A visão da Academia sobre a Política de Saúde Mental Vigente no País Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira – Departamento de Psiquiatria da UNIFESP

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<ul><li> Slide 1 </li> <li> A viso da Academia sobre a Poltica de Sade Mental Vigente no Pas Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Departamento de Psiquiatria da UNIFESP </li> <li> Slide 2 </li> <li> Tpicos Transtorno Mental vs Sofrimento Psquico Reduo do investimento em Sade Mental Reduo de leitos psiquitricos e dos ambulatrios, sem planejamento Adoo dos CAPS sem avaliao do modelo CAPS baixa resolubilidade, ineficincia e alto custo CAPS pacientes mais graves no so atendidos Diversificao da rede nfase preveno secundria Exemplo da Dependncia Qumica Lio Italiana </li> <li> Slide 3 </li> <li> Transtorno Mental VS Sofrimento Psquico </li> <li> Slide 4 </li> <li> Tpicos Transtorno Mental vs Sofrimento Psquico Reduo do investimento em Sade Mental Reduo de leitos psiquitricos e dos ambulatrios, sem planejamento Adoo dos CAPS sem avaliao do modelo CAPS baixa resolubilidade, ineficincia e alto custo CAPS pacientes mais graves no so atendidos Diversificao da rede nfase preveno secundria Exemplo da Dependncia Qumica Lio Italiana </li> <li> Slide 5 </li> <li> 5 financiamento: Infra-Estrutura pas 2005 SUS: 37 bilhes de reais. Sade mental: 872 milhes 1995 - 2005 Oramento: 26,7% (US$ 2,66 para US$ 1,95 per capta) Medicao: (0 para 15%) Neurolpticos atpicos : 75% Med. Psi. Andreoli SB, Almeida-Filho N, Martin D, Mateus MD, Mari Jde J. Is psychiatric reform a strategy for reducing the mental health budget? The case of Brazil. Rev Bras Psiquiatr 2007; 29(1):43-6. </li> <li> Slide 6 </li> <li> Tpicos Transtorno Mental vs Sofrimento Psquico Reduo do investimento em Sade Mental Reduo de leitos psiquitricos e dos ambulatrios, sem planejamento Adoo dos CAPS sem avaliao do modelo CAPS baixa resolubilidade, ineficincia e alto custo CAPS pacientes mais graves no so atendidos Diversificao da rede nfase preveno secundria Exemplo da Dependncia Qumica Lio Italiana </li> <li> Slide 7 </li> <li> 7 Servio: Infra-Estrutura pas Leitos em 41% (54 para 32/100.000). Leitos alternativos (1% para 6%). CAPS ( 0,04 para 0,37 por 100.000). </li> <li> Slide 8 </li> <li> N de leitos por 1.000 habitantes Dados de 2006, retirados do Projeto Atlas, da Organizao Mundial de Sade e do MS </li> <li> Slide 9 </li> <li> Acreditamos que a reduo de leitos deveria ser conseqncia de uma rede operante, feita de forma cuidadosa e responsvel, para que no ocorresse a desassistncia que hoje temos. (relatrio do MS de Nov/2005) Lei 10.216 Mas a Lei 10.216 NO determina que se criem mecanismos para FECHAMENTO de Leitos ! Diz que o pac. deve ter atendimento compatvel com sua necessidade. </li> <li> Slide 10 </li> <li> Tpicos Transtorno Mental vs Sofrimento Psquico Reduo do investimento em Sade Mental Reduo de leitos psiquitricos e dos ambulatrios, sem planejamento Adoo dos CAPS sem avaliao do modelo CAPS baixa resolubilidade, ineficincia e alto custo CAPS pacientes mais graves no so atendidos AMPLIAR O CAPS Multiplicar o que no funciona </li> <li> Slide 11 </li> <li> Baixa especializao dos cuidados prestados Baixa especializao dos cuidados mdicos Cobertura pequena e sem especializao para um grande nmero de transtornos mentais DepressoTranstornos Alimentares DistimiaTAB AnsiedadeDemncias Fobias Infncia + Escolar </li> <li> Slide 12 </li> <li> Tpicos Transtorno Mental vs Sofrimento Psquico Reduo do investimento em Sade Mental Reduo de leitos psiquitricos e dos ambulatrios, sem planejamento Adoo dos CAPS sem avaliao do modelo CAPS baixa resolubilidade, ineficincia e alto custo CAPS pacientes mais graves no so atendidos Diversificao da rede nfase preveno secundria Exemplo da Dependncia Qumica Lio Italiana </li> <li> Slide 13 </li> <li> Tpicos Transtorno Mental vs Sofrimento Psquico Reduo do investimento em Sade Mental Reduo de leitos psiquitricos e dos ambulatrios, sem planejamento Adoo dos CAPS sem avaliao do modelo CAPS baixa resolubilidade, ineficincia e alto custo CAPS pacientes mais graves no so atendidos Diversificao da rede nfase preveno secundria Exemplo da Dependncia Qumica Lio Italiana </li> <li> Slide 14 </li> <li> AMBULATRIOS GERAIS AMBULATRIOS DE ESPECIALIDADES UNIDADE COMUNITRIA DE SADE MENTAL CADEIAS E PRISES UNIDADES PARA MENORES INFRATORES HOSPITAL GERAL PS &amp; ENFERMARIAS HOSPITAL DE ESPECIALIDADES PS &amp; ENFERMARIAS AMBULATRIO DE SADE MENTAL HOSPITAL PSIQUITRICO PS &amp; ENFERMARIAS UNIDADE COMUNITRIA LCOOL &amp; DROGAS AMBULATRIO ESPECIALIZADO LCOOL &amp; DROGAS GRUPOS DE AUTO-AJUDA ENFERMARIAS DE DESINTOXICAO INTERNAO PROLONGADA CLNICAS DE TRATAMENTO COMUNIDADES TERAPUTICAS CENTROS DE EXCELNCIA PESQUISA, ENSINO &amp; TRATAMENTO HOSPITAL-DIA SADE MENTAL HOSPITAL-DIA LCOOL &amp; DROGAS ESCOLASEMPRESAS MORADIA ASSISTIDA LCOOL &amp; DROGAS ALBERGUES Ambientes de tratamento posicionados de acordo com o nvel de ateno sade ao qual esto destinados. </li> <li> Slide 15 </li> <li> Tpicos Transtorno Mental vs Sofrimento Psquico Reduo do investimento em Sade Mental Reduo de leitos psiquitricos e dos ambulatrios, sem planejamento Adoo dos CAPS sem avaliao do modelo CAPS baixa resolubilidade, ineficincia e alto custo CAPS pacientes mais graves no so atendidos Diversificao da rede nfase preveno secundria Exemplo da Dependncia Qumica Lio Italiana </li> <li> Slide 16 </li> <li> Eur Arch Psychiatry Clin Neurosci (2007) SPECIAL ISSUE Giovanni de Girolamo et al The current state of mental health care in Italy: problems, perspectives, and lessons to learn </li> <li> Slide 17 </li> <li> Lies Italianas Diminuio dos leitos pblicos, aumento dos privados (54% do total) No Brasil temos 2.000 Comunidades Teraputicas para tratar Dependentes Qumicos Diminuio dos leitos deveria ser feita com planejamento e implementao de outros servios </li> <li> Slide 18 </li> <li> Lies Italianas Os servios na comunidade so apenas os locais. No o tratamento. Existe uma negligncia do ingrediente do tratamento. Tratamento Comunitrio mais caro Avaliao e Monitoramento das mudanas - Essencial </li> </ul>