do curso tcnico de Segurana do Trabalho PROES-GV;
  • Professor no curso de ps graduao de Engenharia de Segurana do
  • Trabalho na UNIPAC-Teofilo Otoni/ GV e UNIVALE/GV;
  • Membro do Comit da Bacia do Rio Doce pelo SAAE;
  • Gerente de Transporte SAAE/GV;
  • Chefe da Diviso de Operao do Sistema de Produo eAbastecimento de gua Potvel SAAE/GV; e
  • -Diretor Tcnico do Servio Autnomo de gua e Esgoto - SAAE/GV.

11.

  • RELAO DA AGB DOCE COM OS RGOS ANA-IEMA-IGAM
  • Atende as metas e submetida a avaliao de resultados;
  • Atende procedimentos de aplicao dos recursos;
  • Atende procedimentos de prestao de contas;
  • fiscalizada quanto aplicao de normas e dos recursos;
  • Atua como parceira subsidiando a regulao;
  • Exerce um papel estratgico de articulao tcnica entre todos os orgos gestores - federal, estadual e municipal - com atuao na gesto de recursos hdricos;e
  • Pode ter servidor no perodo de instalao.

12.

  • RELAO ENTRE A AGB DOCE E OS COMITS
  • Exercer a funo de secretaria-executiva, apoio tcnico, administrativo. e financeiro;
  • Promoo e melhoria das relaes comits-sociedade, sociedade comits;
  • Melhoria da articulao dos comits com o sistema produtivo, instncias de governo, instituies da sociedade civil, sem perda, em nenhuma hiptese, do papel institucional exercido por cada uma desses setores;
  • Incremento no intercmbio com instituies nacionais e internacionais, com vistas a intensificar a troca de experincias, a formao e a realizao conjunta de projetos e pesquisas; e
  • Fortalecer os Comits de Bacia, apoiando em eventos, investindo no capital social dos CBHs, levando a sustentabilidade aos Comits.

13.

  • FUNES E DESEMPENHO DA DIRETORIA EXECUTIVA
  • Garantir a execuo das aes, programas e projetos previstos nos Contratos de Gesto da AGB-Doce, tendo comoreferncia o PIRH e os PARH;
  • Contribuir, por meio do aporte de experincia acumulada, respeitabilidade e capacidade de articulao, para que os Comits possam definir com segurana e de forma otimizada suas macro politicas;
  • Fortalecer os Comits de Bacia, apoiando em eventos, ofertando cursos e instalando fbricas de projetos, levando a sustentabilidade aos Comits; e
  • Articular e promover parcerias para a Gesto Integrada do Territrio da Bacia do Rio Doce.

14.

  • A ESTRUTURADA AGB DOCE SER PLANEJADA CONSIDERANDO:
  • Os princpios do contrato de gesto (eficincia, legalidade, moralidade, publicidade e impessoalidade)
  • O equilbrio de poder entre Unio e Estados;
  • A participao dos municpios, usurios e organizaes civis;
  • Os problemas hdrico-ambientais especficos das bacias(queimadas/desmatamentos;
  • eroso; poluio hdrica e do solo: esgotos, defensivos agrcolas e fertilizantes;
  • inundaes; secas; e lixo urbano)
  • A disponibilidade financeira, basicamente o repasse da cobrana;
  • Uma sede em GV e 1 escritrio regional no ES; e
  • O IBio prope a criao e o estabelecimento de uma Unidade de
  • Negcios, estatutariamente ligada entidade fundadora e com um novo
  • CNPJ; e
  • Estrutura Organizacional

15. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ConselhoAdministrativo Conselho Fiscal Diretor Geral Assessoria Jurdica Assessoria de Comunicao Secretaria Geral Diretor Administrativo -Financeiro Escritrio Regional - ES Diretor Tcnico CoordenadorTcnico CBHs Coordenador Administrativo -Financeiro AGB Doce 16.

  • A SUSTENTABILIDADE DA AGB DOCE

A sustentabilidade financeira da Agncia dever ser assegurada basicamente pelo produto da cobrana e no contrato de gesto, porm, visando aumentar o aporte financeiro devero ser empreendidas aes com o objetivo de captar recursos de outras fontes nacionais e internacionais.

  • ESTRUTURAINSTITUCIONAL : POR QUE O IBio ?
  • POTENCIAIS SINERGIAS ENTRE OPERAO INSTITUCIONAL E
  • AGNCIA NO IBIO:
  • Experincia em sistema de pagamento por servios ambientais;
  • Experincia em gesto e planejamento estratgico;
  • Geoatlntica / SIG;
  • Articulao institucional para captao de recursos; e
  • Gesto Integrada de Territrios.

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